Queda de energia afeta moradores das cinco regiões do Brasil

Quedas de energia em várias cidades de 25 estados mais o Distrito Federal, nas cinco regiões do Brasil, foram registradas na manhã de hoje. A recomposição foi concluída no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

O que aconteceu?
Os relatos de falta de energia iniciaram por volta das 8h30.
Dados em tempo real do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) mostraram uma queda abrupta na carga e geração de energia entre 8h30 e 8h44, com tendência de estabilidade a partir de 9h. Já houve normalização completa nos estados do Centro-Oeste, Sul e Sudeste.

Em nota, o ONS confirmou “uma ocorrência na rede de operação do Sistema Interligado Nacional interrompeu 16 mil MW de carga em estados do Norte e Nordeste do Brasil. Estados do Sudeste também foram afetados”. A causa da queda é apurada.

A interrupção ocorreu devido a abertura, às 8h31, da interligação Norte / Sudeste. As causas da ocorrência ainda estão sendo apuradas. A recomposição já foi iniciada em todas as regiões e até às 9h16, 6 mil MW já foram recompostos.

O Ministério de Minas e Energia informou que “está trabalhando para que a carga seja plenamente restaurada o mais breve possível”, além de ter criado “uma sala de situação” para acompanhar o caso e determinou a apuração do incidente.

Apagão atingiu estados das cinco regiões
O colunista do UOL Josias de Souza apurou que o Ministério de Minas e Energia tratou a situação como um “apagão”.

Cidades de 25 estados mais o Distrito Federal, nas cinco regiões, foram afetadas. Apenas em Roraima não houve registro.

Às 10h45, o ONS informou que os estados da região Sul e Sudeste já tiveram o fornecimento normalizado. A região Centro-Oeste teve normalização às 10h22. O ONS informou às 12h36 que 55% das cargas do Norte e 81% do Nordeste estavam restabelecidas. O MME acrescentou que todas as capitais nordestinas já tiveram o serviço retomado.

Veja abaixo os estados que foram afetados
Centro-Oeste: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Nordeste: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

Norte: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Tocantins.

Sul: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais.

Apagão afeta mobilidade na BA e SP
Nas redes sociais, usuários do Metrô de Salvador afirmaram que o equipamento estava sem energia, o que foi confirmado pela CCR Metrô, concessionária do serviço, devido ao apagão.

No Metrô de São Paulo, a “oscilação de energia” causou falha no sistema de portas de plataforma da estação Vila Prudente e a redução da velocidade dos trens na linha 15-Prata. Já a Linha 4-Amarela também registrou lentidão por queda de energia, mas encontra-se normalizada.

Fonte: UOL
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Pronampe: Como Solicitar O Empréstimo Com Taxas Reduzidas? Veja Se Você Tem Direito!

Em junho deste ano, foi liberado o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe 2022), onde é possível ter acesso a uma linha de crédito para essas empresas, ofertando juros menores e um prazo alongado para iniciar o pagamento das parcelas.

Dessa forma, os empreendedores terão como se reerguer após a pandemia, com uma fonte de crédito segura, voltada principalmente para os profissionais que não possuem garantias (imóvel, veículo, etc.) para conseguir um empréstimo tradicional através dos bancos.

O primeiro ponto é acessar o Portal do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) acessar através de sua conta Gov.Br e selecionar a opção “Autorizar Compartilhamento de Dados”.

Após isso, você deve indicar quais instituições financeiras você tem interesse em solicitar alguma proposta de empréstimo e “autorizar”. Essas empresas terão acesso a todo seu faturamento do ano anterior, e avaliarão a disponibilidade de liberação.

O prazo para solicitar o Pronampe é até 31 de dezembro de 2024, de acordo com a Portaria nº 6.320. O valor do financiamento pode ir até o máximo de 30% do seu faturamento do ano anterior. Essa é uma estratégia para garantir que o empreendedor não se prejudique e deixe de realizar o pagamento das parcelas.

Se tratando das parcelas, estas podem ser divididas em até 48 vezes, e os juros são de 6% ao ano além de um adicional da taxa Selic. O empreendedor tem até 11 meses para começar a pagar a primeira parcela.

Quais são as regras para conseguir esse empréstimo com a Pronampe em 2022?
De acordo com o que foi informado pelo governo, é preciso que os microempreendedores ou empresas de pequeno porte sigam as seguintes regras:

– O faturamento no ano anterior não pode ser superior a R$ 150 mil;
– O empréstimo não pode ser superior a 30% da receita bruta;
– Para as empresas que não possuam o faturamento anual do ano anterior, o limite é de metade do capital social, ou de pelo menos 30% do faturamento médio mensal;
– Quem for contemplado pelo Pronampe não pode diminuir o número de empregados por pelo menos 2 meses após o recebimento.

Fonte: brazilgreece.com
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

30 anos : )

Obrigado à todos amigos, parceiros, cliente e colaboradores…
 
by Thiago Henrique de Sales Geral

Auxílio Emergencial, novos valores, excluídos e o que vai mudar

Auxílio Emergencial, novos valores, excluídos e o que vai mudar
 
 
A PEC Emergencial que viabiliza o retorno dos pagamentos do Auxílio Emergencial foi aprovada pelo Senado Federal em 1º e 2º turno, bem como teve a aprovação em 1º turno pela Câmara dos deputados nesta madrugada (10).
 
A nova medida contará com controle de gastos públicos e autoriza o pagamento de até R$ 44 bilhões por meio do auxílio emergencial. Ainda em sessão marcada para está quarta-feira as 10hrs, os deputados devem apreciar as propostas de mudanças apresentados ao texto para realizar o segundo turno da votação.
 
Com o benefício cada vez mais próximo de ser aprovado, muitas informações já estão confirmadas e apesar de todas as regras bem como, número de parcelas e condições serem liberadas à partir de uma Medida Provisória, várias informações já vieram à publico.
 
 
O que o texto diz sobre novo auxílio?
 
Em suma, a PEC Emergencial autoriza a liberação de uma nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial bem como um gasto total de até R$ 44 bilhões com o benefício. Como mencionado anteriormente o valor e critérios para ter acesso ao auxílio vão depender da aprovação de uma outra proposta legislativa por parte do Congresso.
 
Dentre as novidades da nova rodada de pagamentos está a previsão da liberação de quatro parcelas, com valores entre R$ 175 e R$ 375, mais à baixo vamos valor sobre esses valores e quem terá direito.
 
 
Mudanças na prorrogação
 
Dentre as principais mudanças podemos destacar os novos valores, bem como uma severa redução no número de beneficiários, tendo em vista que com a autorização de um gasto total de até R$ 44 bilhões com a medida, o governo precisou realizar um pente-fino importante nos beneficiários para pagar somente quem faz jus ao recebimento.
 
 
Quem estará de fora da prorrogação
 
No ano passado o governo federal liberou o auxílio emergencial para mais de 65 milhões de beneficiários. Contudo, para 2021 a expectativa do governo é que no máximo 40 milhões de pessoas possam ter acesso as novas parcelas.
 
A Secretaria de Governo Digital e a Secretaria de Previdência e Trabalho serviram de base para o cruzamento de 11 bases de dados para verificar a situação dos beneficiários. Em breve, a nova ferramenta será usada para programas de distribuição de emprego e renda.
 
Caso conste qualquer informação no cruzamento de dados do governo que vá contra as regras da nova prorrogação, os beneficiários que receberam no ano passado poderão ficar de fora da nova prorrogação.
 
Além disso o Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou o Balanço da Fiscalização do Auxílio Emergencial. E o resultado pode pegar muita gente de surpresa.
 
De acordo com identificação do TCU pelo menos 7,3 milhões de pessoas receberam indevidamente o benefício, o que representou R$ 54 bilhões pagos. Além disso, a Receita Federal informou que todos que receberam o auxílio emergencial e tiveram renda tributável acima de R$ 22,8 mil em 2020 terão que declarar o benefício e devolvê-lo aos cofres públicos.
 
 
Novos valores
 
O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou a liberação de três valores novos para o auxílio emergencial, onde a composição familiar vai determinar qual valor cada beneficiário vai receber, sendo:
 
Auxílio Emergencial de R$ 175: O valor de R$ 175 definido pelo governo será destinado as famílias cuja composição é de apenas uma única pessoa.
Auxílio Emergencial de R$ 250: O valor relativo aos R$ 250 será o valor padrão do auxílio emergencial, ou seja, será destinado para a grande maioria dos beneficiários. O valor será pago as famílias que possuem dois ou mais membros, com exceção das mães chefes de família que terão direito à um valor maior.
Auxílio Emergencial de R$ 375: O valor de R$ 375 é o maior valor que o governo quer pagar na nova prorrogação do auxílio emergencial. O mesmo será destinado exclusivamente às mães chefes de família. O valor de R$ 375 é 50% maior que o valor que será padrão que é R$ 250.
 
 
Novos cadastros não serão permitidos
 
Os brasileiros que não receberam o auxílio emergencial em 2020 vão ficar de fora da nova rodada de pagamentos. A regra vale tanto para quem solicitou o benefício no ano passado e foi negado, bem como para as pessoas que durante o decorrer do ano passado e inicio deste ano, perderam seus trabalhos ou ainda algum benefício previdenciário que recebia.
 
Segundo análises realizadas pelo Governo Federal já existe um número muito grande de beneficiários do auxílio emergencial onde foi necessário redesenhar os critérios para concentrar o pagamento nos cidadãos que realmente fazem jus ao recebimento das novas parcelas do auxílio emergencial.
 
No mais, outro entrave para que o governo consiga liberar um novo cadastramento é que o orçamento limite para nova rodada de pagamentos é de R$ 44 bilhões, o que acaba restringindo o número de pessoas que podem receber o auxílio emergencial.
 
 
 
Fonte: Jornal Contábil
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Em meio à especulação sobre fase roxa, SP deve anunciar mais restrições para conter pandemia nesta quarta

Em meio à especulação sobre fase roxa, SP deve anunciar mais restrições para conter pandemia nesta quarta
 
 
SÃO PAULO – O governo do estado de São Paulo estaria avaliando a possibilidade de decretar uma nova fase roxa na tentativa de conter o avanço da pandemia. A ideia é que essa nova etapa do Plano SP, programa de controle da pandemia imposto pelo governo estadual, seja ainda mais restritiva que a atual, a vermelha, segundo informações da rádio CBN.
 
A fase roxa pode ser anunciada entre esta quarta (10) e sexta-feira (12) e, de acordo com a rádio, poderia começar a valer a partir do próximo sábado (13). Há uma coletiva marcada para às 12h45 desta quarta.
 
Porém, segundo a Folha de S. Paulo, o governo não deve decretar uma nova fase, mas apenas anunciar medidas restritivas mais rígidas dado o avanço da pandemia.
 
Entre as medidas possíveis, os horários de funcionamento dos serviços essenciais devem ser reduzidos, como de padarias, supermercados e postos de gasolina, incluindo também a suspensão de eventos esportivos, como o campeonato paulista de futebol, e religiosos.
 
Outra possibilidade avaliada pelo governo é a suspensão das atividades presenciais em escolas, segundo o G1. Os espaços educacionais seriam utilizados para a criação de hospitais de campanha. O primeiro deles seria na comunidade de Heliópolis, de acordo com a CBN.
 
Diante da piora da pandemia no estado, o governo entende que não há tempo hábil para a construção de tendas, como aconteceu no início da pandemia.
 
São Paulo está com ocupação média de 81% em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), e 32 municípios já têm ocupação total. Segundo um levantamento do G1, cerca de 30 pessoas morreram no estado na fila de espera em hospitais nos últimos dias.
 
Nesta terça-feira (9), a média diária de mortes no estado foi de 298 óbitos, recorde pelo segundo dia seguido.
 
Todo o estado está na fase vermelha desde o último sábado (6), que deve se estender até 19 de março. Outra medida que entrou em vigor na mesma data foi a antecipação do chamado “toque de restrição” para 20h (até então era a partir das 23h), com o objetivo de evitar aglomerações e festas noturnas.
 
Regiões na Fase Vermelha devem fechar todo o comércio e manter em funcionamento apenas serviços considerados essenciais, como abastecimento e logística, comunicação social, construção civil, educação, farmácias e hospitais, mercados e padarias, postos de combustíveis, transporte coletivo e segurança pública. Restaurantes podem operar no formato de delivery.
 
Na última coletiva, em 3 de março, João Doria (PSDB), governador de São Paulo, afirmou que as duas semanas seguintes (até o dia 19 deste mês) seriam as piores da pandemia de Covid-19 no estado.
 
“Estamos à beira de um colapso na saúde, em São Paulo e no Brasil. (…) Não é só o problema de um governo negacionista, mas também de parte da população, que se expõe desnecessariamente ao risco de perder sua vida e estimular que outras pessoas a percam também”, afirmou Doria durante a coletiva.
 
 
Impactos sobre os negócios
 
Em reportagem anteriormente publicada pelo InfoMoney, entidades que representam donos de pequenas empresas manifestaram preocupação com a sobrevivência de seus negócios.
 
Percival Maricato, presidente do conselho estadual da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (Abrasel-SP), afirmou que o setor de bares e restaurantes vai ser especialmente prejudicado pelo recrudescimento da pandemia.
 
“Milhares de estabelecimentos foram exterminados. Os empreendedores vêm enfrentando problemas desde o início da pandemia e estão totalmente fragilizados. Eles já aplicaram as alternativas que tinham em mãos: negociaram com os fornecedores, pegaram empréstimos de bancos, tentaram reduzir preços, utilizaram a suspensão de salário no início da pandemia quando tinham a opção. Agora, o que sobra é a preocupação: muitos estão endividados e sem um novo auxílio podem ter que fechar”, afirma.
 
 
 
Fonte: Infomoney
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Cadastro do PIX nos bancos começa nesta segunda-feira (5); entenda o novo sistema do BC de um jeito simples

Cadastro do PIX nos bancos começa nesta segunda-feira (5); entenda o novo sistema do BC de um jeito simples
 
 
SÃO PAULO – O cadastro no Pix nos bancos, fintechs e instituições de pagamentos começa nesta segunda-feira (5). O novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC) promete mudar a relação dos brasileiros com as transações digitais ao permitir que transferências e pagamentos sejam concluídos em até dez segundos e realizados 24 horas por dia, em qualquer dia do ano, incluindo finais de semana e feriados.
 
Todas as instituições financeiras com mais de 500 mil clientes foram obrigadas a aderir ao novo sistema do BC.
 
Ainda que o sistema tenha sido desenvolvido pelo Banco Central, tanto o cadastro, quanto as transações, serão feitos por meio da instituição financeira na qual o cliente já tem relacionamento – ou vier a ter. Basicamente, o Pix vai ser uma funcionalidade a mais dentro dos canais do banco, uma nova opção no menu do app ou internet banking.
 
Grandes bancos já tinham iniciado o processo de inclusão dos clientes no sistema por meio de um pré-cadastro, no qual os correntistas confirmavam o interesse em usar o Pix. Mas a partir desta segunda-feira, todas as instituições financeiras com mais de 500 mil clientes devem iniciar o cadastro oficial no sistema.
 
O procedimento pode variar entre elas, mas de acordo com as informações passadas pelos cinco maiores bancos do país ao InfoMoney durante a fase de pré-cadastro (veja mais aqui), no cadastro o cliente confirma à instituição que quer fazer parte do Pix e define a sua chave Pix – que pode ser um e-mail, CPF, telefone ou chave aleatória – que vai passar a identificar sua conta no sistema.
 
O sistema começa a funcionar de forma restrita no dia 3 de novembro e entra em pleno funcionamento no dia 16 de novembro, segundo o Banco Central.
 
Para explicar no detalhe o Pix, o InfoMoney preparou o vídeo a seguir, que resume o novo sistema em seis pontos, explicando: o que é o Pix, como ele funciona na prática, os custos envolvidos, a chave Pix, a emissão de QR codes e a segurança do sistema. Confira.
 
Gustavo Cunha, especialista em inovações para o mercado financeiro, diz que o Pix pode ser entendido como uma TED ou um DOC turbinados. “É uma forma de pagar e receber sem a necessidade dos vários intermediários que hoje temos nos arranjos com cartões de débito e crédito – e tudo isso de forma instantânea, segura, ágil e mais barata do que as opções que temos hoje”, afirma.
 
Na prática, acrescenta Cunha, o lojista não vai precisar mais da maquininha, as pessoas físicas vão fazer um Pix para amigos ou familiares de graça, sem precisar pagar pela TED e não haverá mais a necessidade de carregar um cartão físico para fazer pagamentos.
 
“Seu celular será a forma de transferir e receber dinheiro. Muitas outras funcionalidades que já existem em outros países que implementaram pagamentos instantâneos serão possíveis no Brasil com o Pix. Junto com o open banking [sistema que vai tornar os clientes donos dos seus dados bancários], o Pix vai colocar o Brasil novamente na lista dos países que lideram a inovação no mercado financeiro”, afirma Cunha.
 
 
Fonte: InfoMoney
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

SYNERGY 2020 – O maior evento contábil e jurídico do mundo

Prezado cliente

Este ano o co-responsável Thiago Henrique de Sales é o participante da Sales & Sales Assessoria Contábil e Empresarial no evento SYNERGY 2020 o maior evento contábil e jurídico do mundo, realizado pela Thomson Reuters.

Desta forma, o co-responsável estará ausente no dias 23 de 24 de setembro, conforme publicado previamente na Agenda de Compromissos (https://www.salesesales.com.br/site/orientador-online/agenda-de-compromissos/).

Caso necessite de atendimento, o co-responsável pode atende-lo através do Atendimento Digital – endereço eletrônico www.salesesales.com.br/atendimentodigital

Sales & Sales Assessoria Contábil e Empresarial
Publicação Programada

Decreto de prorrogação da MP 936 será publicado na segunda-feira

O governo vai publicar o decreto de prorrogação da Medida Provisória 936 na próxima segunda-feira, dia 6 de julho.
 
Editada em março, ela foi elaborada para enfrentar a crise econômica causada pela pandemia de Covid-19.
Ao possibilitar a redução temporária de jornada de trabalho e corte de salários, com compensações pelo governo, a MP 936 vem preservando empregos e evitando a falência de muitas empresas.
 
 
Fonte: O Antagonista
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Covid-19: Doria sanciona antecipação do feriado de 9 de julho para próxima segunda-feira (25) em SP

Covid-19: Doria sanciona antecipação do feriado de 9 de julho para próxima segunda-feira (25) em SP
 
 
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), sancionou na sexta-feira (22) o projeto de lei que autoriza a antecipação do feriado de 9 de julho (Revolução Constitucionalista) em todo estado para a próxima segunda-feira (25). O objetivo é aumentar o isolamento social para conter o avanço do novo coronavírus.
 
O projeto foi aprovado pela Assembleia Legislativa por volta das 3h30 da sexta-feira (22), com a maioria de 47 votos favoráveis, e 5 contra.
 
Deputados que votaram contra o projeto demonstraram preocupação com o fato de as pessoas viajarem no feriado e aumentarem os focos de contaminação pelo estado, alguns também afirmaram que falta transparência por parte do governo na elaboração de medidas contra a pandemia.
 
Alguns deputados da oposição que votaram a favor do projeto também questionaram que a medida não seria suficiente e cobraram restrições mais duras, além de garantia de renda para que famílias vulneráveis possam cumprir o isolamento.
 
Aumento pequeno
 
A sexta-feira de emenda do feriado na cidade de São Paulo teve movimento grande de pessoas nas ruas e no transporte público da capital. Na quarta (20) e na quinta (21), o número de alertas de trânsito ficou abaixo do registrado na semana passada, mas o isolamento social não chegou à 55%, valor considerado o mínimo aceitável para conter a pandemia de Covid-19. O ideal é que o índice seja de 70%, segundo autoridades de saúde.
 
