Soberania e privacidade de dados – como preparar sua empresa?

Soberania e privacidade de dados – como preparar sua empresa?
 
Os dados estão se tornando rapidamente uma mercadoria, sem a qual não podemos prosperar. Estão no centro de tudo o que fazemos, são o combustível para as economias digitais e, por fim, representam um ativo valioso a ser protegido e buscado.
 
A perda significativa de dados não apenas prejudica a reputação corporativa, como também pode resultar em perdas financeiras consideráveis para companhias que operam em regiões com regulação rígida. Além disso, as Regras de Safe Harbor de outubro de 2015 fizeram com que as normas de privacidade de dados ficassem ainda mais em evidência. Uma nova proposta elaborada por políticos dos Estados Unidos e do Reino Unido quer apresentar uma nova estrutura global para a transferência de dados.
 
Isso certamente influenciará outras regiões que estão em processo de revisão das leis de privacidade de dados, como o Brasil, onde a definição de uma Lei de Proteção a Dados Pessoais é discutida desde 2010. Após processos de consulta pública que receberam mais de 1,5 mil comentários, o Ministério da Justiça apresentou, no final de outubro de 2015, o Anteprojeto de Lei que deve ser submetido ao Congresso.
 
 
A preparação das empresas
 
A construção de uma infraestrutura robusta de segurança cibernética, de uma cultura de conscientização e da conformidade com as novas normas de privacidade de dados não pode ser uma reflexão tardia ou uma “prisão” para as empresas. Essa ideia precisa estar incorporada nas operações e na própria dinâmica das organizações.
 
Mas, será que as empresas estão adotando as medidas adequadas necessárias para proteger os dados corporativos e dos clientes? Se não estiverem, o que está obstruindo o caminho?
 
Para entender o impacto da evolução das regulamentações de privacidade e soberania de dados, a Ovum Consulting conduziu, no terceiro trimestre de 2015, uma pesquisa internacional com 366 tomadores de decisão em TI. De forma alarmante, muitas organizações não estão tirando proveito das tecnologias disponíveis para proteção de dados sensíveis: apenas 44% dos entrevistados monitoram as atividades do usuário e fornecem alertas para violações de políticas de dados, enquanto apenas 53% classificam as informações para alinhamento com controles de acesso.
 
Além disso, quase metade (47%) não tem políticas ou controles que regulam o acesso ao armazenamento em nuvem e ou sistemas de compartilhamento de arquivos de nível consumidor, como o Dropbox.
 
Nessa perspectiva, a recomendação é de que – mesmo antes da definição dos marcos legais – as corporações padronizem sua distribuição de dados e a contratação de serviços em cloud, conforme as tendências de regulações nacionais ou regionais. Estabelecer uma estratégia para soberania e privacidade de dados e identificar riscos na organização, assim como incluir pessoas, departamento jurídico e questões de tecnologia na análise dos efeitos relacionados ao assunto são outras dicas relevantes para a preparação das empresas ante o cenário desafiador que se apresenta.
 
O assunto ainda é nebuloso, mas já existem empresas provedoras de software reconhecidamente aptas a lidar com a questão e ajudar as corporações a gerenciar com responsabilidade seus dados sensíveis.
 
Fonte: Administradores (Autor: Ricardo Fernandes)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Partiu Cloud Fiscal

Partiu Cloud Fiscal
 
Algumas modas em TI, assim como em outras áreas de gestão, tem muito a contribuir no aprimoramento das organizações das empresas. E quando tratamos uma tendência como modismo acabamos por misturar “alhos com bugalhos”. Modismos são processos e metodologias aplicáveis por pouco tempo para um público direcionado comercialmente ou para um público geral – minha interpretação do conceito postado na Wikipedia. Já a tendência está livre da efemeridade do modismo, portanto, tem-se no senso comum, que deverá durar e principalmente modificar os processos e hábitos de uma parte significativa ou de grande parcela da sociedade.
 
Estamos diante de uma nova revolução: a revolução da nuvem. Muito até aqui se fez pela computação aplicada. Várias entidades utilizam seus sistemas de computação para fazer gestão de empresas, especialmente na década de 1970 e 1980. Na década de 1990 houve o grande incremento de sistemas de gestão de mercado, os chamados ERPs – do inglês Enterprise Resource Planning. Estes sistemas tiveram seus antecessores em sistemas para fins específicos, tais como Folha de Pagamentos, Gestão de ativos, etc. Então nos primeiros anos deste novo século tivemos a proliferação de sistemas de gestão (ERPs) no mercado brasileiro.
 
