Mudanças nas IFRS exigem preparo das empresas

Mudanças nas IFRS exigem preparo das empresas
 
 
Sua empresa está preparada para as constantes alterações das normas internacionais de contabilidade? As mudanças nas IFRS requerem atenção por parte das companhias abertas e fechadas, uma vez que devem ocorrer de forma constante nos próximos anos.
 
Já em janeiro de 2018 entram em vigor a IFRS 9 completa e a IFRS 15. A primeira diz respeito às novas regras de contabilização, fiscalização e apresentação dos Instrumentos Financeiros. Já a IFRS 15 é relativa ao reconhecimento de receitas com os clientes.
Para 2019 está prevista a IFRS 16 que trata do arrendamento mercantil. As mudanças não param por aí. A IFRS 17, sobre contratos de seguros, tem sua vigência programada para 2021.
 
As contabilidades das empresas devem estar preparadas para essas mudanças nas IFRS e adequações. Entre as alterações aguardadas no decorrer dos próximos anos estão três pilares de trabalho:
 
– Comparabilidade das demonstrações financeiras:
Uma das alterações refere-se aos fundamentos para o Ebit – Lucro antes dos Juros e Tributos, e Ebitda – Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, que necessitam de padronização.
 
De acordo com a conselheira da Fundação de Apoio ao Comitê de Pronunciamentos Contábeis – FACPC, Doris Wilhelm, atualmente podem ocorrer diferenças nos processos de Ebits. “Tivemos uma situação de três Ebits diferentes com critérios distintos em uma mesma demonstração financeira”, declarou.
 
Isso pode ocorrer porque no Brasil, a instrução n° 527 da CVM já constitui parâmetros para o cálculo do Ebitda e do Ebit, mas que as empresas podem relatar um indicador de critério próprio, e ainda alguma outra forma de cálculo que atenda internacionalmente às agências de rating (classificação de risco de crédito) e detentores de dívida (bonds).
 
 
– Revisão de Disclosure Iniciative:
É referente ao processo de divulgação de informações financeiras de forma transparente. O documento deve ser mais bem formulado. As reclamações dos investidores apresentadas são desde o excesso de informações à falta de conteúdo.
 
 
– Taxonomia:
Nesse caso, as companhias brasileiras negociadas em Nova York terão que prestar contas à Comissão de Valores dos Estados Unidos até setembro de 2018 de forma eletrônica. No Brasil, as informações são prestadas à Comissão de Valores Mobiliários no formato PDF. Essa alteração também deve ser implantada na Europa até 2021.
 
 
 
Fonte: BLB
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Qual a importância do nome da sua empresa?

Qual a importância do nome da sua empresa?
 
Muitas pessoas não sabem da importância que o naming, processo de criação do nome de uma empresa, serviço ou produto, tem dentro de uma estratégia corporativa. A escolha de um bom nome pode fazer com que o desenvolvimento de uma marca seja acelerado em anos e que ela cresça mais rapidamente. Em um projeto de branding, o nome, que, juntamente com o tom de voz e o slogan, faz parte da identidade verbal, pode iniciar o processo de posicionamento de uma marca e contar ao público quais são seus diferenciais. É importante perceber que um nome criado de forma adequada pode determinar o curso de uma marca. Assim, é de suma importância que o nome escolhido esteja em consonância com os valores da empresa, que transpareça sua história e, especialmente, que vislumbre seu futuro. Bem como a essência, um nome não deve ser.
Noticia_Importancia_Nome_Sua_Empresa_2017
 
Um nome criado de forma adequada pode determinar o curso de uma marca, ele não é fruto de uma tentativa de descrição do produto ou serviço oferecido, mas sim do espírito, da personalidade da empresa, e o que intrinsecamente a diferencia de qualquer outra, porque isso é o que vai ligar a marca emocionalmente a todos aqueles que entrarem em contato com ela. Para a criação de um nome é também preciso pensar diferente, pensar grande, ir além do dicionário e considerar que empresas como Google e Flickr não se prenderam a padrões de linguagem; que a Blackberry e a Apple foram à contramão do convencional; e que todas essas são referências em seus setores. Com opções de nomes disponíveis cada vez mais escassas, o diferencial do nome da sua marca pode ser o inesperado, o incomum, o extraordinário, sendo crucial manter-se aberto para todas essas possibilidades.
 
Criar um nome não é algo simples de se fazer: requer muita pesquisa e conhecimentos específicos, entre eles o de linguística. Antes de escolher o um nome para a sua marca, lembre-se que ele deve ser curto, simples, memorável, fácil de pronunciar, ler e escrever, visualmente interessante, de fácil busca na internet, possuir conceito e ser original (distintivo/não convencional), estratégico (traduzir os atributos e posicionamento da marca), deve gerar associações positivas, atemporal (além da moda), e é claro legalmente protegível. Só através de muitas pesquisas, análises e tentativas (inúmeras delas) que se chegará a um nome que vai fazer com que uma marca não se torne mais uma no mercado, mas que se destaque e seja lembrada como autêntica e única.
 
 
 
 
Fonte: Administradores (Autor: Lucas Saad)
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4 dicas para um SPED bem feito

4 dicas para um SPED bem feito
 
Uma das maiores dificuldades para os escritórios de contabilidade é conseguir mandar as suas EFDs de forma a estarem o mais corretas possíveis.
 
Isso evita que a empresa caia em fiscalização, e tenha que arcar com pesadas multas, sem contar com o risco de perda de benefícios fiscais.
Noticia_4_dias_SPED_Bem_Feito_2017
Mas o que é necessário para poder fazer uma EFD de maneira correta?
A primeira dica é com relação ao perfil necessário ao profissional responsável pelo envio destas declarações. A pessoa responsável tem de ser alguém preparado, ter conhecimento sobre a empresa e sobre os tributos declarados na EFD em questão.
 
Sabemos que nem sempre é o caso, mas se o profissional não está totalmente preparado, é possível trabalhar para que fique. Para isso é necessário investir em cursos de especialização no tema, adquirir experiência, e principalmente ter conhecimento, e se interessar em adquirir cada vez mais conhecimento sobre o tipo de EFD que será enviada.
 
Fora estas aptidões do profissional, é necessário sempre se fazer algumas perguntas no momento da escrituração do SPED, do tipo: Será que os dados que recebo da empresa estão todos com a contabilidade? As informações que tenho são suficientes para garantir que a EFD será enviada corretamente? Essa seria a segunda dica.
 
A necessidade destas perguntas se dá, para saber se a sua EFD não está com omissões de informações.
 
Se achar que podem estar faltando informações, então seria necessário conversar com o gestor da empresa para verificar como são as rotinas de envio de informações para a contabilidade, e ver o que é possível melhorar.
 
Em sumo ter parceria com o envio de informações entre a empresa e a contabilidade é a terceira dica. Pois afinal, uma EFD bem montada precisa ser rica em dados.
 
Caso seja identificado que realmente a empresa está deixando de mandar informações a contabilidade, é necessário então fazer a revisão dos períodos anteriormente declarados, para que se necessário sejam feitas as devidas retificações.
 
A quarta e última dica é ser aberto e interessado em entender legislações e layouts, isso ajudará a entender como a EFD funciona, quando tiver dúvidas na escrituração de um registro, consulte o manual da EFD em questão, o manual muitas vezes terá as respostas para vários questionamentos.
 
Algumas dessas atitudes impedem que tanto o escritório como a empresa tenham problemas futuros.
 
Ter interesse na hora de montar a EFD, e estar comprometido com o cliente, resultará em uma EFD correta e confiável.
O profissional que elabora e envia estas declarações têm de estar preparado, ser dinâmico, e usar de inteligência e boas estratégias para lidar com as informações recebidas, escriturá-las corretamente, e saber identificar falhas e omissões nos processos da empresa para poder alertá-las quanto aos riscos.
 
A empresa e a contabilidade tem de caminhar juntas para se ter uma EFD bem feita.
 
 
 
Fonte: Contabilidade na TV (Autor: Carla Lidiane Müller)
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Cliente pode ter irregularidades denunciadas ao Fisco por Contador

Cliente pode ter irregularidades denunciadas ao Fisco por Contador
 
O Brasil deverá adotar, a partir do segundo semestre de 2017, uma norma internacional que obriga contadores e auditores independentes a denunciarem práticas ilícitas de seus clientes.
 
A norma é chamada de Noclar (Non-compliance with laws and regulations, ou Não conformidade com leis e regulações), está em processo de tradução e, de acordo com Idésio Coelho, presidente do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), deve passar a valer por aqui a partir de julho.
 
Noticia_Cliente_Irregularidades_Denunciadas_Contador_2017
 
 
Orientações
 
A nova norma orienta que contadores internos devem notificar seus superiores caso identifiquem qualquer irregularidade ou desvio de leis e regulamentos, como sonegação, lavagem de dinheiro e determinação deliberada para o não pagamento de impostos.
 
Caso a situação não seja resolvida internamente, esse profissional deverá obrigatoriamente notificar a questão para as autoridades.
 
Hoje em dia, assim como os advogados, os contadores têm o dever de guardar sigilo profissional dos atos de seus clientes.
 
 
 
Sigilo
 
Segundo o presidente do Ibracon, existem algumas questões que ainda estão sendo discutidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Entre elas, se a denúncia feita por contadores será anônima e se esse profissional deverá pedir demissão caso a empresa não tome nenhuma providência.
 
 
 
Fonte: Blog Skill
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SPED completa 10 anos de inovação e simplificação

SPED completa 10 anos de inovação e simplificação
 
Nesse domingo, 22 de janeiro, o Sistema Publico de Escrituração Digital completou 10 anos, revolucionando a prestação de dados aos fiscos federal, estadual e municipal, e inaugurando a era dos grandes dados na Receita Federal.
 
Nascido oficialmente com a edição do Decreto 6.022 de 22 de janeiro de 2007 , o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) se propunha a ser:
(…) instrumento que unifica as atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração contábil e fiscal dos empresários e das pessoas jurídicas, inclusive imunes ou isentas, mediante fluxo único, computadorizado, de informações.
 
Passados 10 anos de seu nascimento, vê-se que o SPED amadureceu para tornar-se bem mais do que isso. Tornou-se o leading case internacional de prestação de informações ao fisco (seja ele federal, estadual ou municipal).
Noticia_SPED_Completa_10_Anos_2017
 
Converteu-se em um dos principais instrumentos de simplificação da prestação de informações e porta de entrada para a maioria esmagadora dos dados na Receita Federal.
 
O SPED avançou em etapas sob a égide da construção coletiva. A Nota Fiscal Eletronica (NF-e), a Contabilidade Digital (ECD) e a Escrituração Fiscal Digital (EFD ICMS e IPI) foram os projetos pioneiros. Desde então, porém, o ecosistema SPED avançou para englobar a apuração do IRPJ, das Contribuições Sociais sobre Faturamento e sobre a folha de pagamentos além do acompanhamento das operações financeiras e de outros documentos fiscais.
 
O SPED tornou-se um sistema harmônico de prestação de informações pelo contribuinte e o grande caminho da simplificação tributária de forma concreta. Ao longo desse caminho o paradigma anterior de Programas Geradores de Declaração (PGD) foi sendo substituído por escriturações assinadas digitalmente e muito mais próximas aos fatos geradores de interesse.
 
O subsecretário de fiscalização, auditor-fiscal, Iagaro Jung Martins, lembra que a substituição de declarações por escriturações é o caminho da simplificação e da segurança tanto para empresas quanto para o fisco. Dacon e DIPJ foram substituídas pela EFD-COntribuições e pela ECF, respectivamente. O eSocial, por sua vez substituírá mais de 13 obrigações acessórias federais.
 
Os números do SPED traduzem sua relevância. Mais de 15 bilhões de NF-e emitidas e mais de 24 milhões de escriturações enviadas anualmente. O novo sitio do SPED em menos de 10 meses ultrapassou as 5 milhões de visualizações. O eSocial trouxe a formalização dos empregados domésticos de um patamar de 200 mil para mais de 2 milhoes de trabalhadores cadastrados.
“O SPED é uma construção social coletiva, onde a Receita Federal tem um papel de liderança, fomentando parcerias e coordenado o desenvolvimento”, comenta o auditor-fiscal Clovis Belbute Peres, chefe da Divisão de Escrituração Digital (Didig), que supervisiona o SPED na RFB.
 
“O SPED não é apenas um repositório ou um sistema de coleta, é uma instituição da sociedade. Uma forma pela qual a sociedade construiu um modelo em que, trabalhando em parceria com o fisco, amplia controles e simplifica a prestação de informações. O ecossistema parece estar completo, mas ainda há muito para ser aperfeiçoado e desenvolvido”, completa.
 
 
Governo anunciou medidas de simplificação e facilitação no final de 2016
 
No dia 15 do mês passado o governo federal apresentou medidas com o objetivo de elevar a produtividade e estimular a recuperação da economia do país. Divididas em dez grandes eixos, as iniciativas vão promover a desburocratização, a simplificação de regras para empresas e pessoas físicas, a facilitação para a concessão de crédito e o refinanciamento de dívidas.
 
 
 
Fonte: Receita Federal
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A nova tabela TIPI 2017 já está em vigor!

A nova tabela TIPI 2017 já está em vigor!
 
Desde 1º de janeiro de 2017, através do Decreto 8.950 publicado no Diário Oficial da União do dia 31 de dezembro de 2016. Dentre as modificações tivemos a criação e exclusão de NCM´s por isto é importante que o contribuinte verifique as classificações fiscais de seus produtos.
 
Abaixo os principais pontos de atenção sobre este assunto:
1) Caso tenha havido exclusão de uma NCM que o contribuinte utilizava ou a criação de novas com a descrição de seu produto é importante que seja verificada a correlação exata pois esta classificação da NCM e descrição determina por exemplo as alíquotas do Imposto de Importação, Imposto sobre produtos Industrializado, ICMS e o enquadramento na substituição tributária do ICMS.
2) Um erro na classificação fiscal de seus produtos pode gerar muitos prejuízos, por exemplo no caso de utilização de uma alíquota a menor ou o não enquadramento na substituição tributária o contribuinte deverá pagar esta diferença com multa e juros.
3) A utilização de uma alíquota maior também gera autuação por parte do fisco e ainda pode ocasionar o crédito indevido por parte do destinatário da mercadoria, ou seja, a classificação correta é primordial para a tributação e enquadramento tributário adequado e a emissão dos documentos fiscais corretamente.
 
Noticia_Nova_Tabela_TIPI_Em_Vigor_2017
 
Saiba que a alteração na TIPI deriva da adequação da Tarifa Externa Comum (TEC) à VI Emenda do Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias (SH 2017).
 
A referida normativa foi internalizada ao ordenamento jurídico brasileiro por meio da resolução Camex 125/16 de 15/12/2016 (D.O.U. de 23/12/2016), cuja vigência inicia-se em 01/01/2017.
 
Importante observar que caso tenha aumento de alíquotas o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), embora não esteja subordinado ao princípio da anterioridade (vedação à cobrança de tributo no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que o instituiu ou aumentou) está sujeito ao princípio nonagesimal ou noventena, que veda a cobrança de tributo antes de decorridos 90 dias da data em que haja sido publicada a lei que o instituiu ou aumentou (Constituição Federal/1988, art. 150, caput, III, “b” e “c”, § 1º).
 
 
Fonte: IOB News
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Entenda a relação entre contabilidade e certificado digital

Entenda a relação entre contabilidade e certificado digital
 
 
Hoje em dia diversos artifícios ganharam versão digital, a fim de acompanhar o crescimento e a popularização da Internet para os negócios. O certificado digital é uma dessas inovações tecnológicas que valem a pena ser abraçada pelo mundo empresarial.
 
Se muitos empreendedores e contabilistas ainda trazem dúvidas sobre a real importância do certificado digital, é preciso apreender o quanto antes o que ele é e quais setores da empresa devem se responsabilizar pelo seu uso e emissão.
 
Este post tem o objetivo de mostrar qual é a afinidade que existe entre a contabilidade e o certificado digital. Ao ler o texto, você poderá entender melhor qual é a responsabilidade dos contabilistas em relação a esses documentos.
O sistema de certificação digital
 
No mundo contemporâneo, interligado pela internet e por seus variados recursos, o fluxo de informações está maior e mais intenso. Para várias empresas e instituições, é essencial resguardar diversas informações sigilosas, e a própria existência do negócio depende disso.
 
Sabemos que existem muitos riscos no universo digital que podem ameaçar a integridade das informações. É indispensável assegurar que elas sejam usadas pelas pessoas certas e preenchidas adequadamente.
 
O sistema de certificação digital foi desenvolvido a partir dessas necessidades. Ele tem como objetivo confirmar a autenticidade das informações declaradas, sejam elas relacionadas à pessoa jurídica ou à pessoa física. Assim, o sistema de certificação digital garante a origem das informações, sua veracidade e ainda agiliza o processo de autenticação dos documentos.
 
Os certificados digitais são emitidos pela Infraestrutura de Chaves Públicas do Brasil (ICP-Brasil). A ICP-Brasil identifica, no ambiente virtual, pessoas físicas e jurídicas que foram cadastradas pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI).
Noticia_Entenda_Relacao_Contabilidade_Certificado_2017
 
Os principais certificados digitais são:
 
E-CNPJ: versão eletrônica do CNPJ, que serve para emissão de Nota Fiscal Eletrônica, transmissão de Escrituração Fiscal Digital e obrigações acessórias;
E-CPF: substitui o CPF das pessoas físicas no ambiente virtual, servindo inclusive para a entrega de declarações do Imposto de Renda.
 
A função da contabilidade
 
A contabilidade, por sua vez, é uma ciência que tem como finalidade cuidar da escrituração das empresas, ou seja, lançar toda a sua documentação nos livros contábeis. Essa é a forma mais eficaz de registrar todos os atos e fatos contábeis, a totalidade das operações comerciais, financeiras e fiscais da empresa.
 
A contabilidade também acompanhou a evolução tecnológica e trabalha com documentos digitais, sendo o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) o exemplo mais evidente do comprometimento da administração contábil com a fiscalização eletrônica.
A contabilidade e a certificação digital
 
A Escrituração Contábil Fiscal é realizada eletronicamente e só pode ser enviada depois de ser assinada digitalmente. Essa assinatura precisa ter validação através de um certificado digital.
 
O preenchimento e a emissão da nota fiscal eletrônica também exigem a certificação digital para que suas informações possam ser autenticadas e enviadas para as partes interessadas mediante a chave de acesso.
 
Determinados ambientes virtuais de vital importância para as empresas possuem acessos controlados por certificação digital. É o que acontece, por exemplo, com o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), portal que disponibiliza serviços da Receita Federal. Da mesma forma, ocorre com o Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX), que está atrelado à área de Conectividade Social da Caixa Econômica Federal para o envio do FGTS.
 
Por isso, é fundamental que todo profissional de contabilidade aproveite bem um sistema de configurações atualizadas, para poder identificar a existência e a validade dos certificados digitais utilizados pela empresa.
 
Também é importante que as pessoas que trabalham no setor estejam familiarizadas com as documentações preenchidas e enviadas no ambiente virtual.
As principais atividades que podem ser autenticadas por certificação digital
 
Entre as atividades que podem ser garantidas por um certificado digital destacam-se:
 
Assinatura e envio de documentos pela internet;
Transações em bancos;
Envio de declarações da empresa;
Assinatura de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e’s), Conhecimentos de Transporte Eletrônicos (CT-es) e Manifestações de Destinatário;
Login em ambientes virtuais.
 
As vantagens em usar o certificado digital
 
São muitas as vantagens de usar a certificação digital. Podemos citar a desburocratização dos processos, já que não há necessidade de reconhecimento de firma. Uma grande conveniência é a economia de tempo, a agilidade, pois tudo se realiza através da internet.
 
Outro benefício importante é que o certificado digital garante a validade jurídica das cláusulas e documentos eletrônicos.
Os tipos de certificados digitais
 
O contabilista deve trabalhar com diferentes tipos de certificado digital. Portanto, é necessário que conheça as diferenças entre eles, a finalidade e a importância de cada um. Esses certificados devem ser obtidos e validados de acordo com os serviços usados.
 
São oito os tipos de certificados digitais, separados em duas principais séries. Cada série engloba quatro tipos de certificado.
 
A Série A diz respeito aos certificados cuja finalidade é identificar a pessoa ou a empresa no ambiente virtual, possibilitando a utilização de serviços digitais (redes privadas, assinatura de documentos eletrônicos e e-mails). Essa série envolve os tipos A1, A2, A3 e A4, sendo que os mais utilizados são A1 e A3.
 
A1: possui validade de 1 ano (12 meses) e cria um par de chaves para a própria estação de trabalho;
A3: possui validade de 3 anos (36 meses) e cria um par de chaves para uma mídia criptográfica (como token ou smartcard);
A3 para micro e pequenas empresas: possui validade de 1 ano e meio (18 meses) e também cria um par de mídias criptográficas.
 
A Série S refere-se aos certificados que são usados para criptografar mensagens e documentos que serão transmitidos e compartilhados no ambiente virtual. Dessa maneira, as informações que eles contêm não ficam expostas, sendo acessadas somente pelos que possuem uma determinada chave privada. Essa série envolve os tipos S1, S2, S3 e S4.
 
Existe ainda o certificado de tipo T. Trata-se de um certificado de tempo, permitindo que se registre o dia e a hora em que o documento eletrônico foi assinado, com a identificação do autor.
A emissão de certificados digitais
 
Para emitir um certificado digital, é necessário ir pessoalmente à Autoridade Certificadora (AC) para que os dados preenchidos online sejam validados. Esse procedimento deverá ser agendado, sendo que a própria AC passará instruções sobre a documentação que deverá ser apresentada.
 
Depois de tudo concluído, o certificado digital deverá ser baixado. A Autoridade Certificadora providenciará todo o suporte técnico e até as mídias criptográficas quando elas forem necessárias.
 
Para conferir quais são as Autoridades Certificadoras credenciadas na ICP-Brasil, acesse o site do ITI.
 
O que acha do certificado digital? Já está usando a certificação digital em seu escritório? Para adquirir mais informações sobre contabilidade moderna, leia o post Como anda o mercado de trabalho em contabilidade.
 
Fonte: Portal BLB Brasil
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Saiba como prevenir e combater a corrupção na sua empresa

Saiba como prevenir e combater a corrupção na sua empresa
 
A Odebrecht é o epicentro da crise política que o Brasil passa. A empresa é acusada pela justiça de pagar propinas para políticos e fazer doações ilegais para campanhas e partidos. Por praticar atividades ilícitas com o poder público, alguns sócios e executivos da empresa estão enroscados com a justiça e foram presos – o herdeiro da construtora, Marcelo Odebrecht, é um deles.
 
Empreendedores que praticam atos ilícitos contra a Administração Pública podem ser punidos, diz a Lei nº 12.846. Conhecida como a Lei Anticorrupção, regulamenta a responsabilidade civil e administrativa das pessoas jurídicas, como donos de empresas e executivos, quando há o pagamento de propina para obter vantagem numa licitação, por exemplo.
 
Mas não é só a propina. A Lei Anticorrupção também prevê julgamento em outras situações. O guia abaixo, elaborado por Pequenas Empresas & Grandes Negócios, mostra quais são os crimes que podem colocar os empreendedores nas garras da justiça. E apresenta um passo a passo para o empresário deixar sua empresa livre de riscos.
Noticia_Saiba_Como_Previnir_Bombater_Corrupcao_2017
 
 
O que é considerado crime:
 
– Prometer, oferecer ou dar qualquer tipo de vantagem — como uma quantia em dinheiro — a um agente público ou a outra pessoa relacionada a ele, como seu filho ou cônjuge.
– Fraudar licitações, por meio da combinação prévia de preços, por exemplo, ou da criação de uma pessoa jurídica só para participar da negociação.
– Impedir ou perturbar a realização do procedimento licitatório ou oferecer vantagens a um licitante para que ele se afaste da concorrência.
– Financiar qualquer ato ilícito previsto na lei ou usar outra pessoa física ou jurídica de fachada para esconder a identidade de quem pratica os crimes.
 
 
Quais são as sanções administrativas para a empresa criminosa:
 
– Multa de 0,1% a 20% do faturamento bruto do ano anterior, excluídos os tributos. Caso não seja possível determinar esse valor, a multa irá variar de R$ 6 mil a R$ 60 milhões.
– Reparação integral do dano causado pela empresa e publicação da condenação em meios de comunicação.
– A aplicação das punições levará em conta fatores como a gravidade da infração, a situação econômica da empresa, a cooperação da pessoa jurídica para a apuração das infrações e a existência de mecanismos internos de integridade e incentivo à denúncia, além da aplicação de códigos de ética e de conduta.
– A autoridade pública poderá fazer com a empresa um acordo de leniência, que reduz a multa e as punições, desde que a pessoa jurídica cesse seu envolvimento na infração, identifique os demais envolvidos e providencie documentos e informações que comprovem o crime.
 
 
As sanções na esfera judicial:
 
– A União, os estados, o Distrito Federal e os municípios poderão aplicar punições como a perda dos bens ou dos valores obtidos em decorrência da infração, a suspensão das atividades da empresa e a dissolução da pessoa jurídica.
– As empresas condenadas podem também ser proibidas de receber subsídios ou empréstimos de entidades e instituições financeiras públicas pelo prazo de 1 a 5 anos.
 
 
Para fazer uma prevenção e combate a corrupção na sua empresa, o empreendedor deve montar uma estrutura de compliance. Abaixo, os oito passos para montá-la:
 
1. Faça um estudo dos riscos
O primeiro passo é analisar a empresa e entender quais são as áreas ou os processos mais arriscados. Ou seja, apontar as pessoas e as partes do ciclo operacional que mais têm contato com órgãos públicos e que estão suscetíveis a situações de corrupção. Vale também considerar se as mercadorias da empresa passam por portos, se o negócio usa terceiros nesse procedimento e se vende para outra companhia que fornece para o governo. A partir daí, o empreendedor identifica quais são as áreas do negócio que merecem mais atenção e controle.
2. Elabore um código de conduta
Registre por escrito todas as regras que os profissionais da empresa (incluindo os donos e os principais executivos) precisam seguir ao lidar com o governo. O código de conduta deve explicar quais são as atitudes a tomar em caso de cobrança de propina ou possível fraude e os canais de denúncia de irregularidades. Para garantir o bom entendimento das regras, o texto precisa ter uma linguagem que todos os colaboradores compreendam.
3. Invista em comunicação
As normas de conduta têm de estar sempre frescas na mente dos funcionários. Os canais de comunicação interna utilizados pela empresa, como cartazes, newsletters e intranet, podem levar esse conteúdo a todos os departamentos. No caso de negócios com filiais, fábricas ou escritórios separados, é importante garantir que a mensagem chegue até os empregados mais afastados. Periodicamente, os veículos podem abordar um dos itens do código de conduta. É importante que o dono da empresa reforce essa cultura. Toda vez que faz um anúncio, ele inclui uma palavra sobre integridade ou compliance.
4. Defina quem vai lidar com o governo
O grupo dos funcionários que mantêm mais contato com servidores públicos, seja na renovação de licenças, seja em licitações, por exemplo, deve ser identificado e treinado em relação a protocolos de interação. Eles precisam saber como agir em caso de proposta de irregularidade, em que lugar as reuniões serão feitas, quantas pessoas devem comparecer aos encontros e quem pode pagar a conta do restaurante. Esse time de colaboradores não se restringe à diretoria.
5. Organize os processos
Para que seja possível fazer o acompanhamento das práticas anticorrupção, a empresa deve ter processos organizados e definir responsabilidades. Os empregados que lidam com compra e venda precisam armazenar notas fiscais e comprovantes. As aprovações de verba também devem ser anotadas. Assim, se houver qualquer investigação ou suspeita de irregularidade, será possível apontar quem foi o responsável por cada ação.
6. Estruture um canal de denúncias
É importante que os funcionários (e até o público externo) tenham como comunicar práticas ilícitas que estejam ocorrendo na própria empresa. Pode ser um endereço de e-mail, uma caixa de sugestões fechada a chave ou um formulário no site. O problema precisa ser investigado sempre — o canal só terá credibilidade se os funcionários souberem que haverá prosseguimento para a sua denúncia.
7. Investigue os parceiros
Os fornecedores de alto risco são aqueles que lidam como governo e podem representar a empresa perante o poder público, como escritórios de advocacia, consultores e despachantes. Investigue qual é a reputação deles — se já foram condenados por corrupção antes, por exemplo.
8. Mantenha o controle permanente
O dono da empresa e um comitê de ética, formado por profissionais de áreas como RH, jurídica e de comunicação, devem fazer as investigações de denúncias. Os gestores de cada área também precisam estar preparados para passar as regras à equipe e fiscalizar o cumprimento das normas
 
 
 
Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios
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O Cuidado com o capital de giro e o fluxo de caixa

O Cuidado com o capital de giro e o fluxo de caixa
 
A dinâmica do capital de giro impacta diretamente no fluxo de caixa.
 
Geralmente, empresas em fase de expansão precisam de investimentos adicionais, uma vez que a previsão de um faturamento maior irá refletir em um volume maior de contas a pagar.
noticia_cuidado_com_capital_giro_e_fluxo_caixa_2017
 
A melhor forma de cobrir a necessidade adicional de capital de giro é usar o lucro gerado pela própria empresa. É um dinheiro mais “barato” que os produtos oferecidos pelas instituições financeiras, no entanto, muitas vezes os lucros gerados não são suficientes para cobrir essa necessidade. É quando entram em jogo as linhas de credito bancárias.
 
Se a captação desse tipo de recursos for feita de forma planejada, é uma opção válida e pode contribuir para o crescimento do negócio. Esse recurso é muito conhecido no mercado e tem o nome de “alavancagem financeira”.
 
Portanto, o cuidado com o capital de giro é uma constante, pois mesmo com vendas crescentes e boas margens de lucro, serão necessários mais investimentos, já que aumentar vendas significa também crescer os custos e despesas operacionais.
 
Esse cuidado vale também para os tempos de vacas magras. No período de queda nas vendas, é preciso lidar com equilíbrio a baixa no faturamento e um alto volume de estoque parado.
 
É possível passar pelo período, desde que se diminua os estoques e se ajuste o quadro de funcionários. A arte da negociação com fornecedores e um planejamento antecipado são diferenciais para negócios que almejam a solidez e a sustentabilidade.
 
 
Fonte: Canal do Empreendedor
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Empreendedor ganha salário? Como não misturar suas contas e as da empresa

Empreendedor ganha salário? Como não misturar suas contas e as da empresa
 
Separar as contas pessoais e as contas da empresa pode ser uma dificuldade enorme para empreendedores, mas é fundamental para garantir a perenidade do negócio. O empreendedor jamais deve enxergar no lucro da empresa a sua renda mensal, ao mesmo tempo em que precisa fazer um planejamento para cobrir seus gastos pessoais.
 
Alexandre Serodio, Empreendedor Endeavor e fundador do Beleza na Web, sempre foi rigoroso com essa separação. Ele acredita que o dono do negócio não pode considerar suas necessidades pessoais mais importantes que as da companhia. “A empresa é como um filho. Se você só tem um prato de comida, mesmo que esteja passando fome, vai garantir a refeição para o seu filho”, diz.
Mas de onde vem tanta convicção? Para Alex, é óbvio: Se você investiu em um negócio, é porque acredita que ele pode dar muito certo e precisa investir nele antes de colher os frutos. Logo, a maior parte do lucro deve ser aproveitada na própria empresa. “Um dia, a empresa um dia vai te prover”.
 
À frente do Beleza na Web, ele chegou a trabalhar um período com uma ordem de prisão decretada, pois não conseguia pagar a pensão para os filhos. Em nenhum momento pensou em tirar dinheiro da empresa para resolver a questão familiar. Continuou trabalhando várias horas por dia para melhorar a situação da companhia e, só então, quitou o que devia. Hoje, tem a guarda dos filhos.
 
