SEO: Entenda porque o seu concorrente aparece (e vende) bem mais que você no Google!

SEO: Entenda porque o seu concorrente aparece (e vende) bem mais que você no Google!
 
 
Exercício é bem simples: abra o Google em qualquer navegador no modo anônimo e digite o que a sua empresa faz e a sua cidade. Manda ver no ENTER e confira se você está aparecendo logo nos primeiros resultados.
 
Se a sua empresa não apareceu na primeira página e o seu concorrente está lá, no topo, significa que ele está fazendo muito bem o SEO – Search Engine Optimization, que nada mais é do que boas práticas em mecanismos de busca de um site.
 
Convenhamos que não é o momento de ficar aí parado, perdendo visibilidade e vendas. E caso você ainda esteja em dúvida se vale a pena trabalhar fortemente em SEO, o Gerente de Projetos da KAKOI Comunicação, Ediney Giordani, manda o recado: SEO bem feito é o que diferencia uma empresa da outra na Internet:
 
“Quem não apostar no conteúdo otimizado fatalmente vai ficar escondido no Google. E este conteúdo tem que ser de qualidade! Quanto melhor for o SEO, mais rápido uma empresa sobe nos mecanismos de busca.” explica Ediney.
 
E para um SEO bem feito (que é exatamente o que o seu concorrente ali no topo do Google está fazendo neste momento e vendendo mais que você), é fundamental seguir algumas regras:
 
1 – Palavras-chaves eficientes
 
Para alcançar clientes em potencial que utilizam o Google, as palavras-chaves são (com o perdão do trocadilho) a “chave” do SEO. De nada adianta sair colocando tudo que é palavra pensando em alcançar diversas pessoas. O ideal é ter um profissional de comunicação ou uma agência pensando quais são esses termos – já que o dono do negócio sabe do seu produto, e nem tem tempo de ficar pensando em estratégias para mecanismos de busca da Internet:
 
“Um profissional de comunicação entende qual é o volume de buscas de uma palavra. Este levantamento é o que define o trabalho todo das palavras-chaves. Uma expressão diferente do que é utilizado no site ou até mesmo uma grafia diferente seguramente trarão mais pessoas na busca orgânica.” explica Giordani.
 
2 – Tenha conteúdos bem elaborados
 
Ediney é direto: Site com bom SEO é site que utiliza conteúdos relevantes. Essa prática acaba gerando mais links e melhor engajamento por parte dos usuários, que conseguem compartilhar ideias e produtos nas redes sociais e melhorar o ranqueamento nos mecanismos de busca:
 
“O Google entende que o site é interessante, ativo e relevante. Com o tempo há esta ‘premiação’ por parte do buscador que melhora o posicionamento nas pesquisas. Dentre dois sites que vendem produtos similares, o Google vai priorizar justamente aquele que tiver textos, fotos e mais informações disponíveis.”
 
Técnicas como deixar algumas palavras em destaque também ajudam muito na hora de deixar a publicação mais eficiente googlisticamente falando.
 
3 – Não abandone as imagens
 
Conteúdo aprofundado também precisa de imagens – que fazem toda a diferença na busca. Ediney explica ter muitas postagens sem imagens atraentes deixam a experiência do internauta sonolenta e monótona. Por mais que um texto tenha informações relevantes, as imagens ajudam a fidelizar o internauta também:
 
“Uma imagem bem trabalhada pode ser tagueada, ou seja, ter palavras-chaves inseridas nela. Pode ser uma foto, uma tabela, um gráfico ou um desenho bacana, não importa, mas existem pessoas que buscam por imagem. Digitam ‘sorvete em londrina’, por exemplo, e quem tiver a foto mais chamativa tem grandes chances de ganhar o clique” ilustra.
 
4 – Site responsivo
 
Um relatório recente da GSMA – que representa operadoras móveis do mundo todo – colocou o nosso Brasil como o país com mais Smartphones conectados à internet em toda a América Latina com incríveis 234,6 milhões de conexões sem fio só no terceiro trimestre do ano. É muita gente usando e o acesso aos sites ocorrem com apenas dois ou três cliques:
 
“Estamos falando de pessoas no ônibus, nos bares, em casa mesmo ou caminhando pela praia e que estão navegando o tempo todo. Se o site não for responsivo, ou seja, não se adaptar em cada aparelho, o internauta acaba clicando no concorrente. É inaceitável perder vendas ou clientes por culpa de um site que é pesado e difícil de navegar.” completa o especialista.
 
