Tablets ganham espaço nas empresas e veem futuro promissor

Tablets ganham espaço nas empresas e veem futuro promissor
 
Lançamentos recentes da Apple e da Microsoft mostram que o mercado corporativo está abrindo os braços para o gadget.
 
De modo geral, as vendas de tablets caíram 20% nos últimos trimestres. Mas o uso desses aparelhos no ambiente de trabalho continua crescendo nos Estados Unidos. Com base em uma pesquisa feita com 300 empresas dos norte-americanas encerrada em setembro, a consultoria J. Gold Associates determinou que o número de empresas que possuem mais de metade da sua força de trabalho usando tablet vai crescer até 155% nos próximos três anos.
 
“Isso indica uma forte tendência para cima”, afirmou a empresa em um relatório de 11 páginas sobre a pesquisa. A Computerworld dos EUA recebeu uma cópia de review do documento.
 
A pesquisa também questionou sobre os planos das empresas em dependerem dos funcionários que levam seus próprios tablets em uma situação de BYOD (Bring Your Own Device).
 
O estudo aponta que aproximadamente 12% das empresas entrevistadas atualmente se baseiam em BYOD para quase todo o seu uso de tablets, um número que vai crescer para 21% nos próximos três anos – uma taxa de crescimento de 78%. Em comparação, 9% desses usuários de tablets mais aficionados estarão usando aparelhos fornecidos pelas empresas até lá.
 
“O BYOD não será tão importante para tablets e BYOD é exagerado, especialmente com tablets”, afirmou o analista da J. Gold Associates, Jack Gold. Como analistas já notaram com o mercado consumidor, os usuários estão ficando muito mais tempo com os tablets do que com os smartphones, às vezes entre três e cinco anos. Em contraste, as pessoas tendem a manter seus smartphones por cerca de 18 meses.”
 
Gold argumenta que os tablets no espaço de trabalho são fundamentalmente diferentes do que são para os consumidores. “Para a maioria dos funcionários, você não precisa de inovação de hardware com os tablets, mas de inovação no fluxo de trabalho”, afirma. “Muitos trabalhadores não precisam de uma super tela; precisam de algo que é funcional.”
 
Para os funcionários, “um tablet é sobre fazer uma tarefa em vez de um aparelho geral, enquanto que os consumidores querem fazer tudo com ele”, completa o especialista. Mas nem todo mundo pensa assim. Sim, algumas vezes o pessoal de vendas ou um motorista da frota usam tablets apenas para preencher algo simples em um formulário, por exemplo.
 
No entanto, alguns tablets são usados no trabalho para basicamente substituir um notebook, como o CEO da Apple, Tim Cook, afirmou recentemente ao promover o novo iPad Pro, que possui tela de 12,9 polegadas e suporte para teclado físico e caneta stylus.
 
O esforço da Apple para entrar nesse segmento acontece após o sucesso da Microsoft com o Surface Pro, que acaba de ganhar o modelo mais recente (Surface Pro 4), assim como um notebook que também vira tablet, o Surface Book.
 
Os tablets baseados em Windows mostraram o crescimento projetado mais forte no estudo, chegando a 123% em três anos para as empresas com uso mais intenso de tablets. Os tablets com Android devem crescer 75%, enquanto que o iPad deve subir 63% no mesmo período.
 
Fonte: http://computerworld.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Internet pode ajudar micro e pequeno empresários a crescerem

Internet pode ajudar micro e pequeno empresários a crescerem
 
Setores de moda e acessórios, higiene pessoal, beleza e decoração estão entre os que têm grande possibilidade de lucrar online; veja as vantagens de ter presença virtual.
 
