DRE: veja como cumprir essa obrigação

DRE: veja como cumprir essa obrigação
 
 
A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é considerada uma das obrigações mais importantes das empresas, independente do seu porte ou regime tributário.
 
É através dela que os empresários podem tomar decisões mais assertivas, uma vez que na DRE constam informações necessárias para que seja feito um bom planejamento estratégico do empreendimento.
 
Então, se você quer saber como funciona essa obrigação e como ela deve ser feita, continue a leitura.
 
 
Importância da DRE
 
Este relatório é responsável por reunir todas as informações sobre receitas e despesas da empresa.
 
Desta forma, você poderá registrar todas as despesas gerais do seu negócio; os custos gastos com produtos e serviços; a receita total de vendas; o lucro que foi obtido pelas operações; além do valor pago por impostos sobre os produtos e o nível de endividamento que a empresa pode ter.
 
Além disso, através desse relatório os órgãos fiscalizadores verificam se o pagamento dos tributos está sendo feito de forma correta, de acordo com o regime de tributação escolhido pelo empresário, pois, é possível comparar os dados da empresa com as informações do imposto de renda.
 
Por sua vez, outras instituições financeiras podem verificar a situação financeira da empresa, caso você decida solicitar linhas de crédito para investir no desenvolvimento do negócio.
 
 
Quem deve apresentar a DRE?
 
Esta é uma obrigação anual, mas as empresas também podem fazer mensalmente ou trimestralmente, com o objetivo de analisar os dados da empresa e o cumprimento das obrigações fiscais.
 
Assim, todas as empresas brasileiras precisam fazer a DRE e a única exceção para a entrega deste documento são aquelas que optaram pelo MEI (Micro Empreendedor Individual).
 
 
Como fazer minha DRE?
 
Se você está começando no mundo dos negócios ou ainda têm dúvida sobre como elaborar sua DRE, saiba que existem regras que devem ser seguidas para garantir que a sua DRE esteja completa.
 
Desta forma, reúna as informações necessárias. Segundo o artigo 187 da Lei nº 6.404, devem constar na DRE as seguintes informações:
 
– A receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os abatimentos e os impostos;
– A receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e serviços vendidos e o lucro bruto;
– As despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das receitas, as despesas gerais e administrativas, e outras despesas operacionais;
– O lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras despesas;
– resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão para o imposto;
– As participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa;
– O lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do capital social.
 
Desta forma, ao saber a receita bruta de vendas, você deve reduzir as devoluções de vendas, abatimentos, descontos comerciais e impostos para o resultado líquido antes da participação nos lucros.
 
Do lucro bruto, é necessário reduzir as despesas financeiras, operacionais, administrativas, etc), e acrescentar as receitas operacionais e o resultado será o lucro ou o prejuízo.
 
Ao encontrar o resultado, acrescente os resultados não operacionais, tais como as participações de debenturistas, empregados, administradores, partes beneficiárias, etc. Assim, você chegará ao Lucro Líquido do Exercício (LLE).
 
Para facilitar seu entendimento, veja como deve ficar a estrutura da sua DRE, conforme a Lei das Sociedades por Ações:
 
Receita de Vendas
 
( – ) Custos
 
( = ) Lucro Bruto
 
( – ) Despesas Operacionais
 
( = ) Lucro Operacional
 
( +-) Resultado não Operacional
 
( = ) Lucro Antes de Impostos sobre a Renda
 
( – ) Impostos
 
( = ) Resultado Líquido ou Lucro ou Prejuízo Líquido
 
Para garantir que todos os dados estejam corretos, conte com a ajuda de um profissional contábil que possui experiência na gestão de empreendimentos e elaboração da DRE.
 
 
Análise da DRE
 
Após elaborar a sua DRE, também é importante saber analisar e identificar as informações do documento.
 
Para isso, o gestor pode utilizar duas formas de análise: a primeira se trata da análise horizontal, sendo possível verificar os resultados e fazer comparações com o mês anterior, assim como os impostos pagos.
 
Outra forma de entender a DRE é por meio da análise vertical, onde serão verificados os valores indicados na estrutura, sendo possível criar percentuais para as devidas comparações entre os períodos.
 
 
 
Fonte: Jornal Contábil (Autora: Samara Arruda)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Como se calcula a DRE?

Como se calcula a DRE?
 
Objetivo da DRE?
A DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) tem como principal objetivo demonstrar a formação do Resultado Líquido do Exercício, confrontando as receitas, despesas e custos apurados de acordo com o regime de competência.
 
A DRE tem a seguinte sequência de cálculos, que a cada etapa podem-se calcular alguns de seus principais integrantes.
 
Comece com a Receita Bruta de Vendas/Serviços
» Deduzir DEDUÇÕES;
» Deduzir DEVOLUÇÕES;
» Deduzir ABATIMENTOS;
» Deduzir DESCONTOS COMERCIAIS INCONDICIONAIS;
» Deduzir TRIBUTOS SOBRE VENDAS/SERVIÇOS.
O resultado será a Receita Líquida de Vendas/Serviços.
 
A partir da Receita Líquida de Venda/Serviços
» Deduzir CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS/CUSTO DOS SERVIÇOS PRESTADOS.
» O resultado será o LUCRO BRUTO.
A partir do Lucro Bruto
» Deduzir DESPESAS OPERACIONAIS;
» Deduzir DESPESAS COM VENDAS;
» Deduzir DESPESAS FINANCEIRAS
» Deduzir DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS;
» Deduzir OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS;
» Acrescentar OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS.
 
O resultado será o Lucro (ou Prejuízo) Operacional Líquido.
 
A partir do Lucro (ou Prejuízo) Operacional Líquido
Deduzir ou Acrescentar RESULTADOS NÃO-OPERACIONAIS
» Deduzir AS PARTICIPAÇÕES DE DEBENTURISTAS;
» Deduzir AS PARTICIPAÇÕES DE EMPREGADOS;
» Deduzir AS PARTICIPAÇÕES DE ADMINISTRADORES;
» Deduzir AS PARTICIPAÇÕES DE PARTES BENEFICIÁRIAS.
 
O resultado será o Lucro (ou Prejuízo)Líquido do Exercício.
 
Observações:
 
» Abatimentos não são dedutíveis dos Tributos sobre venda/serviços;
» Tributos sobre venda/serviços sãoMS, ISS, PIS, COFINS;
» PIS/COFINS sobre a Receita Bruta é dedutível, sobre as demais receitas não será dedutível e sim uma Despesa Operacional;
» A CSLL, quando apurada pelo Lucro Real, deve ser calculada antes da Provisão para o Imposto de Renda e depois das Participações;
» Lucro Real é ajustado pelas adições, exclusões e compensações;
» Lucro Presumido: quem se enquadra neste tipo de aferição não precisa fazer Escrituração Contábil, Livros Diário e Razão, mas precisa fazer Registro de Inventário e Livro Caixa;
» O Prejuízo Acumulado deve ser deduzido da base de cálculo das participações.
 
 
Matéria: Ok Concursos
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

O que é e para que serve a DRE?

O que é e para que serve a DRE?
 
A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um dos relatórios de demonstrações contábeis mais importantes que o contador deve gerar. Esse relatório é imprescindível para seus clientes, sejam empresas grandes ou pequenas, já que é utilizado pelos seus gestores, investidores, bancos e o próprio governo. Isso porque é por meio dele que se avalia a capacidade de sua empresa e sua real situação, sendo ferramenta essencial para a tomada de decisões empresariais.
 
A vida financeira do negócio, o resultado de seus investimentos e as estratégias adotadas ao longo de um determinado período, por exemplo, são facilmente demonstrados e visualizados com a elaboração de uma DRE seguindo a metodologia contábil correta. Então fique atento aos esclarecimentos a seguir:
 
 
O que é DRE?
A Demonstração do Resultado do Exercício é um relatório contábil elaborado em conjunto com o balanço patrimonial e descreve as operações financeiras realizadas pela empresa em um determinado período, formando o seu resultado líquido: o lucro ou prejuízo resultante de suas operações.
Segundo a legislação brasileira, a DRE, assim como todos os registros contábeis empresariais (salvo raras exceções), deve ser elaborada obedecendo ao princípio do Regime de Competência, de modo que as receitas e as despesas sejam lançadas no período que aconteceram, e não somente quando recebidas ou pagas.
 
Qual o objetivo da DRE?
Seu objetivo é demonstrar a composição do resultado líquido em um exercício ou em determinado período de interesse da empresa, valendo-se do confronto das receitas, despesas e resultados apurados. Dessa forma, ela gera informações de impacto para tomada de decisão. Portanto, é ferramenta essencial para avaliação do desempenho da empresa e da eficiência de seus gestores em gerar lucro.
 