 
 
Fonte: KAKOI Comunicação (Autor(a): Aroldo Glomb)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Entenda o que é site responsivo e porque é importante para se vender mais

Entenda o que é site responsivo e porque é importante para se vender mais

 

Já reparou como os sites estão cada vez mais rápido e adaptáveis para todos os dispositivos, principalmente nos móveis? Se você abre um site no seu tablet ele tem uma adaptação própria diferente de quando você acessa o mesmo site em um smartphone. Isso significa uma coisa: o uso de internet móvel disparou e já está consolidada.
 
Os costumes mudaram e as buscas no Google já deixaram de ser exclusivas dos computadores e invadiram todos os aparelhos móveis, aliás, pior que do que isso: se o site não é responsivo ele simplesmente não aparece em buscas móveis.
 
E se os internautas – incluindo principalmente os consumidores – estão entrando cada vez mais em seus aparelhos com o chamado mobile-friendly, para as empresas é impensável não ter um site responsivo. A possibilidade de fechar grandes negócios e angariar clientes desta maneira são infinitas. É aí que entra o layout responsivos para sites.
 
Ediney Giordani, CCO da KAKOI Comunicação, explica que o fato do uso destes dispositivos estarem aumentando cada vez mais, já é mais do que suficiente para uma empresa pensar em um site que não fica quebrado ou pesado na hora de acessar em um celular – independente de qual seja este equipamento:
 
“No ano passado mais da metade das pesquisas no Google aconteceram em algum dispositivo móvel. É alguém no ônibus acessando um site de vendas ou em casa entrando via Facebook um anúncio patrocinado que chega no seu site. Já imaginou ele entrando e não conseguindo comprar nada? O site não abrir corretamente?” provoca Ediney Giordani.
Sua empresa mais fácil de ser encontrada em qualquer lugar e a qualquer momento!
 
Mais do que cuidar da estética, os mecanismos de buscas agradecem este formato de site. Os designs responsivos para mobile são os preferidos dos mecanismos de busca, como o Google, pois uma única URL facilita a busca e evita confusões na hora de rastrear o seu site:
 
“Para os mecanismos de SEO (termo que designa Search engine optimization, em resumo é o modo como os mecanismos de busca classificam o site) na página, o layout responsivo é uma mão na roda. O desempenho das buscas são melhores além de ser mais fácil a manutenção geral. Fazer um modelo de página para cada plataforma é algo ultrapassado e que gera mais custos e possibilidades de problemas. Não há motivo para dificultar a busca do seu site” explica o CCO.
 
 
Buscas via mobile estão maiores
 
Outra grande vantagem do design responsivo é que as palavras-chaves não se perdem quando há uma busca por mobiles e como o número de acessos por esta via já está em 75%, é preciso ter o site preparado para este público.
 
“Se eu buscar em um computador ‘Sorvete em Curitiba’ encontrarei certos resultados. Se eu repetir esta mesma pesquisa em um mobile é possível que eu encontre sites diferentes. Isso acontece quando os sites não são responsivos, pois as palavras-chaves da versão para PC não se aplicam nas versões mobiles. Com o responsivo isso não acontece.” exemplifica o especialista da KAKOI Comunicação.
 
 
Responsivo hoje e para o futuro
 
Outra grande vantagem do layout responsivo é a adaptação do modelo projetado para qualquer tamanho de tela independente de onde a sua página está sendo acessada. Pensando também no futuro, Ediney analisa esta funcionalidade como ponto chave para novas tecnologias: “Hoje temos TVs, os óculos, novos aparelhos com formatos diferentes e até relógios conectados. Um site responsivo vai se adaptar sem a necessidade de fazer – ou refazer – um layout específico. Um site responsivo hoje vai atender qualquer plataforma, isso é fato.” conclui Ediney.
 
 
 
Fonte: Jornal Contábil
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma