5 passos para simplificar a gestão da sua empresa

5 passos para simplificar a gestão da sua empresa
 
Para se manter bem no mercado, estar no controle da gestão financeira do seu negócio é essencial. “Regra número 1: nunca perca dinheiro. Regra número 2: não esqueça a regra número 1”, já disse Warren Buffet. Para que isso seja verdade, é preciso ter organização e visão de mercado, pois a gestão de capital envolve a decisão de investimento, que é a forma como os recursos serão aplicados, e a de financiamento, que são as estratégias de captação de recursos.
Então, como manter o controle de estoques, entradas, saídas, contas a pagar e a receber, lucros etc, especialmente em pequenas e médias empresas? Elencamos aqui dicas simples mas importantes para economizar tempo e dinheiro na gestão do negócio. Confira:
 
1 – Unifique o controle da gestão
Ao invés de usar uma ferramenta para o fluxo de caixa, outra para o controle de estoque, outra para emissão de NF-e e outra para analisar seus dados financeiros, por que não selecionar um sistema só que faça tudo isso? É a forma de garantir que não haverá discrepância ou desencontro de dados, além de ser mais fácil e seguro manter todas essas informações financeiras em uma só plataforma.
 
2 – Use ferramentas on-line
Baratas e seguras, as ferramentas on-line podem ser opções vantajosas para pequenas e médias empresas que querem crescimento de gente grande. Isso por serem simples de usar, poderem ser acessadas de qualquer lugar e serem mais práticas, pelas funções automáticas e serviços de notificação por e-mail. O sistema de gestão financeira ContaAzul, por exemplo, oferece todas essas funções já integradas, além de outras como a possibilidade de acompanhar a movimentação financeira da empresa em tempo real. Além disso, a plataforma possui planos acessíveis para todos os bolsos. Você ainda pode fazer um teste gratuito de sete dias de uso, para experimentar as funcionalidades do ContaAzul.
 
3 – Identifique suas necessidades
O que seu negócio mais precisa? Controle de estoque? Geração automática de relatórios? Conselhos em cima de dados sólidos sobre como gerir seu capital? Identificar os pontos fracos da sua gestão financeira vai ajudar você a simplificar os processos porque vai facilitar sua escolha quando se trata do sistema de gestão adequado ao que você precisa. Não adianta insistir em um sistema ou cadeia de processos que não permitem que você conheça a situação real da saúde financeira de seu negócio. Faça essa avaliação e escolha um sistema que não lhe faça perder tempo, o que nos leva ao próximo ponto…
 
4 – Otimize o tempo
Tempo é dinheiro e é por isso que, para simplificar a gestão, você precisa matar vários coelhos com uma cajadada só. Para isso, o sistema ContaAzul é uma boa opção, por alguns motivos. Ele oferece integração com os principais bancos, assim você não se estressa fazendo lançamentos manuais de extratos bancários. O sistema também gera relatórios específicos on-line a partir dos dados que você insere. O ContaAzul ainda emite boletos e NF-e, além de poder ser integrado com contador e realizar backups automáticos, para você não se preocupar em fazer quase nada manualmente.
 
5 – Informe-se sobre investimentos
A boa gestão financeira não só mantém o caixa sempre positivo, mas está interessada em fazer o negócio crescer. Alcançar esse crescimento requer planejamento e estudo. Que áreas da empresa precisam de mais investimento? Que setores podem custar mais barato? Se você escolher um sistema de gestão como o ContaAzul, poderá obter insights diretos sobre suas movimentações financeiras. A plataforma gera, automaticamente, relatórios sobre lançamentos no caixa, vendas por cliente, giro de estoque, produtos e serviços mais vendidos, análise de despesas e centro de custo, e vários outros.
 
