eSocial: 6 problemas de quem já enviou os eventos e que você pode evitar

eSocial: 6 problemas de quem já enviou os eventos e que você pode evitar
 
O eSocial já está em vigor desde janeiro de 2018. Gradativamente, todas as empresas serão obrigadas a informar seus dados ao governo. As que já estão informando, comentem alguns erros — até normais — de iniciantes. Afinal, é uma nova obrigatoriedade que mudou a cultura dos processos de muitas empresas.
 
Para que você evite alguns erros e problemas já praticados por outras corporações, nós, da Metadados — empresa que desenvolve e oferece sistema para a gestão de Recursos Humanos — elaboramos este post. Conheça 6 problemas de quem já enviou os eventos ao eSocial e entenda como você pode evitá-los.
 
 
 
1 – Atraso no entendimento do projeto eSocial
 
É notório. O primeiro passo para iniciar o eSocial seria entender sobre ele, certo?! Descobrir sua finalidade, seus objetivos, seus processos e compreender como a empresa deve agir em relação a essa nova obrigatoriedade da legislação.
 
Antes mesmo do eSocial entrar em vigor, as empresas e profissionais de todas as áreas precisavam ter estudado sobre ele e iniciado uma mudança cultural interna, afinal, muitos processos precisaram ser alterados e, para muitas corporações, o tempo dessa mudança foi escasso, resultando em desorganização, insegurança, retrabalhos e, claro, inconsistências.
 
Por isso, se você e sua empresa ainda não entenderam o sentido do eSocial, está mais do que na hora de saber tudo sobre ele. Até porque essa obrigação será contínua, ou seja, ela não ocorre durante um período, mas para sempre. Acredito que esse problema você consiga resolver acompanhando conteúdos como este.
 
 
 
2. Demora na organização interna de processos e mudança cultural
 
Por não conhecerem e não se aprofundarem no projeto, muitas corporações perderam tempo. A demora na organização interna, tanto de processos quanto de mudança cultural podem custar caro e representar prejuízos à empresa. Você já parou para pensar que agora todas as informações dos seus empegados e folha de pagamento “passam” pelo eSocial?
 
As informações das tabelas de rubricas, Saúde e Segurança do Trabalho, por exemplo, já estão organizadas? Evite esse problema enfrentado por muitas empresas: programe-se, organize-se. Ainda há tempo para “colocar a casa em dia” e conseguir atender ao eSocial.
 
 
 
3 – Não contar com o apoio de especialistas em eSocial
 
Após entender sobre o eSocial, muitas empresas acreditaram que gerenciar todas as obrigações trazidas pelo projeto não seria tão complexo. Contudo, a realidade foi outra. Sem o apoio de especialistas no assunto, profissionais e empresas se viram pressionados por prazos, entregas e inconsistências.
 
Por isso, não deixe para a última hora. Procure o auxílio de especialistas em eSocial, que possam contribuir para que os processos sejam mais eficientes, assertivos e, como consequência, traga mais segurança e tranquilidade. Impeça que esse problema afete sua rotina.
 
 
 
4 – Insegurança no envio das obrigações
 
Um problema muito comum aos profissionais que já enviam suas informações à plataforma do eSocial é a insegurança das entregas. E isso é até normal, afinal o processo é novo. Contudo, é inaceitável que depois das primeiras entregas, a insegurança continue.
 
Se ela persistir, o ideal é aconselhável buscar ajuda o quanto antes e seguir as instruções do problema 3. Afinal, ter o apoio de especialistas traz mais segurança e garantia de eventos consistentes.
 
 
 
5 – Interpretação equivocada dos prazos de envios
 
Não saber o prazo de envio dos eventos também é um problema enfrentado pelas corporações. Informações sobre afastamentos e desligamentos são comumente mal interpretados.
 
O que acontece é que para os afastamentos não é permitido comunicar de forma não cronológica, ou seja, as informações enviadas ao eSocial devem seguir uma ordem. Não é possível, por exemplo, lançar um afastamento que ocorreu hoje somente no dia 10 do mês seguinte. O ideal é informar no momento em que o fato ocorre.
 
O mesmo ocorre para os desligamentos. Eles não devem ser enviados depois do prazo estipulado para o envio — lembrando que o eSocial estabelece um prazo limite e não o dia a ser enviado. Evite esse problema. Confira os prazos e multas do eSocial aqui.
 
 
 
6 – Falta de gerenciamento dos retornos do eSocial
 
Após o envio dos eventos, o eSocial retorna o “status” da entrega. Porém, muitas empresas não estão gerenciando esses retornos, o que representa a maior parte dos problemas enfrentados hoje.
 
