Fazer Pix vai mudar a partir desta sexta-feira 29/10

Fazer Pix vai mudar a partir desta sexta-feira 29/10
 
 
O Pix pode ficar ainda mais descomplicado com as novas regras do Banco Central que entram em vigor a partir desta sexta-feira, 29/10. A terceira fase do open banking entra em vigor na data, possibilitando que os iniciadores de pagamentos atuem diretamente com os pagamentos instantâneos.
 
Isso significa que o usuário poderá fazer transferências dentro dos aplicativos dos próprios iniciadores de pagamentos, sem precisar entrar na ferramenta do banco. De acordo com o BC, as mudanças devem gerar uma redução de sete para três passos.
 
A partir de sexta, será possível pagar por um produto ou serviço dentro do próprio ambiente de quem oferece Pix como opção de pagamento. Ao pedir um lanche no iFood, por exemplo, o usuário poderá fazer o pagamento no aplicativo de delivery, sem necessidade abrir o do banco.
 
A autorização da transação seguirá sendo de competência da instituição financeira, garantindo a segurança do processo. Quem quiser continuar acessando a ferramenta do banco para usar a funcionalidade continuará tendo essa opção.
 
O WhatsApp está entre as companhias que podem atuar como iniciadores de pagamento. Com a entrada da terceira fase do open banking, a empresa deve ampliar suas possibilidades para permitir Pix na sua própria plataforma.
 
 
Terceira fase
 
A implementação na nova etapa do open banking ocorreria em agosto, mas foi adiada para outubro. Mais uma etapa está prevista para dezembro, com a previsão de troca de informações entre as instituições.
 
“É na fase 3 do open banking que começará a integração nas prestações de serviços. Ela ocorrerá de forma gradativa, envolvendo primeiramente o Pix, e integrando posteriormente os pagamentos com TED e transferências entre contas na mesma instituição, boletos, débitos em conta e, por fim, propostas de créditos”, explica especialista em regulação da JL Rodrigues & Consultores Associados, José Luiz Rodrigues.
 
“Essa fase proporcionará o surgimento de novas soluções e ambientes para a realização de pagamentos e, posteriormente, novas dinâmicas às operações de crédito. É uma fase direcionada para difundir o acesso a serviços financeiros, mas preservando a segurança do Sistema Financeiro Nacional”, completa.
 
 
 
Fonte: Capitalist (27/10/2021)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Receita Federal começa a receber com Pix

Receita Federal começa a receber com Pix
 
 
As empresas que declaram débitos e créditos tributários podem quitar as contas com o Fisco por meio do Pix, novo sistema de pagamentos instantâneo do Banco Central.
 
Em parceria com o Banco do Brasil, a Receita Federal está adaptando o recolhimento de tributos à nova tecnologia, lançada no mês passado e que executa transferências em até dez segundos.
 
O novo modelo do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), principal documento de arrecadação do governo federal, passará a ter um código QR (versão avançada do código de barras) que permitirá o pagamento via Pix.
 
Bastará o contribuinte abrir o aplicativo do banco, ativar o Pix e apontar o celular para o código, que será lido pela câmera do celular.
 
Por enquanto, a novidade só está disponível para as empresas obrigadas a entregar a Declaração de Débitos e de Créditos Tributários Federais, Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos (DCTFWeb). A Receita, no entanto, estenderá o Pix para outros tipos de empregadores.
 
Ainda este mês, informou o Fisco, o código QR do Pix será incorporado ao Documento de Arrecadação do eSocial, usado por empregadores domésticos e que registra 1 milhão de pagamentos por mês.
 
No início de janeiro, a novidade será estendida ao Documento de Arrecadação do Simples Nacional, usado por 9 milhões de microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais.
 
A Receita Federal informou que, ao longo de 2021, todos os documentos de arrecadação sob sua gestão terão o código QR do Pix. Segundo o órgão, cerca de 320 milhões de pagamentos por ano são feitos por meio de documentos emitidos pelo Fisco.
 
Em novembro, o Tesouro Nacional lançou o PagTesouro, plataforma digital de pagamentos integrada ao Pix. A ferramenta dispensa a emissão da Guia de Recolhimento à União (GRU) e permite transferências instantâneas à conta única do Tesouro pelo Pix, além de pagamento por meio do cartão de crédito.
 
 
Fonte: CNN
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PIX: criminosos se aproveitam do lançamento para criar 30 domínios falsos na internet e aplicar golpes

PIX: criminosos se aproveitam do lançamento para criar 30 domínios falsos na internet e aplicar golpes
 
 
No primeiro dia de cadastro das chaves Pix, na segunda-feira, quando mais de 3,5 milhões de usuários fizeram o registro no novo sistema de pagamentos e transferências, foram identificados 30 domínios falsos que se utilizam do novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central para aplicar golpes.
 
Apesar de alguns desses endereços eletrônicos ainda não estarem no ar, eles indicam que existe a intenção por parte de criminosos de usar o tema do Pix para cometer fraudes, segundo Fabio Assolini, analista de segurança da Kaspersky.
 