Fonte: Administradores
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

A diferença entre o que é investimento e o que é despesa

A diferença entre o que é investimento e o que é despesa
 
O “day after” é um divisor de águas na análise que uma empresa pode fazer ao classificar o que foi gasto em um evento de treinamento para o seu time de funcionários – consultoria externa, hotel, refeições, passagens aéreas, traslado etc. Mas qual é o termo certo para se usar: despesa ou investimento?
Um treinamento será despesa todas as vezes que, após ter desenvolvido um seminário de treinamento interno ou contratado uma consultoria especializada em desenvolvimento profissional, a empresa constatar que o dinheiro utilizado para esta atividade foi pelo ralo. Às vezes, os treinados se encantam com o palestrante por sua comunicação clara e atraente. Em outros casos, o visual da apresentação, a tecnologia empregada pelo palestrante, o lúdico e o humor satisfazem a plateia. Mas, no “day after”, todos se perguntam: “para que serve o que foi visto?”, “onde se aplica?”. Sem estas respostas, isso quer dizer que os conceitos e as habilidades propostas não atendem às expectativas ou necessidades que os funcionários têm. Foi um seminário brilhante, mas o evento, que seria de treinamento, foi uma despesa.
 
Um treinamento é um investimento sempre que as atividades realizadas em seminários ou eventos deste tipo são direcionadas e satisfazem às necessidades que cada profissional possui no desenvolvimento de determinadas habilidades específicas para o trabalho. Um treinamento customizado significa preencher lacunas ou espaços vazios de conhecimento ou competência que um determinado funcionário tem, e que o impede de ser mais produtivo em seu trabalho. Isto é investir corretamente na qualificação da mão de obra.
 
Assim, vendedores devem ser frequentemente treinados quanto à sua técnica de vendas, de negociação, de superação de objeções, de comunicação etc. Gerentes de equipes precisam aprender ou reciclar as suas habilidades de planejamento, de delegação, de tomada de decisão, liderança e motivação. Cada função e cada pessoa tem uma necessidade específica. Cabe à alta gerência de uma empresa usar seu raio-x para detectar eficazmente as necessidades de treinamento de seu time, recomendando ou requisitando a elaboração de programas de capacitação, que gerem resultados e não despesas.
 
Em tempo de desafios, treinar, qualificar e desenvolver profissionais serão sempre bons investimentos.
 
Fonte: Administradores
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Cuidado! Seu estoque pode acabar com a sua empresa

Cuidado! Seu estoque pode acabar com a sua empresa
 
Recordo que, em uma viagem de férias, parei em um pequeno comércio de cidade do interior da Bahia para tomar um refrigerante e descansar após dirigir quilômetros sob um sol de verão. Nunca esquecerei a simplicidade do dono do estabelecimento, que foi me mostrar orgulhoso seu estoque, e enfatizou seus investimentos para garantir a “vida” de sua pequena empresa.
 
Ao entrar, tive uma surpresa: a quantidade de mercadoria era muito maior do que o fluxo de venda aparente do pequeno comércio. Logo, perguntei sobre isso e também sobre a quantidade de produtos descartados devido à baixa saída comercial. O semblante daquele humilde homem mudou e sua expressão demonstrou preocupação com os descartes de mercadorias e com os relatos de eventuais prejuízos.
 
A partir dessa história, retomo a afirmação de que a logística pode ser uma “santa ajuda” e uma estratégia para a integração dos processos de toda a cadeia produtiva. Se bem planejada, a logística ajuda no aumento da lucratividade dos negócios, principalmente as pequenas empresas. Não podemos esquecer que o mundo dos negócios é incerto, sendo necessário um olhar contínuo com foco para o estoque.
 
O descuido do estoque pode trazer consequências negativas para qualquer empresa. Os processos produtivos são integrados, sendo a área comercial e de marketing responsáveis por aumentar as vendas; a área de logística pela redução de custos para aumentar os lucros; e, para que isso ocorra, é necessária uma administração que atenda tanto a produção (materiais) quanto a entrega de produtos acabados ao cliente final.
 
Administrar bem o estoque é garantir que as informações sejam exatas sobre todos os itens e seus valores (monetários) para prevenir possíveis incertezas de demandas. Para tanto, uma ação faz-se necessária: a organização tem que ser precisa e com fluxos que facilitam tanto a entrada e a armazenagem de novos materiais como a saída de produtos acabados para atender os clientes.
 
Agora, a partir desse olhar interno, quando descubro que tenho estoque demais, o que devo fazer?
 