É difícil encontrar uma loja ou empresa grande que não tenha um canal de vendas na internet. Hoje, com um número cada vez maior de compradores online, é quase impossível existir sem ter presença virtual. Mas não são apenas marcas famosas ou serviços de grande porte que podem se beneficiar do comércio eletrônico: o e-commerce também é um poderoso aliado de micros e pequenos empresários.
De acordo com o consultor empresarial Jorge Bahia, a presença virtual é fundamental para todos os tipos de empresários e empreendedores. “Não tratar o e-commerce como uma possibilidade de realizar suas operações comerciais é o mesmo que ratificar opção pelo não crescimento do negócio. Tudo, hoje, pode ser oferecido e comercializado pela internet, considerando que as barreiras de tecnologia da informação e de marketing digital foram vencidas com relação à acessibilidade de custos”.
Entre as atividades com maior possibilidade de ascensão no comércio eletrônico, o especialista cita moda e acessórios, higiene pessoal, beleza e decoração de ambientes. “Não podemos deixar de mencionar as atividades relacionadas à informática e eletroeletrônicos. As atividades de lazer e esportes no toante a serviços também têm um horizonte favorável”, completa.
Um setor que ainda possui presença online tímida, mas que promete crescer, é o de padarias e mercearias. Segundo o coach de vendas Jaques Grinberg Costa, não são apenas os supermercados e restaurantes que podem lucrar vendendo pela internet: “Quem tem uma padaria pequena, de bairro, também pode ter loja online. Não há quem não gostaria de acessar a web, comprar um pãozinho e receber em casa”, exemplifica.
No entanto, para quem pretende vender alimentos pré-prontos ou pré-processados, cuidados adicionais são importantes. Quesitos relacionados a prazos de validade, correção no acondicionamento e temperatura para manter os produtos podem ser empecilhos operacionais”, alerta Jorge.
Vantagens
A exposição no comércio eletrônico é geralmente maior do que em um ambiente físico. De acordo com Jorge, nos últimos seis anos, o número de internautas brasileiros cresceu acima de 143%, o que torna a internet uma excelente vitrine para os negócios.
“Hoje, falamos de 110 milhões de pessoas conectadas, com uma conexão média diária de 8 a 9 horas. Estar exposto online é fundamental para divulgar sua marca e seus produtos”, conta Jorge.
A possibilidade de fazer entregas mais rápidas também é um diferencial para os micros e pequenos empresários. Atuar regionalmente pode ser uma boa ideia para o início.
“Se você é pequeno e começar vendendo para o seu bairro e regiões próximas, é possível fazer a entrega em até quatro horas. As grandes redes têm prazos de dias. O pequeno empresário, inicialmente, não irá concorrer com os grandes. Pode ser interessante começar trabalhando apenas regionalmente”, recomenda Jaques.
O coach de vendas ainda destaca o baixo custo de investimento: “Há a possibilidade de gastar menos. Quando você tem um espaço físico, terá gastos obrigatórios com a manutenção daquele ambiente, além do aluguel e de outras despesas. Na internet, existem ferramentas gratuitas para desenvolvimento de sites. Se você não tiver condições de montar uma página adequada sozinho, existem empresas que fazem isso por você. De início, não cobram nada, apenas um percentual das vendas”, ensina.
 
Fonte: IG – Economia (Autor: Gustavo Mause)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Google quer abrir páginas instantaneamente em smartphones

Google quer abrir páginas instantaneamente em smartphones

São Paulo – O Google está anunciando hoje um projeto ambicioso para acelerar a internet. Ele é chamado Accelerated Mobile Pages (AMP), páginas móveis aceleradas, em português. O objetivo é corrigir um dos principais problemas identificados pela empresa dentro da web: o tempo que cada página demora para carregar em um dispositivo móvel.

“A internet já tem mais de 20 anos. Hoje, pensamos que existe uma crise de velocidade e desempenho”, disse Richard Gingras, chefe de notícias e produtos sociais do Google, em entrevista a EXAME.com

O projeto está sendo lançado com organizações de mídia ao redor do mundo. A Editora Abril, que publica EXAME.com, é uma das parceiras iniciais do Google. Folha de S. Paulo e Editora Globo são outras empresas brasileiras participando do projeto.

Grandes nomes da imprensa mundial também estão inicialmente, como The New York Times, The Washington Post, The Guardian, El País e BBC.