Entre 3 a 8 de abril, na ocasião do início do cadastramento para o auxílio emergencial, a Kaspersky identificou mais de 100 domínios falsos, o que significa uma média de 17 novos domínios por dia naquele período.
 
 
Considerando que no primeiro dia do cadastramento para o Pix já foram 30 endereços, a expectativa é que a tentativa de golpes seja ainda maior desta vez.
 
— O registro de domínios é o primeiro estágio dos golpes. Com esse domínio registrado, o criminoso vai operacionalizar o golpe, que pode ser feito de diversas maneiras. O site pode distribuir um arquivo malicioso, ou os golpistas podem criar um site falso que vai pedir as credenciais de acesso ao serviço bancário. Ou ainda uma página falsa que vai pedir dados pessoais, que são usados como chaves no Pix — explica Assolini.
 
A segunda etapa dos golpes, de acordo com o analista, é o envio de mensagens por e-mail, SMS ou até mesmo pelo Whatsapp, se passando pelo banco. É o chamado “spam”. Em geral, os criminosos utilizam os mesmos canais usados pelos bancos para se comunicar com os clientes. Nesse contato, os golpistas pedem que as vítimas cliquem em um link, que irá direcioná-los ao site falso.
 
— Tem usuário que vai bater o olho e perceber que o site é falso. Outros, não. Na dúvida, não confie no seu conhecimento. Delegue esse julgamento para um software de segurança. Quando se tem um antivírus instalado no celular ou computador, ele vai bloquear o acesso a essas páginas falsas. Hoje, os melhores antivírus do mercado são gratuitos, e aí é mais fácil estar protegido — aconselha Assolini.
 
 
Fonte: Época Negócios
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PIX: 9 coisas que você tem de saber antes de se cadastrar

PIX: 9 coisas que você tem de saber antes de se cadastrar
 
 
Transações poderão ser feitas por meio de QR Code ou com base na chave cadastrada; sistema vai oferecer mais velocidade em relação ao sistemas de pagamento (Crédito: Divulgação)
 
O Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central teve o início oficial de cadastramentos nesta segunda-feira (5) e essa é a primeira etapa de funcionamento daquilo que promete ser uma revolução no internet banking brasileiro. O Pix entra em funcionamento dia 16 de novembro e aqui estão os principais pontos para você saber como vai funcionar o Pix.
 
Com o Pix, os clientes de qualquer instituição financeira cadastrada no BC podem realizar operações como transferência e pagamentos a qualquer hora do dia independente do expediente bancário. Basta ter a chave de endereçamento da pessoa para quem será enviado o dinheiro e o valor cai na conta dela logo em seguida.
 
+ Instituições aptas para o Pix saltam de 11 a quase 700+ Pessoas físicas não poderão ser cobradas por uso do Pix+ Empreendedores individuais não terão tarifa para usar o Pix
 
Mais de 677 bancos, fintechs e cooperativas já estão cadastradas no Pix e recebendo cadastro de chaves dos clientes que atende.
 
Tire aqui eventuais dúvidas que você possa ter sobre o funcionamento do Pix:
 
Quando o Pix vai começar a funcionar?
A fase de cadastro das chaves teve início nesta segunda-feira (5) e as operações envolvendo o sistema de open banking do Banco Central terão início no dia 16 de novembro.
 
Como cadastrar as chaves?
Para cadastrar a chave de identificação, basta acessar o aplicativo do banco onde você possui conta, procurar o espaço onde está a seção Pix e fazer o registro vinculando número de celular, e-mail, CPF/CNPJ, ou um EVP, uma sequência alfanumérica de 32 dígitos que possibilitará a criação do QR Code e evita que suas informações sejam passadas a desconhecidos.
 
Esses dados ficarão registrados em uma plataforma operada pelo Banco Central, o Diretório Identificador de Contas Transacionais (CICT).
 
Como vai funcionar?
O Pix não vai depender do expediente bancário, o que significa que após as 16h (horário de encerramento da maioria das agências) todas os pagamentos e transferências vão cair na conta de quem vai receber o dinheiro. Atualmente os valores só caem instantaneamente em transações no mesmo banco, ou em contas digitais, no mais, os usuários ficam dependendo da transferência eletrônica disponível (TED), que leva duas horas para ser compensada, ou o documento de ordem de crédito (DOC), liquidado apenas no dia útil seguinte.
 
As transações poderão ser feitas por meio de QR code, ou com base na chave cadastrada pelo cliente (celular, e-mail, CPF/CNPJ, ou EVP).
 
O Pix só vai funcionar para quem possuir conta no banco?
Segundo o Banco Central, o consumidor não precisa ter conta em banco para realizar a transferência. Basta abastecer a carteira digital do Pix – que vai funcionar como uma conta digital – para enviar e receber o dinheiro.
 
Quanto será cobrado por transferência ou pagamento?
Os bancos estão proibidos, pelo menos neste primeiro momento, de cobrarem tarifas para pessoas físicas e MEIs. O BC deixou em aberto a possibilidade de cobrança de tarifas no caso de operações envolvendo empresas, mas isso ficará sob critério dos bancos.
 
Posso cadastrar as chaves em outros bancos?
Segundo o Banco Central, os clientes pessoas físicas podem ter 5 chaves para cada conta do qual forem titular, enquanto os clientes pessoa jurídica podem ter 20 chaves para cada conta do qual forem titular
 
As transações terão um limite de valor?
Por enquanto não, mas os bancos poderão estabelecer um valor máximo de pagamentos e transferências como forma de diminuir o risco de fraudes. A tendência é que os bancos sigam os critérios estabelecidos em operações TED e DOC.
 
Qual a vantagem de ter o Pix?
O Pix potencializa o que já acontece em bancos digitais e transferências entre contas da mesma instituição, que é a rapidez com quem os valores são recebidos. Ele desamarra a necessidade de os clientes dependerem do expediente bancário para receberem dinheiro e coloca o Brasil na rede das transações 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriado.
 
Além disso, não há cobrança de valores extra, como no sistema TED e DOC.
 
Quantas instituições financeiras estarão no Pix?
Até o momento, 677 instituições bancárias, entre bancos, fintechs e cooperativas, estão aptas a receberem o cadastro de chaves para o Pix. O Banco Central está atualizando aos poucos a lista de instituições que já foram liberadas e você pode conferir se a sua já está no sistema clicando aqui.
 
 
Fonte: Istoedinheiro
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Cadastro do PIX nos bancos começa nesta segunda-feira (5); entenda o novo sistema do BC de um jeito simples

Cadastro do PIX nos bancos começa nesta segunda-feira (5); entenda o novo sistema do BC de um jeito simples
 
 
SÃO PAULO – O cadastro no Pix nos bancos, fintechs e instituições de pagamentos começa nesta segunda-feira (5). O novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC) promete mudar a relação dos brasileiros com as transações digitais ao permitir que transferências e pagamentos sejam concluídos em até dez segundos e realizados 24 horas por dia, em qualquer dia do ano, incluindo finais de semana e feriados.
 
Todas as instituições financeiras com mais de 500 mil clientes foram obrigadas a aderir ao novo sistema do BC.
 
Ainda que o sistema tenha sido desenvolvido pelo Banco Central, tanto o cadastro, quanto as transações, serão feitos por meio da instituição financeira na qual o cliente já tem relacionamento – ou vier a ter. Basicamente, o Pix vai ser uma funcionalidade a mais dentro dos canais do banco, uma nova opção no menu do app ou internet banking.
 
Grandes bancos já tinham iniciado o processo de inclusão dos clientes no sistema por meio de um pré-cadastro, no qual os correntistas confirmavam o interesse em usar o Pix. Mas a partir desta segunda-feira, todas as instituições financeiras com mais de 500 mil clientes devem iniciar o cadastro oficial no sistema.
 
O procedimento pode variar entre elas, mas de acordo com as informações passadas pelos cinco maiores bancos do país ao InfoMoney durante a fase de pré-cadastro (veja mais aqui), no cadastro o cliente confirma à instituição que quer fazer parte do Pix e define a sua chave Pix – que pode ser um e-mail, CPF, telefone ou chave aleatória – que vai passar a identificar sua conta no sistema.
 
O sistema começa a funcionar de forma restrita no dia 3 de novembro e entra em pleno funcionamento no dia 16 de novembro, segundo o Banco Central.
 
Para explicar no detalhe o Pix, o InfoMoney preparou o vídeo a seguir, que resume o novo sistema em seis pontos, explicando: o que é o Pix, como ele funciona na prática, os custos envolvidos, a chave Pix, a emissão de QR codes e a segurança do sistema. Confira.
 
Gustavo Cunha, especialista em inovações para o mercado financeiro, diz que o Pix pode ser entendido como uma TED ou um DOC turbinados. “É uma forma de pagar e receber sem a necessidade dos vários intermediários que hoje temos nos arranjos com cartões de débito e crédito – e tudo isso de forma instantânea, segura, ágil e mais barata do que as opções que temos hoje”, afirma.
 
Na prática, acrescenta Cunha, o lojista não vai precisar mais da maquininha, as pessoas físicas vão fazer um Pix para amigos ou familiares de graça, sem precisar pagar pela TED e não haverá mais a necessidade de carregar um cartão físico para fazer pagamentos.
 
“Seu celular será a forma de transferir e receber dinheiro. Muitas outras funcionalidades que já existem em outros países que implementaram pagamentos instantâneos serão possíveis no Brasil com o Pix. Junto com o open banking [sistema que vai tornar os clientes donos dos seus dados bancários], o Pix vai colocar o Brasil novamente na lista dos países que lideram a inovação no mercado financeiro”, afirma Cunha.
 
 
Fonte: InfoMoney
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma