Quais os benefícios das férias para empresa e profissional?

Quais os benefícios das férias para empresa e profissional?
 
Período proporciona colaboradores mais produtivos, motivados e de bem com a vida, analisa especialista da IBE-FGV. Por outro lado, empresa ganha em melhores resultados.
 
Após um ano inteiro de trabalho, os profissionais já começam a sentir na pele o peso do cansaço. O ritmo passa a não ser mais o mesmo e as férias viram objeto de desejo. Direito garantido pela Legislação Brasileira, elas são uma ferramenta perfeita para a pessoa recarregar as energias e voltar com mais disposição para o trabalho. Mas, o professor de Gestão de Pessoas da IBE-FGV, Sergio Miorin, alerta que é preciso saber utilizar o período para que a volta não seja ainda mais cansativa do que a saída.
 
Após esse descanso, os ganhos são tanto para empresa quanto para funcionário. “As pessoas terão uma produtividade maior, uma motivação alta, muita energia, contribuindo assim para atingir as metas e objetivos do planejamento estratégico da organização”, destaca.
 
Para ele, o período deve ser aproveitado para relaxar e esquecer dos problemas de trabalho. “Uma importante dica é planejar com antecedência. Comece a pensar pelo menos seis meses antes, para ter opção de escolha de lugar, dia e hora para viagens e atividades de lazer. O profissional não deve levar para as férias as preocupações e problemas do trabalho”, orienta o especialista.
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Viajar para um lugar em que nunca esteve antes também deve ser cogitado. “Isso é um diferencial para a viagem. Quando visitamos sempre um mesmo lugar, podemos acabar entrando em uma ‘rotina turística’, ao passo que, nas férias, o objetivo é fugir da mesmice. Outra sugestão é ir para um lugar calmo, isso ajuda relaxar e muito”, indica o professor.
 
O ideal é que o profissional se desligue do trabalho, não cheque e-mails e não atenda celular para solucionar problemas do escritório. “Porém, pode-se aplicar uma regra como verificar o e-mail uma vez por dia e ter um horário definido para as pessoas ligarem, por exemplo”, explica Miorin.
 
O descanso, na visão do professor, é extremamente importante. Caso o colaborador ou empresário não tenha esse período, a produtividade não atingirá os objetivos planejados. “A pessoa necessita de um descanso de 30 dias, tempo no qual não deve fazer contato com a empresa todos os dias, pois, caso contrário, sob o aspecto psicológico, ela ficará com a impressão de que não teve férias”, explica.
 
Já sobre a venda de férias, o professor é direto: não vale a pena. “Sou completamente contra vender férias. Normalmente a pessoa usufrui 20 dias e vende outros 10 para a empresa. Esse benefício financeiro que as pessoas acham que estão tendo, por quais motivos forem, não serão benefícios, pois a falta de descanso pode desencadear até mesmo doenças”, pondera.
 
 
Dicas para aproveitar as férias
– Planeje sua viagem com antecedência;
– Escolha um lugar novo e calmo para conhecer;
– Não fique checando e-mails e celular o tempo todo;
– Se precisar, estabeleça um horário fixo para falar com a empresa;
– Aproveite os 30 dias.
 
 
Fonte: O autor (Autor: Sergio Miorin)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.
 

Plano de saúde ajuda a reter colaborador

Plano de saúde ajuda a reter colaborador

As pequenas e médias empresas estão nos planos estratégicos das operadoras que oferecem produtos diferenciados para conquistar a clientela.

Os benefícios oferecidos pelas empresas pode ser uma boa opção para reter bons funcionários. Entre estes, encontra-se a assistência médica, os chamados planos de saúde corporativos.

Entre as vantagens de aderir a um plano corporativo estão o custo menor, na comparação com um plano de saúde contratado de forma individual, e a carência reduzida. Para o empresário, há ainda o benefício da redução do absenteísmo. “Uma vez que o colaborador cuida melhor da saúde, consequentemente falta menos ao trabalho”, observa o diretor de projetos de Saúde e Odonto da SulAmérica, Roberto Cardoso.

Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), hoje são 675 operadoras que comercializam planos coletivos empresariais de assistência médica. Com tantas opções, é preciso ter cautela na hora de escolher a qual plano aderir. Por isso, Cardoso adverte que é importante verificar se a operadora tem acesso a uma central de atendimento e se ela disponibiliza uma rede referenciada que o atenda na região em que os funcionários da empresa estão. Para o diretor nacional de vendas da Amil, Cássio Seleme Zandona, a relação custo-benefício não pode ser esquecida e deve ser de acordo com as políticas de recursos humanos da contratante. “E, claro, com os recursos financeiros disponíveis para tal investimento”, adverte.

Já o presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice, Marcio Coriolano, observa que o mercado de seguros se desenvolve pelo fator confiança e proteção e os pequenos e microempresários exigem tratamento particular. “O cálculo preciso de custo-benefício é essencial para esse empresário. Por isso, a Bradesco Saúde tem investido em treinamento dos corretores que atuam em seu nome no mercado”, explica.

O que o mercado oferece

Todos são unânimes em apontar a importância de um corretor para auxiliar na tarefa da escolha de um plano de saúde. Mas cada operadora apresenta sua estratégia para conquistar o cliente empresarial. Assim, recentemente, a Bradesco Saúde reestruturou sua grade de produtos, criando opções para atender aos diversos grupos de forma especializada. A seguradora possui o segmento SPG (seguro para grupos), voltado a atender as MPME entre três e 199 segurados.

Na Amil, a contratação de plano de saúde corporativo pode ser realizada a partir de duas vidas. Na SulAmérica, há duas opções de planos para as MPME: o SulAmérica Saúde PME, para empresas de três a 29 vidas; e o SulAmérica Saúde PME Mais, feito para empresas de 30 a 99 empregados. Ambas as modalidades estão disponíveis em todo o território nacional.

Na Unimed, o plano depende da cooperativa consultada. A Unimed do Brasil é a cooperativa responsável por congregar e representar as 351 cooperativas médicas que compõem o Sistema Unimed. Destas, 300 são operadoras de planos de saúde registradas na ANS e oferecem diferentes modalidades de planos. “O número mínimo de beneficiários para a contratação de planos empresariais não é estipulado pelas diretrizes da ANS. Esta é uma característica que depende da política de comercialização de cada Unimed. Atualmente, por exemplo, há Unimeds que oferecem planos empresariais para empresas com carteira de beneficiários a partir de três vidas”, explica o diretor de marketing e desenvolvimento da Unimed do Brasil, Edevard José de Araujo.

Fonte: http://www.dci.com.br/
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