Com a experiência de Alex, reunimos dicas para não misturar PF com PJ.
 
 
– Seu maior investimento é a sua empresa
 
Você acredita na sua empresa? Então, por que tirar o dinheiro que poderia ser reinvestido para impulsionar o crescimento dela e deixá-lo no banco como pessoa física? Não estamos dizendo que você deve acabar com as suas reservas pessoais, mas é preciso valorizar o seu ativo mais importante. Se o seu sonho é grande, a empresa precisa ser prioridade.
 
 
– Não se deslumbre
 
Todo empreendedor passa por perrengues no início da trajetória. Mas não é só porque a empresa começou a ter um faturamento relevante ou porque as contas finalmente ficaram no azul que você pode achar que está com a vida ganha e sair gastando como pessoa física. A dica de Alex é fixar um mínimo necessário para a vida pessoal. Mínimo significa não sair para comer em restaurantes, não ter empregada todo dia, não fazer várias viagens nem sair cheio de sacolas do shopping. Antes de começar seu negócio, ele ganhava cerca de R$ 20 mil como executivo. Passou cerca de dois anos vivendo com R$ 2 mil por mês. “A necessidade individual tem que ser a mais básica possível”, afirma.
 
 
– Salário do empreendedor
 
Para estabelecer o salário do empreendedor, é possível considerar três aspectos. O primeiro é a realidade do negócio. Não dá para fixar um valor que comprometa planos de investimento e o pagamento dos demais funcionários. O segundo é achar um parâmetro de acordo com as funções exercidas. Quanto você ganharia se estivesse executando as mesmas tarefas em outra empresa? O terceiro são as necessidades pessoais. Faça uma planilha com todos os seus gastos irredutíveis. Em muitos momentos, o empreendedor não pode se dar ao luxo de ter um salário maior que suas necessidades.
 
 
– Misturar as despesas pode confundir a administração da empresa
 
Como saber quais são as reais despesas do seu negócio se você usou o cartão corporativo para abastecer o carro no final de semana, pediu para a secretária pagar a escola dos seus filhos ou bancou vários cafés durante o mês? Se gastos pessoais são incluídos na conta, fica mais difícil entender o que está acontecendo no seu negócio. Bagunça, inclusive, aquela matemática básica de que o lucro = receitas – gastos. Além disso, pode diminuir a credibilidade da empresa diante de investidores. No banco, tenha uma conta corrente para pessoa física e uma para a empresa, assim fica mais fácil controlar os seus gastos e pagamentos e os da empresa.
 
 
– Não se engane
 
Ok, você já entendeu, lucro precisa ser reinvestido. Porém, Alex faz um alerta: os investimentos na empresa também precisam de prioridades. “Sempre considerei que o que o consumidor não vê não tem valor. Até o ano passado, a cadeira onde eu sentava era toda rasgada. Que diferença faz para o consumidor o braço da minha cadeira?”. Ele defende um ambiente de trabalho limpo e bem cuidado, mas sem luxos. Ou seja, o controle com gastos supérfluos precisa existir na empresa e o empreendedor precisa resistir à tentação de criar regalias para si mesmo dentro do negócio.
Itens como carro e celular só devem entrar na conta da empresa se forem ferramentas de trabalho e fundamentais para a performance. “Outro dia compraram latas de lixo novas. Achei tão bonitas que fui comprar para a minha casa. Quando cheguei na loja, descobri que custavam R$ 600, um absurdo. Comprei da empresa e pedi para gastarem no máximo R$ 100”, conta Alex. “Pensar grande não quer dizer gastar muito.”
 
 
– Dinheiro parado é mau sinal
 
Alex diz que se há dinheiro parado na empresa, há alguma coisa errada. O que entra precisa girar. “A minha tesouraria fechava todo dia com R$ 100 na conta. Acompanhávamos no Google AdWords quanto dinheiro conseguíamos investir por hora. Calculávamos até os centavos”, conta.
 
 
– Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades
 
Alex considera que usar o dinheiro da empresa para despesas pessoais é, além de tudo, um desrespeito aos funcionários. É como se o dono se achasse com mais direitos que toda a sua equipe. A lógica deveria ser outra: quanto mais poder, mais responsabilidade diante dos outros. É preciso dar o exemplo e não misturar.
Se você ainda não tem uma planilha de despesas pessoais nem estabeleceu quanto tira da empresa para os seus gastos, é hora de tomar uma atitude. Separar a conta da empresa da conta do empreendedor é um dos itens mais importantes na hora de controlar as finanças do seu negócio.
 
 
Fonte: Endeavor
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