Retomo a conversa com seu Roberto (o pequeno empreendedor da Bahia), que ouviu com atenção as minhas sugestões:
 
1) Faça uma categorização dos produtos, caracterize-os em níveis de entradas e/ou saídas e seus respectivos volumes;
 
2) Crie uma estimativa financeira de valores monetários para cada item a fim de descobrir qual é o valor do estoque atual;
 
3) Evite a perda de vendas, garanta uma assertividade no nível de serviços, busque aumentar o tíquete médio de vendas, a partir de pequenas ações de marketing e promoção;
 
4) Crie ferramentas de controle de estoque (entrada e saída) a partir de uma base de dados (pode ser um planilha em Excel) para efetivar o processo de compra e reposição de novos materiais.
 
Com essas simples dicas o Seu Roberto entendeu que nos dias atuais um estoque volumoso não é sinônimo de capital investido e sim de dinheiro parado, visto que as necessidades dos clientes mudam e a diversidade de produtos é ofertada de maneira cíclica. É necessário criar uma parceria com seus fornecedores para prever possíveis demandas de compras. Administrar estoque é entender a necessidade de equilíbrio entre fornecedor e cliente, sendo o empreendedor um mediador desse processo.
Inicie imediatamente um inventário do seu estoque a partir da máxima de “nem mais, nem menos, apenas o ideal”.
 
Fonte: Exame.com (Autor: Arnaldo Vhieira)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

A importância da integração de processos em pequenas empresas

A importância da integração de processos em pequenas empresas
 
A grande motivação para a aquisição de ferramentas tecnológicas pelas Pequenas e Médias Empresas (PMEs) é a demanda para aquisição de um sistema de informação que permita a integração dos processos executados pelas diversas áreas da empresa, garantindo a confiabilidade e a facilidade de acesso às informações armazenadas.
 
A modernização da gestão passa pelo acompanhamento em tempo real dos resultados da empresa, de suas ações etc. O gestor tem que saber, a qualquer momento, quanto gastou, quando ganhou, qual seu nível de estoque, etc. Na prática, ele precisa de confiabilidade nas informações nas quais vai basear suas decisões e estratégias de negócios, e isso só é possível com a integração de processos.
 
Com processos integrados, a empresa consegue identificar seus gargalos no momento em que ocorrem, ganhando poder de reação e minimizando seus impactos. Não é preciso esperar o final do mês para detectar um problema. Com isso, as reuniões se tornam mais pontuais e não é mais necessário envolver as pessoas em busca de dados antigos.
 
E as vantagens não param por aí. Com processos integrados, por exemplo, é possível ampliar o controle do fluxo de caixa. Se ele estiver atualizado em tempo real, a empresa ganha poder de negociação, pode pagar juros menores se o saldo for negativo, ou pode negociar taxas melhores e melhor rentabilidade para seu saldo positivo. Além disso, com o fluxo de caixa controlado, é possível reduzir sensivelmente o número de aportes.
 
Outro exemplo é a área comercial, considerada hoje a alma de toda a empresa: todos precisam vender e é isso que traz lucro. Mas para isso é preciso saber até onde se pode ser agressivo, qual o limite para uma negociação comercial. A maioria dos empresários não consegue definir estes limites. Ao contrário, se souberem que já atingiram o ponto de equilíbrio em determinado período, podem adotar políticas mais agressivas dali para frente.
 
Apesar de todas essas vantagens, o fato é que atualmente 85% das pequenas empresas e 40% das grandes ainda não integram seus processos. Isso representa uma oportunidade enorme, porque a espinha dorsal de qualquer projeto de integração de processos é a TI, que garante que ao longo do tempo esse trabalho terá sequência.
 
A ferramenta de informática é necessária e está aí para preparar as empresas para desafios ainda maiores, como a busca de clientes mais exigentes. E não só. Também é fato que, após integrar seus processos, a rentabilidade destas empresas sobe em média 2% em um período de 12 meses. Vale a pena, e traz resultados.
 
Para as pequenas e médias empresas, portanto, a incorporação de recursos tecnológicos pode ser um fator de diferenciação, contribuindo, significativamente, para manter padrões de competitividade compatíveis com as grandes organizações, e pode mesmo constituir a diferença entre sobreviver e desaparecer.
 
Fonte: Administradores (Autor: Fábio Túlio Felippe)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Lucro bruto x lucro líquido: fique por dentro de cada um

Lucro bruto x lucro líquido: fique por dentro de cada um
 
Algumas questões contábeis, como a determinação de lucro bruto e lucro líquido, podem parecer um pouco complexas e confusas inicialmente. Isso acontece porque, muitas vezes, as pessoas não conhecem alguns conceitos básicos e pré-requisitos para a boa compreensão e utilização desses termos. Uma vez que a análise de lucro bruto e lucro líquido é um importante indicador da saúde de um empreendimento, erros não podem ser cometidos sob o risco de elaboração de um planejamento baseado em dados não condizentes com a realidade de uma empresa.
 
Confira abaixo tudo que você precisa saber para determinar o lucro bruto e o lucro líquido de sua empresa e como calculá-los!
 
Sendo assim, e agora de forma muito mais simples, lucro bruto se trata da diferença entre receita total e custos variáveis, ou seja: Lucro Bruto = Receita Total – Custos Variáveis.
 
Lucro líquido
Assim como no tópico anterior, para a compreensão deste termo é necessário primeiramente conhecer, além dos conceitos apresentados no tópico anterior, os conceitos de custo fixo e custo total. Custos fixos são todos aqueles que não dependem da quantidade produzida. Ex: voltando ao caso da padaria, independentemente desta optar por produzir pães ou não e de qual será a quantidade produzida, no final do mês ela terá de pagar os salários de seus funcionários, seu aluguel, etc. Dessa forma, os valores gastos com salários e aluguel, por exemplo, são custos fixos, pois eles não dependem da quantidade de pães produzidos.
 
E o custo total, assim como o próprio nome diz, se trata da simples soma de todos os custos, sejam eles fixos ou variáveis, como farinha de trigo, aluguel e salários. Em forma de equação matemática, ficaria: Custo Total = Custos Fixos + Custos Variáveis. Vale ressaltar que alguns impostos assumem a forma de custos fixos, como o IPTU, por exemplo, e outros assumem a forma de custos variáveis, como o ICMS.
 
Por fim, o lucro líquido se trata da diferença entre a receita total e custo total, ou seja, Lucro Líquido = Receita Total – Custo Total.
 
 
Lucro bruto
Para compreender o que é este termo é preciso ter em mente os conceitos de custos variáveis e receita total. Custos variáveis são todos aqueles que variam de acordo com a quantidade produzida. Ex: se uma padaria produz 1000 pães, seu custo com farinha de trigo é X. Se ela produzir 100 pães, seu custo com farinha de trigo é Y, porém, inferior ao último caso. Se essa mesma padaria opta por não produzir nenhum pão, seu custo com farinha de trigo será zero — supondo que essa hipotética padaria produza apenas pães. Dessa forma, o valor gasto com farinha de trigo é um custo variável, pois ele depende diretamente da quantidade de pães que a padaria decide produzir. Já a receita total pode ser compreendida como o produto entre o preço do bem ou serviço em questão e a quantidade de vendas desse mesmo bem ou serviço. Em forma de equação matemática: Receita Total = Preço x Quantidade.
 
 
Fonte: http://blog.sage.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Contabilistas são aliados de empresas para driblar a crise

Contabilistas são aliados de empresas para driblar a crise
 
A crise financeira enfrentada pelo Brasil no ano passado e que se prolonga em 2016 está levando muitas empresas a rever suas estratégias para este ano. A palavra de ordem nas organizações, independentemente do porte, é reduzir custos. Neste sentido, contabilistas podem ser grandes aliados das companhias, já que conhecem todo o histórico da empresa e podem atuar ao lado dos gestores para identificar onde é possível mexer. “O contador tem base para desenvolver análises de custos e tributárias, que podem ajudar na tomada de decisões. Este profissional tem se tornado cada vez mais estratégico nas companhias”, destaca Marcos Sanches, sócio da TG&C Auditores.
 
“Com mais empresas indo à Bolsa de Valores, a profissão se tornou mais valorizada e vem se exigindo mais desses profissionais”, diz o sócio da área de auditoria da Deloitte, Rogério Lopes Mota.
 
“A aplicação da contabilidade dá o suporte e oferece a estrutura necessária para as empresas, e as tomadas de decisões cada vez mais dependerão dos resultados apresentados pela contabilidade”, considera o presidente do Conselho Regional de
Contabilidade de São Paulo (CRC-SP), Gildo Freire de Araújo.
 
“A contabilidade deixou de ser uma forma de controle burocrático da empresa para contribuir com dados e informações que são imprescindíveis na tomada de decisões”, afirma o presidente do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo (Sindcont-SP), Jair Gomes de Araújo.
 
Para especialistas, aos poucos os empresários começam a perceber a importância deste profissional e tem usado o conhecimento deles para definir os próximos passos que serão adotados pela companhia. Isso sem falar que as novas determinações legais, como Sped e eSocial, também contribuem para que o trabalho do contador se torne mais requisitado.
 
“Neste ano, começa a obrigatoriedade do Bloco K, que é uma ramificação do Sped fiscal, e é mais uma ferramenta para o governo enxergar dados da empresa e se está ocorrendo sonegação na compra ou venda de produtos ou serviços”, explica Marcos Sanches – sócio da TG&C Auditores. Vale destacar que o trabalho do contador vai ser cada vez mais dependente de sistemas de informação. “Além disso, deve aumentar sua participação nas decisões gerenciais, nas quais ele possa auxiliar as companhias na elaboração de suas políticas de governança, controles internos, discussões com Board of Directors, acionistas, entre outros fatores que auxiliam na identificação e mitigação de fraudes nas empresas”, finaliza o sócio da área de Advisory da BDO, Adriano Correa.
 
Para atender às novas exigências do Fisco, especialistas consideram que o trabalho do contador deve ser cada vez mais ágil, pontual e, sobretudo, orientador. “Ele tem um papel primordial no que diz respeito ao atendimento das expectativas dos empresários. Tem de estar à disposição para prestar apoio e promover, da melhor forma possível, o cumprimento do que é determinado pela legislação”, afirma o contador da Mega Sistemas Corporativos, Cesar Rodrigo Gatti.
 
Fonte: DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços (Autor: Gilmara Santos)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Quais são os principais erros contábeis cometidos pelas empresas?

Quais são os principais erros contábeis cometidos pelas empresas?
 
Talvez o seu cliente ainda não tenha clareza disso, mas a contabilidade está para as empresas assim como a medicina está para a saúde. Ela é o coração de uma empresa e qualquer erro neste setor pode custar o próprio patrimônio do empreendedor. Além de imprescindível perante as exigências legais e fiscais do país, acontabilidade é hoje um braço estratégico dentro das corporações, já que reúne informações valiosas para a tomada de decisões estratégicas, como investimentos ou aplicações.
 
Mas, ainda assim, estudo realizado pelo CONFEB (Conselho Fiscal Empresarial Brasileiro) mostrou que 84% das empresas já identificaram deslizes internos ou junto aos escritórios de contabilidade que prejudicaram a corporação. Neste cenário de insegurança, sai na frente quem possui os recursos para uma contabilidade mais precisa e em conformidade com a volátil legislação tributária brasileira, única maneira de evitar que as empresas atendidas se exponham a riscos, como problemas com o Fisco, processos trabalhistas, entre outros.
 
E você, sabe como explicar a importância disso para seu cliente? Veja neste post os quatro erros contábeis mais cometidos pelas empresas e saiba explicar por que você pode resguardá-las deles!
 
Erro na agenda de pagamentos
A saúde contábil de uma empresa engloba uma série de fluxos, entre eles os pagamentos de tributos e de funcionários nas datas precisas. A falta de uma organização interna nos lançamentos, na geração de guias de pagamentos ou a incidência de atrasos e omissões de pagamentos importantes geram problemas facilmente evitáveis. Assim, a exatidão nos lançamentos e o cuidado com os prazos são essenciais. Um sistema de contabilidade que integre lançamentos diversos com folha de pagamentos, escrituração fiscal e controle patrimonial é uma boa alternativa para evitar esse tipo de equívoco.
 
Desorganização dos arquivos contábeis
Tudo o que é declarado na contabilidade deve ser potencialmente provado. Para isso, a organização de notas e documentos fiscais é imprescindível. Ter esses documentos arquivados em versão digital evita erros, como duplicidade ou omissão de lançamentos, divergências nos valores lançados ou mesmo inversão e trocas de contas. Esses cuidados resguardam a empresa de multas de fiscalização por divergências.
 
Violação dos princípios da contabilidade
O respeito aos princípios da contabilidade é o que garante a uniformidade dos processos contábeis para todas as empresas. Porém, alguns contadores e escritórios de contabilidade ainda cometem erros ao violar esses princípios, quando supervalorizam os ativos, por exemplo. Esse erro, que fere o princípio de prudência, pode gerar uma interpretação falsa do patrimônio da empresa, levando-a a decisões estratégicas prejudiciais.
 
Falhas na emissão de notas fiscais eletrônicas
Como a emissão correta de uma nota fiscal eletrônica depende do preenchimento exato de campos como PIS, ISS e CONFINS, este processo está sujeito a falhas comuns. E, claro, erros na emissão das notas fiscais eletrônicas também podem prejudicar uma empresa, fazendo-a pagar impostos desnecessários ou mesmo ser notificada pelos órgãos de fiscalização.
A automatização do processo de emissão dessas notas através de um sistema de gestão contábil evita esse tipo de erro e é um diferencial importante para os contadores e escritórios frente aos clientes em potencial.
 
Fonte: Sage
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Os Princípios de Contabilidade na Prática

Os Princípios de Contabilidade na Prática
 
São Princípios de Contabilidade:
 
ENTIDADE:
NA PRÁTICA – O patrimônio de uma empresa não deve se confundir com o patrimônio dos seus proprietários.
 
CONTINUIDADE:
NA PRÁTICA – Permiti o efetivo confronto entre as receitas e as despesas para apuração do lucro, demonstrando a realidade em cada período contábil de uma empresa.
 
OPORTUNIDADE:
NA PRÁTICA – O Registro Contábil dos Fatos Patrimoniais ocorridos no exercício financeiro de uma empresa, deve ser feito de forma Integral (sem exclusão ou seleção de informações).
 
REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL
NA PRÁTICA – Os itens patrimoniais serão registrados pela contabilidade por seus valores originais devidamente expressos em moeda corrente do país.
 
COMPETÊNCIA:
NA PRÁTICA – O registro de todas as receitas e despesas é de acordo com o fato gerador.
 
PRUDÊNCIA:
NA PRÁTICA: O objetivo é impedir que na escrituração contábil, ocorram juízos puramente pessoais ou outros interesses de terceiros.
REFERÊNCIAS:
Atualiza e consolida dispositivos da Resolução CFC nº 750/93, que dispõe sobre os Princípios Fundamentais de Contabilidade. Resolução CFC nº 1 2 8 2 , d e 2 8 d e m a i o d e 2 0 1 0 . D i s p o n í v e l e m : . Acesso em: 8 mar. 2011.
 
 
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

4 fatos que provam que o contador é o melhor parceiro das empresas de sucesso

4 fatos que provam que o contador é o melhor parceiro das empresas de sucesso
 
O mundo dos negócios anda muito disputado e empreender no Brasil nunca foi tão concorrido. Mesmo com a economia sem apresentar grande crescimento, abrir uma empresa se tornou algo desejável, pois há um crescente descontentamento com as estruturas comuns de trabalho. E isso faz com que, para conquistar umaclientela ampla e fiel, o líder precise cortar gastos e apresentar um valor interessante pelos seus produtos ou serviços.
 
Por essa razão, é comum que se abra mão de colaboradores que não são exigidos ou tidos como essenciais e um deles é o contador. Mas será que isso está realmente certo? A realidade mostra que não: ter um profissional desses não só melhora o funcionamento da empresa, como ainda pode reduzir muitos prejuízos futuros. Você já sabe disso, mas e o seu cliente?
 