Após a este verdadeiro compartilhamento de recursos e inteligências entre as empresas usuárias dos sistemas de mercado – o compartilhamento de recursos em apenas uma fábrica de software (sistemas) trouxe, em geral, redução de custos e colocou empresas concorrentes lado a lado no uso do mesmo sistema de gestão. As empresas perceberam que seus sistemas de gestão podem ser os mesmos e ainda assim seus dados serem distintos (dos concorrentes). Esta visão possibilitou que empresas trocassem seus sistemas e mantivessem a confiança nos resultados gerados.
 
Artigo que sou gentilmente citado pelo amigo Mauro Negruni
 
Estamos numa nova fronteira tecnológica. Agora além de compartilhar sistemas em locais distintos (cada empresa com seu ambiente) poderemos compartilhar também a infraestrutura para sustentação destes sistemas. Esta é uma notícia que vem tomando espaço nos meios de comunicação especializados. É também preocupação das pessoas em geral com suas cópias de segurança, fotos e outros arquivos dos computadores e smartphones. Onde estão estes dados? Como eu (e outras pessoas poderão ter acesso)? E se eu perder como recuperar? Várias outras dúvidas vem a cabeça dos cidadãos. No âmbito empresarial a dúvida toma outras proporções, todavia, a essência é a mesma.
 
Para os Fiscos, especialmente, a possibilidade de manter uma capilaridade do tamanho do país é ainda mais atraente. Veja-se o caso da nota fiscal eletrônica que possui emissão de norte a sul, em volumes consideráveis e o serviço permanece disponível em alta taxa. A quantidade de dados que “sobem” para o ambiente fiscal é gigantesca formando uma rica nuvem de informação. O Cloud Fiscal. Não são apenas os dados das notas fiscais eletrônicas, são também dados de transportes, contas de energia, água, gás canalizado, etc. Com a entrada gradual da NFC-e, a nota fiscal eletrônica do consumidor final (e do SAT-ECF) a gama de informações será maior e mais importante. Esta gama de informações, gostem ou não os contribuintes, estarão numa nuvem. Pode não ser uma nuvem pública que qualquer pessoa usa, como no caso do whatsapp ou outras redes sociais, mas uma nuvem privada dos Fiscos.
 
O compartilhamento de informações é o mais interessante e importante no caso do cloudfiscal: a possibilidade de que cada ator dentro do seu território possa atuar sobre informações partilhadas (que estão na nuvem fiscal) com outros atores. Por exemplo, os postos fiscais (ao longo das estradas, portos, aeroportos, e outras vias de transporte) podem registrar o trânsito de materiais e documentos fiscais cujo emitente ou destinatários não estão na sua jurisdição. A nuvem facilita muito esta colaboração, afinal funciona como um caixa eletrônico multibancos, onde é possível a partir de um ponto acessar bases de dados corporativas e liberar saques de forma segura.
 
Como muito bem disse o professor Edgar Madruga, que estará em Porto Alegre no dia 12 de maio, no Conexão SPED 2016, as bases do Cloud Fiscal já foram lançadas:
 
Com suas bases lançadas em 2011 pelo Encontro Nacional de Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) e a Receita Federal do Brasil, aquilo que à época se convencionou chamar de “a segunda onda da Nota-Fiscal eletrônica” finalmente assumiu por completo as feições de “Cloud Fiscal”.
 
Enquanto o custo de operação na nuvem estiver favorável, então, manterá o impulso para uso desta tecnologia. A economia gerada é bastante significativa. As corporações não medirão esforços para que a onda do Cloud esteja ainda mais presente no dia-a-dia, pois estarão investindo menos em infraestrutura de TI.
 
Fonte: Decision IT
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Certificado Digital – Você ainda vai ter um!

Certificado Digital – Você ainda vai ter um!
 
Com o advento da Internet o mundo está cada vez mais digital e por mais que queiramos resistir aos avanços tecnológicos trata-se uma exigência social e legal inevitável…
 
 
Introdução
 
Quem não se lembra dos primeiros veículos movidos a álcool… No início, há quase 40 anos, muita desconfiança, mas com o amadurecimento da tecnologia, em pouquíssimo tempo, tornou-se praticamente um padrão entre os carros fabricados no Brasil. Hoje a totalidade da frota de veículos fabricados Brasil roda com etanol, com motores flex ou com motores convencionais à gasolina, já que a nossa gasolina contém cerca de 25% de etanol na sua composição.
Da mesma forma, porém muito mais rápido por se tratar de Tecnologia da Informação, o processo de inserção do Certificado Digital no cotidiano das pessoas tornou-se uma realidade… Muitas das obrigações legais impostas às empresas e pessoas físicas, já há algum tempo, exige a utilização de um Certificado Digital.
 
 
Pra que serve o Certificado Digital?
 
Advogados e também outros profissionais liberais necessitam do Certificado Digital para interagir com os sistemas do governo ou para acessar outros serviços com maior agilidade, facilidade e substancial redução de custos.
Enfim, a Certificação Digital permite que as operações de comércio eletrônico, assinatura de contratos, operações bancárias, acesso aos sistemas do governo, entre outras, sejam realizadas de forma virtual, ou seja, sem a presença física do interessado, mas com a identificação clara da pessoa que a está realizando.
 
 
Mas o que é Certificado Digital?
 
Certificado Digital é uma assinatura com validade jurídica que garante proteção às transações eletrônicas e outros serviços via internet, permitindo que pessoas e empresas se identifiquem e assinem digitalmente de qualquer lugar do mundo com segurança e agilidade.
A tecnologia associada aos mecanismos de segurança adotados na Certificação Digital são capazes de garantir autenticidade, confidencialidade e integridade às informações eletrônicas.
Trata-se de tecnologia de criptografia, neste caso a assimétrica ou de chave pública, um algorítimo de cifragem que utiliza 2 chaves: uma pública e outra privada.
Essas chaves são geradas simultaneamente e são relacionadas entre si, o que possibilita que a operação executada por uma seja revertida pela outra. A chave privada (sua senha do Certificado Digital) deve ser mantida em sigilo e protegida por quem gerou as chaves (Autoridade Certificadora). A chave pública é disponibilizada e tornada acessível a qualquer indivíduo que deseje se comunicar com o proprietário da chave privada correspondente.
Na assinatura digital, o documento não sofre qualquer alteração e um resumo criptográfico (“hash cifrado” com a chave privada) é anexado ao documento.
 
 
Qual a credibilidade do Certificado Digital?
 
A viabilização do processo tecnológico envolvido na Certificação Digital se sustenta na Infraestrutura de Chaves Públicas.
ICP-Brasil, a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) é uma cadeia hierárquica e de confiança que viabiliza a emissão de certificados digitais para identificação virtual do cidadão. Observa-se que o modelo adotado pelo Brasil foi o de certificação com raiz única, sendo que o ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação), além de desempenhar o papel de Autoridade Certificadora Raiz (AC-Raiz), também tem o papel de credenciar e descredenciar os demais participantes da cadeia, supervisionar e fazer auditoria dos processos.
A Autoridade Certificadora Raiz da ICP-Brasil (AC-Raiz) é a primeira autoridade da cadeia de certificação. Executa as Políticas de Certificados e normas técnicas e operacionais aprovadas pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil.
Portanto, compete à AC-Raiz emitir, expedir, distribuir, revogar e gerenciar os certificados das autoridades certificadoras de nível imediatamente subsequente ao seu.
A AC-Raiz também está encarregada de emitir a lista de certificados revogados (LCR) e de fiscalizar e auditar as Autoridades Certificadoras (AC), Autoridades de Registro (ARs) e demais prestadores de serviço habilitados na ICP-Brasil. Além disso, verifica se as AC estão atuando em conformidade com as diretrizes e normas técnicas estabelecidas pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil.
Vinculadas às AC de primeiro nível estão as AC de segundo nível e sob estas estão os Agentes de Registro (AR), responsável pela interface entre o usuário e a Autoridade Certificadora ou quem efetivamente realiza o processo de emissão do Certificado Digital.
O processo envolve regras rígidas e o cumprimento dos procedimentos é auditado e fiscalizado, o que requer, por exemplo, exame de documentos, de instalações técnicas e dos sistemas envolvidos no serviço de certificação, bem como seu próprio pessoal.
 
 
Como obter um Certificado Digital?
 
O Certificado Digital é obtido através de um Agente de Registro (AR), presencialmente, em um ponto de atendimento, normalmente mediante agendamento prévio.
O agendamento é a solicitação do Certificado, a qual pode ser realizada diretamente pelo interessado (via internet) ou através de um Agente de Registro (por telefone ou e-mail).
De uma ou outra forma serão solicitadas informações de identificação do interessado e o envio de documentos de identificação digitalizados, para a geração do pedido.
Na solicitação deve constar o tipo de certificado: a) PJ, PF ou Equipamento; b) Validade (em geral de 1 a 3 anos); c) Mídia (cartão, token, software). Comercialmente estas opções são apresentadas de diferentes formas, por exemplo: “A3-PF-token” ou “e-PF|Prime A3 – Token”.
Ao confirmar o pedido é gerado o boleto para o pagamento e o TERMO de compromisso. Com o boleto pago, o termo assinado e o conjunto de documentos originais válidos solicitados, o candidato deve comparecer ao ponto de atendimento no dia e horário agendado, para a validação presencial e emissão do certificado digital.
A agilidade do processo presencial depende da empresa escolhida, em geral leva em média 20 minutos.
Para atender executivos ocupados, com limitação de tempo para deslocamento até o ponto de atendimento, existe a possibilidade do atendimento em domicílio ou DELIVERY (com a cobrança de uma taxa adicional), inclusive para atendimento no exterior.
 
 
O que pode ser acessado com o Certificado Digital?
Alguns exemplos:
a) Governo Federal: Receita Federal do Brasil – RFB; PROUNI – Programa Universidade para Todos; SIPREV – Sistema Integrado de Informações Previdenciárias; CEF – Caixa Econômica Federal; Programa Juros Zero; TISS – Troca de Informações de Saúde Suplementar; INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial; ComprasNet; Sistema de Diárias e Passagens; SIDOF – Serviço de Documentos Oficiais; INSS; Sistema Financeiro; SPB – Sistema de Pagamentos Brasileiro; Sisbacen – Sistema do Banco Central do Brasil; SISCOMEX – Sistema Integrado de Comércio Exterior; SISCOSERV – Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços; CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados; Sistema de Contratos de Câmbio; Comércio eletrônico – B2B – B2C / e-BIT
b) Governos Estaduais e Municipais: Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Livros Fiscais Eletrônicos (SPED Fiscal), EFD (Escrituração Fiscal Digital), e livros fiscais de entradas, de saídas, apuração do ICMS, IPI e Inventário.Nfe, SPED fiscal, etc
c) Sistema Judiciário: e-DOC; PJ-e; Homolognet – Homologações das Rescisões Trabalhistas; TRT da 4ª Região; Tribunais de Justiça – SP, PR, RJ e RS; Superior Tribunal de Justiça – STJ; Diário da Justiça On-line
d) Cartório Eletrônico (http://www.cartorio24horas.com.br): CRSEC – Central Registral de Serviços Compartilhados; Ofício Eletrônico; ARISP – Associação dos Registradores de São Paulo em parceria com o IRIB
e) Sistema de Saúde: TICS – Tecnologia de Informação e Comunicação de Saúde – CFM; Associação Paulista de Medicina (APM)
f) Outras Iniciativas: Carteiras de Identidade Profissional; Correio Eletrônico (e-mail); Assinatura de Documentos de Forma Eletrônica; Micro e Pequenas Empresas; Simples Nacional / SIMEI; RAIS – Relação Anual de Informações Sociais; MTE CNES – Cadastro Nacional de Entidades Sindicais; Carteirinha de estudante com Certificado Digital.
 
Conclusão
O mundo digital já chegou e a lacunas estão sendo preenchidas rapidamente, aderir ou não às mudanças que estão chegando já não constitue mais uma opção… Certificado Digital, você ainda vai ter um!
 
Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Área de Tecnologia será o futuro das empresas

Área de Tecnologia será o futuro das empresas
A relevância da área faz com que a empresa traga todas as soluções de projetos de TI para o Brasil Cloud, internet das coisas, big data, business intelligence são alguns dos termos cada vez mais comuns no nosso dia a dia. Para que tudo isso funcione é determinante ter uma área de tecnologia robusta e estratégica. “O investimento em tecnologia tornou-se vital para empresas. Não estou falando somente de equipamentos e sistemas, mas da tecnologia do futuro. Aquela analítica, capaz de transformar uma grande diversidade de dados em diferencial competitivo”, afirma Fabio Saad, Gerente Sênior da Divisão de Tecnologia da Robert Half.
 
De olho nesse cenário, a Robert Half Technology traz para o Brasil em 2016 sua linha completa de soluções em profissionais de Tecnologia. Para isso, o executivo Fábio Saad, que atua na companhia desde o início da operação brasileira, assume a liderança da divisão, e se dedicará exclusivamente a este negócio, que já conta com sete especialistas. “O potencial de crescimento da divisão é exponencial, pois a demanda por profissionais de tecnologia só tende a aumentar. Agora podemos ajudar os profissionais de TI tanto em sua carreira quanto em seus projetos”, afirma Saad.
 
A operação brasileira da Robert Half segue o posicionamento global da companhia ao concentrar esforços nas posições de tecnologia. “A divisão já representa um quinto do faturamento global da empresa”, destaca Saad. “As posições de TI são peça chave no nível de digitalização que vivemos e da necessidade de ganho de produtividade, performance e em muitos casos para as transformações dos negócios”, explica.
 
À frente da Divisão de Tecnologia, Saad tem o desafio de liderar o recrutamento para projetos temporários, consultorias e posições permanentes nas áreas de digital, business transformation, infraestrutura e interim management. No foco de seu time está a busca por talentos aptos a ocupar cargos de CIOs, Gerentes, Coordenadores, Especialistas e Analistas de TI, com agilidade, qualidade, especialização, segurança e flexibilidade, de maneira assertiva. “Nosso propósito é ajudar empresas a terem os melhores profissionais de TI. O mercado é carente de qualidade neste serviço e seremos a melhor solução em pessoas para mercado de Tecnologia”, explica Saad.
 
Para a divisão de permanentes, a metodologia da Robert Half Technology permite resolver a necessidade do cliente em até 48 horas. “Conseguimos conciliar qualidade pela expertise em recrutamento, velocidade e uma amostragem relevante graças ao constante trabalho de identificação e relacionamento com os melhores candidatos de maneira proativa”, completa. Já para as posições de Projetos de TI a velocidade é ainda maior. A empresa tomadora pode contar com o profissional solicitado em até 24 horas.
 
Saad acumula em seu histórico os startups das divisões de Mercado Financeiro e de Finanças e Contabilidade com foco em analistas, além da gestão de Finanças e Contabilidade para média e alta gerência. O executivo possui graduação em Engenharia Mecânica, pela Escola de Engenharia Mauá, com extensão em Business Economics, pela Universidade de Toronto.
 
Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

A importância da inovação nos processos de TI em 2016

A importância da inovação nos processos de TI em 2016
 
Embora tenha sido esperado com certo receio pela maioria das empresas, 2016 chegou trazendo com ele desafios que podem impulsionar mudanças realmente positivas para os negócios. Sabemos que o atual cenário econômico exige atenção e jogo de cintura para todo mundo. E por isso, a fim de conter custos, muitas empresas colocaram um ponto final no ano passado estabelecendo ações conservadoras, que trazem pouca – ou nenhuma – inovação para os negócios. Acredito que esse é um
grande equívoco que pode, inclusive, refletir em perda de boas
oportunidades.
 
Vou explicar melhor. Indo na contramão da retenção econômica, o mercado de tecnologia continua a todo vapor. As empresas perceberam que a multicanalidade veio para ficar e vêm apostando em soluções que permitem a criação de laços mais fortes com seus parceiros e consumidores. Soma-se a isso o crescimento da necessidade de se estabelecer pontes com públicos de interesse. Atribuir bons canais de relacionamento se tornou um diferencial competitivo e que visivelmente impacta os negócios. Ou seja, se pararmos para analisar, TI nunca foi tão estratégica como agora. Portanto, vale a pena deixar de lado
investimentos de uma área que pode gerar melhores resultados?
 
Por isso penso que inovação é a palavra-chave para quem quer crescer e se sobressair às intempéries do cenário econômico. Mesmo que a adoção de novas soluções e estratégias envolvam um investimento inicial, os benefícios que vêm a seguir compensam e tendem a trazer grandes ganhos para a organização, melhorando a produtividade interna – o que consequentemente reflete em diminuição de custos – e oferecendo melhores serviços aos clientes e parceiros.
 
Por falar em aumento da produtividade, esse com certeza é um dos tópicos mais abordados nos últimos meses pelas empresas. A adoção de estratégias que possibilitam operações mais rápidas, com linguagem prática e que não exigem a ampliação da força de trabalho para sua manutenção impactam diretamente os resultados. Acredito que sempre
devemos considerar que o investimento que deixamos de fazer por querer economizar pode ser o mesmo investimento realizado pela concorrência e que resultará no seu destaque no mercado.
 
Em meio a tudo isso, a retenção de clientes também aparece como uma importante meta para esse ano. Muitas verticais, como o varejo, mercado de créditos, entre outros, encontram-se em retração. Como fazer então para evitar que meus parceiros procurem fornecedores mais baratos? Além de inovar nos serviços oferecidos, como citei, penso que é fundamental apostar em estratégias que melhorem o relacionamento a partir de métricas que mostrem o real valor do serviço prestado.
 
Por fim, vale ressaltar que tempos de crise também podem representar uma oportunidade de crescimento. Tudo depende de como lidamos com as oportunidades e expectativas do mercado. As empresas devem, mais do que nunca, advogarem em prol de suas marcas. E a tecnologia com certeza é um forte aliado nessa jornada, que impacta diretamente os resultados e a
percepção dos clientes. Então, pesquise e avalie qual é a melhor
estratégia para inovar, surpreender e gerar melhores resultados para os negócios.
 
 
Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/ (Autor: CARLOS BERTHOLDI, PRESIDENTE DA AVAYA BRASIL)
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Qual a importância das redes sociais para o seu negócio?

Qual a importância das redes sociais para o seu negócio?
 
O mundo dos negócios vende mais do que um produto ou uma marca, mas também a visibilidade do cliente. Para isso, é necessário que ele esteja diretamente ligado à tecnologia e formas de expandir seus serviços. Diversas plataformas estão disponíveis no mercado para auxiliar o empreendedor em seu trabalho como o Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, Snapchat, por exemplo.
 
Dentre os privilégios de se criar uma conta em redes sociais é que elas andam de mãos dadas com a evolução da tecnologia e permitem a divulgação de um serviço e até mesmo a contratação ou contato com um futuro empregado. Além disso, impulsionam as vendas através de fotos e vídeos, apresentando o trabalho aos curtidores da página. Apesar de fazer um trabalho completo, a internet diminui os custos de se conseguir clientes e quando gerenciadas da maneira correta trazem grandes retornos.
 
Entretanto, tudo tem prós e contras. Pensando nisso, separamos seis dicas de acordo com a Coach Madalena Feliciano para ajudar aqueles que desejam abrir uma conta em alguma e não fazer feio nas redes sociais:
1. Usar o perfil para relações estritamente profissionais com os clientes, de modo que ele sirva apenas para trabalho. O indicado é que o assessorado tenha um perfil pessoal para não confundir o trabalho;
2. Postar com frequência para não deixar de ser percebido pelos curtidores da página;
3. Usar linguagem clara, objetiva e explicar os termos técnicos, se for necessário utilizar;
4. Prestar muita atenção antes de postar, é preciso corrigir e analisar. Um erro pode ser uma curtida a menos. Lembre-se que a página é aberta, pode ser curtida por qualquer pessoa. Sendo assim, quanto mais curtidas melhor, sua página precisa ter credibilidade e cuidado com as postagens é um dos caminhos para chegar ao sucesso;
5. O Facebook permite que o dono da página patrocine um post para receber mais “likes” e visibilidade, aumentando o alcance da postagem;
6. Na fanpage do Facebook a empresa ou o profissional recebe nota e comentários, positivos e negativos. Dessa maneira, quem procura os serviços e consulta a página terá acesso à opinião daqueles que já conhecem o trabalho prestado.
 
Para desempenhar um bom trabalho, é importante que se tenha em mente que o público consumidor quer resultado e procura nas redes sociais a forma mais rápida de estar em contato com aquilo que deseja, por isso é tão importante estar em sintonia com a demanda dos clientes. “Agarrar-se à sua vocação profissional é muito importante, pois, por meio dela, as pessoas podem se realizar, e, com isso, executar um trabalho muito melhor, já que, quando gostamos de algo, nos empenhamos muito mais”, lembra a coach.
 
Fonte: SEGS
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5 maneiras como a nuvem pode ajudar o crescimento de sua PME

5 maneiras como a nuvem pode ajudar o crescimento de sua PME
 
Parece que tudo o que ouvimos hoje tem a ver com a migração para a nuvem, principalmente em grandes corporações. Porém, pouco se fala sobre os benefícios que as pequenas e médias empresas podem ter com a adoção da cloud, que são muitos. Na verdade, as PMEs têm mais a ganhar com esse tipo de implantação, e realmente correm o risco de ficar para trás se não migrarem para a nuvem.
 
Um estudo da Deloitte mostrou, por exemplo, que as PMEs que utilizam um maior número de serviços em nuvem cresceram 26% mais rápido do que as que não usam essas ferramentas, e são aproximadamente 21% mais rentáveis.
 
Em geral as pequenas e médias empresas trabalham com orçamentos menores e têm menos funcionários do que as grandes organizações. Nesse sentido, migrar para a nuvem garante economia de tempo e dinheiro, o que é fundamental para o sucesso, pois não há necessidade de se preocupar com a manutenção dos sistemas, das soluções ou do hardware; basta escolher o provedor certo e ele se encarregará de tudo.
 
E os benefícios não terminam aí. Abaixo indicamos cinco maneiras de como a implementação na nuvem pode ajudar as empresas a alcançarem mais flexibilidade e a estarem melhor preparadas para o crescimento.
 
1. Pay-per-use
A implementação na nuvem requer um gasto inicial mínimo em hardware e software. Além disso, só se paga pelo recurso usado, eliminando a necessidade de grandes investimentos para armazenar e gerenciar dados em um servidor próprio. Tudo isso significa que você gasta menos em infraestrutura tecnológica, podendo focar no crescimento da empresa.
 
2. Redução da equipe de TI
A equipe de TI não terá que passar o dia inteiro atualizando servidores, substituindo componentes de hardware ou gerenciando updates de softwares, e poderá concentrar seu tempo em tarefas críticas para o negócio. Neste cenário, o provedor de nuvem é o parceiro de TI, uma extensão das empresas, o que aumenta essencialmente o alcance sem a necessidade de contratar novas pessoas ou adquirir equipamentos caros.
 
3. Economia em escala
Não há como negar o valor das economias em escala e migrar para uma solução baseada em nuvem não é diferente. Vários usuários podem acessar os recursos ao mesmo tempo – dessa forma a produtividade individual é otimizada e pode-se obter melhores resultados gastando menos. E com a funcionalidade de autoescalonamento, você pode antecipar as alterações na demanda dos usuários, para assegurar o hardware e o software necessários no momento exato – nem antes, nem depois.
 
4. Mobilidade
Os avanços tecnológicos trazidos pela computação em nuvem provavelmente causarão o principal impacto nas PMEs. Para fazer negócios em um ambiente baseado em nuvem, tudo o que é preciso é ter acesso à internet – você pode trabalhar usando o dispositivo que for, onde quer que esteja. A mobilidade permite que os executivos tomem decisões críticas com base em dados em tempo real. E a equipe de trabalho possui as ferramentas necessárias para colaborar com os colegas.
 
5. Fácil utilização
Uma das principais vantagens de migrar para a nuvem é sua facilidade de uso. Há menos upgrades para gerir, e não há necessidade de resolver problemas de hardware ou software. O provedor de nuvem vai se encarregar disso, para que a empresa possa se concentrar no mais importante: chegar mais rápido ao mercado e, consequentemente, aumentar seu crescimento.
Os benefícios da flexibilidade, escalabilidade e agilidade inerentes às soluções baseadas em nuvem não podem ser ignorados, especialmente com relação às PMEs. Com implementações na nuvem você paga pelo que usa e pode se adaptar facilmente a uma demanda maior ou menor, além de reduzir os custos com tecnologia, conseguir uma força de trabalho mais produtiva e, finalmente, manter um nível de competitividade maior comparativamente à tecnologia on premise. Enfim, é hora de migrar para a nuvem.
 
Fonte: Administradores (Autor: Lisandro Sciutto)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

A importância da integração de processos em pequenas empresas

A importância da integração de processos em pequenas empresas
 
A grande motivação para a aquisição de ferramentas tecnológicas pelas Pequenas e Médias Empresas (PMEs) é a demanda para aquisição de um sistema de informação que permita a integração dos processos executados pelas diversas áreas da empresa, garantindo a confiabilidade e a facilidade de acesso às informações armazenadas.
 
A modernização da gestão passa pelo acompanhamento em tempo real dos resultados da empresa, de suas ações etc. O gestor tem que saber, a qualquer momento, quanto gastou, quando ganhou, qual seu nível de estoque, etc. Na prática, ele precisa de confiabilidade nas informações nas quais vai basear suas decisões e estratégias de negócios, e isso só é possível com a integração de processos.
 
Com processos integrados, a empresa consegue identificar seus gargalos no momento em que ocorrem, ganhando poder de reação e minimizando seus impactos. Não é preciso esperar o final do mês para detectar um problema. Com isso, as reuniões se tornam mais pontuais e não é mais necessário envolver as pessoas em busca de dados antigos.
 
E as vantagens não param por aí. Com processos integrados, por exemplo, é possível ampliar o controle do fluxo de caixa. Se ele estiver atualizado em tempo real, a empresa ganha poder de negociação, pode pagar juros menores se o saldo for negativo, ou pode negociar taxas melhores e melhor rentabilidade para seu saldo positivo. Além disso, com o fluxo de caixa controlado, é possível reduzir sensivelmente o número de aportes.
 
Outro exemplo é a área comercial, considerada hoje a alma de toda a empresa: todos precisam vender e é isso que traz lucro. Mas para isso é preciso saber até onde se pode ser agressivo, qual o limite para uma negociação comercial. A maioria dos empresários não consegue definir estes limites. Ao contrário, se souberem que já atingiram o ponto de equilíbrio em determinado período, podem adotar políticas mais agressivas dali para frente.
 
Apesar de todas essas vantagens, o fato é que atualmente 85% das pequenas empresas e 40% das grandes ainda não integram seus processos. Isso representa uma oportunidade enorme, porque a espinha dorsal de qualquer projeto de integração de processos é a TI, que garante que ao longo do tempo esse trabalho terá sequência.
 
A ferramenta de informática é necessária e está aí para preparar as empresas para desafios ainda maiores, como a busca de clientes mais exigentes. E não só. Também é fato que, após integrar seus processos, a rentabilidade destas empresas sobe em média 2% em um período de 12 meses. Vale a pena, e traz resultados.
 
Para as pequenas e médias empresas, portanto, a incorporação de recursos tecnológicos pode ser um fator de diferenciação, contribuindo, significativamente, para manter padrões de competitividade compatíveis com as grandes organizações, e pode mesmo constituir a diferença entre sobreviver e desaparecer.
 
Fonte: Administradores (Autor: Fábio Túlio Felippe)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Sped: por que a obrigatoriedade do Certificado Digital?

Sped: por que a obrigatoriedade do Certificado Digital?
 
O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), instituído em 2007, faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal (PAC 2007-2010) e constitui-se em mais um avanço na informatização da relação entre o fisco e os contribuintes. Desde sua implantação, anualmente a Receita Federal do Brasil (RFB) traz novidades com relação às obrigatoriedades acessórias. E, no ano de 2015, por exemplo, foi introduzida a Escrituração Contábil Fiscal (ECF), a Escrituração Contábil Digital (ECD) e o eSocial Simples Doméstico.
 
O sistema tem a finalidade de unificar a recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos integrantes das escriturações contábil e fiscal das pessoa jurídica, através de um fluxo computadorizado de informações. O Sped também visa facilitar a fiscalização, integrando informações de interesse dos governos federal e estadual.
 
De modo geral, o cumprimento das obrigações acessórias que eram realizados e entregues em formato físico (com pilhas e pilhas de papéis), agora são enviados de forma digital com a implantação do Sped. Entretanto, para fazer a transmissão às administrações tributárias e aos órgãos fiscalizadores, é necessário utilizar o Certificado Digital emitido por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).
 
Certificado Digital
Mas o que é um Certificado Digital? Ele corresponde a uma assinatura com validade jurídica, garantindo proteção às transações eletrônicas e outros serviços realizados na Internet. Permite que pessoas físicas ou jurídicas assinem digitalmente com agilidade – já que pode ser realizado em qualquer lugar do mundo – e segurança.
 
Existem diferentes tipos de Certificados Digitais:
> O e-CPF é para pessoa física, sendo a versão eletrônica do Cadastro de Pessoa Física (CPF), funcionando como a sua identidade na internet;
> O e-CNPJ é para empresas e deve ser emitido para o representante legal da companhia;
> O e-PJ é para assinatura de Notas Fiscais eletrônicas (NF-e).
 
Completando quase 15 anos de existência no Brasil, o Certificado Digital também já contribuiu para o desenvolvimento tecnológico das organizações públicas e privadas. E, desde 2014, o Certificado Digital está mais próximo também do cidadão. No site da Receita Federal, por exemplo, ele auxilia no preenchimento automático da declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e no acesso aos serviços exclusivos no site da Receita Federal. Outras iniciativas divulgadas é o Certificado Digital na Carteira de Identificação Estudantil (CIE) e o novo passaporte eletrônico brasileiro, que já tem assinatura digital assinado com a identidade virtual, o que expandiu a validade do documento internacional.
 
Fonte: https://safeweb.com.br
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Design responsivo: por que ele é importante para seu site?

Design responsivo: por que ele é importante para seu site?
 
Graças ao design responsivo, é possível criar uma única programação e, com ela, tornar seu site adaptável automaticamente a qualquer tela.
 
O mundo hoje, definitivamente, é digital. Nenhum negócio, seja um pequeno empreendimento ou uma multinacional, pode desprezar o poder da internet. E a internet, agora, é multitela. As pessoas continuam acessando a grande rede pelo desktop ou notebook. Mas é cada vez maior a quantidade de gente que acessa pelo celular, pelo tablet e, em algum tempo, também será pelo relógio, pelos óculos. Se os seus canais não estiverem pronto para apresentar sua empresa ou produto nessas diferentes plataformas, seus concorrentes estarão. E tomarão seu lugar no coração e na mente de seu consumidor.
Mas como ter um site adaptado para tantos formatos diferentes? Você vai precisar fazer um site à parte para cada plataforma? Durante um tempo, a resposta a essa última pergunta, de certa maneira, foi: sim. Para ter um site legível e navegável em múltiplas plataformas, era necessário criar uma programação específica a ser exibida em cada formato. Mas as coisas mudaram.
Graças ao design responsivo, é possível criar uma única programação e, com ela, tornar seu site adaptável automaticamente a qualquer tela. O funcionamento é simples: o site se ajusta ao tamanho do dispositivo sem que, para isso, seja necessário carregar um código separado.
Isso resolve diversos problemas, como o risco de duplicidade de páginas, em casos de falhas na programação. Essa repetição de páginas, inclusive, é um problema sério para a indexação de seu site nos buscadores. O algoritmo do Google, por exemplo, pune e restringe a exibição, em seus resultados, de sites que têm conteúdos repetidos.
E, por falar em Google, o gigante das buscas também anunciou recentemente que, considerando a importância do mobile, vai punir sites que não têm ou são adaptados para dispositivos móveis.
A importância de se adaptar
Pense bem: seu prospect espera das empresas que busca sempre a melhor experiência. Isso pode ser decisivo para uma compra. Se ele entra em seu site pelo celular e o que vê é apenas uma página minúscula, com letras ilegíveis, que exigem um esforço gigante com zooms e mais zooms para conseguir ver o que está escrito, ele desiste. No mínimo, vai achar que sua empresa não se importa com o cliente (o que, na prática, não será mentira).
As possibilidades de conversão em sites responsivos são muito maiores. Pense, por exemplo, que um consumidor pode ter uma necessidade na rua, buscar a solução pelo celular e acabar no seu site. Se suas páginas são bem elaboradas, as chances de conversão serão muito maiores.
E então: está esperando o quê para tornar seu site responsivo?
 
Fonte: Administradores
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