Corporações que contam com um sistema gerenciador do eSocial como o da Metadados, conseguem administrar os retornos de forma automática, identificando os eventos rejeitados e as inconsistências a serem corrigida. Esta facilidade otimiza muito o dia a dia dos profissionais, garantindo segurança e, claro, economia à empresa.
 
Repense sobre seu processo de atendimento ao eSocial. Esta obrigação fará parte das rotinas da sua empresa de agora em diante. Evite problemas como estes e alivie as tensões trazidas do eSocial. Que tal aprofundar seu conhecimento sobre as incidências tributárias sobre as rubricas do eSocial?
 
 
 
Fonte: Metadados
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

GTD: Colocando Ordem na sua Empresa

GTD: Colocando Ordem na sua Empresa
 
Você chega no escritório, mal senta na sua cadeira e seu celular já desperta, lembrando daquela reunião que você jurava ser na semana que vem. Nessa mesma hora você recebe um e-mail do seu gerente de projetos, pedindo para que você responda os últimos 5 e-mails dele, porque a ação que vocês pesaram, meses atrás, já está super atrasada. Você olha tudo isso, ignorando o telefone que toca ao fundo, provavelmente um dos seus clientes, e dá um suspiro profundo, sentindo que tudo poderia ser diferente se você tivesse se organizado melhor.
 
Essa é a rotina de muitos empreendedores, pequenos ou grandes. Parece fora do comum a capacidade de acumular tarefas e descobrir, no final do dia, que você começou todas, mas não terminou quase nenhuma. Seja por procastinação ou falta de foco, a baixa produtividade é um fantasma que assombra vários empreendedores. Mas, felizmente, existem algumas ferramentas que ajudam o empresas a encontrarem seu potencial de produtividade, como é o caso da GTD.
 
 
O que significa GTD?
GTD (Getting Things Done) é uma metodologia para aumentar a produtividade, desenvolvida por David Allen, autor do livro que dá base para o conceito GTD: “Getting Things Done” (Penguin Books) ou “A arte de fazer acontecer” (Campus), em português.
 
O GTD pode ser considerado um dos métodos mais simples e objetivos já discutidos nos últimos anos. Mas, diferente do que muitos empreendedores pensa, a sua aplicação exige uma boa dose de disciplina e isso nem sempre é uma boa notícia para as pessoas que desejam implementa-lo. Se você ou seu time costumam evitar rotinas ou têm dificuldades em estabelecer padrões e procedimentos, o GTD pode ser um desafio, mas, uma vez adquirido o hábito, os benefícios são facilmente percebidos.
 
 
Qual é o passo a passo para o GTD?
A implantação do GTD tem basicamente cinco etapas bem definidas e dependentes umas das outras. São elas:
 
1. Coleta
Listar todas as coisas a fazer: ideias, lembranças, iniciativas, projetos. Para isso, é possível utilizar o velho e bom papel e caneta ou criar um arquivo específico. O importante aqui é esvaziar a mente, documentando essas informações para armazená-las em um local seguro e confiável.
 
2. Processamento
É necessário reservar um tempo na rotina diária para analisar a lista e perceber se pedem alguma ação ou não. Ou seja, nada de querer listar as suas tarefas entre um coffee com o cliente e uma reunião com os acionista.
Quando a anotação pede uma ação, é importante avaliar algumas questões, como:
 
Qual o primeiro passo para chegar a uma solução? Se essa ação demandar dois minutos ou menos, resolva logo! Postergar uma tarefa simples só serve para travar seu fluxo;
 
Posso delegar? Se a resposta for positiva, é necessário registrar em uma lista específica e passar adiante;
 
Devo adiar? Se a decisão for por adiar, é preciso estabelecer um novo prazo para a execução da tarefa, de preferência em um dia da semana reservado para a execução dessas ações. Afinal, antes tarde do que nunca, não é mesmo?
 
 
3. Organização
A resposta que você deu para essas questões é determinante para uma boa execução das tarefas – lembrando que é essencial manter a organização, afinal, tudo que precisa ser feito e tem um prazo deve ser listado e analisado. Nós sabemos, pode parecer cansativo, mas o resultado vai compensar. Imagine o alívio de ver, no final do mês, que todos os projetos saíram do papel e já estão em andamento na sua empresa?
 
Para ajudar nessa etapa, o método GTD sugere a utilização de diferentes listas para separação dos assuntos e das ações necessárias. Assim, fica mais fácil manter uma visão mais clara de todo o contexto.
 
 
4. Execução
Lembra o que falamos sobre deixar para pensar no GTD entre uma reunião e outra? O mesmo vale para a realização das tarefas mais elaboradas! Se você estava pensando em fazer isso, pare aí mesmo e volte três casas. O momento da execução é um dos mais importantes do processo. Esse é o momento em que você começa a colocar a mão na massa e é imprenscindível que, nesse período, você não seja interrompido.
 
Sabe quando você vai viajar e colocar a plaquinha de “não perturbe” na porta? Faça exatamente isso na sua agenda. É hora de manter o foco!
 
 
5. Revisão
Chegou a hora do planejamento. Quando as prioridades são definidas, a próxima semana deve ser organizada e o que não foi feito deve ser reagendado. Ou você já estava pensando que poderia varrer as pendências para debaixo do tapete?
Isso quer dizer que você terá que fazer uma revisão semanal, olhando para as tarefas que já foram realizadas e para aquelas que ainda não foram concluídas.
 
Ainda com dúvidas em relação ao GTD? Separamos algumas peguntas para te ajudar a entender ainda melhor essa metodologia!
 
1. O GTD se aplica a que perfil de pessoa?
O GTD (Getting Things Done) é uma metodologia que pode ser usada por qualquer um, afinal, ela é uma ferramenta extremamente útil ao gerenciamento de ações para conquistar uma produtividade eficiente, e, por isso, não há contraindicações.
 
2. Qual o grande diferencial do GTD em relação a outros métodos?
O GTD não pretende separar a rotina pessoal da profissional. Muito pelo contrário! A ferramenta reúne todos os fatores em um só processo administrativo e esvazia a mente de quaisquer preocupações e ansiedades.
 
3. Quais os erros mais comuns do uso do GTD?
Apesar de ser um método simples, existem ainda algumas interpretações equivocadas sobre a sua aplicação. Por isso, é essencial evitar as falhas mais comuns, relacionadas ao GTD.
 
4. Perder muito tempo organizando o sistema
O GTD não é uma metodologia de organização, mas sim de produtividade. Organização demais e execução de menos são sinais que algo está errado.
 
5. Não coletar todas as informações
Não coletar tudo o que vem à mente e deixar de lado algumas informações é um erro muito comum no início do processo. O problema de guardar tudo na cabeça, a não ser que você tenha uma memória de elefante, é que esse excesso de dados se transforma em um ruído permanente, que consome energia, causa cansaço e produz desgaste.
 
6. Insistir na procrastinação
Se você tem feita sua lista de prioridades, não adie nada, muito menos assuntos delicados e decisões difíceis. Quando tarefas ficam soltas, logo se perde o controle e a perspectiva de solução. Sabe aquela blusa que tinha só um fiozinho solto e, depois de alguns dias, aquele fio se tornou um rasgo gigantesco? Pois é, ambas expressam o mesmo princípio! E isso pode levar o empreendedor a crer que o GTD não funciona.
 
7. Não fazer a revisão semanal ou gastar tempo demais com essa tarefa
A revisão semanal integra todas as demais etapas. É o momento em que os projetos são analisados, as prioridades definidas, os próximos dias são organizados, as execuções são avaliadas e as novas metas são estabelecidas.
 
 
8. Desistir quando o resultado não vem rapidamente
A aplicação do GTD exige estudo, prática, dedicação e empenho. É preciso insistir, corrigir os erros, buscar adequações e encontrar soluções para melhorar o sistema. O sucesso depende da disciplina, da obediência às etapas e de uma verdadeira intenção em progredir e alcançar uma produtividade diferenciada.
 
9. Não ter motivação interna
Normalmente, o processo de implantação e de execução do GTD exige a mudança de alguns hábitos. Para encarar e superar esse desafio, é preciso entender que é possível melhorar seu rendimento, por meio de esforço e de dedicação.
Quando não há uma forte motivação interna, é mais fácil buscar razões e justificativas para desistir ou culpar o método pelos fracassos e frustrações.
 
10. A produtividade da empresa
O GTD é uma metodologia que pode ser aplicada de forma corporativa, por meio de treinamento específico e de orientações, reunindo diversos profissionais em prol de um mesmo objetivo.
 
Assim, vale a pena investir em programas que propiciem condições para que os profissionais explorem melhor suas potencialidades, suas competências e suas habilidades e o conceito de gerenciamento de ações.
 
Em resumo, o GTD é uma ferramenta simples, acessível e que produz ótimos resultados em todas as esferas da organização. Quando toda a equipe está engajada em melhorar o desempenho, em conquistar novos níveis de atuação, a produtividade está garantida e, com ela, o sucesso da empresa e do negócio.
 
Fonte: Endeavor
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Organização é fundamental para a correta declaração do Imposto de Renda

Organização é fundamental para a correta declaração do Imposto de Renda
 
O período para efetuar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda – Pessoa Física (DIRPF) começa em 1º de março e vai até 29 de abril. Para fazer a Declaração de maneira eficiente, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) recomenda que o contribuinte já comece a preparar a documentação. A medida pode até render algum ganho financeiro.
 
As regras detalhadas para a DIRPF são publicadas anualmente pela Receita Federal do Brasil (RFB), mas a documentação necessária para fazer a declaração não sofre alterações e quase todas já estão disponíveis para o contribuinte. “Extratos bancários, comprovante de aquisições e venda de bens e direitos, notas fiscais de prestadores de serviços de saúde e educação referentes ao período de 1º de janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2015 já estão disponíveis e são fundamentais para a declaração”, explica o vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina do CFC, Luiz Fernando Nóbrega.
 
A organização, para Nóbrega, é a melhor alternativa para evitar inconsistências na hora de prestar contas à Receita. “A Receita Federal do Brasil vem aprimorando, ano após ano, os instrumentos de cruzamento de dados para evitar a sonegação e aumentar a eficiência de arrecadação. Ela recebe informações de fontes das mais diversas, como das próprias pagadoras, dos cartórios, das operadoras de cartão de crédito, das corretoras de valores e até dos profissionais da área da saúde. Este detalhamento exige uma atenção redobrada do contribuinte para que ele não deixe de oferecer uma informação que será apresentada por uma destas fontes”, relata Nóbrega.
Instrumentos que auxiliam
 
A Receita lançou, em julho passado, o aplicativo de rascunho da DIRPF2016. Nele, o contribuinte pode ir informando movimentações patrimoniais, dados sobre doações, carnê-leão, número de dependentes ou alimentandos, bens, direitos e dívidas existentes no final do ano de 2014 e bens adquiridos ou vendidos em 2015, entre outras. Estas informações depois podem ser exportadas para o aplicativo da DIRPF.
 
Para quem teve algum ganho de capital – por exemplo, vendeu um imóvel e não usou o recurso para adquirir um novo – e precisa saber qual o valor da alíquota de imposto a pagar, Receita conta com o Programa de Apuração dos Ganhos de Capital (GCAP2015). Os dados também podem ser exportados para o aplicativo da DIRPF.
 
Para o trabalhador que não tem vínculo empregatício, mas obteve rendimento, ganhos com locação, arrendamento, prestação de serviços às embaixadas e algumas outras atividades, há o carnê-leão. Nele o contribuinte sabe, exatamente, o quanto deve recolher de Imposto de Renda.
 
 
Vantagens
Luiz Fernando ressalta que o maior benefício para quem faz a declaração de maneira organizada é a tranquilidade de saber que não haverá nenhuma inconsistência na sua declaração, mas ele aponta outros benefícios. “Se você já conta com todos os dados para fazer a declaração, você pode comparar se o melhor é fazer a declaração simplificada ou a completa , se é apresentar uma declaração conjunta com o cônjuge ou cada um fazer a sua separadamente e assim checar de que forma você paga menos imposto ou tem uma restituição melhor”, afirma.
 
Em caso de restituição, têm prioridade no recebimento os idosos, pessoas com deficiência e doenças graves. Depois disto, o critério é a entrega da declaração. Via de regra, quem entregou primeiro, recebe primeiro.
 
 
O que pode ser deduzido
A declaração deve conter todos os rendimentos aferidos no ano anterior e há uma série de despesas que podem ser abatidas do Imposto de Renda. Podem ser deduzidos os gastos com médicos, dentistas, fisioterapeutas, planos de saúde, educação privada, pensão alimentícia, estes mesmos gastos com dependentes, previdência privada – limitado a 12% da renda bruta tributável -, contribuição à previdência privada paga pelo empregador doméstico, contribuições aos Fundos dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes, incentivos à cultura e à atividade audiovisual, aos Fundos do Idoso e a projetos desportivos – limitados a 6% do imposto devido –, contribuições para o Programa Nacional de Apoio a Atenção Oncológica e para o Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência – limitadas, individualmente, a 1% do IR devido.
 
No ano passado a DIRPF foi obrigatória para quem obteve rendimento superior a R$ 28.123,91 em 2014, o que equivale a cerca de R$ 2.343,65 por mês. As regras deste ano devem ser publicadas em fevereiro. Mais informações podem ser obtidas no site da Receita Federal do Brasil.
 
Fonte: CFC – Conselho Federal de Contabilidade
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.