Desafios da IA: segurança em foco para proteger dados sensíveis

O avanço da tecnologia da Inteligência Artificial (IA) tem se tornado uma necessidade incontestável para empresas que buscam se destacar no mercado. No entanto, enquanto a popularidade da IA cresce, é crucial que os benefícios dessa tecnologia não encubram os riscos iminentes de cibersegurança.

Um estudo recente do Itaú Unibanco revela um aumento de 196% nos gastos dos brasileiros com ferramentas pagas de IA nos primeiros meses deste ano, em comparação com 2022. Com o destaque atual para ferramentas como o ChatGPT, é evidente que a IA já é uma realidade palpável.

Porém, a crescente dependência também traz riscos, como evidenciado por um estudo da Cyberhaven, que identificou que 11% das informações compartilhadas com o ChatGPT são confidenciais. Diante disso, é essencial adotar estratégias de cibersegurança eficazes para evitar vazamentos e ameaças.

Novos desafios

O avanço tecnológico traz consigo novas dimensões de oportunidades e desafios. A IA se faz presente em aplicativos cotidianos e soluções corporativas, impulsionando a eficiência e a produtividade. No entanto, a dependência dessa tecnologia também expõe as empresas a ameaças cibernéticas significativas.

O estudo do Itaú Unibanco destaca um aumento substancial nos gastos com ferramentas de IA, enfatizando a rápida adoção dessa tecnologia. O ChatGPT, por exemplo, trouxe uma nova experiência prática com IA, mas seu uso também acarreta riscos, especialmente quando informações sensíveis são compartilhadas inadvertidamente.

Confidencialidade em risco?

O dado de que 11% das informações compartilhadas são confidenciais é alarmante, considerando o cenário de ataques cibernéticos em constante evolução. Empresas e indivíduos devem reconhecer a importância da segurança da informação ao utilizar ferramentas de IA. Vazamentos de dados podem levar a consequências desastrosas, comprometendo a reputação das empresas e a confiança dos clientes.

A importância da cibersegurança

Embora os benefícios da IA sejam indiscutíveis, é vital reconhecer e abordar os riscos associados. Três aspectos fundamentais merecem atenção especial:

1-Segurança da informação: à medida que a IA se integra a navegadores, sistemas de e-mail e gerenciamento de documentos, novos riscos de segurança surgem. Compartilhar informações sensíveis e pessoais com assistentes virtuais baseados em IA amplia as oportunidades para ataques cibernéticos;

2-Exposição de dados confidenciais: a busca pela eficiência pode levar a divulgação de informações estratégicas da empresa. O estudo da Cyberhaven revelou que 4% dos usuários já compartilharam informações sensíveis, expondo as organizações a ameaças adicionais;

3-Uso indevido e malicioso: enquanto empresas adotam a IA para otimizar operações, criminosos também a exploram para ataques cibernéticos, desinformação e atividades ilícitas. Prejuízos resultantes de tais ações podem abalar a confiança dos usuários nos serviços da empresa.

Estratégias de proteção

Adotar medidas de proteção é imperativo. Estabelecer procedimentos rigorosos para coleta, uso e descarte de dados é essencial para proteger as informações. A utilização de softwares de proteção, senhas fortes e práticas de backup são medidas básicas que reduzem a vulnerabilidade. A implementação de uma governança de IA garante a ética no uso da tecnologia.

Em última análise, a IA é uma ferramenta poderosa que molda nosso futuro. No entanto, devemos usá-la com responsabilidade, adotando medidas de cibersegurança para garantir que sua evolução seja acompanhada pela proteção necessária.

Fonte: Forum Contábeis
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Regra para multas provoca corrida no setor público e privado para adequação à LGPD

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) acredita haverá uma corrida no setor público e privado para adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) .

Essa possível adequação será influenciada pela publicação do Regulamento de Dosimetria e Aplicação de Sanções Administrativas, a norma que faltava para aplicar multas, conhecida pelo presidente da ANPD, Waldemar Gonçalves, como a mais esperada.

“O lançamento do regulamento de dosimetria com certeza será um incentivo à corrida de empresas e órgãos que ainda não se adequaram à lei Geral de Proteção de Dados e que, a partir de agora, buscarão com mais celeridade essa adequação”, afirmou Gonçalves.

No caso dos órgãos públicos, não há possibilidade de aplicação de multas, porém existem outras medidas para exigir o cumprimento da LGPD, como explica a autoridade.

A nova norma, insiste Gonçalves, reforça a proteção dos titulares de dados.

“O titular de dados passa a ter cada vez mais a garantia ao direito fundamental à proteção de dados pessoais. E o Brasil passa a estar muito mais alinhado às melhores práticas para a melhoria de seu ambiente de negócios”.

O presidente diz ainda que o ideal é que todos sigam o que prescreve a LGPD e, assim, não será preciso utilizar a parte repressiva, porém sabe-se que em muitos casos isso não acontece.

O presidente da ANPD insistiu que a multa é apenas uma das ferramentas à disposição da Autoridade “para reconduzir o agente de tratamento de dados pessoais à conformidade com a LGPD”.

Ele ainda emenda explicando que “o regulamento tem objetivo de estabelecer parâmetros para que as sanções sejam aplicadas de forma justa e na dose certa”.

Na mesma linha, o coordenador geral de fiscalização da ANPD, Fabrício Lopes, sustentou a ideia de que a regra é equilibrada.

“A ideia é não cometer exageros na aplicação das sanções, nem adotar sanções muito brandas. A lógica é dosar a medida que a ANPD vai adotar. Com a dosimetria a gente tem o último braço para a atuação repressiva completa. Já vínhamos atuando em orientação, temos processos preventivos instaurados com várias empresas, e por fim, oito processos sancionadores aguardando a dosimetria.”

Fonte: Convergência Digital
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Norma estabelece sanções que podem ser aplicadas por descumprimento da LGPD

Foi publicado, nesta segunda-feira (27), o Regulamento de Dosimetria e Aplicação de Sanções Administrativas pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

A norma era bastante aguardada pelos cidadãos por esclarecer as ações de fiscalização e, quando for o caso, de sanções da ANPD.

Vale lembrar que a sanção administrativa é apenas uma das ferramentas que a Autoridade possui para reconduzir o agente de tratamento de dados pessoais à conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) .

A norma de Dosimetria tem como objetivos:

– Regulamentar os artigos 52 e 53 da LGPD e definir os critérios e parâmetros para as sanções pecuniárias e não pecuniárias pela ANPD, bem como as formas e dosimetrias para o cálculo do valor-base das multas;
– Alterar os artigos 32, 55 e 62 da Resolução nº 1º CD/ANPD, com vistas a aprimorar o processo administrativo sancionador e de fiscalização, permitindo-se que a ANPD evolua na atividade repressiva, respeitados o devido processo legal e o contraditório, de modo a proporcionar segurança jurídica e transparência para todos os envolvidos.

Norma de dosimetria

A elaboração da norma de dosimetria contou com a participação social. A minuta do regulamento recebeu 2.504 contribuições da sociedade em consulta pública realizada entre os dias 15 de agosto e 15 de setembro de 2022.

Além da consulta, foi realizada audiência pública, na qual foram recebidas 24 contribuições. A versão final da minuta de Resolução foi apresentada pela Coordenação-Geral de Normatização e distribuída entre os diretores, por sorteio, em 25 de janeiro de 2023, ficando a relatoria a cargo do Diretor Arthur Sabbat.

Após a finalização do voto pelo Diretor Relator, na sexta-feira (17), o processo foi encaminhado para votação dos demais diretores. A votação foi realizada por meio de circuito deliberativo (procedimento decisório do Conselho Diretor, realizado por meio de votos eletrônicos, sem a necessidade da realização de Reunião Deliberativa), tornando, assim, o processo decisório mais célere.

Depois da votação dos Diretores, o encerramento do circuito deliberativo deu-se com a assinatura do Diretor-Presidente, Waldemar Gonçalves. Após a assinatura, o documento foi enviado para publicação no Diário Oficial da União, sendo publicado na data de hoje.

Dosimetria

Dosimetria é o método que orienta a escolha da sanção mais apropriada para cada caso concreto em que houver violação à LGPD e permite calcular, quando cabível, o valor da multa aplicável ao infrator.

O Regulamento de Dosimetria e Aplicação de Sanções Administrativas é a norma que vai estabelecer as circunstâncias, as condições e os métodos de aplicação das sanções, considerando, dentre outros aspectos, o dano ou o prejuízo causado aos titulares de dados pelo descumprimento à LGPD.

Sanções LGPD

Poderão ser aplicadas todas as sanções já previstas na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que são:

– Advertência;
– Multa simples, de até 2% do faturamento da empresa, limitada, no total, a R$ 50.000.000,00, por infração;
– Multa diária, com limite total de R$ 50.000.000,00;
– Publicização da infração;
– Bloqueio dos dados pessoais;
– Eliminação dos dados pessoais;
– Suspensão parcial do funcionamento do banco de dados por no máximo de seis meses, prorrogável por igual período, até que se regularize a situação;
– Suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais por no máximo de seis meses, prorrogável por igual período;
– Proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.
– Com exceção das multas, todas as demais sanções poderão ser aplicadas ao Poder Público.

Como as sanções serão aplicadas?

As sanções serão aplicadas depois de uma análise feita em processo administrativo caso a caso. Esse processo deverá dar a oportunidade de ampla defesa, de acordo com as peculiaridades do caso concreto e conforme os seguintes critérios:

– Gravidade e natureza das infrações e dos direitos pessoais afetados;
– Boa-fé do infrator;
– Vantagem auferida ou pretendida pelo infrator;
– Condição econômica do infrator;
– Reincidência;
– Grau do dano;
– Cooperação do infrator;
– Adoção de mecanismos e procedimentos internos capazes de minimizar o dano;
– Adoção de política de boas práticas e governança;
– Pronta adoção de medidas corretivas; e
– Proporcionalidade entre a gravidade da falta e a intensidade da sanção.
O regulamento de dosimetria, ainda, busca garantir a proporcionalidade entre a sanção aplicada e a gravidade da conduta do agente, além de prover segurança jurídica aos processos fiscalizatórios e garantir o direito ao devido processo legal e ao contraditório.

O que muda a partir de agora?

A partir de agora a ANPD poderá aplicar as sanções administrativas com base em requisitos claros e estabelecidos, pois o regulamento entra em vigor imediatamente após a sua publicação.

Com isso, o cidadão passa a ter cada vez mais garantia da proteção de seu direito fundamental à proteção de dados pessoais, e o Brasil passa a estar muito mais alinhado às melhores práticas para melhoria de seu ambiente de negócios.

Fonte: Contabeis.com.br
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Real Digital: saiba como vai funcionar a moeda, que concluiu sua primeira fase em fevereiro

O procedimento de criação do Real Digital teve um novo marco neste mês de fevereiro com a conclusão da sua primeira etapa, chamada Lift Lab, que reuniu projetos e empresas com propostas de casos de uso para a futura moeda digital do banco central (CBDC, na sigla em inglês) do Brasil.

Essa fase inicial, que começou no ano passado, ajudou a delimitar melhor quais serão os casos de uso da moeda, na visão do líder de inovação da Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), Rodrigoh Henriques.

A Fenasbac foi uma das coordenadoras do processo, que reuniu mais de 200 pessoas e 30 empresas e instituições financeiras para explorar como aplicar as diretrizes sobre o tema divulgadas pela autarquia em 2021 com casos de uso reais que o cidadão brasileira encontrará no dia a dia.

Como resultado, Henriques acredita que o Lift Lab “criou as bases para o desenho da moeda digital brasileira”.

As propostas em torno do Real Digital trouxeram aplicações em áreas como digitalização de operações, transações programadas e transações financeiras ligadas à internet das coisas, explorando formas de aplicar a CBDC brasileira com benefícios como maior transparência, controle e eficiência.

“O Lift Lab trouxe uma clareza dos reais benefícios, as possibilidades de tecnologia que podem ser usadas para que o Real Digital venha a impactar a sociedade, e também de como deve ser o próximo passo do Banco Central, com o projeto claro”, comenta o líder de inovação. Ele acredita que a etapa deixou claro que a moeda digital será “uma nova infraestrutura financeira”.

Nela, o real conseguirá transitar por uma rede blockchain e terá novas funções, que serão testadas a fundo na segunda etapa, com o lançamento de um protótipo.

“É um processo extremamente colaborativo, construído a centenas de mãos para que possa dar um ponto final na modernização do sistema financeiro”, opina Henriques.

Henriques vê o Real Digital como a “terceira peça” da modernização do sistema financeiro brasileiro, que começou com o Pix na área de pagamentos instantâneos e prosseguiu com o Open Finance, uma forma de padronizar os dados para compartilhamento entre instituições financeiras. Agora, a CBDC terá como foco uma área ausente nas anteriores: a programabilidade.

“O Pix permite fazer transação instantânea, é a chave dele. Com o Real Digital, vai poder fazer transações programáveis. Ele vai aceitar determinadas condições para serem executadas, trazendo transações mais inteligentes. No resto, as pessoas vão achar que estão fazendo um Pix mesmo. A diferença entre dinheiro eletrônico, que é o Pix, e o digital, que é o Real Digital, é sutil mesmo e só fica clara na ideia de programabilidade”, comenta Henriques.

Pix inteligente

A ideia é que a CBDC seja um “Pix inteligente”. Com ela, será possível por exemplo vincular uma transferência de dinheiro a determinadas condições, como o recebimento de um produto.

Será possível também oferecer descontos ou outras vantagens desbloqueadas com uma antecipação de pagamento, incluindo de contas. Para isso, a rede contará com um sistema de contratos inteligentes.

“Entre os dois [Pix e Real Digital] está o Open Finance, porque a inteligência de pagamentos demanda dados, e se está tudo padronizado e aberto fica mais fácil. O Pix já é algo que todos usam e precisam. No Real Digital, não é ele que vai chamar mais a atenção, é onde vai ser usado, então no dia a dia, você está fazendo um pagamento instantâneo e, eventualmente na hora depagar, vai ter a escolha se quer que seja um pagamento na hora ou após determinado fato”, conta o líder de inovação.

Ele projeta que “a população vai precisar dos serviços que serão oferecidos em volta do Real Digital, e cada um vai ser um pouco diferente do outro”. Por isso, a ideia é que a interface de uso desse serviço seja “super simples” e semelhante à do Pix, com a qual os brasileiros já se acostumaram.

Próximas fases do Real Digital

De acordo com Henriques, a segunda etapa da criação da CBDC brasileira será “super importante” por envolver a criação de toda a rede blockchain e da infraestrutura onde a moeda digital será usada e as movimentações processadas.

A expectativa é que ela dure cerca de 18 meses e conte com as principais instituições financeiras do país.

Elas poderão acessar a rede de testes e simular operações para entender melhor elementos como quantas transações poderão ser processadas por minuto, quais as novidades que o sistema trará e suas vantagens em relação a outras formas de pagamento atuais, como o cartão de crédito.

A expectativa é que os testes confirmem o Real Digital como uma alternativa “mais veloz e barata, mais transparente e com mais eficiência”.

O líder da Fenasbac afirma que nesse período será testada também a segurança e inviolabilidade da rede, “uma das questões mais importantes” para garantir o sucesso do projeto.

“Se tudo der certo e o que a gente aprendeu com o Lift Lab for validado, aí vai ter as primeiras emissões de Real Digital no final de 2024”, revela Henriques.

A emissão será a terceira e última etapa do processo.

O líder da Fenasbac avalia ainda que o Brasil “definitivamente é um dos países mais avançados no desenho de uma moeda digital”.

Ele atribui essa liderança a dois fatores: “a gente resolveu muitas coisas com o Pix e o Open Finance que a nossa moeda digital não vai precisar resolver, então pode dar esse pulo e começar avançada. Além disso, o Brasil tem tratado da ideia de uma moeda digital abertamente desde 2018, então não é uma discussão tão recente, as conversas e os testes estão bastante avançados, englobando todos os agentes financeiros”.

Outro elemento que, segundo Henriques, confirma o pioneirismo brasileiro na área é o fato do Real Digital já está sendo desenhado como uma rede única para reunir tanto a moeda digital quanto ativos digitais e tokenizados, uma RLN, tem que apenas agora começa a ser discutido e apoiado por outros países.

“Há uma convergência para isso, o que é mais um sinal de que estamos no caminho certo e liderando a discussão”.

Fonte: Exame
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Internet das Coisas: o que é, qual a conexão com blockchain e como isso já impacta a sua vida

Tecnologia que permite integração de dados do mundo real com o virtual já é utilizada por pessoas em todo o mundo e pode se conectar com blockchain para melhorar o dia a dia.

O termo Internet das Coisas, da sigla em inglês IoT, pode despertar bastante curiosidade e soar complicado, mas na verdade representa uma tecnologia que já é utilizada por milhões de pessoas em todo o mundo em busca de mais praticidade e conectividade no dia a dia.

Conectados aos mais variados objetos, sensores e outros softwares ajudam a levar dados sobre o que acontece no mundo real para a internet. Desde objetos domésticos a ferramentas industriais, todos podem se beneficiar da tecnologia.

“Por exemplo, a sua geladeira já sabe o mapeamento de produtos e que você compra leite sazonalmente. Ela nota que o seu estoque de leite está baixo dentro da geladeira e já emite um comunicado pro supermercado encomendando o leite que depois você pode buscar ou receber em casa”, explicou Daniel Carius, CVO da Ribus e especialista em soluções de criptoativos e blockchain.

O especialista também mencionou a Alexa, dispositivo famoso da Amazon para conectar objetos e transformar lares em “casas inteligentes”, capaz de tocar músicas, acender luzes e ligar dispositivos como TV e ventilador através de comandos de voz.

Além de processos mais básicos da rotina, a Internet das Coisas pode influenciar no dia a dia se fábricas, transportadoras, hospitais, em logística, varejo, no setor público e segurança, por exemplo.

Tudo isso foi possibilitado através do desenvolvimento de outras tecnologias, como os sensores, nuvem, machine learning e inteligência artificial, que ajudam a Internet das Coisas a captar, armazenar e entender comandos e dados.

“Eu acredito que o impacto que vai gerar no cotidiano das pessoas é realmente um facilitador, porque as coisas já vão ter ali um armazenamento das informações do usuário e já vão poder de forma automatizada sugerir coisas”, acrescentou Daniel Carius, em entrevista à EXAME.

Conexão com blockchain

Atualmente já existem projetos em blockchain focados em Internet das Coisas, pontuou Daniel Carius. Criada em 2015, a Iota é um dos principais projetos do gênero, que funciona em uma rede que ficou conhecida como o “blockchain da próxima geração”.

Seu foco é se tornar uma rede para a execução de transações entre dispositivos IoT, permitindo relações entre humanos e máquinas de modo a criar uma economia de dispositivos no futuro. Tais transações, é claro, seriam feitas na criptomoeda nativa da rede, a MIOTA. Mas o principal diferencial da Iota é a sua rede.

Chamada de Tangle, a rede não é exatamente um blockchain, pois não utiliza o sistema de blocos. Na verdade, ela é uma tecnologia proprietária dos criadores da Iota e é formada por um sistema de nós que verificam as suas transações sem a necessidade de taxas e quanto mais transações, mais rápida a rede fica, segundo seus desenvolvedores.

É a partir da Tangle que a Iota pretende possibilitar serviços que a tecnologia da Internet das Coisas demanda, como micro e nanotransações, comunicação e transferência de dados criptografados entre dispositivos, entre outros. Além disso, a transmissão de dados é decidida por meio de votações entre os usuários.

Seus casos de uso podem ir desde identidades digitais até o desenvolvimento de cidades inteligentes, segundo os desenvolvedores do projeto, que já estão distribuídos em mais de 25 países.

Recentemente, a Fundação Iota, instituição sem fins lucrativos por trás do projeto, anunciou parcerias de peso com a montadora Volkswagen e o governo da cidade de Taipei, capital de Taiwan.

Além da Iota e sua inovadora rede Tangle, outras redes apostam no futuro da Internet das Coisas e sua integração com a tecnologia blockchain e as criptomoedas, como VeChain, Helium, Iost, Iotex e Fetch.ai.

Fonte: Exame
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O futuro do 5G: aplicações nos próximos anos envolvem robôs, carros e saúde

Um centro de distribuição com rede 5G privada abriga dezenas de robôs que, sozinhos, transportam quase uma tonelada de produtos e equipamentos cada por um enorme galpão. Episódio de Black Mirror? Não: uma cena real em Sorocaba (SP), em um dos centros de logística da gigante da tecnologia Huawei. “A indústria, desde fábricas até o agronegócio, está sendo a primeira a sentir os efeitos do 5G. Isso porque a conectividade e velocidade que esse sistema de transmissão de dados trouxe já permite que novas tecnologias sejam implementadas de imediato, cortando gastos e trazendo mais segurança”, explica Marcela Carvalho, assessora de assuntos estratégicos da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial).

“[No galpão da Huawei] Os resultados observados foram a melhoria de 25% na eficiência operacional geral, a redução de 30% no ciclo de produção, a melhoria de 20% no giro de estoque e a eliminação total dos erros operacionais e do uso de papel”, destacou Bruno Jorge, head de Indústria 4.0 da ABDI.

“Dentro de um armazém você tem muitos dispositivos e precisa de uma conexão massiva”, explicou Tiago Fontes, diretor de marketing e ecossistema da Huawei Brasil. “O Bluetooth, por conta da distância entre os dispositivos, não resolveria. O wi-fi seria instável e colocaria em risco a segurança da operação. E a rede fixa não é flexível, sem falar do custo de colocar cabo em todo o prédio.”

Em agosto do ano passado, a ABDI já via resultados preliminares do 5G na indústria. Em parceria com a Anatel, a agência divulgou um relatório que mostrou que o uso do 5G em fase de testes permitiu a instalação de equipamentos antes não utilizados nas fábricas que participaram do estudo. Robôs de inspeção com realidade virtual e câmeras inteligentes foram os gadgets que tiveram melhor performance com a tecnologia.

Mas o futuro vai além da indústria, e as aplicações que virão com o 5G vão depender da criatividade de quem desenvolve produtos, opina Marcela. “O 4G trouxe para a gente os apps de delivery, serviços de carro, entre outros. Então, entendemos que o 5G vai mudar muito a forma como lidamos com serviços do dia a dia, mas apostamos muito também em grandes mudanças na robótica, como na medicina”.

Médicos sem fronteiras (mesmo)

Uma das grandes apostas do setor de saúde é a possibilidade de democratizar o acesso a cuidados médicos, utilizando a velocidade e estabilidade da rede para fornecer consultas e cirurgias remotas. O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), por meio da iniciativa InovaHC, lançou no último dia 15 o projeto OpenCare 5G, rede privativa 5G para testes de conectividade avançada na saúde.

A ABDI é uma das parceiras, oferecendo profissionais que avaliarão, ao longo de dois anos, a performance da rede 5G, a jornada dos médicos e pacientes, e aplicações a serem desenvolvidas para telerradiologia (avaliação à distância de exames e laudos médicos).

No OpenCare 5G, duas antenas foram instaladas em duas salas. Em uma, estão equipamentos de ultrassom e tomografia. Na outra, os exames são realizados de forma remota. Nos primeiros testes, já foi possível observar que a menor taxa de latência oferecida pelo 5G melhorou o sincronismo entre quem coordena e quem executa a atividade médica.

Na visão de Giovanni Cerri, presidente dos Conselhos dos Institutos de Radiologia (InRad) e do InovaHC do HCFMUSP, a saúde digital vai ser o grande transformador da medicina na próxima década. Além dos testes em São Paulo estarem sendo um sucesso, o objetivo é que o projeto chegue em locais remotos, onde o 5G não deve chegar no curto prazo.

“Nosso plano ao desenvolver essa conexão privada de 5G que pode atender regiões remotas é garantir que haja uma diminuição na desigualdade do nosso sistema de saúde”, explica o presidente. Além de melhorar a medicina no dia a dia, seja em consultas ou monitoramento de pacientes, ele acredita que a área que terá mais impacto com a tecnologia será a de capacitação.

“Nós sabemos que grande parte desta desigualdade no nosso sistema está relacionada à falta de capacitação profissional, e durante a pandemia isso ficou muito evidente. Estudos mostraram que um paciente com covid que era internado em UTI, tinha chances 2,5 vezes maiores de sobreviver se ele fosse internado na UTI correta. Não por causa dos aparelhos, mas por causa do atendimento que ele teria”, conta.

Com a velocidade e menor latência do 5G, vai ficar mais fácil capacitar profissionais independente de sua localização. Dentro dos testes do OpenCare 5G, por exemplo, estão previstos treinamentos para técnicos que morem perto de comunidades indígenas do Pará, para que eles realizem exames de ultrassom na região, a serem avaliados em tempo real por médicos do HC. “Tudo na medicina depende de uma conectividade eficiente, e é isso que buscamos entregar”, conclui Cerri.

Apesar de projetos como esses darem a sensação de que estamos no caminho certo para uma medicina sem fronteiras, Marcela ressalta que é necessário pensar nos custos, bem como a dificuldade de implementação em larga escala.

“O 5G de fato traz mais precisão e confiabilidade, mas temos um déficit aqui no Brasil de conectividade. Sabemos que muitas unidades de saúde não possuem conexão com a internet, e muitas estão em locais que o 5G ainda não chega”, alerta. “Então, é necessário investir não só na conexão de institutos, hospitais e unidades básicas de saúde, mas também na infraestrutura das cidades onde elas estão, para que haja um atendimento efetivo a comunidades remotas, promovendo a democratização da tecnologia e do atendimento de saúde”, afirma.

Algumas aplicações devem demorar

Enquanto notícias de carros autônomos não param de tomar espaço nos portais de tecnologia gringos, aqui no Brasil nós lemos as notícias de fora, sem ideia de quando teremos algum teste do gênero por aqui. Na opinião de Marcela, isso não acontecerá tão cedo. O motivo é simples: entraves burocráticos impedem a circulação deste tipo de veículo no país, então as montadoras não investem neste segmento. “Tudo que envolve interface de tempo real é tendência, mas não significa que será feito em todos os lugares”, explica Marcela.

Na opinião da assessora, as possibilidades das aplicações com o 5G são quase infinitas, já que a conexão é uma grande habilitadora de novas tecnologias. Mas há muito a evoluir.

“Há três maneiras para diminuir o custo da infraestrutura: implementação em larga escala; evolução tecnológica e confiabilidade na rede; e aposta no open-run, em que a rede é ‘quebrada’ em pedaços com várias empresas e tecnologias se encaixando”.

Fonte: www.uol.com.br
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Fazer Pix vai mudar a partir desta sexta-feira 29/10

Fazer Pix vai mudar a partir desta sexta-feira 29/10
 
 
O Pix pode ficar ainda mais descomplicado com as novas regras do Banco Central que entram em vigor a partir desta sexta-feira, 29/10. A terceira fase do open banking entra em vigor na data, possibilitando que os iniciadores de pagamentos atuem diretamente com os pagamentos instantâneos.
 
Isso significa que o usuário poderá fazer transferências dentro dos aplicativos dos próprios iniciadores de pagamentos, sem precisar entrar na ferramenta do banco. De acordo com o BC, as mudanças devem gerar uma redução de sete para três passos.
 
A partir de sexta, será possível pagar por um produto ou serviço dentro do próprio ambiente de quem oferece Pix como opção de pagamento. Ao pedir um lanche no iFood, por exemplo, o usuário poderá fazer o pagamento no aplicativo de delivery, sem necessidade abrir o do banco.
 
A autorização da transação seguirá sendo de competência da instituição financeira, garantindo a segurança do processo. Quem quiser continuar acessando a ferramenta do banco para usar a funcionalidade continuará tendo essa opção.
 
O WhatsApp está entre as companhias que podem atuar como iniciadores de pagamento. Com a entrada da terceira fase do open banking, a empresa deve ampliar suas possibilidades para permitir Pix na sua própria plataforma.
 
 
Terceira fase
 
A implementação na nova etapa do open banking ocorreria em agosto, mas foi adiada para outubro. Mais uma etapa está prevista para dezembro, com a previsão de troca de informações entre as instituições.
 
“É na fase 3 do open banking que começará a integração nas prestações de serviços. Ela ocorrerá de forma gradativa, envolvendo primeiramente o Pix, e integrando posteriormente os pagamentos com TED e transferências entre contas na mesma instituição, boletos, débitos em conta e, por fim, propostas de créditos”, explica especialista em regulação da JL Rodrigues & Consultores Associados, José Luiz Rodrigues.
 
“Essa fase proporcionará o surgimento de novas soluções e ambientes para a realização de pagamentos e, posteriormente, novas dinâmicas às operações de crédito. É uma fase direcionada para difundir o acesso a serviços financeiros, mas preservando a segurança do Sistema Financeiro Nacional”, completa.
 
 
 
Fonte: Capitalist (27/10/2021)
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Quais cuidados devem ser tomados com os dados da empresa?

Quais cuidados devem ser tomados com os dados da empresa?
 
Dados, de forma simples, são agrupamentos de informações de diversas fontes e formatos.
 
Esses conjuntos de informações, quando organizados dentro de um contexto empresarial, tendem a direcionar equipes e oportunidades de maneira estratégica.
 
E é aí que está o poder do acervo de dados da empresa .
 
Antes de tudo, quando a companhia possui uma grande quantidade de dados de sistemas comerciais, é possível direcionar ferramentas para o uso estatístico dessas informações.
 
Isto possibilita, não só trazer gráficos para a tela, mas, também, direcionar equipes comerciais com maior porcentagem de possibilidades de fechamento de negócios, por exemplo.
Como saber quais dados da empresa são mais importantes?
 
Todos eles são importantes, sem exceção. Por quê? Porque todos estão relacionados. Ou seja, quanto maior o acervo e a diversidade dos dados, maior é a assertividade da análise.
 
Portanto, o ponto que dita o foco dessas informações, normalmente, são os objetivos da empresa naquele determinado momento.
 
Se a sua empresa deseja alavancar vendas, ou aumentar a precisão dos vendedores, devem ser usados dados dos clientes, vendas, meios eletrônicos e mídias sociais para coletar informações.
 
Desta forma, o gerente comercial terá um direcionamento mais preciso sobre o seu objetivo. As possibilidades sempre são muitas.
 
 
Quais cuidados devem ser tomados em relação à proteção de dados pessoais?
 
A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) trouxe diretrizes para o mercado brasileiro que limitam e adequam a manipulação e retenção de informações pessoais.
 
É preciso entender que todos os dados que relacionam pessoas com negócios, sejam funcionários, prestadores ou clientes, tratam-se de informações sigilosas.
 
Esses dados devem estar expostos somente às pessoas que realmente devam ter acessos a eles.
 
Para isso, é imperativo um mapeamento eficiente dos dados da empresa.
 
Atualmente, existe um mercado repleto de soluções inovadoras, como a Inteligência Artificial, para a gestão de dados eletrônicos, além de ferramentas adequadas para a identificação de dados virtuais e físicos.
 
Portanto, as instituições são responsáveis por capacitar seus funcionários na adequação desta nova cultura, bem como revisar processos que possam causar a exposição desses dados.
 
Desta maneira, estarão preparadas para lidar com a proteção de dados.
 
 
Fonte: Contábeis
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Petrobras coloca em operação um gigante de 20 toneladas e 34m de comprimento

Petrobras coloca em operação um gigante de 20 toneladas e 34m de comprimento
A Petrobras anunciou ontem (16/06) em fato relevante, que iniciou as operações do Dragão. O supercomputador da maior petroleira do Brasil marca a sua estreia com 200 TB de memória RAM e potência equivalente a quatro milhões de smartphones ou cem mil notebooks. O dispositivo será destinado a projetos estratégicos de exploração e produção (E&P).
A montagem do supercomputador da Petrobras foi anunciada em dezembro e durou cerca de três meses. A estatal afirmou que precisou de dez caminhões para transportar todas as partes do Dragão até o seu local de instalação. A máquina pesa 20 toneladas e é dividida em fileiras de oito a nove blocos, que totalizam 34 metros de comprimento.
As operações tiveram início no começo de junho. O Dragão possui 200 TB de memória RAM, rede de 100 Gb/s e milhões de processadores matemáticos. Segundo a companhia, ele supera outros supercomputadores da estatal, como o Atlas e o Fenix, e tem o desempenho de quatro milhões de celulares ou cem mil “laptops modernos”.
Petrobras inicia operações do supercomputador Dragão
O dispositivo será destinado a projetos estratégicos da companhia. Entre as iniciativas, estão os programas EXP100 e PROD1000, que visam alavancar os negócios de exploração e produção da estatal brasileira. Além disso, a máquina aumenta a performance de dados geofísicos e reduz os riscos geológicos e operacionais.
“Com a evolução da capacidade de processamento de dados geofísicos, reduzimos o risco nos projetos de E&P e podemos dimensionar melhor os projetos, o que traz grande economia, e até posicionar melhor os poços, aumentando o índice de sucesso exploratório”, disse Fernando Borges, diretor de Exploração e Produção da Petrobras.
De acordo com Nicolás Simone, diretor de Transformação Digital e Inovação, o Dragão dá sequência à estratégia de garantir “mais economicidade, agilidade, segurança e resiliência” às operações da estatal. O executivo ainda aponta que nove supercomputadores foram colocados em operação em cerca de dois anos.
“Esperamos chegar ao final de 2021 com cerca de 40 petaflops de capacidade, sem contar o uso de nuvem”, concluiu.
Fonte: Click Petróleo e Gás
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Migração para o ONVIO

A Contabilidade do amanhã hoje… está apenas começando…

Dia 1º de julho de 2021 o escritório contábil comemora 30 anos de serviços prestados e a partir deste dia será disponibilizado aos clientes uma nova ferramenta, o ONVIO  da Thomson Reuters, companhia líder mundial no fornecimento de informações inteligentes para negócios e profissionais das áreas contábil e jurídica. No Brasil a Thomson Reuters é proprietária da Domínio Sistemas, líder no país no segmento de ERP contábil. Com muito orgulho, somos usuários da Domínio Sistemas, da Thomson Reuters.

A ferramenta ONVIO possui diversos módulos, dentre eles o ONVIO Portal do Cliente é uma plataforma online da empresa Thomson Reuters, onde você e seu  escritório contábil trabalharão numa plataforma, totalmente integrada atualizando as informações em tempo real ganhando assim mais tempo para cuidar de seu negócio. Com presença global, estando disponível em diversos países do mundo, como Estados Unidos, Canadá, Argentina, Brasil e dezenas de outros países nos mais diversos continentes. No Brasil o ONVIO – Portal do Cliente substituirá o Domínio Atendimento no seguimento contábil.

Confira como ocorrerá a migração para o ONVIO até o dia 1 º de julho de 2021 : )

Processo de migração

O processo de migração para o ONVIO ocorrerá à partir de 22 de junho de 2021 às 24:59:59, não sendo necessário nenhuma ação do usuário do cliente do escritório contábil para início da migração.

Indisponibilidade do Domínio Atendimento

Dentre os dias 23 de junho até o dia até o dia 30 de junho estaremos concluindo a migração de arquivos e usuários dos clientes do escritório contábil, assim, o Domínio Atendimento ficará indisponível para acesso à partir das 00:00:01 do dia 23 de junho. Excepcionalmente caso o cliente precisar de algum documento digital, será encaminhado através do Atendimento Digital, amplamente utilizado pelos clientes do escritório. O Atendimento Digital está disponível através do site  www.salesesales.com.br/atendimentodigital e em todo o site do escritório, no APP (aplicativo para smartphone), Fanpage, Facebook Messenger e Telegram (em breve Instagram e WhatsApp).

NOTA: Nos dias 23, 24 e 25 de junho NÃO haverá expediente de atendimento (nem pelo Atendimento Digital), conforme Comunicado n 86 / Ano: 2020 e calendário Anual 2021. Antecipe as suas Solicitações de Serviços / Informações.

Download de arquivos disponíveis do Domínio Atendimento

Solicitamos que os clientes do escritório contábil efetuem o download de arquivos disponibilizados através do Domínio Atendimento que considerarem necessários até o dia 22/06/2021. No ONVIO Portal do Cliente, serão publicados os documentos já disponibilizados no Domínio Atendimento à partir da competência janeiro de 2021, como por exemplo holerites de pagamento de janeiro de 2021 em diante, etc.

Endereço Eletrônico do ONVIO

À partir do dia 1º de julho de 2021 o cliente do escritório contábil deve acessar o ONVIO Portal do Cliente (e não mais o Domínio Atendimento) através do endereço eletrônico abaixo:

www.onvioportaldocliente.com.br

Usuário e Senha do ONVIO Portal do Cliente

O usuário e senha de acesso ao ONVIO Portal do Cliente atende aos criteriosos padrões de segurança exigidos pela União Européia, cumprindo a GRPD (lei de proteção de dados da União Européia). Conforme já foi dito, o ONVIO é uma ferramenta global, presente de diversos países em diversos continentes. O ONVIO Portal do Cliente  segue rigorosamente a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados brasileira).

A estrutura de acesso ao Domínio Atendimento é a seguinte:

Endereço eletrônico

www.dominioatendimento.com

Usuário

primeironome.ultimonome.ssti (exemplo thiago.sales.ssti)

Senha

Definida exclusivamente pelo usuário

Você cliente do escritório contábil pode continua acessando o Domínio Atendimento até às 23:59:59 do dia 22 de junho de 2021.

Já estrutura de acesso ao ONVIO Portal do Cliente é a seguinte:

Endereço eletrônico

www.onvioportaldocliente.com.br

Usuário

e-mail corporativo do usuário (denominado Thomson Reuters ID)

Senha

Definida exclusivamente pelo usuário (a senha deve obedecer os critérios de segurança em conformidade com a GDPR e LGPD)

NOTA: não possuindo e-mail corporativo será cadastrado e-mail pessoal.

Todo cadastro de usuários dos clientes é realizado pelo escritório contábil. Após a conclusão completa do cadastro o usuário apenas deve trocar a senha de acesso à partir de 1º de julho de 2021.

ATENÇÃO: a ferramenta ONVIO Portal do Cliente é gratuita para os clientes da Sales & Sales Assessoria Contábil e Empresarial e o número de usuário por CNPJ é ilimitado. Entretanto, seguindo os padrões internacionais de segurança de dados é proibido o acesso  por pessoa que não seja o titular do e-mail/senha, devendo a empresa inclusive em caso de suspeita de uso da conta ONVIO por terceiro, efetuar a denúncia por descumprimento de Lei específicas de segurança de dados, podendo a conta do usuário de acesso ao ONVIO ser imediatamente suspensa e até excluída do ONVIO. No ordenamento jurídico brasileiro inclusive o acesso a qualquer sistema por uma pessoa que se “passa por outra” pode constituir crime previsto no Código Penal Brasileiro.

Recursos Domínio Atendimento x ONVIO Portal do Cliente

Todos os recursos presentes no portal Domínio Atendimento estarão disponíveis no ONVIO Portal do Cliente, com o grande diferencial do ONVIO Portal do Cliente ser uma ferramenta cloud computing nativa, sendo possível por exemplo compartilhar um arquivo digital disponibilizado no ONVIO Portal do Cliente, seja através do e-mail ou serviço de mensageria que o usuário tenha instalado no celular (smartphone).

Acompanhamento de Solicitação de Serviço / Informação

Toda Solicitação de Serviço / Informação continua a ser realizado através do site do escritório contábil www.salesesales.com.br/servicos ou do APP (aplicativo para smartphone) o cliente acompanha o processamento da Solicitação de Serviço / Informação  através do ONVIO Portal do Cliente da mesma forma como já acontece no Domínio Atendimento.

Lançamento de Rubricas para Folha Mensal

Lançamentos de Rubricas para fechamento da Folha Mensal 06/2021 serão lançadas através do ONVIO Portal do Cliente da mesma forma como já acontece no Domínio Atendimento.

APP ONVIO Portal do Cliente

Além do acesso através do endereço eletrônico www.onvioportaldocliente.com.br você cliente também pode acessar o ONVIO Portal do Cliente através do telefone celular. O APP (aplicativo para smartphone) está disponível para Android e iOS (Iphone), sendo um grande diferencial em relação do Domínio Atendimento que não possui um APP para acesso.

O e-mail de acesso e senha para acesso via APP é o mesmo utilizado para acesso através do endereço eletrônico www.onvioportaldocliente.com.br acesse documentos e acompanhe todas as Solicitações de Serviços / Informação da sua empresa como achar mais prático : )

Segue abaixo os Qr Code para do APP Onvio Portal do Cliente para Android e iOS (Iphone), faça o download e já deixe instalado o APP no seu smartphone.

APP para Android

APP para iOS (Iphone)