Além da capital, outras 9 cidades da Grande São Paulo tiveram ponto facultativo nesta sexta. Em outras 20 cidades, incluindo 7 do Grande ABC, foi feriado. Apesar disso, o movimento nesta tarde foi grande no Viaduto do Chá e na Rua Barão de Itapetininga, no Centro, e na estação Guaianases da CPTM.
 
A taxa de isolamento social subiu pouco no estado de São Paulo e na capital paulista nesta quinta-feira (21). Na capital, o isolamento chegou a 52% na quinta, 1 ponto percentual acima do dia anterior, o primeiro do feriadão na capital. Já no estado, o isolamento foi de 49%, o mesmo índice de quarta.
 
Os dados de circulação do Waze mostram que, na quarta-feira (20) da semana passada, mais de 1.400 alertas de trânsito foram registrados. Nesta quarta, primeiro dia do feriadão, os alertas caíram para cerca de 1.200.
 
Isolamento pode ir até outubro
 
Dimas Covas, coordenador do Centro de Contingência da Covid-19, disse nesta sexta-feira (22) que se o isolamento social não for superior a 70% nos próximo dias, a pandemia do coronavírus vai se prolongar até outubro deste ano em São Paulo.
 
“Se nós tivéssemos um índice de isolamento superior a 70%, essa epidemia ela estaria sob controle. No ritmo atual, não estamos chegando a 55% como mostram as projeções médias, vamos dizer assim, essa epidemia vai se prolongar. Ela vai além de agosto, setembro e provavelmente poderá chegar até outubro”, disse Covas.
 
“Nós estamos percebendo que a evolução da curva é ascendente, esses números confirmam essa esse crescimento da curva no estado de São Paulo, de uma forma mais acentuada no Brasil. O Brasil hoje já é um dos epicentros da epidemia no mundo com mais de 300 mil casos notificados, mais de 20 mil mortos, e o nosso estado de São Paulo, a nossa Região Metropolitana, foi primeiro a receber essa epidemia”, disse Covas.
 
Segundo ele, a curva continua crescendo, atingido velocidade.
 
“E essa velocidade se aproxima do seu máximo como será nos próximos dez dias, próximos quinze dias, pelo menos essa é a previsão. E nós estamos aí num impasse. As medidas de isolamento social que já foram maiores lá no fim de março, começo de abril, hoje ainda estão muito aquém do que seria necessário para frear essa velocidade”, disse o coordenador.
 
 
 
Fonte: G1
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Doria prorroga quarentena em SP até 31 de maio

Doria prorroga quarentena em SP até 31 de maio
 
 
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou hoje a prorrogação da quarentena no estado até o dia 31 de maio. A decisão foi tomada nesta manhã, após uma reunião entre ele, o Centro de Contingência ao Coronavírus e secretários. Esta é a segunda vez que o político tucano estende o período de isolamento social como medida de combate à covid-19.
 
Ele ainda declarou que não está totalmente descartada a possibilidade de adotar um lockdown (fechamento total) em cidades do estado, embora a medida não esteja prevista.
 
O prefeito Bruno Covas (PSDB) afirmou que a quarentena também será estendida até 31 de maio na capital.
 
Em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, Doria se emocionou e ficou com a voz embargada ao anunciar o aumento do isolamento e ao falar sobre o Dia das Mães, que será celebrado neste domingo (10).
 
“Daqui a dois dias será o Dia das Mães. É o dia da celebração da família, do beijo, do abraço, do caminho. Neste ano, será diferente. Será um dia de solidariedade, de oração pela vida, pelos brasileiros. Palavras refletem sentimentos, e o sentimento agora é o da proteção. Mães são sempre as maiores protetoras e proteção. Esse é o sentimento que fui buscar nas lembranças da minha mãe, que perdi quando tinha 14 anos de idade. Como governador de São Paulo, gostaria de dar uma notícia diferente, mas o cenário é desolador. Teremos que prorrogar a quarentena até o dia 31 de maio”, disse Doria.
 
O estado tinha um plano de flexibilizar a quarentena a partir do dia 10 de maio e, para que cada cidade pudesse retomar o comércio parcialmente, era preciso estar na chamada área verde, de acordo com a taxa de isolamento social alcançada diariamente. Mas a degradação da situação da saúde fez com que São Paulo ficasse somente com áreas vermelhas e amarelas. Um integrante do Centro de Contingência ao Coronavírus revelou ontem ao UOL que estava difícil encontrar uma região que atendesse aos requisitos.
 
O governador afirmou que reabrir a economia neste momento colocaria em risco milhares de vidas.
 
“Autorizar relaxamento agora seria colocar risco milhares de vidas, o sistema de saúde e, por óbvio, a recuperação econômica. Quero reafirmar aqui, em nome de todos os secretários, retomaremos sim, tão logo possível, na hora certa, no momento adequado. Esse momento, o mais triste da história do nosso país, vai passar. Vai passar se todo mundo ajudar”
 
 
Lockdown
 
Sobre a possibilidade de a cidade de São Paulo e outros municípios do estado adotarem um lockdown, João Doria afirmou que essa medida ainda não está prevista, mas que não está totalmente descartada.
 
O fechamento total já vem sendo adotado em capitais brasileiras, como São Luís e Belém. “Não descartamos nenhuma outra medida mais restritiva.
 
Não estamos propondo lockdown, mas ele não está descartado. Esperamos que isso não tenha que ser praticado, mas isso vai depender muito de vocês [cidadãos]”, disse Doria.
 
O governador ainda falou que a avaliação sobre a implementação do lockdown não seria política. Isso porque o PT, partido de oposição ao governo, anunciou que pedirá ao MP a decretação do isolamento total no estado.
 
“Não há nenhuma relação de política com saúde, com todo respeito ao partido [PT]. Aqui respeitamos a ciência. Neste momento, não temos o protocolo do lockdown. Acreditamos que as medidas adotadas, a ampliação da quarentena, e a consciência das pessoas podem ser suficientes.”
 
Bruno Covas complementou que a prefeitura ainda espera que as taxas de isolamento vistas no início da pandemia sejam retomadas, o que evitaria a necessidade de uma medida drástica.
 
 
 
Número de mortes cresce 193% e atrapalha plano de reabertura
 
O projeto de reabertura do comércio foi lançado em 22 de abril, com o nome de “Plano São Paulo”. A flexibilização das regras da quarentena foi condicionada à queda na curva de contaminação, testagem massiva de pessoas, alta taxa de isolamento social e disponibilidade de leitos no sistema de saúde. Nenhum dos critérios, porém, foi atingido.
 
Quando estes requisitos para a reabertura foram apresentados, o secretário estadual de Saúde, José Henrique Germann, afirmou em coletiva que todas as regiões eram consideradas áreas amarelas e vermelhas. Desde então, o número de casos da covid-19 aumentou 159%, e o de mortes, 193%.
 
Além disso, a pandemia deixou de estar restrita à região da Grande São Paulo. Um estudo do Instituto Butantan divulgado ontem mostrou que 38 cidades passam a ter casos da covid-19 a cada três dias. A doença está em 371 dos 645 municípios paulista. A previsão é que até o final do mês todas as cidades tenham habitantes infectados.
 
As UTIs dos hospitais da Grande São Paulo estão com 89% de ocupação. A Secretaria de Saúde já falou em enviar pacientes para o interior e abrir negociação com hospitais privados, medida que a prefeitura de São Paulo já precisou adotar. Outro fator que impediu a reabertura dos negócios foi o isolamento social insuficiente.
 
Por fim, a taxa de adesão ao isolamento fechou em 47% nos últimos três dias, percentual insuficiente diante dos 55% vistos como necessários.
 
O governador havia falado que cidades com menos de 50% estavam excluídas de qualquer possibilidade de reabertura do comércio. O estado monitora 104 municípios, e levantamento do UOL mostrou que 66 deles não atingiram o mínimo estipulado por Doria.
 
 
 
Fonte: UOL
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma