O profissional incapaz será a vítima da Inteligência artificial

O profissional incapaz será a vítima da Inteligência artificial
 
 
“O TEMPO e a INAÇÃO do PROFISSIONAL são obstáculos em sua evolução quando comparados com o crescimento exponencial da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, e não adianta ter CAPITAL, eis a real desigualdade” (Elenito Elias da Costa e Levy da Costa Sales).
 
No mundo globalizado com quase 8 (oito) bilhões de habitantes, com o crescimento exponencial da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, agregado a uma educação sem qualidade, é verossímil a previsão final do futuro que se aproxima, pois lamento que poucos tenham condições de acompanhar ou mesmo evoluir para conviver com esse avanço computacional.
 
O combate aos agravos sociais, tais como emprego, educação, saúde, saneamento básico, vacinas, e demais, já não configuram verdades absolutas, mas o TEMPO e a ausência de AÇÃO e ATITUDE racionais que possam oferecer conhecimento absoluto junto a Inteligência Artificial representa um dos maiores agravos sociais, pois o número de vitimas será descomunal.
 
Muitos seres humanos, habitantes, profissionais, empresários, banqueiros, investidores, em suma todos, sentirão na pele o significado da palavra DESIGUALDADE e independe de bens ou de Capital, mas de conhecimento especifico.
 
A Academia, Universidade, Centros Educacionais, Institutos Educacionais, Faculdades e similares, com os PROFESSORES atuais utilizando os recursos didáticos usuais, desprovidos de conhecimento do uso da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL já não conseguem formar cidadões ou mesmo profissionais para o mundo atual que possam competir com a Inteligência Artificial, o conteúdo da grade curricular das disciplinas, como habilidades e competências, metodologias, livros didáticos e livros suplementares, com um publico alvo (educando) com iphone, smartphone, notebooks, tablet, sem gostar de ler, sem senso critico, sem possibilidade de discernir o que fake ou não, temos um campo fértil de seres que facilmente serão descartados pela evolução exponencial da inteligência Artificial.
 
Todo o investimento, bens e Capital aplicado nesse tipo de formação educacional não produzirá um profissional para acompanhar essa evolução que se apresenta, e posso ter uma visão da SOPHIA quando fala que a real desigualdade é a ausência do CONHECIMENTO, e poderá dividir os seres humanos em:
 
“Os que vivem SOBRE a terra, e os que vivem SOB a terra.”
 
Pode parecer exagero, essa divisão simplificada, mas sabemos que é uma verdade plausível.
 
Ficamos imaginando aqueles que buscam acreditar na FÉ, RELIGIÃO, POLÍTICA, sem visualizar os avanços tecnológicos, onde a busca de um terreno no CEÚ, tem mais valia que o seu conhecimento computacional.
 
Tanto tempo perdido com outras atividades, terá um preço, que poderá vitimar aquele que negligencia o conhecimento especifico da Tecnologia da Informação.
 
Ressaltamos que, de nada adiantará seus BENS ou mesmo o seu CAPITAL, se não tens o CONHECIMENTO para conviver com os avanços tecnológicos, e possivelmente só será mais uma vítima.
 
Quando DEUS falou em separar o JOIO DO TRIGO, e é mais fácil um miserável entrar no seu reino, jamais pensei que utilizaria a tecnologia da informação (Inteligência Artificial) para ajuda-lo nessa tarefa.
 
Nunca pensamos que um dia teríamos saudade da expressão “Comer o pão que o Diabo amassou ou rejeitou”, pois encontramos pessoas que estão procurando esse pão, a situação poderá ficar mais grave se fizermos uma reflexão sobre os fatos que elevam os índices Econômicos, pode se tornar até uma metáfora a expressão “Tenha um Feliz Ano Novo”, soa pejorativamente, diante da globalização e dos avanços da Inteligência Artificial.
 
O grande problema é que o número de seres humanos que engordarão essa estatística negativa é estarrecedor, mas a terra precisará ser adubada para produzir bons frutos, pois sabemos a importância do adubo e do esterco utilizado para um bom plantio.
 
Quando a nossa Constituição Federal fala em soberania, cidadania, dignidade, valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, do pluralismo político, e que todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição, possibilitou ao eleitor eleger até uma INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA TAL FEITO.
 
Já pensou nisso, sem o pesado ônus dos Poderes Constituídos e sua onerosa máquina e assessores, sem corrupção, com a eficiência e excelência de exercer o retorno social que os demais seres precisão.
 
Lembramos que a SOPHIA é considerada uma cidadã nos Emirados Árabes, com todos os direitos e obrigações de uma cidadã, talvez lá eles estejam cansados de corrupção, improbidade, custo da máquina pública, e demais crimes.
 
“Se elegemos um trabalhador, um poste, um vampiro, um desequilibrado mental, só nos falta eleger uma INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL”.
 
 
 
Fonte: O Autor (Autor(a): Elenito Elias da Costa)
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Serpro restabelece funcionamento dos serviços disponibilizados ao contribuinte pela Receita Federal

Serpro restabelece funcionamento dos serviços disponibilizados ao contribuinte pela Receita Federal
 
 
A Receita Federal informa que os serviços que apresentaram indisponibilidade, em função de problemas técnicos em equipamentos do Serpro na semana passada, foram restabelecidos e já estão sendo prestados com regularidade, inclusive o Termo de Opção do Simples Nacional.
 
 
O retorno à normalidade dos serviços se deu conforme previsão do Serpro de retomar o regular funcionamento até o dia de ontem (19/1).
 
Apenas a consulta aos documentos de arrecadação do Simples Nacional (DAS) pagos tem previsão de normalização até amanhã (21/1), pois o processamento da arrecadação está em curso.
 
Por fim, a Receita Federal informa que a demanda reprimida, decorrente da indisponibilidade dos últimos dias, pode gerar lentidão momentânea nos sistemas no dia de hoje.
 
 
 
Fonte: RFB
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Você já protege os seus dados?

Você já protege os seus dados?
 
 
Quando o assunto é dado pessoal, o conselho geral que podemos dar a cada um, seja você criança, adolescente, adulto ou idoso, é que “ande” com cautela, tanto no mundo real como no virtual. Ou seja, tanto faz se pedem seus dados numa pesquisa de rua, por exemplo, ou num cadastro on-line: o importante é estar vigilante! Não confie em desconhecidos, feche bem as “portas” e controle seus dados pessoais, para evitar cair em ciladas.
 
15 dicas para a proteção de seus dados pessoais, em meios físicos ou digitais:
 
01 – Se você perdeu ou teve documentos pessoais (RG, CPF, CNH, etc) furtados, faça um Boletim de Ocorrência (B.O.). E, se possível, cadastre o ocorrido em serviços de alerta. No Brasil, instituições como SPC e Serasa ofertam o serviço, ajudando que não roubem sua identidade e realizem fraudes e compras em seu nome.
 
02 – Antes de comprar um celular, uma câmera fotográfica, um videogame ou outro eletroeletrônico que se conecte à internet, pesquise se o dispositivo é seguro, confira a opinião de usuários.
 
03 – Não deixe seu celular, notebook ou computador ser acessado por pessoas estranhas. Encerre a sessão sempre que sair do e-mail, de redes sociais. E limpe o histórico de navegação sobre os sites visitados.
 
04 – Proteja sua máquina de ataques virtuais. Mantenha antivírus e firewalls atualizados, e procure navegar e fazer downloads via sites confiáveis.
 
05 – Não divulgue, sem critérios, o seu número de celular. E, para não receber ligações com ofertas comerciais indesejadas, confira o serviço que Procons e Decons, em alguns Estados, oferecem em seus sites – cadastrando-se, gratuitamente. Tem ainda o serviço do site www.naomeperturbe.com.br, criado por operadoras de telefonia para atender à uma determinação da Anatel. Se não respeitarem sua vontade como consumidor, as empresas de produtos e serviços podem receber advertências e multas.
 
06 – Se não quiser receber e-mails com propagandas, lembre-se que, com a LGPD, as empresas só poderão enviar publicidade se você der o consentimento prévio; e, caso você autorize, deverão oferecer a você a opção de sair da lista de envios.
 
07 – Desconfie de qualquer pessoa que peça dados bancários seus ou de seus pais, e navegue por plataformas com conexão segura para, por exemplo, comprar ou jogar on-line – no caso de games que interligam jogadores, atenção redobrada, pois podem captar imagens e sons, por microfones e câmeras.
 
08 – Escolha suas senhas cuidadosamente. Faça senhas fortes, que não sejam fáceis de serem desvendadas por terceiros.
 
09 – Deixe sua conexão Wi-Fi mais segura com pequenas atitudes: não deixe o nome de fábrica, troque; desative a conexão automática, porque assim você não corre o risco de ser conectado automaticamente a redes abertas desconhecidas e potencialmente perigosas.
 
10 – Assuma o controle de suas informações nas redes sociais. Revise as políticas de privacidade (a partir de agosto de 2020, essas políticas deverão respeitar a LGPD), veja o que vão fazer com seus dados e só dê o consentimento se de fato concordar. Se não concordar, conteste.
 
11 – Não disponibilize muitas informações pessoais a muitas pessoas, como em cadastros físicos ou on-line. Nas redes sociais, configure seu perfil para que suas publicações só sejam vistas por quem você realmente conhece. Quanto menos seus dados, gostos e preferências ficarem disponíveis, melhor!
 
12 – Se você é um dos muitos adeptos da nuvem, verifique se a segurança e a disponibilidade do serviço são adequadas aos tipos de arquivo que deseja carregar. E reflita sobre quem pode acessar os uploads feitos por você.
 
13 – Controle os cookies: você pode impedir a instalação deles, não dando seu consentimento quando é solicitado, durante a navegação. Outra opção é desativar os cookies direto no navegador. O cookie é um tipo de arquivo, enviado para um site por meio do navegador, baixado em computadores, celulares ou qualquer outro dispositivo, a fim de armazenar informações do usuário.
 
14 – Caso não esteja satisfeito, não hesite em pedir detalhes ou em solicitar a revisão de decisões tomadas unicamente com base em tratamento automatizado de dados pessoais que afetem seus interesses, incluídas as decisões destinadas a definir seu perfil pessoal, profissional, de consumo, e outros aspectos de sua personalidade.
 
15 – No rol acima, de revisões possíveis, também está a sobre o seu perfil de pagamentos e empréstimos. Nenhum credor é obrigado a emprestar dinheiro a você, claro, mas se achar que foi recusado crédito injustamente, peça a esse credor que explique a razão e reveja, se possível, a decisão.
 
 
 
Fonte: Serpro
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Novo mínimo, de R$ 1.045, valerá a partir de fevereiro, diz Guedes

Novo mínimo, de R$ 1.045, valerá a partir de fevereiro, diz Guedes
 
 
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira, 14/01, que o novo valor do salário mínimo, de R$ 1.045, valerá já a partir de fevereiro.
Guedes e o presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciaram que o governo enviará ao Congresso uma medida provisória corrigindo o valor proposto para o mínimo este ano. O valor anterior era de R$ 1.039. De acordo com Guedes, o governo precisará “achar os recursos” para permitir o aumento de R$ 6 do mínimo.
 
O impacto total do ajuste, conforme o ministro, será de R$ 2,3 bilhões. Para fazer frente a esta despesa, o governo espera um aumento de R$ 8 bilhões na arrecadação.
 
Sem dar detalhes, Guedes afirmou que este aumento deve ser oficializado em uma semana. “Nós vamos arrecadar mais R$ 8 bilhões. Não é aumento de imposto nem nada disso, são fontes que estamos procurando”, disse Guedes. “Vamos anunciar, possivelmente dentro de uma semana, R$ 8 bilhões, que vão aparecer, de forma que este aumento de R$ 2,3 bilhões vai caber no orçamento”, acrescentou.
 
O ministro não descartou, no entanto, a possibilidade de contingenciamento de despesas mais à frente. “Naturalmente, dependendo das coisas que estamos estimando, se não acontecerem, pode haver um contingenciamentozinho ali na frente”, afirmou Guedes. “O importante é o compromisso do presidente com a manutenção do poder de compra do salário mínimo”, acrescentou.
 
De acordo com Guedes, ao promover o aumento do mínimo para R$ 1.045, Bolsonaro defendeu o que está escrito na Constituição, que é a necessidade de manutenção do poder de compra. Questionado mais uma vez a respeito de possível contingenciamento, Guedes desconversou. “Isso é outro assunto”, disse, ao final da entrevista. Guedes e Bolsonaro falaram com jornalistas na portaria do Ministério da Economia, em Brasília.
 
 
NOVO VALOR
 
O novo mínimo leva em conta a variação do Índice de Preços ao Consumidor (INPC) de 2019, que foi de 4,48%. Também foi incorporado um resíduo de 2018 (porcentagem do INPC daquele ano que não havia sido incorporada ao mínimo de 2019).
 
Em 2019, o salário mínimo estava em R$ 998. Inicialmente, o valor fixado pela área econômica para o salário mínimo neste ano, de R$ 1.039, não repunha a inflação do ano passado. Isso ocorreu porque o reajuste autorizado, com base na última previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2019 ficou abaixo da inflação oficial registrada pelo indicador, divulgada apenas em janeiro.
 
O INPC serve como base para correção do salário mínimo e é diferente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial.
 
 
 
Fonte: Diário do Comércio
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LGPD: A responsabilidade do DPO (Data Protection Officer) e o seguro contra ataques cibernéticos

A responsabilidade do DPO (Data Protection Officer) e o seguro contra ataques cibernéticos
 
 
A Lei nº 13.709/2018, também conhecida por Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que foi publicada em 15 de agosto de 2018, e entrará efetivamente em vigor em agosto de 2020, inovou ao criar um novo cargo de total relevância na gestão de dados, nominalmente denominado Encarregado, que deverá exercer obrigatoriamente a função de atuar como canal de comunicação com os titulares dos dados e com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
 
Ou seja, a função por Lei do Encarregado, ou mais comumente conhecido como Data Protection Officer (DPO), consiste em aceitar reclamações e comunicações dos titulares, prestar esclarecimentos e adotar providências, receber comunicações da autoridade nacional, orientar os funcionários e os contratados da entidade a respeito das práticas a serem tomadas em relação à proteção de dados pessoais; e executar as demais atribuições determinadas pelo controlador ou estabelecidas em normas complementares.
 
A identidade e as informações de contato do DPO deverão ser divulgadas publicamente, de forma clara e objetiva, preferencialmente no sítio eletrônico do controlador.
 
Para esta função, da mais alta responsabilidade, criou-se no Brasil uma nova modalidade de seguro, tendo em vista os recorrentes incidentes cibernéticos ocorridos às empresas. Assim sendo, a contratação de uma apólice visa não só garantir ao segurado a recomposição das perdas sofridas em razão de um ataque, mas também prover a indenização pelas perdas causadas a terceiros.
 
Além disso, as seguradoras também poderão prover um serviço de resposta a incidentes cibernéticos, mediante o oferecimento de serviços jurídicos, regulatórios, investigação forense, recuperação e restauração de dados, relações públicas, comunicação de crise, notificação às autoridades e centro de atendimento, consulta de fraude, monitoramento de roubo de identidade e soluções de monitoramento de crédito, assessorando o DPO para enfrentar uma gestão de crise de ataque cibernético.
 
 
Essas apólices poderão estabelecer seguros para defender o DPO e as empresas em razão das seguintes ocorrências:
 
(i) Responsabilidade pela Privacidade – Cobertura de danos e despesas decorrentes de reclamações de terceiros por violação de privacidade.
 
(ii) Responsabilidade pela Segurança da Rede – Cobertura de danos e despesas decorrentes de reclamações de terceiros por falhas de segurança da rede.
 
(iii) Responsabilidade por Conteúdos Eletrônicos – Cobertura de danos e das despesas decorrentes de reclamações de terceiros acerca de conteúdos eletrônicos.
 
(iv) Ciberextorsão – Cobertura para danos e despesas por Ciberextorsão pagas pelo Segurado em razão de um evento de Ciberextorsão.
 
(v) Perdas de Ativos Digitais – Cobertura para despesas de recuperação em razão de um incidente de perda de ativos digitais.
 
(vi) Lucros Cessantes /Interrupção de Negócios – Cobertura para redução do lucro líquido que ocorra durante o período de indenização, resultante de um incidente de interrupção do negócio, e despesas de recuperação que surjam, decorrentes de um risco cibernético.
 
Por fim, é dever do DPO atuar com diligência e profissionalismo no tratamento dos dados pessoais e na gestão da segurança digital, evitando agir com negligência, imprudência ou imperícia pois, caso atue com infração aos seus deveres profissionais, poderá responder pessoalmente pelos danos causados a terceiros e à própria empresa, razão pela qual se faz prudente a contratação de uma apólice de seguros a fim de salvaguardar não só a corporação, como também a integridade profissional e patrimonial do próprio DPO.
 
 
 
Fonte: Globo.com (Autor: Paulo Salvador Ribeiro Perrotti)
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LGPD: Por que a Lei de Dados Pessoais traz uma nova era para os currículos

Por que a Lei de Dados Pessoais traz uma nova era para os currículos
 
 
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, Lei 13.709/2018, conhecida como “LGPD”, colocou o Brasil no patamar dos países que têm regras para tratamento e transferência de dados pessoais, órgãos de controle e penalidades para não conformidade.
 
As empresas estão permeadas de dados pessoais em formato digital, muitos deles, sensíveis. Segundo a LGPD, são sensíveis os dados pessoais “sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natura”.
 
O tratamento de dados pessoais sensíveis de empregados e candidatos é um dos mais relevantes aspectos da LGPD para a área de Recursos Humanos e de interesse dos trabalhadores. E o tratamento começa antes mesmo da contratação: na candidatura a uma vaga de emprego.
 
Por experiência comum sabe-se que candidatos, especialmente aqueles ainda em início da carreira, tendem a enriquecer o relato da tímida experiência e qualificação profissionais com informações pessoais no currículo. Há muito que coaches e orientadores vocacionais recomendam que não se faça isso, pois tais informações são, na melhor das hipóteses, irrelevantes para o moderno processo de seleção. Por exemplo, números de documentos de identidade e CPF, estado civil e informação sobre filhos (geralmente associada à disponibilidade para viagens), crença religiosa e participação em associações ou agremiações.
 
Agora, além de irrelevantes, tais informações são potencialmente perigosas para a empresa porque precisam de tratamento especial sob a LGPD. O perigo está no tratamento desses dados sem consentimento e até na sua transferência, afinal, o compartilhamento de currículos entre profissionais de Recursos Humanos é prática comum e até apreciada pelos candidatos.
 
Segundo a LGPD, o tratamento de dados pessoais sensíveis somente poderá ocorrer nas hipóteses específicas, dentre as quais, se o titular dos dados “consentir, de forma específica e destacada, para finalidades específicas” ou, sem consentimento, mas para o “cumprimento de obrigação legal”.
 
O processamento de folha de pagamento e de documentos de registro de emprego são hipóteses de “cumprimento de obrigação legal” e ainda assim é aconselhável obter o consentimento dos empregados. Agora imaginem a complexidade de obter o consentimento específico e destacado—ou seja, não vale uma advertência geral—de todos os candidatos que postarem seus currículos no site da empresa ou enviarem-nos por e-mail.
 
A reformulação dos processos de seleção é a única forma de ajustar-se à lei e evitar os riscos de tratamento involuntário de dados pessoais sensíveis. Há empresas, por exemplo, que não recebem mais currículos e assim pedem aos candidatos que usem uma plataforma digital dedicada a conexões profissionais para carregar suas informações. Outro exemplo antecede a própria LGPD. Numa primeira onda de busca pela igualdade de oportunidades e eliminação de vieses, algumas empresas decidiram aceitar apenas currículos pré-formatados sem campos para nome, gênero e, em alguns casos, até mesmo idade.
 
O futuro não é dos mais fortes, é dos adaptáveis. E você, já atualizou seu currículo?
 
 
 
Fonte: Você SA
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LGPD: Proteção de dados. Hambúrguer com ou sem CPF?

LGPD: Proteção de dados. Hambúrguer com ou sem CPF?
 
 
Há poucos meses atrás, eu e mais dois profissionais da área de compliance participamos de uma masterclass para alunos de MBA de uma instituição de ensino. Após o evento, os convidei para jantar e então um deles sugeriu que fossemos em uma conhecida hamburgueria da cidade.
 
Ao chegarmos no local, um dos amigos foi ao toalete e o outro, mais familiarizado com o cardápio, tomou à frente para pedir. Fiquei olhando o cardápio, quando ouvi o atendente solicitando CPF, CEP, endereço, número do telefone celular, email e data de nascimento ao meu amigo antes mesmo de que ele pudesse fazer seu pedido. Sem titubear ou questionar o motivo, ele forneceu seus dados pessoais e fez o pedido. Ao finalizar, o outro amigo que havia ido ao toalete veio ao nosso encontro e, curioso para saber nossa escolha, nos indagou: E aí, o que pediram? Prontamente respondi que, por enquanto, só o CPF.
 
Chegada minha vez na fila, me adiantei ao caixa e avisei que o meu hambúrguer era sem CPF. Eis que o atendente, muito diligente, ainda perguntou meu e-mail, número de telefone celular e data de nascimento, e eu recusei peremptoriamente a responder.
 
O rapaz não compreendia o motivo da minha recusa, mesmo após dizer que iria me ligar no dia do meu aniversário para me dar de presente um delicioso hambúrguer. Disse, sem a menor cerimônia, que preferia pagar o hambúrguer a ele para que jamais me ligasse no meu aniversário.
 
Sim, o meu hambúrguer veio muito salgado. Mas essa é outra questão.
 
Quando as pessoas me perguntam se a lei geral de proteção de dados (LGPD) foi criada apenas para copiar o modelo europeu (GDPR) ou para evitar que aconteça no Brasil o que aconteceu nas eleições norte-americanas com o escândalo do caso cambridge analytics, eu percebo o quanto as pessoas não têm noção da importância da segurança dos seus dados pessoais.
 
Para tentar explicar, começo dizendo o quão banal ficou a utilização dos nossos CPFs. O CPF é o número de contribuinte de imposto sobre a renda, ou seja, por detrás do nosso CPF está o sigilo bancário e fiscal pessoal.
 
Acontece que o nosso CPF se tornou substituto dos números dos nossos documentos oficiais de identidade (RG, CNH, identidade profissional), que são os meios legais hábeis a comprovar quem somos para qualquer pessoa ou autoridade.
 
Por que o CPF, que não tem foto, nem cartão físico, tem tamanha importância para fins de cadastro? Porque a todo tempo existem diversos bancos de dados e robôs analisando cada passo da nossa vida para traçar perfis sócio-econômicos e aperfeiçoar estratégias de vendas ou para venda desses dados. Tudo sem o conhecimento e consentimento dos proprietários dessas informações.
 
A LGDP foi criada para moralizar esses procedimentos de coleta e uso dos dados, denominado de tratamento, determinando aos agentes públicos ou privados que informem exatamente a finalidade do tratamento dos dados e limitando o tratamento apenas aos dados suficientes para a finalidade informada.
 
A lei também resgata o poder de dono do proprietário dos dados, permitindo que, a qualquer tempo, seja pedida a correção, a exclusão de seus dados do banco de cadastro ou mais informações sobre o tratamento dado às informações que lhe pertencem, bem como seja garantida a proteção desses dados contra vazamentos indevidos, sob pena de multas que podem variar de 2% do faturamento da empresa a R$ 50 milhões.
 
É importante lembrar que a partir de fevereiro de 2020 há o início da vigência da lei, e a informação, o fornecimento com consentimento e necessidade do tratamento dos dados pessoais individuais somente poderá ser utilizado para a finalidade pretendida. Na prática, a aplicação da lei diz que quando formos comprar um hambúrguer, somente poderá ser pedido o número do nosso CPF, se tiver como finalidade a emissão de nota fiscal. Cadastro de cliente se faz com outras informações consentidas e respeito à individualidade, não precisa de lei para isso, mas de bom senso.
 
 
 
Fonte: Migalhas (Autor: Yuri Sahione)
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Tabela de INSS Para 2020 – Haverá Duas Tabelas com Validades Diferentes

Tabela de INSS Para 2020 – Haverá Duas Tabelas com Validades Diferentes
 
 
A Portaria do Ministério da Economia – ME 914/2020 publicou as tabelas de contribuições dos segurados empregado, empregado doméstico, trabalhador avulso, bem como dos contribuintes individuais e facultativos para 2020.
 
 
Diferentemente dos outros anos, para 2020 haverá duas tabelas distintas, tendo em vista que a Reforma da Previdência já havia determinado a mudança das alíquotas da tabela a partir de março/2020, sendo:
 
Primeira Tabela: válida de janeiro a fevereiro;
Segunda Tabela: válida de março a dezembro.
Esta tabela é a base para o enquadramento das remunerações destes trabalhadores, que são obrigados a contribuir de acordo com a faixa de remuneração.
 
Nota: Sempre que ocorrer mais de um vínculo empregatício para os segurados empregado e doméstico, as remunerações deverão ser somadas para o correto enquadramento nas tabelas acima, respeitando-se o limite máximo de contribuição. Esta mesma regra se aplica às remunerações do trabalhador avulso.
 
 
 
Fonte: Meio Bit
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Hoje é o início do fim pro Windows 7, sistema mais popular do mundo

Hoje é o início do fim pro Windows 7, sistema mais popular do mundo
 
 
Exceto para a franquia Final Fantasy na opinião do tio Laguna, é incrível como o número 7 deu sorte. Esse Windows aí é o preferido de muita gente, mas assim como o Windows XP ele vai precisar ser substituído por uma versão mais atual.
 
Estamos a falar do Windows 7, o atual sistema operacional mais popular do mundo nos computadores x86. Ele sozinho vendeu mais 100 milhões de cópias em mídia física nos primeiros seis meses (fora as bilhões de ilegais).
 
O Windows 7 teve seu suporte básico encerrado hoje. Isso quer dizer que o sistema só receberá atualizações de segurança. Novos recursos que chegarão com o Windows 10, como o DirectX 12 por exemplo, ficarão de fora do Windows 7 e aparecerão somente do Windows 8 em diante.
 
Aqueles que compraram o Windows 7 e que precisam de algum tipo de auxílio da Microsoft terão que pagar pelo serviço, a ajuda por telefone deixou de ser gratuita para tal sistema. Convenhamos que foi tempo bastante para resolver as dúvidas: o Windows 7 deixou de ter cópias físicas vendidas no varejo desde outubro de 2013, um ano após o lançamento do Windows 8. Novos computadores ou mesmo tablets x86 deixaram de incluir o Windows 7 em outubro de 2014, então em teoria todo mundo já deve ter tido contato com o Windows 8.
 
Considero que o Windows 7 foi um sucesso estrondoso por corrigir alguns dos vários erros que a Microsoft cometeu com o Windows Vista, sistema que teve o grande azar de vir após o imortal Windows XP. Irônico que o Windows 7 teve o suporte encerrado logo num dia 13. Seria conspiração?
 
Quaisquer dúvidas, confira as datas limite para o suporte oficial da Microsoft aos sistemas Windows mais recentes.
 
 
 
Fonte: Meio Bit
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Empregado pode solicitar adiantamento do 13º junto com as férias

Empregado pode solicitar adiantamento do 13º junto com as férias
 
 
O pagamento da primeira parcela do 13º salário poderá ser concedido juntamente com o pagamento das férias do empregado, desde que este faça a solicitação (por escrito) ao empregador durante o mês de janeiro (01 a 31) do corrente ano.
 
Portanto, para 2020, o prazo de solicitação, pelo empregado, deste direito, termina em 31.01.2020.
 
 
Fonte: Mapa Jurídico
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