Dados das Decores estão disponíveis para a Receita

Dados das Decores estão disponíveis para a Receita
O vice-presidente Técnico do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Zulmir Breda, se reuniu na quarta-feira (6/4), com o subsecretário de Fiscalização da Receita Federal do Brasil, Iágaro Jung Martins, para discutir as formas de envio dos dados da Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (Decore) emitidos pelos profissionais de contabilidade para a Receita Federal. A identificação das empresas de grande porte também foi tema da reunião.
 
O CFC está modernizando seus sistemas, entre eles, o da emissão da Decore. A partir de maio, o profissional terá que fazer upload dos documentos comprobatórios dos rendimentos no ato da emissão e, desde janeiro, as declarações emitidas estão disponíveis para a Receita Federal. A Decore é um documento muito utilizado por profissionais liberais e empresários para comprovar rendimento. É exigido, em geral, por bancos e demais instituições financeiras. A reunião tratou de como esses dados serão enviados para o órgão. “São mais de 500 mil declarações emitidas todos os anos com informações de rendimentos”, afirmou Breda.
 
Para Martins, a declaração terá a função de melhorar a qualidade das informações prestadas ao Fisco. “Muitas vezes, o contribuinte, na hora de prestar informações de seus rendimentos e patrimônios à Receita, omite informações para o profissional da contabilidade, mas na hora que ele precisa de uma declaração comprobatória de renda, ele quer que o profissional emita um documento afirmando que ele tem rendimentos reais maiores que os apresentados ao Fisco. Portanto, para nós, a Decore auxiliará na qualidade da informação prestada.”
 
O vice-presidente consultou Martins sobre a possibilidade de a Escrituração Contábil Digital (ECD) passar a exigir o nome do auditor independente das organizações consideradas de grande porte pela Lei nº 11.638/2007. Atualmente, o campo está disponível, mas não gera mensagem de erro caso não seja preenchido, apenas de advertência. A Lei 11.638, além de definir o que são empresas de grande porte, determina que elas contratem auditoria independente. “Hoje nós não conseguimos fiscalizar se as empresas de grande porte estão cumprindo a lei, porque não conseguimos saber quem são elas. Com a alteração na ECD, elas serão obrigadas a informar quem as audita e, assim, teremos a certeza de que estão sendo auditadas, o que é uma proteção para a sociedade”, afirmou Breda. De acordo com a lei, são consideradas empresas de grande porte a sociedade ou o conjunto de sociedades que tiveram, no exercício social anterior, ativo total superior a duzentos e quarenta milhões de reais ou receita bruta anual superior a trezentos milhões de reais.
 
Fonte: Contabilidade na TV
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Entenda a importância do contador nas PMEs

Entenda a importância do contador nas PMEs
 
Muitos empreendedores tiram do papel suas ideias e acreditam que poderão, sozinhos, gerenciar todos os departamentos da empresa. Isso até pode acontecer no começo, quando a estrutura é mais enxuta, mas ao menor sinal de crescimento, a importância do contador nos quadros de funcionários torna-se evidente.
 
Mais do que responsável pelo acerto das contas da empresa e pelo pagamento de tributos aos governos municipais, estaduais e federal, o contador é o responsável por auxiliar o gestor na condução consciente da organização. Por isso, neste artigo vamos mostrar como o contador é uma figura fundamental mesmo para uma pequena ou média empresa.
 
 
Antes de abrir o próprio negócio
 
Para tratar da importância do contador nas pequenas e médias empresas, precisamos voltar um pouco antes da abertura do negócio propriamente dito. Quando ele é projetado pelo empreendedor, uma série de questões fiscais deve ser resolvida, como o regime tributário ideal.
 
Outros pontos em que os contadores atuam diretamente na abertura de um novo negócio dizem respeito à participação de cada sócio no capital da empresa, ao capital social e a todo o planejamento financeiro inicial, que garantirá o sucesso do empreendimento. Realmente, é muita coisa. Por isso, contar com alguém preparado para tal função é o mais indicado.
 
 
No dia a dia de trabalho
 
Se a sua empresa já começou a funcionar sem um contador, saiba que você pode estar perdendo uma grande oportunidade de melhorar os rendimentos do seu negócio. Mas por quê?
A resposta é simples: o contador é uma figura fundamental na gestão dos processos internos e auxilia na descoberta de gargalos dentro da empresa que drenam recursos e fazem com que o negócio perca rentabilidade. Para isso, o profissional de contabilidade tem os balanços mensais, semestrais e anuais como ponto de análise da saúde financeira da organização. Nesse ponto, aliás, cabe um alerta: desde a aprovação do novo Código Civil brasileiro, em 2003, o contador torna-se corresponsável por eventuais erros fiscais nas contas da empresa.
Além disso, também cabe a ele notificar sobre contas a receber e a serem pagas, a gerência do fluxo de caixa e outras tarefas burocráticas com as quais o empreendedor não pode se dar ao luxo de “perder tempo”. Isso porque, em uma pequena empresa, o empreendedor muitas vezes precisa atuar em diversas frentes ao mesmo tempo.
 