Conheça 4 fatos que provam que o contador é o melhor aliado das empresas de sucesso e mostre aos empresários por que eles precisam da sua expertise. Confira a seguir:
 
Agregam conhecimento específico
Um erro comum de empreendedores, especialmente os iniciantes, é achar que conseguem cuidar sozinhos do balanço contábil. Porém, isso geralmente não é verdade, pois lidar com a contabilidade exige um conhecimento bem mais específico de matemática e de todos os processos relacionados. Além de tudo, isso tira a atenção do empreendedor e dispensa uma energia enorme para conciliar essa com todas as outras funções e necessidades que a gestão da empresa exige.
 
Administram várias responsabilidades
Além de fazer o balanço financeiro, o profissional de contabilidade tem outras funções importantes, especialmente nos dias de hoje. O seu conhecimento também permite que o contador trace e pense estratégias financeiras baseadas, por exemplo, em um planejamento tributário. Afinal, o ideal é que o empreendimento, além de ter uma atividade contábil bem executada, tenha integração plena ao sistema de gestão como um todo. O contador, então, pode fazer parte da definição de preços (visando melhores margens de lucro), intervir nos processos de compra, analisar dívidas e verificar ativos.
 
Entendem de legislação
Além de tudo, o contador tem funções que muitas empresas não pensam, como compreender a legislação fiscal, tributária, previdenciária e trabalhista. Isso permite, por exemplo, que o empresário faça uma programação a longo prazo dos seus gastos e, a partir dela, podem surgir oportunidades de investimentos mais rentáveis ou seguras.
 
Representam mais segurança
O contador, no íntimo de suas atribuições, tem que lançar, com clareza e detalhes, todas as operações relativas ao exercício de uma empresa. É esse profissional que cuida da organização, da gestão econômica, apura resultados e faz os cálculos de tributos, orientando também a movimentação financeira. Atitudes tolas, como confundir os bens pessoais dos donos com os da empresa em declarações e não possuir a documentação necessária para certos tipos de transações, podem trazer sérios prejuízos e até comprometer o futuro das companhias. O contador não vai compactuar com a arbitrariedade fiscal e vai reduzir processos viciosos, através de seu conhecimento dos erros de conduta mais comuns no mundo empresarial.
Com esses argumentos, você pode convencer seus clientes de que o profissional contábil é o melhor aliado de uma empresa e que eles não devem abrir mão desse serviço. Suas atribuições podem fazer muito bem para o negócio, tornando-o mais seguro e competitivo. Ajude-os a pensar grande: um profissional como você não é um custo, é um investimento.
 
Fonte: Sage
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Decore: Regras para emissão passam a valer em janeiro

Decore: Regras para emissão passam a valer em janeiro
 
O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) aprovou, em novembro, Resolução alterando regras para emissão da Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (Decore). Duas das mudanças – a necessidade de fazer upload no ato de emissão da declaração e a utilização da certificação digital para a emissão do documento – só entrarão em vigor em abril, segundo deliberação do Tribunal Superior de Ética e Disciplina do CFC nº 029/2015, aprovada nessa quinta-feira (10).
 
Segundo o vice-presidente de Ética, Fiscalização e Disciplina do CFC, Luiz Fernando Nóbrega, a decisão de prorrogar a vigência de partes da Resolução foi necessária para permitir que os profissionais consigam se adequar. “Optamos por prorrogar as duas mudanças operacionais mais relevantes da Resolução, que alteram profundamente ao dia a dia do profissional da contabilidade para que eles possam se adaptar melhor às novas normas. Desde a publicação da Resolução temos recebido inúmeros questionamentos e vimos a necessidade de fazer uma campanha maciça de comunicação para os profissionais”.
 
A Resolução aprovada em novembro traz também ampliação do número de documentos válidos para a emissão da Decore e a informação de que as declarações emitidas ficarão disponíveis para a Receita Federal. Essas já passam a valer a partir de 1º de janeiro de 2016. “A disponibilização da Decore para a Receita Federal é uma segurança para o profissional da contabilidade, que terá mais subsídios para responder negativamente caso um cliente peça uma declaração sem o correto embasamento legal”, reforça Nóbrega.
 
As situações em que as Decores podem ser emitidas estão na Resolução 1.492/2015. Os documentos válidos para embasar as emissões estão disponíveis no anexo II da Resolução, que pode ser conferida aqui.
 
Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.