O Google define a empreitada como “a criação de páginas na web mais amigáveis para dispositivos móveis”. A ideia é que seja criado um padrão universal que permita que páginas abram no smartphone instantaneamente.

De acordo com o Google, pesquisas mostram que 30% dos usuários abandonam um site se a página levar mais de seis segundos para carregar no smartphone. O projeto AMP tem pilares tecnológicos para que esse tempo caia em, ao menos, 80%.

O Google usará um novo padrão de HTML que se difere pouco da linguagem usada atualmente. Também será possível armazenar páginas pré-carregadas nos servidores do Google – as empresas podem escolher manter o conteúdo em seus próprios servidores também.

As páginas serão simplificadas em relação ao conteúdo original. Por ora, o foco será no essencial: texto, fotos e vídeos (além de banners de anúncios). Essa nova prática, acredita o Google, permitirá que as páginas abram instantaneamente em smartphones e conexões móveis.

Nos próximos meses, o Google espera trabalhar com as empresas para expandir as capacidades das páginas no projeto AMP. A expectativa é que seja possível usar tipos de conteúdo mais sofisticados como mapas, ferramentas de visualização de dados ou plug-ins sociais.

Vale dizer que todo o material é completamente open-source. Tudo será disponibilizado pela empresa no GitHub.

Acelerar a internet

Os grandes nomes da tecnologia elegeram o problema do tempo de carregamento de uma página da internet como foco. Além do Google, Facebook e Apple têm iniciativas dentro dessa área. Cada uma dessas empresas tem um perfil, o que influencia a solução apresentada por elas.

Mais cedo neste ano, o Facebook mostrou o Instant Articles. A argumentação é próxima à usada pelo Google: as páginas demoram muito para carregar e nós temos a solução.

O Facebook desenvolveu um método que permite que páginas de notícias sejam abertas em poucos segundos. O ponto sensível dessa solução é que ela funciona somente dentro do app da rede social – e somente para iPhone, por enquanto.

Para a Apple, algo que dificulta a abertura de uma página na web são as publicidades. A última versão do iOS vem com suporte, pela primeira vez, para bloqueador de anúncios (ou Ad Blockers). O problema aqui é que boa parte do modelo comercial de sites, sejam eles de notícias ou não, depende da receita gerada por anúncios.

Durante a entrevista com Richard Gingras e David Besbris, que é vice-presidente de engenharia dos sistemas de buscas do Google, eles disseram que não existe uma competição. “Enxergamos isso com um perfil de fundação”, disseram.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

 

A importância da certificação digital para seu negócio online

A importância da certificação digital para seu negócio online

As compras em lojas virtuais crescem a cada ano que passa. Se por um lado as vendas aumentam, a margem para fraudes também cresce. Neste cenário, a certificação digital no e-commerce passa a ser fundamental.

De acordo com dados do eMarketer, em 2014 as vendas de e-commerce movimentaram US$ 1,47 trilhão no mundo todo. A estimativa é que, em 2018, esse número chegue a US$ 2,35 trilhões.

A certificação digital é importante para garantir a segurança dos dados de seus clientes e consumidores do e-commerce. É chamado de SSL, ou TLS – que significam, respectivamente, Secure Sockets Layer e Transport Layer Security. Nas páginas da internet, é identificado pelo “s” após o “http”, e também pelo cadeado na barra de endereço.

Através desse sistema de certificação digital, os dados confidenciais dos clientes que são digitados e trafegados nestes portais são transformados em códigos criptografados, o que garante a segurança do e-commerce. Isto torna as fraudes muito mais difíceis.

O sistema de segurança também passa mais credibilidade ao cliente. Se ele se sentir mais seguro, as chances de finalizar a compra no seu site aumentam consideravelmente.

O consumidor não está disposto a arriscar ter suas informações e dados importantes divulgadas e, em função da concorrência cada vez maior, é mais fácil procurar outra loja ao invés de arriscar. Além disso, operadoras de cartão de crédito costumam exigir certificação digital para permitir operações em e-commerce.

Para acrescentar o sistema SSL ou TLS ao seu site, o empreendedor deve procurar empresas que oferecem diferentes pacotes e suportes técnicos para a implantação da certificação digital. Os valores variam conforme os níveis dos certificados de segurança contratados.

Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/
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Legado de duas décadas: Windows 10 segue os passos do Windows 95

Novo sistema da Microsoft tem mais em comum com o clássico software do que você imagina. Veja nossa lista de semelhanças entre eles.

O Windows 95 completa 20 anos nesta segunda-feira, 24/8, e representa mais do que apenas história para a Microsoft.

O lançamento do Windows 10 no mês passado tem muitos paralelos ao sistema que a Microsoft lançou há duas décadas. Se você puder olhar além do óbvio abismo de capacidades entre os softwares (o Windows 95 exigia um processador 386DX, 4MB de RAM, e 55MB de espaço livre), o Windows 10 tem mais em comum com o Windows 95 do que qualquer versão que o precedeu.

Veja alguns exemplos disso abaixo:

– O Windows 95 foi a primeira versão a incluir o menu Iniciar. Sua criação foi liderada por um psicólogo behaviorista cujo trabalho era tornar o Windows mais fácil de ser usado. A Microsoft ficou tão empolgada com isso que baseou toda a sua campanha de marketing em torno disso, com a música “Start me Up”, dos Rolling Stones, sendo usada nos comerciais de TV. Apesar de a Microsoft ter tentado acabar com o menu Iniciar no Windows 8, substituindo-o por um app launcher de tela cheia, o menu Iniciar acabou voltando no Windows 10.

– A Microsoft entrou na “guerra dos navegadores” no Windows 95 com o primeiro lançamento do Internet Explorer. Em alguns anos, ele já tinha superado o Netscape como o navegador mais usado na web. Nos últimos 20 anos, a concorrência do Google Chrome e do Mozilla Firefox acabou com a liderança do IE, e agora a Microsoft está começando tudo de novo com o novo navegador Edge.

– O Windows 95 representou um grande salto à frente para multitarefa, graças à sua barra de tarefas que permitia aos usuários mudarem rapidamente entre os programas. A Microsoft não fez muito para bagunçar esse conceito nas décadas seguintes, mas o Windows 10 traz outro grande avanço: o novo recurso Virtual Desktops permite que os usuários mudem rapidamente não apenas de apps, mas de conjuntos inteiros de programas e janelas.

– Em um nível mais fundamental, o Windows 95 também foi a primeira ação da Microsoft em direção a um sistema operacional conectado à Internet. Apenas veja essa frase de Bill Gates no lançamento do Windows 95:

“O Windows 95 facilita a busca por informações, e inclui muitos recursos para interagir a partir de um único PC e se comunicar com outras pessoas, seja pela Microsoft Network, ou e-mail eletrônico, ou compartilhando arquivos, eu realmente sinto que o PC tornou-se uma grande ferramenta de comunicação, e o Windows 95 é um grande passo nessa direção.”

– No Windows 10, as comunicações com a Internet estão tramadas no tecido do sistema (para o bem e para o mal). Clicar no menu Iniciar mostra os Live Tiles com detalhes brilhantes sobre o clima, compromissos da agenda, e novas notícias. Em vez abrir um navegador para fazer uma busca na web, você pode apenas acionar o Cortana pela barra de tarefas. A integração com o OneDrive te permite compartilhar arquivos com alguns clique, e o app embutido para Xbox te permite ficar de olho no que os seus colegas de games vem fazendo.

Apesar de todas essas similaridades, a grande pergunta permanece sendo se o Windows 10 tem algumas chance de ser tão amado quanto o Windows 95 foi. O CEO da Microsoft, Satya Nadella, pelo menos tem falado que quer que as pessoas amem o Windows, em vez de apenas tolerá-lo. Com o Windows 95 chegando aos 20 anos, talvez pegar muita coisa emprestada do seu “livro de regras não seja uma má ideia.