 
Lidando com os custos de um contador
 
Agora que você já viu a importância do contador no seu quadro de funcionários, deve estar se perguntando quanto custa manter esse profissional na empresa. No entanto, você deve lembrar que esse custo pode se tornar um investimento valioso para deixar sua empresa mais organizada e lucrativa.
Mas se o seu empreendimento ainda não comporta um profissional exclusivamente dedicado às funções fiscais, tributárias e financeiras, ter o apoio de uma empresa terceirizada pode ser a solução ideal para o seu negócio. Procurar um escritório de contabilidade ou um software que otimize sua capacidade de gestão fiscal são algumas das opções que você tem para gerenciar melhor a sua PME.
 
 
Fonte: Sage
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

A relevância da DRE para as pequenas empresas comerciais

A relevância da DRE para as pequenas empresas comerciais
 
Administrar uma organização, mesmo sendo ela pequena, é um grande desafio para qualquer empreendedor, principalmente em tempos de crises financeiras. Para isso, o bom administrador deve-se equipar de todas as ferramentas possíveis para não ser pego de surpresa em momentos difíceis. Um verdadeiro empresário deve conhecer cada detalhe de todas as operações envolvidas dentro de sua organização, pois não há outra maneira para você conseguir enxergar os pontos fortes, fracos, ameaças e oportunidades do seu negócio.
 
Sendo assim, por mais que muitos tentem desviar dessa disciplina, a Contabilidade possui ferramentas de suma importância para que o comerciante (ou qualquer outro tipo de empresário) consiga gerir seu negócio de forma mais uniforme e tranquila. Uma dessas ferramentas é a Demonstração de Resultado do Exercício, ou simplesmente DRE, infelizmente pouco utilizada pelos comerciantes e sendo muitas vezes confundida com o próprio fluxo de caixa da empresa.
 
Segundo Santos e Veiga (2014) a DRE é considerada uma demonstração Contábil, que se destina a evidenciar a formação do resultado final do exercício em questão, geralmente com a apuração do lucro, por meio da demonstração vertical, confrontando as receitas, custos e despesas consolidadas, obedecendo sempre ao regime de competência, ou seja, a venda, custo ou despesa computada deverá ser lançada conforme o dia em que de fato ocorreu, e não pelo dia de seu pagamento ou recebimento. Exemplo: No regime de competência, se o comércio em questão realizar uma venda de R$ 500,00 no dia 05/03 e receber por essa venda apenas no dia 05/04, a venda (receita operacional) deverá ser computada no dia 05/03 (dia de sua ocorrência), sendo que no dia 05/04 (recebimento da venda) será lançado o valor de R$ 500,00 para fins de fluxo de caixa, pois a venda em si já foi concretizada no dia 05/03. Dessa forma, o empresário conseguirá enxergar realmente quais foram suas vendas realizadas em certo período, separando suas receitas, custos e despesas conforme a operação e não conforme as entradas e saídas de moeda corrente no fluxo de caixa.
 
Vale ressaltar que o fluxo de caixa é muito importante para qualquer organização, sendo indispensável seu gerenciamento diário. Porém, se for dada a interpretação errônea para os acontecimentos no fluxo de caixa, o empresário pode acabar chegando a uma conclusão errada de sua movimentação financeira. É nesse momento que a DRE é indispensável: Caso a empresa possua uma DRE mensal, por exemplo, conseguirá enxergar se a falta de caixa é devido à baixa nas vendas, aumento de despesas, aumento de custos, etc. Muitas vezes o caixa da empresa está baixo e o empresário já se precipita nas conclusões, pensando que a empresa está fechando com prejuízos, quando na verdade a empresa está obtendo altos lucros. Lucros esses que só serão vistos caso a empresa possua uma DRE.
 
Mas, então, se a DRE apresenta um bom lucro, e meu caixa está baixo, qual o problema da minha empresa? Nesse caso, caberá à empresa verificar o Balanço Patrimonial e ver como estão alocados os ativos (bens e direitos) da organização. O caso mais provável, neste exemplo, seria de que o lucro acumulado da empresa está nos estoques e (ou) nas contas a receber de clientes (vendas a prazo). Ou até mesmo investidos no ativo imobilizado da empresa (máquinas, equipamentos, etc).
 
Em empresas comerciais, devido ao alto fluxo de estoques e variedades, (um mercado, por exemplo) achar o custo de cada produto e administrar as vendas dos mesmos de forma correta para se realizar uma DRE acaba se tornando um grande desafio, fazendo com que a maioria dos comerciantes opte por apenas utilizar o fluxo de caixa como forma de administração financeira. Realmente realizar tudo de forma manual se torna inviável, sendo assim, necessário o auxílio de um sistema de informação adequado que fará toda a gestão necessária para sua Contabilidade Gerencial. Apesar de a aquisição do software ser uma despesa a mais para a organização, dificilmente o empreendedor conseguirá encontrar os gargalos financeiros e operacionais de sua organização sem “investir” em um sistema que faça o serviço mais “pesado”. Optando apenas pelo fluxo de caixa, o comerciante sofrerá com a apuração de custos, com qual é a verdadeira margem de lucro sobre cada item ou até mesmo sofrer em apurar o faturamento da organização.
 
Para Santos e Veiga (2014) a DRE possui uma grande relevância gerencial e administrativa, pois demonstra com muita clareza a estrutura de todas as atividades envolvendo receitas, custos e despesas, além de mostrar o peso dos tributos incidentes sobre as vendas. Através da análise vertical é possível notar qual é a verdadeira porcentagem, por exemplo, que os custos consomem de sua venda, conseguindo desta forma analisar mensalmente (análise horizontal) se há um aumento ou diminuição desses custos perante suas vendas.
 
Sendo assim, segue um modelo da Demonstração de Resultado do Exercício, com suas principais contas e suas respectivas características.
 
Tabela 1. Distribuição e explicação sobre as contas da DRE [1]
 
Modelo da DRE
 
Análise das Contas
 
RECEITA OPERACIONAL BRUTA (=) (ROB)
 
Valor das vendas de bens, à vista ou a prazo.
 
Deduções da receita bruta (-)
 
São os tributos, descontos dados e devoluções de vendas.
 
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (=) (ROL)
 
É a diferença entre a ROB e as deduções.
 
Custos das mercadorias vendidas (-)
 
São os gastos com os produtos comprados para revendas no comércio.
 
LUCRO BRUTO (=)
 
É a diferença entre a ROL e os custos acima analisados.
 
Despesas Operacionais (-)
 
Despesas ocorridas necessárias para o desenvolvimento da atividade.
 
Despesas com vendas (-)
 
Gastos com telefones, energia elétrica, comissões, marketing, etc.
 
Despesas gerais e administrativas (-)
 
Gastos com salários administrativos, pró-labore, matérias de escritório, etc.
 
Outras receitas operacionais (+)
 
Proveniente de vendas de sucatas, lucro de participações em outras sociedades, etc.
 
Outras despesas operacionais (-)
 
Dividendos, amortizações, multas fiscais, IPVA, IPTU, etc.
 
LUCRO OPERACIONAL (=)
 
É a diferença entre o lucro bruto e as despesas operacionais.
 
Despesas financeiras (-)
 
São os juros, encargos e tarifas arcadas pela empresa.
 
Receitas Financeiras (+)
 
São os rendimentos obtidos pela empresa através de aplicações financeiras.
 
LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA (LAIR) (=)
 
É diferença entre o lucro operacional e as despesas financeiras, somada às receitas financeiras.
 
Provisão para o Imposto de Renda e Contribuição Social (-)
 
Determinado por alíquotas específicas de cada regime de apuração.
 
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO (=)
 
Constitui o resultado final, que será integrado ao Balanço Patrimonial – Lucro ou Prejuízo.
 
[1] Tabela extraída de SILVA, Cleber Fernando Alves. A importância da Contabilidade Gerencial para as micro e pequenas empresas. Itápolis,2015,p.33.
 
Sendo assim, vale lembrar que todos os recursos da Contabilidade, desde que bem interpretados e utilizados da forma correta, são válidos para uma boa administração, principalmente para as empresas comerciais que muitas vezes sofrem em administrar financeiramente seus altos fluxos de produtos variados.
 
A DRE pode muitas vezes, segundo Sá (2008), salvar uma organização de prejuízos futuros quando bem analisada juntamente com outras demonstrações contábeis e financeiras como, por exemplo, fluxo de caixa; balanço patrimonial; planejamentos e orçamentos financeiros; índices econômico-financeiros, etc. Quando se tem um histórico longo de todas as DRE´s da organização, fica fácil se planejar para ao futuro, comparar épocas, índices, vendas e despesas sazonais e, dessa forma, traçar um caminho mais uniforme para a empresa nos próximos meses, prevendo e até mesmo diminuindo os riscos financeiros da organização.
 
Em um mercado onde a concorrência é cada vez maior e os clientes são cada vez mais seletivos e exigentes, obter mais conhecimento e formas de “driblar” os pontos negativos que podem afetar sua empresa é um grande passo dado para se atingir os objetivos empresariais e, dessa forma, crescer financeiramente de forma limpa e segura. Conhecer as finanças da empresa superficialmente não ajudará a organização a notar o que realmente deve ou não ser mudado. Quanto mais o empresário se aprofundar no setor Contábil-Financeiro de sua empresa, mais fácil será para agir em uma eventual crise ou em uma importante tomada de decisão.
 
Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Como o novo CPC afeta o setor contábil

Como o novo CPC afeta o setor contábil
 
Na última sexta-feira, dia 18 de março, entrou em vigor o novo Código de Processo Civil (CPC).
Sancionada em março do ano passado, a Lei 13.105/2015, que trata do novo CPC, abriu um período de 12 meses para que o sistema judiciário se adequasse às novas regras.
 
O CPC regula a tramitação das ações judiciais da maioria dos ramos do direito como o direito civil, o tributário, o comercial, o previdenciário e questões relacionadas à família, ao consumo e aos servidores públicos, entre outras. Ele trata dos interesses dos indivíduos desde antes do nascimento e até mesmo depois da morte, por meio dos sucessores.
 
O período processual no Brasil pode levar de dois a oito anos, chegando a superar uma década em questões mais complexas. O objetivo das mudanças é agilizar as decisões judiciais por meio de medidas como o estímulo ao acordo entre as partes e a limitação no número de recursos. “As inovações podem reduzir até pela metade a duração dos processos”, afirma o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, que presidiu a comissão de juristas criada em 2009 pelo Senado para contribuir com a atualização do código.
O novo CPC abre novas possibilidades de atuação para o profissional contábil. Para saber mais sobre como o novo código afeta o setor contábil.
 
Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Qual a diferença entre prejuízo contábil e prejuízo fiscal?

Qual a diferença entre prejuízo contábil e prejuízo fiscal?
 
O termo “prejuízo contábil” é base de partida para apuração do imposto de renda (IRPJ) e contribuição social sobre o lucro (CSLL), que poderá ou não gerar um “prejuízo fiscal”.
A seguir, uma síntese sobre os referidos termos, e sua distinção específica.
 
 
Prejuízo Contábil
 
O prejuízo contábil origina-se na contabilidade, quando as receitas de determinado exercício são superadas pelas despesas e custos (sob o regime de competência), sendo sua compensação efetuada com reservas existentes ou com lucros contábeis futuros.
 
O prejuízo contábil apurado é transferido para a conta “Prejuízos Acumulados” do grupo Patrimônio Líquido, dando-lhe a destinação prevista no contrato ou estatuto social.
 
De acordo com os artigos 167 e 189 da Lei 6.404/76, o prejuízo contábil apurado no exercício será, obrigatoriamente, absorvido pelos lucros acumulados, pelas reservas de lucros, reserva legal e pela reserva de capital, nessa ordem.
 
 
Prejuízo Fiscal
 
O prejuízo fiscal, por sua vez, é o resultado negativo decorrente da apuração dolucro real e compensável com lucros reais posteriores.
 
Diferentemente do prejuízo contábil, o prejuízo fiscal tem sua origem na determinação do lucro real, ou seja, partindo-se do resultado do exercício, positivo ou negativo, são efetuados os ajustes de adição e exclusão na parte A do Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR, conforme determinação da legislação do Imposto de Renda.
 
Se, após estes ajustes, o resultado final apurado for negativo, será denominado prejuízo fiscal, e será controlado na parte B do LALUR, para futura compensação com o lucro real.
 
Uma empresa, mesmo apurando resultado contábil negativo, pode ficar sujeita ao cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro, uma vez que, efetuando os ajustes de adições e exclusões a este resultado, o mesmo pode converter-se em resultado positivo para efeitos fiscais.
 
 
Fonte: Blog Guia Contábil
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Mentalidade empresarial definirá o sucesso ou o fracasso na crise de 2016

Mentalidade empresarial definirá o sucesso ou o fracasso na crise de 2016
 
A indústria, serviços e varejo estão passando por dificuldades por causa da retração da economia. O desafio até o final do ano é perder menos, ou ainda, assegurar a sobrevivência sem apertos, sem a necessidade de tomar recursos externos, em uma conjuntura com queda de demanda.
 
Muitos segmentos já dão como certo que 2016 será um ano ruim, provavelmente um dos piores dos últimos 30 anos. A culpa sempre recai na alta carga tributária, na falta de incentivos, na elevação dos custos de produção, na concorrência extrangeira…
 
Outras razões explicam o baixo desempenho das empresas, como falta de empenho do seu dono, incapacidade de estruturar uma força de venda atuante ou falha ao planejar finanças, marketing, produção, distribuição e serviços aos clientes. Se analisarmos o que os negócios bem-sucedidos têm em comum, entenderemos mais fácil ainda o que faltou aos empresários que não alcançaram êxito.
 
Tipicamente, as empresas bem estruturadas e rentáveis apresentam as seguintes características:
– O dono do negócio possui uma mente aberta e está sempre disposto a aceitar as mudanças que ocorrem (mercado, consumidor, concorrência, tecnologia etc) e possui grande capacidade de se adaptar rapidamente às mudanças.
– Orientação. O empresário preocupa-se em orientar-se e aconselhar-se junto a especialistas e consultores. Normalmente se orientam com contadores, advogados, experts em marketing e vendas etc sobre como fazer o seu negócio crescer.
– O empresário está disposto a tirar vantagem das mudanças tecnológicas, progresso da economia do país e das novas ferramentas dos processos de vendas. Ele é capaz de transformar dificuldades em oportunidades.
– Consciência. Empresários bem-sucedidos são conscientes do andamento do seu fluxo de caixa e rentabilidade e estão sempre dispostos a fazer mudanças com agilidade, se necessário. Sua características mais marcante é a capacidade de identificar necessidades e implementar mudanças no negócio.
– Eles criaram um sistema de gestão e geração de resultados (mais clientes, mais vendas e maiores lucros) que é claro e simples de ser aplicado no seu negócio. Por conta desse sistema, esses empresários podem focar os seus esforços no crescimento do seu negócio.
– O empresário bem-sucedido é capaz de criar uma boa cultura e excelente clima na sua empresa. A comunicação entre os departamentos é bem conduzida de modo que o negócio possa contar com uma equipe que trabalha de forma produtiva em busca de objetivos comuns.
 
No processo de desenvolvimento de um negócio competitivo, os seis pontos expostos acima são essenciais e decisivos para garantir o sucesso empresarial. O empresário, independente do porte da sua empresa, tem a opção de aprender sozinho as boas práticas de gestão capazes de levá-lo ao sucesso, o que pode levar muito tempo e às vezes até com perda de dinheiro.
 
Ou ainda contar com o apoio de um conselheiro de confiança,
alguém capaz de mantê-lo focado e com a habilidade necessária para desenvolver as competências comuns aos donos de negócios bem-sucedidos.
 