Como estruturar a DRE
A Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/1976), em seu artigo 187, define a forma como as empresas devem discriminar a Demonstração do Resultado do Exercício. Nos termos da lei, portanto, a DRE deverá conter:
– a receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os abatimentos e os impostos;
– a receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e serviços vendidos, e o lucro bruto;
– as despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das receitas, as despesas gerais e administrativas, e outras despesas operacionais;
– o lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras despesas;
– o resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão para o imposto;
– as participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa;
– o lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do capital social.
 
Fonte: Sage
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

A relevância da DRE para as pequenas empresas comerciais

A relevância da DRE para as pequenas empresas comerciais
 
Administrar uma organização, mesmo sendo ela pequena, é um grande desafio para qualquer empreendedor, principalmente em tempos de crises financeiras. Para isso, o bom administrador deve-se equipar de todas as ferramentas possíveis para não ser pego de surpresa em momentos difíceis. Um verdadeiro empresário deve conhecer cada detalhe de todas as operações envolvidas dentro de sua organização, pois não há outra maneira para você conseguir enxergar os pontos fortes, fracos, ameaças e oportunidades do seu negócio.
 
Sendo assim, por mais que muitos tentem desviar dessa disciplina, a Contabilidade possui ferramentas de suma importância para que o comerciante (ou qualquer outro tipo de empresário) consiga gerir seu negócio de forma mais uniforme e tranquila. Uma dessas ferramentas é a Demonstração de Resultado do Exercício, ou simplesmente DRE, infelizmente pouco utilizada pelos comerciantes e sendo muitas vezes confundida com o próprio fluxo de caixa da empresa.
 
Segundo Santos e Veiga (2014) a DRE é considerada uma demonstração Contábil, que se destina a evidenciar a formação do resultado final do exercício em questão, geralmente com a apuração do lucro, por meio da demonstração vertical, confrontando as receitas, custos e despesas consolidadas, obedecendo sempre ao regime de competência, ou seja, a venda, custo ou despesa computada deverá ser lançada conforme o dia em que de fato ocorreu, e não pelo dia de seu pagamento ou recebimento. Exemplo: No regime de competência, se o comércio em questão realizar uma venda de R$ 500,00 no dia 05/03 e receber por essa venda apenas no dia 05/04, a venda (receita operacional) deverá ser computada no dia 05/03 (dia de sua ocorrência), sendo que no dia 05/04 (recebimento da venda) será lançado o valor de R$ 500,00 para fins de fluxo de caixa, pois a venda em si já foi concretizada no dia 05/03. Dessa forma, o empresário conseguirá enxergar realmente quais foram suas vendas realizadas em certo período, separando suas receitas, custos e despesas conforme a operação e não conforme as entradas e saídas de moeda corrente no fluxo de caixa.
 
Vale ressaltar que o fluxo de caixa é muito importante para qualquer organização, sendo indispensável seu gerenciamento diário. Porém, se for dada a interpretação errônea para os acontecimentos no fluxo de caixa, o empresário pode acabar chegando a uma conclusão errada de sua movimentação financeira. É nesse momento que a DRE é indispensável: Caso a empresa possua uma DRE mensal, por exemplo, conseguirá enxergar se a falta de caixa é devido à baixa nas vendas, aumento de despesas, aumento de custos, etc. Muitas vezes o caixa da empresa está baixo e o empresário já se precipita nas conclusões, pensando que a empresa está fechando com prejuízos, quando na verdade a empresa está obtendo altos lucros. Lucros esses que só serão vistos caso a empresa possua uma DRE.
 
Mas, então, se a DRE apresenta um bom lucro, e meu caixa está baixo, qual o problema da minha empresa? Nesse caso, caberá à empresa verificar o Balanço Patrimonial e ver como estão alocados os ativos (bens e direitos) da organização. O caso mais provável, neste exemplo, seria de que o lucro acumulado da empresa está nos estoques e (ou) nas contas a receber de clientes (vendas a prazo). Ou até mesmo investidos no ativo imobilizado da empresa (máquinas, equipamentos, etc).
 
Em empresas comerciais, devido ao alto fluxo de estoques e variedades, (um mercado, por exemplo) achar o custo de cada produto e administrar as vendas dos mesmos de forma correta para se realizar uma DRE acaba se tornando um grande desafio, fazendo com que a maioria dos comerciantes opte por apenas utilizar o fluxo de caixa como forma de administração financeira. Realmente realizar tudo de forma manual se torna inviável, sendo assim, necessário o auxílio de um sistema de informação adequado que fará toda a gestão necessária para sua Contabilidade Gerencial. Apesar de a aquisição do software ser uma despesa a mais para a organização, dificilmente o empreendedor conseguirá encontrar os gargalos financeiros e operacionais de sua organização sem “investir” em um sistema que faça o serviço mais “pesado”. Optando apenas pelo fluxo de caixa, o comerciante sofrerá com a apuração de custos, com qual é a verdadeira margem de lucro sobre cada item ou até mesmo sofrer em apurar o faturamento da organização.
 
Para Santos e Veiga (2014) a DRE possui uma grande relevância gerencial e administrativa, pois demonstra com muita clareza a estrutura de todas as atividades envolvendo receitas, custos e despesas, além de mostrar o peso dos tributos incidentes sobre as vendas. Através da análise vertical é possível notar qual é a verdadeira porcentagem, por exemplo, que os custos consomem de sua venda, conseguindo desta forma analisar mensalmente (análise horizontal) se há um aumento ou diminuição desses custos perante suas vendas.
 
Sendo assim, segue um modelo da Demonstração de Resultado do Exercício, com suas principais contas e suas respectivas características.
 
Tabela 1. Distribuição e explicação sobre as contas da DRE [1]
 
Modelo da DRE
 
Análise das Contas
 
RECEITA OPERACIONAL BRUTA (=) (ROB)
 
Valor das vendas de bens, à vista ou a prazo.
 
Deduções da receita bruta (-)
 
São os tributos, descontos dados e devoluções de vendas.
 
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (=) (ROL)
 
É a diferença entre a ROB e as deduções.
 
Custos das mercadorias vendidas (-)
 
São os gastos com os produtos comprados para revendas no comércio.
 
LUCRO BRUTO (=)
 
É a diferença entre a ROL e os custos acima analisados.
 
Despesas Operacionais (-)
 
Despesas ocorridas necessárias para o desenvolvimento da atividade.
 
Despesas com vendas (-)
 
Gastos com telefones, energia elétrica, comissões, marketing, etc.
 
Despesas gerais e administrativas (-)
 
Gastos com salários administrativos, pró-labore, matérias de escritório, etc.
 
Outras receitas operacionais (+)
 
Proveniente de vendas de sucatas, lucro de participações em outras sociedades, etc.
 
Outras despesas operacionais (-)
 
Dividendos, amortizações, multas fiscais, IPVA, IPTU, etc.
 
LUCRO OPERACIONAL (=)
 
É a diferença entre o lucro bruto e as despesas operacionais.
 
Despesas financeiras (-)
 
São os juros, encargos e tarifas arcadas pela empresa.
 
Receitas Financeiras (+)
 
São os rendimentos obtidos pela empresa através de aplicações financeiras.
 
LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA (LAIR) (=)
 
É diferença entre o lucro operacional e as despesas financeiras, somada às receitas financeiras.
 
Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social (-)
 
Determinado por alíquotas específicas de cada regime de apuração.
 
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO (=)
 
Constitui o resultado final, que será integrado ao Balanço Patrimonial – Lucro ou Prejuízo.
 
[1] Tabela extraída de SILVA, Cleber Fernando Alves. A importância da Contabilidade Gerencial para as micro e pequenas empresas. Itápolis,2015,p.33.
 
Sendo assim, vale lembrar que todos os recursos da Contabilidade, desde que bem interpretados e utilizados da forma correta, são válidos para uma boa administração, principalmente para as empresas comerciais que muitas vezes sofrem em administrar financeiramente seus altos fluxos de produtos variados.
 
A DRE pode muitas vezes, segundo Sá (2008), salvar uma organização de prejuízos futuros quando bem analisada juntamente com outras demonstrações contábeis e financeiras como, por exemplo, fluxo de caixa; balanço patrimonial; planejamentos e orçamentos financeiros; índices econômico-financeiros, etc. Quando se tem um histórico longo de todas as DRE´s da organização, fica fácil se planejar para ao futuro, comparar épocas, índices, vendas e despesas sazonais e, dessa forma, traçar um caminho mais uniforme para a empresa nos próximos meses, prevendo e até mesmo diminuindo os riscos financeiros da organização.
 
Em um mercado onde a concorrência é cada vez maior e os clientes são cada vez mais seletivos e exigentes, obter mais conhecimento e formas de “driblar” os pontos negativos que podem afetar sua empresa é um grande passo dado para se atingir os objetivos empresariais e, dessa forma, crescer financeiramente de forma limpa e segura. Conhecer as finanças da empresa superficialmente não ajudará a organização a notar o que realmente deve ou não ser mudado. Quanto mais o empresário se aprofundar no setor Contábil-Financeiro de sua empresa, mais fácil será para agir em uma eventual crise ou em uma importante tomada de decisão.
 
Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma