DRE: veja como cumprir essa obrigação

DRE: veja como cumprir essa obrigação
 
 
A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é considerada uma das obrigações mais importantes das empresas, independente do seu porte ou regime tributário.
 
É através dela que os empresários podem tomar decisões mais assertivas, uma vez que na DRE constam informações necessárias para que seja feito um bom planejamento estratégico do empreendimento.
 
Então, se você quer saber como funciona essa obrigação e como ela deve ser feita, continue a leitura.
 
 
Importância da DRE
 
Este relatório é responsável por reunir todas as informações sobre receitas e despesas da empresa.
 
Desta forma, você poderá registrar todas as despesas gerais do seu negócio; os custos gastos com produtos e serviços; a receita total de vendas; o lucro que foi obtido pelas operações; além do valor pago por impostos sobre os produtos e o nível de endividamento que a empresa pode ter.
 
Além disso, através desse relatório os órgãos fiscalizadores verificam se o pagamento dos tributos está sendo feito de forma correta, de acordo com o regime de tributação escolhido pelo empresário, pois, é possível comparar os dados da empresa com as informações do imposto de renda.
 
Por sua vez, outras instituições financeiras podem verificar a situação financeira da empresa, caso você decida solicitar linhas de crédito para investir no desenvolvimento do negócio.
 
 
Quem deve apresentar a DRE?
 
Esta é uma obrigação anual, mas as empresas também podem fazer mensalmente ou trimestralmente, com o objetivo de analisar os dados da empresa e o cumprimento das obrigações fiscais.
 
Assim, todas as empresas brasileiras precisam fazer a DRE e a única exceção para a entrega deste documento são aquelas que optaram pelo MEI (Micro Empreendedor Individual).
 
 
Como fazer minha DRE?
 
Se você está começando no mundo dos negócios ou ainda têm dúvida sobre como elaborar sua DRE, saiba que existem regras que devem ser seguidas para garantir que a sua DRE esteja completa.
 
Desta forma, reúna as informações necessárias. Segundo o artigo 187 da Lei nº 6.404, devem constar na DRE as seguintes informações:
 
– A receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os abatimentos e os impostos;
– A receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e serviços vendidos e o lucro bruto;
– As despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das receitas, as despesas gerais e administrativas, e outras despesas operacionais;
– O lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras despesas;
– resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão para o imposto;
– As participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa;
– O lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do capital social.
 
Desta forma, ao saber a receita bruta de vendas, você deve reduzir as devoluções de vendas, abatimentos, descontos comerciais e impostos para o resultado líquido antes da participação nos lucros.
 
Do lucro bruto, é necessário reduzir as despesas financeiras, operacionais, administrativas, etc), e acrescentar as receitas operacionais e o resultado será o lucro ou o prejuízo.
 
Ao encontrar o resultado, acrescente os resultados não operacionais, tais como as participações de debenturistas, empregados, administradores, partes beneficiárias, etc. Assim, você chegará ao Lucro Líquido do Exercício (LLE).
 
Para facilitar seu entendimento, veja como deve ficar a estrutura da sua DRE, conforme a Lei das Sociedades por Ações:
 
Receita de Vendas
 
( – ) Custos
 
( = ) Lucro Bruto
 
( – ) Despesas Operacionais
 
( = ) Lucro Operacional
 
( +-) Resultado não Operacional
 
( = ) Lucro Antes de Impostos sobre a Renda
 
( – ) Impostos
 
( = ) Resultado Líquido ou Lucro ou Prejuízo Líquido
 
Para garantir que todos os dados estejam corretos, conte com a ajuda de um profissional contábil que possui experiência na gestão de empreendimentos e elaboração da DRE.
 
 
Análise da DRE
 
Após elaborar a sua DRE, também é importante saber analisar e identificar as informações do documento.
 
Para isso, o gestor pode utilizar duas formas de análise: a primeira se trata da análise horizontal, sendo possível verificar os resultados e fazer comparações com o mês anterior, assim como os impostos pagos.
 
Outra forma de entender a DRE é por meio da análise vertical, onde serão verificados os valores indicados na estrutura, sendo possível criar percentuais para as devidas comparações entre os períodos.
 
 
 
Fonte: Jornal Contábil (Autora: Samara Arruda)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Dicas para acertar no estoque da empresa

Dicas para acertar no estoque da empresa
 
Estoque é dinheiro e como tal deve ser gerido de perto. O presidente da Fran Systems Estratégia e Desenvolvimento de Negócios, Batista Gigliotti, diz que contabilmente o estoque é chamado de ativo circulante.
 
“Ele é um patrimônio da empresa que tem liquidez, por isso, se o empresário precisar liquidar uma dívida, vale mais a pena vendê-lo do que pegar dinheiro com o banco”, afirma.
 
Gigliotti lembra que pesquisa realizada em setembro pela Federação de Comércio de São Paulo (FecomercioSP) identificou que 50,2% dos entrevistados acreditam que os estoques de suas empresas não estão no nível adequado. “Isso pode ser muito preocupante”, afirma.
 
O consultor conta que é comum ocorrerem erros na gestão do estoque. “Um deles é não cadastrar o produto corretamente. Quando uma mercadoria é cadastrada com mais de uma denominação, pode dar a impressão de que não há mais itens disponíveis e induzir a uma compra desnecessária. Portanto, é importante ter muita atenção tanto para cadastrar quanto no momento de dar baixa na mercadoria retirada.”
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Segundo ele, empresas que ainda não dispõe de software de controle têm mais dificuldade para fazer essa gestão. “Mas só implantar o sistema não é suficiente, porque a ferramenta fornece relatórios e o empresário precisa saber analisar os dados para fazer um plano de ação ou de correção do estoque.”
 
Gigliotti afirma que ao identificar um produto que está há mais de seis meses armazenado, o empresário deve avaliar a possibilidade de realizar promoção para desová-lo. “Estoque parado é sinônimo de dinheiro parado. Sites de compras coletivas podem ser boa opção para vender produtos excedentes.”
 
Especializado em serviços de pedicure, manicure, podologia, depilação, massagem e ofurô para pés, e hidratação para pés e mãos, o espaço Fatto a Mano Estética, de Gisele Kruchin, fundado há 14 anos, tem o estoque gerido pela proprietária.
 
Ela conta que já teve problemas de gestão, “mas tudo ficou mais fácil quando entendi que há uma conexão entre o estoque e o fluxo do negócio. Nosso trabalho é voltado à excelência de qualidade e respeito ao cliente. Então, se não tivermos os produtos necessários para responder ao cliente de imediato, o negócio se perde. Precisamos ter tudo antes da demanda.”
Gisele diz que no início errou na quantidade. “Para que os produtos não percam o prazo de validade, é preciso que a quantidade esteja de acordo com a demanda. Com a experiência, cheguei a um número ideal.”
 
Ela conta que certa vez comprou caixas com seis embalagens de esmalte de cada cor mais usada. “Depois, para não perder alguns que estavam para vencer acabei doando. A ‘economia’ virou prejuízo.”
 
A empresária cuida pessoalmente das compras e do controle do estoque. “Quando delegamos essa atividade, o funcionário, com medo que falte, acaba comprando duas ou três semanas antes e isso afeta o fluxo de caixa. Eu já tive essa ansiedade, hoje, não tenho mais. Basta acompanhar bem de perto. Tudo ficou mais fácil depois que contratei um profissional que desenvolveu um programa de computador específico para o meu negócio.”
Gisele faz compras mensais e bimestrais. “Lixa, por exemplo, compro para dois ou três meses, porque é um produto que usamos sempre. O mesmo ocorre com luvas descartáveis. Comprando em grande quantidade consigo melhores preços”, afirma.
 
Uma das sócias do Bem Torta Bistro & Lounge, Juliana Campos Vizagre conta que o negócio foi inaugurado há seis meses e desde o início os quatro sócios definiram que iriam realizar uma gestão de estoque bem eficiente, para que tivessem total controle dos resultados do restaurante.
 
“Pesquisamos vários softwares. Inicialmente, optamos por um gratuito que é muito bom, chamado Garçom Web. Quando entendemos quais eram nossas reais necessidades, adotamos um software pago, que tem controle de caixa mais ágil e inclui sistema de comanda eletrônica. Ele aponta, inclusive, quantos produtos foram vendidos e o insumo que ainda temos em estoque.”
 
Juliana conta que toda a gestão do estoque é baseada no Custo da Mercadoria Vendida (CMV). “Isso significa que temos de saber o quanto de material tem de ser usado para fazer uma torta e quantas tortas são utilizadas por semana. Esse controle é importante porque optamos por fazer reposição de estoque semanal”, diz estoque semanal é possível controlar melhor o gasto e aproveitar as melhores ofertas. “Fazemos cotações com três fornecedores e quanto melhor conduzimos o estoque maior é o lucro dentro do estabelecimento. Se compramos bem, temos lucro melhor.”
 
A empresária afirma que com a ferramenta consegue saber o que foi vendido durante a semana, as tortas que mais saem, quais são mais vendidas no início da semana e quais têm mais saída nos finais de semana, bem como os dias em que mais vendem sobremesas.
 
Juliana conta que futuramente pretendem efetuar compras mensais. “Outro detalhe do nosso estoque é que ele é departamental. Como o restaurante é pequeno, temos divisões de acesso conforme o cargo. Todos são bem orientados a dar baixa no que é retirado. Além disso, a estrutura física é muito importante. A organização ajuda muito no acesso rápido aos produtos e no controle.”
 
 
 
Má gestão prejudica as vendas e a receita da empresa
 
O consultor do Sebrae-SP, Nelson Endrigo Junior afirma que o estoque é importante porque é ele que GERA as vendas. “Quando o cliente vai comprar um produto, ele tem de estar disponível, porque o processo de venda é muito sutil. Se o produto não estiver ali para pronta entrega, o consumidor pode pensar e mudar de ideia, ou comprar no concorrente”, diz.
O consultor alerta que ele não precisa ser gigantesco, pois estoque é dinheiro parado e afeta as finanças da empresa.
 
“Tem de haver equilíbrio e manter o mínimo possível. Para isso, é preciso adotar estratégias como conhecer o histórico de vendas e o perfil do cliente, estar sempre atento às novidades, ter capital de giro para alterar o estoque como forma de acompanhar as mudanças de preferência do cliente”, diz.
 
Endrigo Junior afirma que o empreendedor tem de estar sempre atualizado e atento com relação ao que é moda nas mídias. “Da mesma forma, precisa ter percepção para que os produtos que têm não fiquem obsoletos. Empresários do segmento de moda, por exemplo, estão usando WhatsApp quando visitam fornecedores para enviar imagens das novas coleções aos clientes e ter estimativa de quantas peças vão precisar. Assim, a chance de acerto é muito maior.”
 
O consultor ressalta que é preciso ficar atento a questões como: quanto tem e qual é o valor do estoque, além de manter em quantidade menor e muito bem vigiado produto muito caro.
 
“Também tem de observar o indicador de giro de estoque, que representa a velocidade de venda de um produto novo. Quanto mais rápido girar o estoque menor é a chance de ter produto obsoleto armazenado. Se usar um ERP (software que integra todos os dados e processos da empresa), terá acesso a relatórios com dados quanto ao giro e valor do estoque, que tem de estar sempre atualizado.”
 
Segundo ele, a área de estoque tem de ficar trancada e poucas pessoas devem ter acesso, respeitando sempre os procedimentos de dar baixa nos produtos que são retirados.
 
O presidente da Fran Systems Estratégia e Desenvolvimento de Negócios, Batista Gigliotti, lembra que existem três tipos de estoque: matéria-prima, material de processo (papel, caneta, produto de limpeza, uniforme dos funcionários etc), e produtos acabados.
 
“Mesmo quem utiliza sistema eletrônico de gestão tem de fazer contagem física do estoque, porque pode ter ocorrido furto, ter corrido alguma avaria, ou mesmo para identificar coisas guardadas com código incorreto”, diz Gigliotti.
 
O consultor afirma que em uma loja de varejo, por exemplo, a contagem física deve ocorrer pelo menos uma vez por mês. “Em negócios com giro muito grande de itens, como os do ramo de alimentação, a contagem deve ser diária. Cadeias grandes fazem a contagem duas vezes por dia”, diz.
 
 
 
Fonte: Fonte: Estadão (Autor: Cris Olivette)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Acredite: sem contador não há empreendedor!

Acredite: sem contador não há empreendedor!
 
O Contabilista é aquele profissional que está com o empresário desde a abertura do negócio, é com ele que os administradores devem ter uma estreita relação e de extrema confiança para que eles forneçam importantes informações para a gestão de seus negócios. Por isso um serviço contábil não deve ser contratado baseado em preço, mas sim em valor. A questão é: será que os empresários contábeis conseguem fazer com que seus clientes percebam seu valor?
 
Para mostrar o valor dos serviços contábeis as empresas precisam perceber que aqueles relatórios e balanços que recebem da contabilidade tem uma tradução significativa para seu negócio. Que baseado nestes documentos eles poderão tomar importantes decisões, sabendo quando é hora de investir, quando é hora de segurar e quando necessitam inovar para não ser engolidos pelo mercado.
 
A fórmula disso tudo é a comunicação! Sem dúvida, o contabilista deve entender a empresa de seus clientes e formular para eles informações personalizadas e relevantes para tomada de decisão, porém não basta incluir isso num relatório e enviar com outros papéis. É preciso sair da inércia, sair da sua zona de conforto e visitar os clientes pessoalmente, fazer reuniões mensais, de forma rápida, objetiva e de alto impacto; para isso irá apresentar somente as informações realmente relevantes para aquele negócio.
 
E quanto isso vale? Vale muito! E isso será o seu diferencial, entender do negócio do cliente, ser claro e objetivo oferecendo resultados para os seus clientes. Mas se as empresas contábeis tratarem todos os clientes da mesma forma, oferecendo os mesmos serviços e mantendo distância para não se comprometer, a tendência é que se torne um processo mecânico, perdendo o valor humano e então o único diferencial que vai restar será o preço.
 
Então a diferença está na especialização, que era tendência neste mercado e agora é realidade. Vemos empresas contábeis especialistas em supermercados, em farmácias, em construções, enfim. É assim que elas conseguem oferecer resultados diferenciados, pois conhecem profundamente tributações e processos daquele negócio.
 
Empreendedores que escolhem seu contabilista por preço terão serviços medíocres, compatíveis com o investimento, mas empresas que buscam serviços contábeis para ajudar sua empresa a crescer devem procurar contabilistas de valor.
Parabéns Contabilistas! Valorizem-se.
 
Fonte: Contabilidade na TV (Autor: Magda Battiston)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Contador não faz milagre sem ajuda dos clientes

Contador não faz milagre sem ajuda dos clientes
 
Muitos contribuintes recorrem aos escritórios de contabilidade para não correrem o risco de cair na malha fina nesse período de declaração de Imposto de Renda. Entretanto, se a documentação encaminhada aos contadores não estiverem corretas, dificilmente escaparão de represálias do fisco.
 
E o que uma pesquisa da multinacional Wolters Kluwer Prosoft revelou é que a qualidade das informações enviadas pelos contribuintes aos seus contadores não é boa. Como consequência, dos 2,1 mil escritórios de contabilidade ouvidos em todo o País no levantamento, 81,1% deles precisam fazer algum tipo de retificação nas declarações dos seus clientes.
 
Para Danilo Lollio, especialista em IR da empresa holandesa, o dado serve de alerta: “As pessoas pagam para que a declaração seja feita, mas as empresas precisam ter os dados corretos. O contador fica dependente das informações enviadas pelo cliente”, diz.
 
Do ponto de vista da Receita Federal, destaca Lollio, a responsabilidade pelo documento é sempre do contribuinte, mesmo que ele tenha sido elaborado por um profissional.
Logo, a orientação é organizar e separar os documentos necessários ao longo do ano, para que não haja omissão de nenhum dado relativo ao patrimônio ou à movimentação financeira.
 
“Os contribuintes geralmente só se preocupam se terão imposto a pagar ou a restituir. Só que o Fisco não olha apenas isso”, diz Lollio.
 
Segundo ele, também há preocupação com a variação patrimonial, ou seja, se a pessoa teve recursos suficientes para adquirir os bens e direitos que estão discriminados no IR.
 
 
FALTA DE DOCUMENTOS
 
Entre os principais motivos que levam as empresas a fazer retificações após o envio do IR está a falta de documentação (52,6%), seguida por problemas em deduções de despesas médicas (36,6%), omissão de aquisições e vendas de bens (10%) e inconsistências entre gastos realizados e ganhos declarados (8,9%).
 
Em 2015, mais de 600 mil contribuintes caíram na malha fina devido, principalmente, à omissão de rendimentos do titular ou do dependente.
 
A pesquisa da Wolters Kluwer Prosoft também revela que a maioria dos escritórios contabilistas (52,7%) processa acima de 100 declarações de IR anualmente, sendo que quase um terço deles conta com apenas um funcionário para elaborar os documentos.
 
“A grande maioria são pequenos escritórios, em que o próprio dono se dedica a esse tipo de serviço”, destaca Lollio.
Para não ser pego de surpresa pela malha fina, o contribuinte deve checar periodicamente se a declaração foi processada sem problemas ou se há pendências.
 
Para isso, é necessário acessar o centro virtual do Fisco, chamado e-CAC. Lá, é possível consultar um extrato online, que mostra eventuais erros ou omissões.
 
O primeiro passo é gerar um código de acesso ou usar o certificado digital. Na própria página do e-CAC há um ícone explicativo: “saiba como gerar o código”.
 
 
RETIFICADORA
 
Se forem detectados erros, a solução é simples: entregar a retificadora. Trata-se de uma segunda declaração, que substituirá por completo a original. As alterações podem ser feitas a qualquer momento, em até cinco anos, desde que o documento não esteja sob fiscalização.
 
Caso haja imposto a restituir, o Fisco passará a considerar a data da retificadora, e não mais a da original, na hora de priorizar o pagamento.
 
Já se a declaração está correta e o contribuinte tem toda a documentação que comprove as informações, o caminho é solicitar a antecipação da análise. Para isso, é necessário esperar até janeiro de 2017, quando será possível agendar a visita a uma unidade da Receita Federal. Esse agendamento também deve ser realizado pelo e-CAC.
 
 
Fonte: Diário do Comércio
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Entenda a importância do contador nas PMEs

Entenda a importância do contador nas PMEs
 
Muitos empreendedores tiram do papel suas ideias e acreditam que poderão, sozinhos, gerenciar todos os departamentos da empresa. Isso até pode acontecer no começo, quando a estrutura é mais enxuta, mas ao menor sinal de crescimento, a importância do contador nos quadros de funcionários torna-se evidente.
 
Mais do que responsável pelo acerto das contas da empresa e pelo pagamento de tributos aos governos municipais, estaduais e federal, o contador é o responsável por auxiliar o gestor na condução consciente da organização. Por isso, neste artigo vamos mostrar como o contador é uma figura fundamental mesmo para uma pequena ou média empresa.
 
 
Antes de abrir o próprio negócio
 
Para tratar da importância do contador nas pequenas e médias empresas, precisamos voltar um pouco antes da abertura do negócio propriamente dito. Quando ele é projetado pelo empreendedor, uma série de questões fiscais deve ser resolvida, como o regime tributário ideal.
 
Outros pontos em que os contadores atuam diretamente na abertura de um novo negócio dizem respeito à participação de cada sócio no capital da empresa, ao capital social e a todo o planejamento financeiro inicial, que garantirá o sucesso do empreendimento. Realmente, é muita coisa. Por isso, contar com alguém preparado para tal função é o mais indicado.
 
 
No dia a dia de trabalho
 
Se a sua empresa já começou a funcionar sem um contador, saiba que você pode estar perdendo uma grande oportunidade de melhorar os rendimentos do seu negócio. Mas por quê?
A resposta é simples: o contador é uma figura fundamental na gestão dos processos internos e auxilia na descoberta de gargalos dentro da empresa que drenam recursos e fazem com que o negócio perca rentabilidade. Para isso, o profissional de contabilidade tem os balanços mensais, semestrais e anuais como ponto de análise da saúde financeira da organização. Nesse ponto, aliás, cabe um alerta: desde a aprovação do novo Código Civil brasileiro, em 2003, o contador torna-se corresponsável por eventuais erros fiscais nas contas da empresa.
Além disso, também cabe a ele notificar sobre contas a receber e a serem pagas, a gerência do fluxo de caixa e outras tarefas burocráticas com as quais o empreendedor não pode se dar ao luxo de “perder tempo”. Isso porque, em uma pequena empresa, o empreendedor muitas vezes precisa atuar em diversas frentes ao mesmo tempo.
 
 
Lidando com os custos de um contador
 
Agora que você já viu a importância do contador no seu quadro de funcionários, deve estar se perguntando quanto custa manter esse profissional na empresa. No entanto, você deve lembrar que esse custo pode se tornar um investimento valioso para deixar sua empresa mais organizada e lucrativa.
Mas se o seu empreendimento ainda não comporta um profissional exclusivamente dedicado às funções fiscais, tributárias e financeiras, ter o apoio de uma empresa terceirizada pode ser a solução ideal para o seu negócio. Procurar um escritório de contabilidade ou um software que otimize sua capacidade de gestão fiscal são algumas das opções que você tem para gerenciar melhor a sua PME.
 
 
Fonte: Sage
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

A relevância da DRE para as pequenas empresas comerciais

A relevância da DRE para as pequenas empresas comerciais
 
Administrar uma organização, mesmo sendo ela pequena, é um grande desafio para qualquer empreendedor, principalmente em tempos de crises financeiras. Para isso, o bom administrador deve-se equipar de todas as ferramentas possíveis para não ser pego de surpresa em momentos difíceis. Um verdadeiro empresário deve conhecer cada detalhe de todas as operações envolvidas dentro de sua organização, pois não há outra maneira para você conseguir enxergar os pontos fortes, fracos, ameaças e oportunidades do seu negócio.
 
Sendo assim, por mais que muitos tentem desviar dessa disciplina, a Contabilidade possui ferramentas de suma importância para que o comerciante (ou qualquer outro tipo de empresário) consiga gerir seu negócio de forma mais uniforme e tranquila. Uma dessas ferramentas é a Demonstração de Resultado do Exercício, ou simplesmente DRE, infelizmente pouco utilizada pelos comerciantes e sendo muitas vezes confundida com o próprio fluxo de caixa da empresa.
 
Segundo Santos e Veiga (2014) a DRE é considerada uma demonstração Contábil, que se destina a evidenciar a formação do resultado final do exercício em questão, geralmente com a apuração do lucro, por meio da demonstração vertical, confrontando as receitas, custos e despesas consolidadas, obedecendo sempre ao regime de competência, ou seja, a venda, custo ou despesa computada deverá ser lançada conforme o dia em que de fato ocorreu, e não pelo dia de seu pagamento ou recebimento. Exemplo: No regime de competência, se o comércio em questão realizar uma venda de R$ 500,00 no dia 05/03 e receber por essa venda apenas no dia 05/04, a venda (receita operacional) deverá ser computada no dia 05/03 (dia de sua ocorrência), sendo que no dia 05/04 (recebimento da venda) será lançado o valor de R$ 500,00 para fins de fluxo de caixa, pois a venda em si já foi concretizada no dia 05/03. Dessa forma, o empresário conseguirá enxergar realmente quais foram suas vendas realizadas em certo período, separando suas receitas, custos e despesas conforme a operação e não conforme as entradas e saídas de moeda corrente no fluxo de caixa.
 
Vale ressaltar que o fluxo de caixa é muito importante para qualquer organização, sendo indispensável seu gerenciamento diário. Porém, se for dada a interpretação errônea para os acontecimentos no fluxo de caixa, o empresário pode acabar chegando a uma conclusão errada de sua movimentação financeira. É nesse momento que a DRE é indispensável: Caso a empresa possua uma DRE mensal, por exemplo, conseguirá enxergar se a falta de caixa é devido à baixa nas vendas, aumento de despesas, aumento de custos, etc. Muitas vezes o caixa da empresa está baixo e o empresário já se precipita nas conclusões, pensando que a empresa está fechando com prejuízos, quando na verdade a empresa está obtendo altos lucros. Lucros esses que só serão vistos caso a empresa possua uma DRE.
 
Mas, então, se a DRE apresenta um bom lucro, e meu caixa está baixo, qual o problema da minha empresa? Nesse caso, caberá à empresa verificar o Balanço Patrimonial e ver como estão alocados os ativos (bens e direitos) da organização. O caso mais provável, neste exemplo, seria de que o lucro acumulado da empresa está nos estoques e (ou) nas contas a receber de clientes (vendas a prazo). Ou até mesmo investidos no ativo imobilizado da empresa (máquinas, equipamentos, etc).
 
Em empresas comerciais, devido ao alto fluxo de estoques e variedades, (um mercado, por exemplo) achar o custo de cada produto e administrar as vendas dos mesmos de forma correta para se realizar uma DRE acaba se tornando um grande desafio, fazendo com que a maioria dos comerciantes opte por apenas utilizar o fluxo de caixa como forma de administração financeira. Realmente realizar tudo de forma manual se torna inviável, sendo assim, necessário o auxílio de um sistema de informação adequado que fará toda a gestão necessária para sua Contabilidade Gerencial. Apesar de a aquisição do software ser uma despesa a mais para a organização, dificilmente o empreendedor conseguirá encontrar os gargalos financeiros e operacionais de sua organização sem “investir” em um sistema que faça o serviço mais “pesado”. Optando apenas pelo fluxo de caixa, o comerciante sofrerá com a apuração de custos, com qual é a verdadeira margem de lucro sobre cada item ou até mesmo sofrer em apurar o faturamento da organização.
 
Para Santos e Veiga (2014) a DRE possui uma grande relevância gerencial e administrativa, pois demonstra com muita clareza a estrutura de todas as atividades envolvendo receitas, custos e despesas, além de mostrar o peso dos tributos incidentes sobre as vendas. Através da análise vertical é possível notar qual é a verdadeira porcentagem, por exemplo, que os custos consomem de sua venda, conseguindo desta forma analisar mensalmente (análise horizontal) se há um aumento ou diminuição desses custos perante suas vendas.
 
Sendo assim, segue um modelo da Demonstração de Resultado do Exercício, com suas principais contas e suas respectivas características.
 
Tabela 1. Distribuição e explicação sobre as contas da DRE [1]
 
Modelo da DRE
 
Análise das Contas
 
RECEITA OPERACIONAL BRUTA (=) (ROB)
 
Valor das vendas de bens, à vista ou a prazo.
 
Deduções da receita bruta (-)
 
São os tributos, descontos dados e devoluções de vendas.
 
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (=) (ROL)
 
É a diferença entre a ROB e as deduções.
 
Custos das mercadorias vendidas (-)
 
São os gastos com os produtos comprados para revendas no comércio.
 
LUCRO BRUTO (=)
 
É a diferença entre a ROL e os custos acima analisados.
 
Despesas Operacionais (-)
 
Despesas ocorridas necessárias para o desenvolvimento da atividade.
 
Despesas com vendas (-)
 
Gastos com telefones, energia elétrica, comissões, marketing, etc.
 
Despesas gerais e administrativas (-)
 
Gastos com salários administrativos, pró-labore, matérias de escritório, etc.
 
Outras receitas operacionais (+)
 
Proveniente de vendas de sucatas, lucro de participações em outras sociedades, etc.
 
Outras despesas operacionais (-)
 
Dividendos, amortizações, multas fiscais, IPVA, IPTU, etc.
 
LUCRO OPERACIONAL (=)
 
É a diferença entre o lucro bruto e as despesas operacionais.
 
Despesas financeiras (-)
 
São os juros, encargos e tarifas arcadas pela empresa.
 
Receitas Financeiras (+)
 
São os rendimentos obtidos pela empresa através de aplicações financeiras.
 
LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA (LAIR) (=)
 
É diferença entre o lucro operacional e as despesas financeiras, somada às receitas financeiras.
 
Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social (-)
 
Determinado por alíquotas específicas de cada regime de apuração.
 
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO (=)
 
Constitui o resultado final, que será integrado ao Balanço Patrimonial – Lucro ou Prejuízo.
 
[1] Tabela extraída de SILVA, Cleber Fernando Alves. A importância da Contabilidade Gerencial para as micro e pequenas empresas. Itápolis,2015,p.33.
 
Sendo assim, vale lembrar que todos os recursos da Contabilidade, desde que bem interpretados e utilizados da forma correta, são válidos para uma boa administração, principalmente para as empresas comerciais que muitas vezes sofrem em administrar financeiramente seus altos fluxos de produtos variados.
 
A DRE pode muitas vezes, segundo Sá (2008), salvar uma organização de prejuízos futuros quando bem analisada juntamente com outras demonstrações contábeis e financeiras como, por exemplo, fluxo de caixa; balanço patrimonial; planejamentos e orçamentos financeiros; índices econômico-financeiros, etc. Quando se tem um histórico longo de todas as DRE´s da organização, fica fácil se planejar para ao futuro, comparar épocas, índices, vendas e despesas sazonais e, dessa forma, traçar um caminho mais uniforme para a empresa nos próximos meses, prevendo e até mesmo diminuindo os riscos financeiros da organização.
 
Em um mercado onde a concorrência é cada vez maior e os clientes são cada vez mais seletivos e exigentes, obter mais conhecimento e formas de “driblar” os pontos negativos que podem afetar sua empresa é um grande passo dado para se atingir os objetivos empresariais e, dessa forma, crescer financeiramente de forma limpa e segura. Conhecer as finanças da empresa superficialmente não ajudará a organização a notar o que realmente deve ou não ser mudado. Quanto mais o empresário se aprofundar no setor Contábil-Financeiro de sua empresa, mais fácil será para agir em uma eventual crise ou em uma importante tomada de decisão.
 
Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Por que sua empresa precisa ter uma boa gestão financeira

Por que sua empresa precisa ter uma boa gestão financeira
 
Uma boa gestão financeira é pautada em conhecimentos da área e ferramentas gerenciais, mas também em algumas práticas relativamente simples e que devem ser utilizadas na rotina de sua empresa. Neste post, você vai entender por que sua empresa precisa ter uma boa gestão financeira e como isso pode beneficiar a sua gestão.
 
 
Conheça seus recursos e programe suas finanças
 
Além de conhecer toda a parte financeira de sua empresa, ou seja, o quanto ela recebe e o quanto ela desembolsa, é preciso começar a controlar esses recursos. Dê preferência ao uso do fluxo de caixa, pois além de melhorar o seu entendimento sobre o que está circulando financeiramente em sua empresa, essa ferramenta permite que tanto despesas, quanto receitas sejam separadas por tipo, o que pode gerar diversas análises.
 
Outra possibilidade do fluxo de caixa é a projeção. Com o fluxo de caixa projetado é possível entender melhor tendências de desembolsos e recebimentos. As informações do fluxo de caixa também irão permitir saber se existem valores que podem ser investidos ou se há necessidade de requisitar um empréstimo, por exemplo.
 
 
Entenda seus custos e estabeleça seu preço de venda
 
A separação dos custos por tipo também é importante na gestão financeira e, como você viu, pode ser feita dentro do fluxo do caixa. Esse tipo de conhecimento é importante para definir, de maneira correta, o seu preço de venda.
 
A definição do preço de venda deve ser feita de forma a cobrir todos os custos e despesas fixas e variáveis de sua empresa. Caso isso não seja feito da forma correta, seu negócio corre o sério risco de ter prejuízos.
 
 
Evite estoque parado e não perca dinheiro
 
O conhecimento do seu estoque e de como acontecem as saídas de seus produtos é determinante para uma boa gestão financeira, já que estoque parado é prejuízo na certa, mas, por outro lado, a falta de produtos pode afastar seus clientes.
 
Faça um mapeamento de seu estoque, quanto tempo as mercadorias demoram a entrar e a sair, qual mercadoria sai mais e qual é aquela que fica mais tempo estocada. Com base nisso, estabeleça algumas promoções tentando combinar produtos ou praticar preços diferenciados.
 
 
Defina uma política de pagamentos e recebimentos e tenha um bom capital de giro
 
A definição de uma política de pagamento e recebimentos é importante para que uma empresa tenha recursos à sua disposição. É muito comum que as empresas fiquem sem recursos ao oferecer um prazo maior para seus clientes do que ela tem com seus fornecedores.
 
Procure separar suas contas a pagar por data, evitando problemas com juros e multas que podem afetar negativamente seu caixa. No caso dos clientes, é preciso estar atento ao primeiro atraso, estabelecendo, junto ao seu departamento financeiro, uma rotina de cobrança e negociação de título.
 
Você viu que a gestão financeira de uma empresa requer ações simples, mas que irão ter um grande impacto nas finanças de seu negócio. Assim, você evita problemas de falta de recursos, falta ou excesso de estoque e ainda melhora o seu fluxo de pagamentos e recebimentos. E aí, tem alguma dúvida sobre o assunto?
 
 
Fonte: http://blog.ntwcontabilidade.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

A importância da inovação nos processos de TI em 2016

A importância da inovação nos processos de TI em 2016
 
Embora tenha sido esperado com certo receio pela maioria das empresas, 2016 chegou trazendo com ele desafios que podem impulsionar mudanças realmente positivas para os negócios. Sabemos que o atual cenário econômico exige atenção e jogo de cintura para todo mundo. E por isso, a fim de conter custos, muitas empresas colocaram um ponto final no ano passado estabelecendo ações conservadoras, que trazem pouca – ou nenhuma – inovação para os negócios. Acredito que esse é um
grande equívoco que pode, inclusive, refletir em perda de boas
oportunidades.
 
Vou explicar melhor. Indo na contramão da retenção econômica, o mercado de tecnologia continua a todo vapor. As empresas perceberam que a multicanalidade veio para ficar e vêm apostando em soluções que permitem a criação de laços mais fortes com seus parceiros e consumidores. Soma-se a isso o crescimento da necessidade de se estabelecer pontes com públicos de interesse. Atribuir bons canais de relacionamento se tornou um diferencial competitivo e que visivelmente impacta os negócios. Ou seja, se pararmos para analisar, TI nunca foi tão estratégica como agora. Portanto, vale a pena deixar de lado
investimentos de uma área que pode gerar melhores resultados?
 
Por isso penso que inovação é a palavra-chave para quem quer crescer e se sobressair às intempéries do cenário econômico. Mesmo que a adoção de novas soluções e estratégias envolvam um investimento inicial, os benefícios que vêm a seguir compensam e tendem a trazer grandes ganhos para a organização, melhorando a produtividade interna – o que consequentemente reflete em diminuição de custos – e oferecendo melhores serviços aos clientes e parceiros.
 
Por falar em aumento da produtividade, esse com certeza é um dos tópicos mais abordados nos últimos meses pelas empresas. A adoção de estratégias que possibilitam operações mais rápidas, com linguagem prática e que não exigem a ampliação da força de trabalho para sua manutenção impactam diretamente os resultados. Acredito que sempre
devemos considerar que o investimento que deixamos de fazer por querer economizar pode ser o mesmo investimento realizado pela concorrência e que resultará no seu destaque no mercado.
 
Em meio a tudo isso, a retenção de clientes também aparece como uma importante meta para esse ano. Muitas verticais, como o varejo, mercado de créditos, entre outros, encontram-se em retração. Como fazer então para evitar que meus parceiros procurem fornecedores mais baratos? Além de inovar nos serviços oferecidos, como citei, penso que é fundamental apostar em estratégias que melhorem o relacionamento a partir de métricas que mostrem o real valor do serviço prestado.
 
Por fim, vale ressaltar que tempos de crise também podem representar uma oportunidade de crescimento. Tudo depende de como lidamos com as oportunidades e expectativas do mercado. As empresas devem, mais do que nunca, advogarem em prol de suas marcas. E a tecnologia com certeza é um forte aliado nessa jornada, que impacta diretamente os resultados e a
percepção dos clientes. Então, pesquise e avalie qual é a melhor
estratégia para inovar, surpreender e gerar melhores resultados para os negócios.
 
 
Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/ (Autor: CARLOS BERTHOLDI, PRESIDENTE DA AVAYA BRASIL)
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Qual a importância das redes sociais para o seu negócio?

Qual a importância das redes sociais para o seu negócio?
 
O mundo dos negócios vende mais do que um produto ou uma marca, mas também a visibilidade do cliente. Para isso, é necessário que ele esteja diretamente ligado à tecnologia e formas de expandir seus serviços. Diversas plataformas estão disponíveis no mercado para auxiliar o empreendedor em seu trabalho como o Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, Snapchat, por exemplo.
 
Dentre os privilégios de se criar uma conta em redes sociais é que elas andam de mãos dadas com a evolução da tecnologia e permitem a divulgação de um serviço e até mesmo a contratação ou contato com um futuro empregado. Além disso, impulsionam as vendas através de fotos e vídeos, apresentando o trabalho aos curtidores da página. Apesar de fazer um trabalho completo, a internet diminui os custos de se conseguir clientes e quando gerenciadas da maneira correta trazem grandes retornos.
 
Entretanto, tudo tem prós e contras. Pensando nisso, separamos seis dicas de acordo com a Coach Madalena Feliciano para ajudar aqueles que desejam abrir uma conta em alguma e não fazer feio nas redes sociais:
1. Usar o perfil para relações estritamente profissionais com os clientes, de modo que ele sirva apenas para trabalho. O indicado é que o assessorado tenha um perfil pessoal para não confundir o trabalho;
2. Postar com frequência para não deixar de ser percebido pelos curtidores da página;
3. Usar linguagem clara, objetiva e explicar os termos técnicos, se for necessário utilizar;
4. Prestar muita atenção antes de postar, é preciso corrigir e analisar. Um erro pode ser uma curtida a menos. Lembre-se que a página é aberta, pode ser curtida por qualquer pessoa. Sendo assim, quanto mais curtidas melhor, sua página precisa ter credibilidade e cuidado com as postagens é um dos caminhos para chegar ao sucesso;
5. O Facebook permite que o dono da página patrocine um post para receber mais “likes” e visibilidade, aumentando o alcance da postagem;
6. Na fanpage do Facebook a empresa ou o profissional recebe nota e comentários, positivos e negativos. Dessa maneira, quem procura os serviços e consulta a página terá acesso à opinião daqueles que já conhecem o trabalho prestado.
 
Para desempenhar um bom trabalho, é importante que se tenha em mente que o público consumidor quer resultado e procura nas redes sociais a forma mais rápida de estar em contato com aquilo que deseja, por isso é tão importante estar em sintonia com a demanda dos clientes. “Agarrar-se à sua vocação profissional é muito importante, pois, por meio dela, as pessoas podem se realizar, e, com isso, executar um trabalho muito melhor, já que, quando gostamos de algo, nos empenhamos muito mais”, lembra a coach.
 
Fonte: SEGS
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