Fonte: http://computerworld.com.br/As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Microsoft não contará mudanças em atualizações do Windows 10

São Paulo – Com o lançamento do Windows 10 a Microsoft tomou uma decisão de mudar a forma como explicará a seus usuários o que faz cada um de seus patches.

Segundo o The Register, a empresa decidiu tornar as explicações sobre os updates do sistema breves, não detalhando o que foi alterado em cada uma delas.

A Microsoft tem falado muito sobre o conceito de “Windows como serviço”, um paradigma diferente de atualização do sistema operacional.

Em que em vez de mais e mais versões serem lançadas (e cada uma delas cobrada dos usuários), as atualizações serão distribuídas gratuitamente para usuários de Windows 10.

É uma forma de tornar a base de usuários (e experiência de uso) do Windows mais homogênea.

No entanto, se a empresa continuar lidando com as atualizações do mesmo jeito, pouca informação sobre o que os patches realmente fazem será compartilhada com os usuários.

Apesar de o Windows 10 especificar todas as mudanças feitas no que diz respeito à segurança do sistema, quando as atualizações tratarem de novas funcionalidades e consertos para bugs, nada disso será detalhado.

Nesses casos, tudo o que for atualizado será incluído em uma mensagem genérica como “Esta atualização inclui melhorias para aumentar as funcionalidades do Windows 10”.

A medida impede que usuários saibam, por exemplo, quando for corrigido um bug em uma função que ele utiliza a menos que ele faça o teste.

Segundo um porta-voz da empresa, em entrevista ao The Register, “Como fizemos no passado, postaremos artigos da Knowledge Base relevantes à maior parte das atualizações que entregamos com o Windows como serviço. Dependendo da importância do update e se ele traz nova funcionalidade para os clientes, podemos fazer promoção adicional das novas funções na medida em que as entregamos.”

A empresa se reserva o direito de divulgar qualquer funcionalidade nova que o sistema vier a ter no futuro, mas essas funções não estarão discriminadas no relatório de mudanças.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Assinatura digital em contratos

A edição de novas normas legais e suas respectivas sanções, via de regra, decorre da evolução natural da sociedade.

Trata-se de uma consequência básica do preceito de que a todos os cidadãos é permitido fazer tudo aquilo que a lei não veda.
Nesse contexto, não se pode negar que as relações foram bastante influenciadas pela revolução tecnológica disseminada nas últimas décadas, através dos computadores e de sua rede mundial.
As relações entre as pessoas vêm se intensificando e se modernizando com o passar dos anos, exigindo com que os operadores do direito se desdobrem em interpretações legislativas, muitas vezes ultrapassadas, para adaptá-las às novidades tecnológicas.
A dinâmica proporcionada pelo avanço tecnológico permitiu que determinadas operações contratuais fossem discutidas em ambiente meramente virtual, possibilitando a troca de informações, cláusulas e demais documentos via e-mail ou data room virtual, diminuindo a burocracia e agilizando os processos.
Assim, tendo em vista que a elaboração dos atos e o debate foram realizados virtualmente, questiona-se acerca da necessidade de assinatura física dos documentos para determinadas operações. Afinal, se a vontade das partes foi manifestada digitalmente, porque a sua formalização também não o pode ser?
A Infra Estrutura de Chaves Públicas Brasileira (“ICP-Brasil”) foi criada para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica.
A ICP-Brasil foi instituída através da Medida Provisória (MP) 2.200-2, de 24/08/2001, e teve sua vigência prorrogada em decorrência da edição da Emenda Constitucional no 32/2001, tendo o §1º do art. 10 da referida MP garantido a veracidade das declarações constantes em documentos eletrônicos produzidos por meio do processo de certificação disponibilizado pela ICP-Brasil.
Ou seja, os contratos firmados por meio de certificados digitais são válidos, desde que não violem os requisitos de validade dos negócios jurídicos, a saber: (a) agente capaz; (b) objeto lícito e (c) forma prescrita ou não defesa em lei.
Nesse ponto, além do cumprimento dos requisitos de validade, cumpre destacar que os contratos particulares a serem firmados via certificados digitais ainda deverão obedecer às regras gerais dos negócios jurídicos. Para que um contrato tenha força de título executivo extrajudicial ele deverá ser assinado pelo devedor e por duas testemunhas.
Outro ponto importante a ser destacado é a diferença entre as assinaturas via o e-CNPJ e o e-CPF para contratos firmados por pessoas jurídicas.
Isto porque, apesar de uma pessoa jurídica estar apta para a sua representação via e-CNPJ, especialmente na assinatura de contratos e outros negócios jurídicos, estes deverão ser firmados somente pelo administrador da pessoa jurídica, nos termos do quanto definido em seus atos constitutivos, sob pena de nulidade do negócio jurídico.
Nesse contexto, em vista da facilidade de manipulação dos certificados digitais de pessoas jurídicas, especialmente quando não realizada pelo administrador nomeado pelos sócios, o ato deverá ser tratado com cautela. Tal assertiva se deve ao fato de, para determinadas pessoas jurídicas, o detentor do certificado digital (e-CNPJ) mesmo com poderes para atuar perante a Receita Federal, não obrigatoriamente está revestido da qualidade de administrador da pessoa jurídica, dotado de poderes para contrair obrigações em nome desta.
Neste diapasão, caso determinado contrato seja assinado digitalmente por uma pessoa jurídica, via e-CNPJ, não necessariamente haverá a adequada representação desta no ato jurídico, afinal, apenas os administradores, nos exatos termos definidos nos atos constitutivos vigentes, poderão representar a pessoa jurídica, sob pena de nulidade do negócio por ausência de capacidade de uma das partes.
Ademais, é comum os atos societários de determinadas pessoas jurídicas exigirem que para alguns atos jurídicos as sociedades sejam representadas por mais de um administrador, dentre outras peculiaridades, que devem ser obedecidas para validade do ato. E com a assinatura do contrato via certificado digital não é possível se auferir essa regularidade.
Ou seja, a utilização da assinatura digital através do e-CNPJ pode não proporcionar aos contratantes a segurança necessária para a validade do ato jurídico, em vista da difícil comprovação acerca da regularidade na representação da pessoa jurídica quando da assinatura do contrato (poderes efetivos). Seria o mesmo que aceitar que um contrato fosse assinado por qualquer funcionário da empresa, e não por seu administrador efetivamente nomeado para tanto.
Consequentemente, para garantir maior segurança jurídica, o ideal é que o contrato seja firmado através do certificado digital pessoal dos administradores (e-CPF do administrador), minimizando eventuais questionamentos futuros.
É notório que a possibilidade de se utilizar a assinatura digital agiliza a formalização dos contratos, diminui a burocracia, além de evitar custos com a remessa de documentos e demonstrar atuação ecologicamente correta por parte da pessoa jurídica. Em um mundo conectado, a agilidade em se firmar negócios jurídicos é essencial, mas a segurança jurídica sempre deverá ser respeitada.
*Felipe Hannickel Souza e Fábio Mesquita Pereira Srougé são advogados especialistas em direito societário e contratual, integrantes de Salusse e Marangoni Advogados

Fonte: Valor Econômico
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Entenda as diferenças entre o certificado digital A1 e A3

Embora possuam características muito semelhantes, o certificado digital A1 se difere do A3 em alguns pontos importantes.

Embora possuam características muito semelhantes, o certificado digital A1 se difere do A3 em alguns pontos importantes. Além da operacionalidade que cada tipo possui, a escolha mais apropriada para sua empresa pode gerar economia no longo prazo, apresentando as mesmas funcionalidades.

Há várias entidades que podem emitir ambos no Brasil, chamadas de Autoridades Certificadoras. Ambos os tipos fornecem nível de segurança e criptografia suficientes que garantem a segurança das operações, mas é importante entender as diferenças entre eles. Acompanhe:

Diferenças práticas entre o certificado digital A1 e A3
O certificado digital A1 não necessita de tokens ou smart cards, que são dispositivos móveis como os pendrives, podendo ser utilizados em vários computadores para validação dos dados. Esse certificado possui validade de um ano.

Já o certificado digital A3 possui estrutura física, pois fica armazenado em um token ou smartcard, podendo ser levado de um local para outro sem a necessidade de utilização em um único computador autorizado. Basta informar a senha para que os dados sejam assinados com segurança.

O procedimento é bem simples: no momento da aquisição, será definida uma senha pelo titular do certificado. Essa senha será de conhecimento apenas do proprietário e não deve ser revelada a ninguém em nenhuma situação. O procedimento deve ser pessoal e, logo após a definição da senha, a Autoridade Certificadora gerará duas chaves no token. Uma é chamada de chave pública e outra é chamada de privativa. A primeira é enviada à Autoridade Certificadora juntamente com a solicitação de emissão do certificado e a privada é a que ficará armazenada no token. Esse dispositivo é completamente seguro, não podendo ser utilizado por terceiros sem o conhecimento da senha de acesso.

Qual certificado é melhor?
Como ambos oferecem níveis altos de segurança e confiabilidade, como definir qual dos dois é o melhor para você? Não existe uma resposta definitiva, mas o fato é que o certificado digital A3 oferece um nível ainda maior de segurança, pois é inviolável e está dentro de um token.

Para o certificado digital A1, sua principal vantagem está no fato de que o próprio computador terá o poder de realizar a assinatura digital. Se a sua empresa emite uma grande quantidade de notas fiscais por dia, é um ponto a ser considerado pela agilidade.

Se você já tem preferência pela mobilidade, provavelmente o certificado digital A3 será o que melhor se encaixará na sua rotina, pois pode ser levado para qualquer lugar. Se você perdê-lo, por exemplo, não há razão para se preocupar com a utilização por terceiros, pois não é possível copiar os dados para utilização por parte de terceiros.

Esse, inclusive, é um fator determinante para os dois tipos de certificados digitais. O nível de segurança das operações é completamente confiável, tendo fé pública e sendo aceito até mesmo em tribunais como legítima validação de identidade por parte dos seus detentores.

Fonte: Sage Gestão Contábil
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Opinião: Como a tecnologia impactará a força de trabalho até 2020

A tecnologia tem mudado significativamente a vida pessoal, a maneira de trabalhar e a interação das pessoas com os objetos e lugares. Essas modificações vão além das ferramentas ou dispositivos utilizados para facilitar as tarefas, já que criam novos valores e comportamentos e inspiram tendências que se tornarão padrões em um curto espaço de tempo.

Um estudo desenvolvido recentemente pela Citrix – o Citrix Landscape 2020 – aponta as principais tendências que irão modificar profundamente o trabalho até 2020, entre elas, o aumento do número de freelancers e do trabalho remoto.

O trabalho freelancer está em grande expansão no mundo. No Brasil, um levantamento do site Freelancer.com registrou crescimento de 17 mil usuários cadastrados em 2012 para 235 mil em 2015. Mundialmente, a empresa possui 15 milhões de profissionais cadastrados.

Um dos motivos do aumento é a necessidade dos profissionais terem mais controle sobre o próprio tempo, poder escolher onde, como e para quem trabalhar e elevar os rendimentos ao atender várias empresas simultaneamente. Ele é atraente principalmente para os profissionais das gerações X e Y que sempre buscam novos desafios e são mais inclinados a usar o excesso de criatividade para montar seu próprio negócio.

Além da liberdade profissional, a facilidade para abrir uma empresa pelo programa MEI e a queda na oferta de empregos frente à situação econômica atual têm impulsionado o movimento de freelancers. Embora possa parecer controverso, esse aumento pode ser muito benéfico para a economia do País, pois incentiva o empreendedorismo e mantém o poder de compra de quem não possui um emprego tradicional, seja por falta de oportunidade ou por opção.As empresas são beneficiadas com a redução de encargos e mais agilidade e flexibilidade para contratar os talentos que desejam em qualquer lugar do mundo.

Do outro lado está o trabalho remoto. Segundo o levantamento da Citrix, em 2020, metade da força de trabalho será remota e dentro dos padrões legais, como já vem ocorrendo no Reino Unido. A tecnologia permite que isso ocorra tranquilamente, desde que sejam implementados com todos os critérios de segurança.

O estudo da Citrix também cita que, mundialmente, 43% dos trabalhadores gostariam de ter mais flexibilidade no trabalho e muitas grandes empresas já possuem políticas de home office. Esta opção é muito benéfica principalmente nas grandes cidades onde a locomoção é extremamente morosa e cansativa.

No Brasil, uma pesquisa da PwC em parceria com a FGV aponta que um dos maiores desejos dos empregados é ter formas alternativas para trabalhar, ao lado de melhores remunerações e programa de promoções por mérito. 64% das empresas entrevistadas desejam oferecer o trabalho remoto, mas não o fazem por receio de problemas legais.

A lei 12.551/2011, assegura os mesmos direitos trabalhistas aos empregados que realizam o trabalho remoto. Entretanto, o temor das empresas está nos limites entre uso pessoal e profissional, como determinar se realmente houve trabalho extra e em caso de acidentes de trabalho.

Soluções de mobilidade corporativa podem ajudar neste processo, possibilitando o acesso seguro aos dados da empresa a partir de qualquer rede e dispositivo, além de possuir mecanismos de controle que permitam diferenciar o acesso de dados pessoais e profissionais de forma que os empregadores possam avaliar o tempo dedicado ao trabalho, definindo a existência ou não de horas extras.

Embora bastante revolucionária em alguns momentos, a evolução tecnológica é um processo sem retorno. Cabe aos profissionais e às empresas se adaptarem e aproveitarem os novos recursos e as mudanças de forma positiva. A maneira de utilizá-la determinará o retorno deste investimento.

* Luis Banhara é diretor geral da Citrix no Brasil

Fonte: http://computerworld.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Hackers usam update para o Windows 10 como isca em golpe via email

Se você ainda está esperando pela sua reserva chegar à medida que a Microsoft libera o Windows 10, não podemos te culpar por ficar ansioso para colocar as mãos no novo sistema. Mas se você receber um e-mail te encorajando a fazer o upgrade do Windows 10, é preciso ser um pouco cuidadoso para não cair em um novo golpe de cibercriminosos.

Um post publicado no blog da Cisco destaca como criminosos estão se aproveitando do lançamento do Window 10 para enviar ransonware para os PCs de usuários. À primeira vista, os e-mails falsos parecem verdadeiros: a Cisco aponta que os golpistas estão alterando o endereço da origem do e-mail para parecer que ele foi enviado pela Microsoft. Além disso, o esquema de cores em azul e branco usado na mensagem corresponde aos tons adotados na campanha de marketing do Windows 10.

Por isso, a não ser que você olhe com cuidado, poderá ser enganado a pensar que o e-mail em questão é realmente da Microsoft.

Um arquivo .zip em anexo finge ser um instalador do Windows 10. Mas, segundo a Cisco, o anexo traz um ransonware chamado CTB-Locker que criptografa seus arquivos e exige um pagamento em 96 horas, caso contrário deixará seus arquivos criptografados para sempre.

Evite golpes

A Cisco recomenda que você mantenha um backup dos seus arquivos sempre – o que é algo que você já deveria fazer de qualquer maneira. Mas o ideal é evitar mesmo ser atacado por esse malware.

Em primeiro lugar, não clique em nenhum arquivo anexo que não estava esperando. E fique atento com links para downloads em e-mails. A Microsoft não está distribuindo o Windows 10 por meio de arquivos de e-mail ou links embutidos em mensagens.

Em vez disso, a sua cópia reservada do Windows 10 será automaticamente baixada para o seu computador nos próximos dias ou semanas, e você receberá uma notificação no PC quando for a hora de fazer a instalação.

Além disso, a Cisco aponta alguns problemas nos e-mails falsos que você pode ficar de olho, como erros de gramática ou caracteres repetidos e/ou com problemas.

Fonte: http://computerworld.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.