Um consultor ou um coach de negócios pode ser a saída para guiar a mentalidade do empresário rumo ao sucesso e, assim, fugir das estatísticas das empresas que fecharam este ano.
 
Fonte: SEGS
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Empresas correm para criar núcleos internos de combate à corrupção

Empresas correm para criar núcleos internos de combate à corrupção
 
As fotos de alguns dos maiores empresários e executivos do País sendo levados para a carceragem da Polícia Federal têm aparecido na maioria dos treinamentos internos que tentam estancar desvios de conduta no dia a dia das corporações. No ano passado, milhares de funcionários, do baixo ao alto escalão de empresas brasileiras, tiveram de assistir a pelo menos uma palestra sobre como e por que combater a corrupção. Marcelo Odebrecht, ex-presidente da maior empreiteira do País, e Otávio Marques, da Andrade Gutierrez, apareceram em algumas delas para ilustrar o capítulo “por que não fazer”.
 
Catequizar os funcionários é uma das primeiras tarefas das equipes de “compliance”, o mais novo departamento de algumas das maiores companhias do País. Essa área, que já integrava a estrutura de multinacionais, é responsável por investigar e conter iniciativas fraudulentas nas empresas, especialmente no relacionamento com o poder público.
 
Nos últimos dois anos, o que tem se visto é uma verdadeira corrida dos grupos nacionais para criar essa estrutura internamente. Uma pesquisa da consultoria Deloitte com 103 empresas mostra que, no ano passado, 65% dos entrevistados afirmaram já ter um programa de “compliance”. Em 2013, o percentual era de 30%. “Para atender à demanda por esse tipo de serviço, nosso time teve um acréscimo de 50% em dois anos”, diz o sócio-líder de consultoria em gestão de riscos da Deloitt, Ronaldo Fragoso. A empresa tem 400 profissionais dedicados à investigação.
 
Dois acontecimentos estão por trás do interesse súbito das companhias por ser e parecer decentes: a Operação Lava Jato da Polícia Federal – que investiga esquema bilionário de desvio e lavagem de dinheiro envolvendo Petrobras, empreiteiras e políticos – e a Lei Anticorrupção, em vigor desde 2014.
 
A lei responsabiliza a empresa por atos de corrupção praticados por funcionários e fornecedores, com punições que incluem multa de até 20% do faturamento da companhia. Mas o texto indica também que as sanções podem ser amenizadas se a empresa provar que adota mecanismos para inibir a corrupção, como treinamento, investigações internas e canais de denúncia.
Se ficar comprovada a eficácia dos programas, a multa pode ser reduzida a zero, em alguns casos. “O prejuízo financeiro e de imagem é inacreditável, e empresários estão começando a entender isso”, diz o sócio da PwC, Jerri Ribeiro, especialista em compliance. “O aprendizado dos últimos 12 meses é de que a corrupção pode destruir uma empresa ou acabar com seus planos de crescimento.”
 
A Petrobras sabe bem disso. No centro das investigações da Lava Jato, a empresa montou uma das maiores e mais caras estruturas de compliance de que se tem notícia no Brasil. Cerca de mil funcionários são alvo da investigação interna que já levou à demissão 17 deles entre janeiro e setembro de 2015. Outros 61 foram suspensos e 94 receberam advertências.
 
As empreiteiras que caíram junto com a petroleira no emaranhado da Lava Jato também se viram obrigadas a criar estruturas de combate à corrupção. A Camargo Corrêa anunciou, há duas semanas, um programa de delação interna para incentivar os 15 mil colaboradores e ex-funcionários a denunciarem atos ilícitos relacionados à operação da Polícia Federal. A iniciativa, batizada de Programa Interno de Incentivo à Colaboração (PIIC), é parte do acordo de leniência que a construtora firmou com o Ministério Público Federal e com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e que inclui o ressarcimento de R$ 804 milhões. Para tocar a área de compliance, a empresa contratou, em julho do ano passado, o executivo Flávio Rímoli, ex-Embraer.
 
Criar um canal de denúncias, como o da Camargo Corrêa, é um das primeiras medidas adotadas pelas equipes. “O grande desafio, no entanto, é cultural”, diz Shin Jae Kim, sócia do escritório Tozzini Freire responsável pela área de compliance desde 2007. “A mudança de hábito passa obrigatoriamente pela conscientização dos sócios e dos principais executivos. São eles que vão liderar esse processo.”
 
Por isso, os especialistas em medidas anticorrupção definiram como “desastrosa” a declaração de Marcelo Odebrecht à CPI da Petrobras em setembro de 2015, quando ele chamou os delatores de “dedos-duros”. Herdeiro da maior construtora do País, Marcelo disse que, em casa, quando as duas filhas brigavam, levava bronca a que dedurou, e não a que fez a coisa errada. Fontes afirmam que a Odebrecht também está implementando uma área de compliance internamente. A empresa não comentou.
 
Adequação às novidades pode auxiliar na previsão de problemas
Funcionários da multinacional alemã podem pagar almoço para clientes desde que não ultrapasse R$ 150,00
Embora a pressão sobre as empreiteiras da Lava Jato seja maior, elas não são as únicas na corrida para criar o novo departamento e dar início a investigações internas. A Triunfo Participações e Investimentos instituiu um canal externo de denúncia e um curso sobre código de conduta. “Já tínhamos um programa de compliance, mas esse agora é mais formal e compatível com as regras anticorrupção”, diz o diretor-presidente da empresa, Carlo Bottarelli.
 
O objetivo, diz ele, é preparar os profissionais para situações consideradas “estranhas”. Nos últimos meses, lugares estratégicos da empresa, como a máquina de ponto ou a área do cafezinho, foram “decorados” com frases do tipo “ninguém está vendo mesmo…” ou “mas todo mundo faz assim!”.
 
Comunicar com clareza as regras de conduta é parte importante do processo. “A primeira orientação que damos aos clientes é: não faça coisa errada, porque o mundo mudou e, agora, o sarrafo é mais embaixo”, diz a advogada Adriana Dantas, sócia responsável pela área de ética corporativa e compliance do escritório Barbosa Müssnich Aragão, que está atuando em cinco investigações no âmbito da Lava Jato.
 
Quando as denúncias começam a aparecer, os investigadores entram em ação. Em alguns casos, são montadas verdadeiras operações de guerra, com centenas de profissionais envolvidos. “Chegamos a puxar a caixa postal dos últimos 10 anos de mais de 50 funcionários suspeitos”, diz o sócio da área de compliance e anticorrupção do Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados, Ricardo Gaillard. “O volume de documentos coletados gira na base do terabyte.” A análise deles só é possível com a ajuda de softwares.
 
A política de brindes e presentes também fica mais rigorosa. “Esquece o vinho caro e o whisky. Os novos valores reservados para essa finalidade, no máximo, dão para comprar uma agenda”, diz o advogado Floriano de Azevedo Marques Neto, do escritório Manesco, Ramires, Perez, Azevedo Marques.
 
Na Siemens, o funcionário pode pagar o almoço de clientes ou fornecedores se o valor não ultrapassar R$ 150,00. Até os mais baratos devem ser comunicados à equipe de compliance por meio de um aplicativo no celular. Se a conta extrapolar essa quantia e o convidado for do “grupo de risco”, como funcionários públicos, a área recebe um alerta. “Conseguimos evitar em fraudes quase o dobro do orçamento anual da divisão de compliance”, diz Reynaldo Goto, diretor responsável por essa divisão.
 
A Siemens virou referência no assunto depois que escândalos de pagamento de propina levaram à queda do presidente global, em 2007. As denúncias partiram de dentro da empresa. No Brasil, investigações internas também levaram à descoberta do envolvimento de executivos em esquemas de formação de cartel e fraude de licitações.
 
Montar um programa como esse custa caro, entre R$ 500 mil e R$ 3 milhões, segundo especialistas. Mas nem toda empresa precisa ter uma estrutura desse porte, difícil de administrar, afirma Ordélio de Azevedo Sette, sócio do escritório Azevedo Sette Advogados, que tem feito um trabalho de orientação para empresas menores. “Essa lei pegou e tem preocupado quem ainda não está ‘protegido’ por um programa de compliance.”
 
Soluções em compliance ajudam a otimizar os resultados
O interesse das empresas brasileiras em criar um programa de compliance passa também pela pressão de investidores estrangeiros, que têm feito esse tipo de exigência na hora de negociar uma aquisição. Ter essa estrutura pode influenciar o valor dos ativos e ajudar no fechamento de negócios, afirma o advogado Luiz Eduardo Salles, contratado em 2015 para reforçar a equipe de compliance do escritório da Azevedo Sette Advogados. “Ao dar mais segurança, o valor da empresa aumenta.”
 
O diretor-presidente da Triunfo Participações e Investimentos, Carlo Bottarelli, confirma essa tese. Em agosto do ano passado, a empresa vendeu duas hidrelétricas para a China Three Gorges. “O grupo estava em outra negociação e não fechou negócio porque a empresa não tinha um programa. Como já tínhamos, eles optaram por nossos ativos.”
 
Outro fator que tem incentivado a corrida pelo compliance é a necessidade de formação de consórcios para disputar licitações. “Se o parceiro não tem um programa efetivo, o risco será maior”, diz Salles. Essa situação se estende aos fornecedores. A subsidiária brasileira da empresa de energia EDP, por exemplo, teve de descredenciar um quarto dos fornecedores por eles não se enquadrarem nas regras da empresa.
 
“O compliance entrou na pauta das companhias e ganhou força para mudar a cultura das corporações”, diz a advogada Patricia Agra, contratada há um mês para integrar a equipe de compliance do escritório L.O. Baptista.
 
Além disso, com o constante aumento de obrigações fiscais que o governo vem adotando, além de se adaptarem, as empresas precisam ter certeza se o que foi entregue está efetivamente correto. “O sistema oferecido não tem aprofundamento suficiente na validação e dentro de um período de cinco anos podem haver solicitações de ajustes”, alerta Valmir Hammes, especialista em legislação na Senior, empresa de desenvolvimento de softwares para gestão. Segundo o especialista, as dificuldades podem implicar em divergências no recolhimento do Imposto de Renda, por exemplo.
 
Atentas às essas necessidades, companhias desenvolvedoras de programas buscam oferecer soluções específicas. A Senior, por exemplo, lançou o Auditor Fiscal, ferramenta independente de qualquer sistema de gestão empresarial e disponível via cloud. “Em ambiente web, o gestor consegue administrar a agenda de envio de documentos por área e por envio através de um painel amigável”, detalha Hammes. A solução é oferecida em parceria com a Quirius, empresa que atua com o foco na área fiscal. “São aplicadas mais de 2 mil consistências para validar as informações”, explica Hammes.
 
Fonte:
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Contabilidade Tributária: tudo o que você precisa saber

Contabilidade Tributária: tudo o que você precisa saber
 
Seja qual for o porte e o segmento de um empreendimento, toda empresa tem uma coisa em comum: a necessidade de conhecer qual a modalidade de tributação em que está inserida — se é Lucro Real, Lucro Presumido ou Simples Nacional — já que é a partir daí que é feito o balanço financeiro e ela saberá quanto de imposto terá que pagar. Essa informação é fornecida através da Contabilidade Tributária, também conhecida como Contabilidade Fiscal. Para que uma empresa tenha longevidade de atuação, é importante que um bom contador fiscal (tributário) tenha conhecimento suficiente sobre tributos e regulamentos, amparando as decisões da empresa na hora de pagar impostos e ficar em dia com a legislação.
 
Neste post vamos ajudar você a compreender melhor o universo da Contabilidade Tributária e como sua correta aplicação pode ajudar qualquer empresa. Confira!
 
 
Conceito de Contabilidade Tributária
 
Assim como Economia e Administração, a Contabilidade também está enquadrada como uma ciência social. A Contabilidade Tributária faz parte da Contabilidade e trabalha na administração de tributos de uma empresa. Seu conceito se estende a um conjunto de ações e procedimentos que visam apurar e conciliar a geração de tributos. É através da análise regular que profissionais da área de Contabilidade Tributária poderão elaborar o balanço financeiro e saber o quanto de impostos a empresa tem que pagar.
 
É importante deixar bem claro que o conceito de Contabilidade Tributária vai além da organização dos tributos e seu objetivo se estende à manutenção da viabilidade do negócio, uma vez que, se qualquer erro for cometido na tributação, o valor dos impostos pode custar muito caro para a empresa — principalmente na atual crise que o país se encontra.
 
 
O profissional de Contabilidade Tributária
 
O pagamento de impostos e tributos é uma rotina de obrigatoriedade que faz parte do dia a dia de muitas empresas. Para mantê-la funcionando na regularidade, é importante que a empresa mantenha organizada sua Contabilidade, bem como seu saldo de contas. Muito além de apenas lançar informações no sistema, o profissional responsável pela área fiscal precisa ter em mente que é necessário conferir e conciliar os saldos, o que requer conhecimento para compor um balanço contábil correto e bem estruturado.
 
Com as informações da Contabilidade, a tributação passa a ser mais justa, evitando riscos que coloquem a empresa pagando um alto valor sem a real necessidade, o que pode afetar diretamente os lucros e diminuir a viabilidade do negócio.
 
 
Importância da Contabilidade Tributária
 
Muitas empresas não conseguem sobreviver ao primeiro ano de funcionamento, simplesmente por não entenderem bem em qual regime fiscal se encaixam e não levantarem corretamente seus tributos. Essa problemática coloca os negócios numa situação menos favorável diante dos concorrentes.
 
O ideal é realizar um bom planejamento tributário com profissionais de contabilidade qualificados, uma vez que erros dessa natureza podem gerar graves problemas com o Fisco e representar a inoperância da empresa no mercado.
 
Fonte: Sage
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

3 relatórios que todo empresário precisa acompanhar

3 relatórios que todo empresário precisa acompanhar
 
A surpresa de saber que seu negócio não está indo conforme o planejado — ou idealizado — nunca é das melhores. Você vê o dinheiro entrando, mas não consegue determinar para onde ele vai e em que ponto sua empresa acaba perdendo. E o que fazer para mudar isso? Simples: adote relatórios empresariais.
 
De fato, não existe um segredo para o sucesso no mundo dos negócios, mas acompanhando alguns relatórios importantes para empresas fica mais fácil saber se você está no caminho certo ou se deve repensar algumas estratégias e possíveis mudanças dentro da empresa.
 
É preciso ter em mente toda a estrutura do negócio, desde a produção de seus funcionários até os números que indicam as vendas, lucros, perdas e ganhos. O processo é como fazer um mapeamento para encontrar qual “peça” está desencadeando os problemas. Por isso, relatórios empresariais são indispensáveis para o bom andamento de qualquer negócio.
 
Já está convencido de que é preciso fazer esse acompanhamento rotineiramente? Então saiba quais são os relatórios mais importantes:
 
 
Equipe: todos estão trabalhando em seus conformes?
É importante que todos os funcionários estejam alinhados com a estratégia da empresa e trabalhem nos projetos prioritários o quanto for necessário. Por mais que você confie no time que criou para te auxiliar, tenha a certeza de que o desempenho condiz com o estipulado para cada área e projeto.
 
Uma boa maneira de obter respostas para essas perguntas é pedir relatórios semanais — ou até diários — sobre o trabalho de cada um em determinados projetos. Analisar o banco de horas também é uma maneira de saber o quanto cada funcionário ou equipe está se dedicando, mas lembre-se: muitas horas no banco não é sinônimo de bom funcionário, talvez aquele colaborador não esteja desempenhando a atividade mais indicada de acordo com as suas habilidades ou esteja perdendo muito tempo com outras demandas secundárias. Para facilitar, dê preferência para alguma ferramenta que seja capaz de contabilizar essas horas e relacionar os relatórios.
 
Ao avaliar o desempenho da sua equipe, você consegue encontrar formas de otimizar este trabalho, direcionando as atividades com segurança e fazendo com que o todo funcione de forma harmoniosa e consistente, o que reflete em melhores resultados para a sua empresa.
 
 
Receitas: o que você está fazendo está gerando lucro?
A princípio, esse é um dos indicadores que mostra, realmente, se sua empresa está dando certo. Define-se como receitas todo o dinheiro que entra na empresa, a soma de todos eles. E o acompanhamento delas deve ser feito não somente uma vez, mas sim de maneira rotineira para que seja possível criar um comparativo entre o mês anterior e o atual.
 
Por exemplo: implantou uma nova ferramenta na empresa ou criou um novo produto? Se após a implantação a soma de todas as receitas for menor do que a dos meses anteriores, você sabe que errou em algum ponto. É hora de parar e analisar em profundidade estes resultados para descobrir onde é possível melhorar.
 
O acompanhamento mensal ou até mesmo quinzenal das receitas é uma boa técnica e, claro, é mais fácil se for feito de maneira automatizada.
 
 
Balanço: seus gastos estão equilibrados?
É importante ter em mente que o saldo negativo é um dos primeiros fatores que indicam o mau desempenho de uma empresa. Em qualquer aspecto que seja, ele indica que alguma parte está produzindo abaixo do necessário ou apresenta alguma falha.
 
Para montar esse relatório, reveja gastos e ganhos com sua equipe, em sua estrutura, ferramentas, produtos e projetos — em todos os aspectos necessários. O balanço deve apontar números que encaixem as despesas com as entradas na empresa, sem nenhum prejuízo.
 
Se ele já se encontra assim, a notícia é boa: você está no caminho certo.
 
Em longo prazo, esses relatórios importantes para as empresas são capazes de apontar em quais áreas as atividades precisam ser intensificadas e quais outras podem ter menos força na sua empresa para que seu negócio flua — e, claro, que você não tenha prejuízos.
 
Fonte: Sage
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

4 erros de contabilidade que prejudicam pequenas empresas

4 erros de contabilidade que prejudicam pequenas empresas
 
O que você acha que é mais prejudicial à sua empresa: erros de contabilidade ou relacionados à produtividade? Acertou quem respondeu a primeira opção, já que erros produtivos, geralmente, são cobertos por garantias que oferecem uma nova oportunidade de conquistar e satisfazer o cliente.
 
Falhas na parte contábil, no entanto, podem fazer com que um pequeno negócio fique estagnado e receba multas que comprometem o orçamento. Os erros podem ser até relativamente comuns quando se trata de empresários com pouca experiência, mas com conhecimento e práticas apropriadas é possível evita-los e impedir a descontinuidade das atividades.
 
 
1. Ignorar a importância do contador
 
Em uma pequena empresa, principalmente no início das atividades, a parte contábil representa um dos maiores gastos financeiros. Nesta fase, é muito comum que os proprietários tomem as rédeas também da parte financeira e realizem os próprios controles contábeis, algo extremamente arriscado a médio e longo prazo.
 
Já pensou se você esquece de incluir valores relacionados às deduções, por exemplo, e paga mais impostos do que o necessário? Ou pior: imagine se, por falta de conhecimento na parte tributária e contábil, sua empresa deixa de pagar algum imposto? Tenha em mente que, ao optar por não contratar um profissional de contabilidade, você terá chances de pagar multas e sanções desnecessárias, que podem prejudicar o crescimento da sua empresa. Os contadores estão preparados para este trabalho e deixam a parte operacional para os proprietários!
 
 
2. Não realizar os apontamentos do fluxo de caixa
 
Com o controle de impostos delegado, resta ao proprietário se preocupar apenas com o que entra e com o que sai da empresa, ou seja, o fluxo de caixa. Contas bancárias e os gastos com cheques e cartões de crédito são relativamente simples de serem controlados de perto devido aos extratos periódicos, mas o fluxo de dinheiro que circula na empresa, no dia a dia, também deve ser registrado com cuidado. Um sistema de gestão pode te ajudar com isso, mas uma boa planilha em Excel também pode ser uma ótima ferramenta para controle financeiro.
 
 
3. Descartar comprovantes dos gastos
 
Se a compra é pequena, normalmente jogamos o comprovante fora. Só que a falta deste documento pode fazer a empresa pagar menos impostos ou ter problemas na gestão do fluxo de caixa, por exemplo. Sem um controle exato de gastos, os relatórios também serão gerados de maneira incorreta, pois faltará informação apropriada. Ou seja, manter bons registros e guardar todos os comprovantes é uma rotina que evita erros e contabilidade na sua pequena empresa. Fuja de práticas que podem prejudicar o seu negócio e acabar com seus sonhos futuros.
 
 
4. Descuidar da emissão de notas fiscais
 
Deixar de emitir notas fiscais acarretará em multas altas que podem comprometer toda a saúde financeira do seu negócio. Para evitar dores de cabeça, procure ter uma rotina para emissão e controle das suas NF-e.
 
Fonte: A Tribuna MT
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.