Ataque de ransomware atinge 22 cidades dos Estados Unidos

Ataque de ransomware atinge 22 cidades dos Estados Unidos
 
 
Um ataque de ransomware coordenado atingiu 22 cidades dos Estados Unidos na última sexta-feira (16). Todos os municípios fazem parte do estado do Texas, com o golpe mirando diferentes órgãos públicos da região, colocando-a em estado de emergência e motivando uma investigação que, agora, foi assumida pelas autoridades federais.
 
Alguns dos sistemas ficaram fora do ar durante todo o final de semana e só voltaram ao ar nesta terça-feira (20), mas o Departamento de Recursos e Informações do Texas (DRI, na sigla em inglês) não deu mais detalhes. O governo não informou, por exemplo, a lista de cidades atingidas nem quais órgãos foram comprometidos pela onda de ataques, afirmando apenas que, até onde se sabe, nenhum dos serviços públicos realizou o pagamento solicitado pelos hackers.
 
Ainda de acordo com as informações oficiais, os ataques não pareceram aleatórios, com vetores comuns entre diferentes departamentos das administrações municipais que teriam sido escolhidos explicitamente pelos hackers. Por mais que sistemas estaduais ou federais não tenham sido acessados, as autoridades pedem cautela já que os golpes podem voltar a acontecer.
 
Os ataques do tipo ransomware efetivamente “sequestram” a máquina infectada, criptografando os arquivos e impedindo o acesso a eles até que um pagamento, normalmente em criptomoedas, seja realizado. As pragas normalmente acompanham bravatas e ameaças, falando, por exemplo, que os dados serão apagados caso o resgate não seja enviado dentro de um determinado prazo, mas normalmente não resultam no vazamento de informações.
 
A brecha aberta em sistemas oficiais, entretanto, cria um alerta vermelho para esse tipo de coisa, principalmente pela ideia de que a onda da última semana foi coordenada. O governo do Texas disse ainda não ter muitas pistas sobre quem esteve por trás do golpe, afirmando apenas que ele foi realizado por um único indivíduo ou grupo.
 
O número original, de 23 cidades, foi reduzido para 22 neste começo de semana e por mais que o número pareça pequeno, enquanto o governo estadual tenta indicar que ele foi isolado apenas ao Texas, especialistas apontam que este é o maior ataque coordenado de ransomware contra uma estrutura governamental já registrado. Ondas como a do Wannacry, por exemplo, foram muito maiores, mas seu comportamento era errático e sem alvo específico, enquanto o caso da última semana pinta um panorama perigoso na medida em que criminosos cada vez mais exploram vulnerabilidades em sistemas governamentais.
 
A preocupação de sempre é quanto aos dados pessoais e financeiros de cidadãos e figuras públicas, principalmente devido a brechas na segurança que, se permitem a entrada de ransomwares, também podem permitir outros tipos de golpes. Como medida de segurança, outras cidades não afetadas, mas próximas dos alvos, desligaram servidores e desconectaram seus sistemas da internet como forma de evitar possíveis problemas.
 
 
 
Fonte: The New York Times
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Golpe do Imposto de Renda é grande atrativo para Hackers

Golpe do Imposto de Renda é grande atrativo para Hackers
 
 
Agora em março a Receita Federal libera o programa gerador da declaração do Imposto de Renda (IRPF 2018) pela internet. Além das usuais demandas que o processo exige, o período é bem atrativo para os hackers, que têm aplicado diversos golpes: envio de mensagens falsas com números de protocolos de declaração, links maliciosos, notificações de débitos, ofertas de serviços… A criatividade para o crime não tem limites.
 
Apesar do aumento dos índices dos crimes cibernéticos uma das formas para evitá-los ainda é a prevenção. É importante entender os tipos de golpes e ser capaz de identificá-los.
 
Pensando na sua segurança [e conscientização] , tenha em mente os crimes mais comuns que surgem durante o período e como é possível se proteger:
 
Phishing e redes sociais: com o intuito de roubar suas informações pessoais, os criminosos se aproveitam de phishings por meio de mensagens e e-mails falsos, além de anúncios com malware que coletam dados para cometer golpes. Baixe os programas diretamente do site da Receita Federal.
 
Aplicativos de mensagens: desconfie de mensagens compartilhadas com vantagens como restituição antes do prazo e formas sugeridas para burlar o sistema.
 
Antivírus: mantenha sempre seu antivírus e sistema operacional atualizados.
 
Cuidado com as credenciais: seus dados de acesso são sua responsabilidade e, em mãos erradas, podem garantir trânsito livre de criminosos aos seus dados e à rede da empresa. Por isso, não guarde cópias de login e senha em lugares fáceis de serem achados e acessados.
 
Não burle as regras de acesso corporativo: se a empresa possui diversos níveis de acesso à rede e filtros a sites externos, não é à toa. Tais medidas foram aplicadas para garantir a segurança da informação. Não tente burlá-las. Um único computador infectado pode prejudicar todos os dispositivos de uma rede corporativa.
 
Havendo algum problema ou dúvida, não clique em mensagens e consulte o site oficial do Ministério da Fazenda. Fique atento!
 
 
Fonte: Administradores
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

WhatsApp e Telegram podem ser hackeados por meio de uma imagem

WhatsApp e Telegram podem ser hackeados por meio de uma imagem
 
 
Nesta quarta-feira (15), pesquisadores da Check Point anunciaram a descoberta de um novo malware que está circulando pelo WhatsApp e Telegram. Ele permite aos hackers sequestrar a conta das vítimas com apenas uma imagem.
O problema foi encontrado na versão para web dessas plataformas, que refletem todas as mensagens enviadas e recebidas e são totalmente sincronizadas com o dispositivo dos usuários.
 
“Com o simples envio de uma foto de aparência inocente, um golpista pode tomar o controle da conta, acessar o histórico de mensagens, todas as fotos que foram compartilhadas e enviar mensagens em nome do usuário”, explicou a empresa de segurança por trás da descoberta.
 
Apesar de parecer comum, a imagem maliciosa direciona os usuários para uma página HTML carregado de malware. Uma vez carregada, a página irá recuperar todos os dados armazenados localmente, permitindo aos invasores efetivamente sequestrar a conta da vítima.
Noticia_WhatsApp_Telegram_Hackeados_2017
 
No caso do WhatsApp, o usuário precisa abrir a tal imagem propositalmente, tornando o exploit pouco prático para fins de botnets ou vigilância em massa. Já no Telegram, a vulnerabilidade é um pouco mais difícil de ser explorada, uma vez que o usuário precisa abrir o conteúdo malicioso em uma aba separada do Chrome, algo que, de acordo com um representante do serviço, é uma interação “muito incomum do usuário”.
 
Como as mensagens foram criptografadas sem serem primeiro validadas, o WhatsApp e o Telegram não enxergam o conteúdo malicioso, tornando-os incapazes de impedir que ele seja enviado.
Após serem alertadas pela Check Point da vulnerabilidade, as duas empresas reconheceram o problema e desenvolveram uma correção para os clientes web em todo o mundo. Portanto, se você usa o WhatsApp ou o Telegram na versão web, corra agora mesmo para atualizar os apps para a versão mais recente e, em seguida, reiniciar seu navegador.
 
 
Update: 15/03/17 às 15h30
 
O Telegram postou uma nota oficial explicando que a vulnerabilidade acontece de forma diferente nos dois aplicativos. No Telegram, é preciso que o usuário clique em “reproduzir” para começar a assistir ao vídeo malicioso via Telegram Web no Chrome. (Neste ponto, uma conta do WhatsApp já estaria comprometida, mas nada acontece no Telegram.)
 
Em seguida, conforme o vídeo está sendo reproduzido, é preciso clicar com o botão direito no vídeo em execução e selecionar “Abrir em uma nova guia” no menu suspenso. De acordo com o app, a vítima precisa fazer exatamente isso, nessa ordem, para ser infectada.
 
 
 
Fonte: Check Point e Telegram
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Página falsa da Receita Federal no Facebook esconde malware

Página falsa da Receita Federal no Facebook esconde malware
 
Um grupo de criminosos está usando uma página do Facebook para enganar pessoas e instalar um malware que deixa seus computadores vulneráveis. Batizada de Restituição IRPF, a página se passa por um canal oficial da Receita Federal que promete facilitar problemas relacionados à declaração de imposta de renda. O problema é que o link divulgado, oferecido para que as pessoas verifiquem sua situação frente ao fisco, redireciona o usuário para um site bem diferente do proposto e que abre as portas de seu PC para conteúdo malicioso.
 
O endereço em questão é muito bem disfarçado e promete levar o usuário para a página da Receita, mas o endereço real é de um site chamado Quarto do Pânico, cujo único conteúdo é um download automático de um malware que atinge sistemas Windows, fazendo com que o computador fique completamente vulnerável. E, a partir disso, os hackers podem ter acesso a dados pessoais e outras informações sigilosas que podem ser usadas para ações criminosas.
 
O que realmente chama a atenção por aqui é que, à primeira vista, a página Restituição IRPF realmente engana, sobretudo por conta da miniatura do link mostrar o endereço da Receita Federal. Porém, não demora mais do que um minuto para você estranhar a existência de uma única postagem, a falta de dados e o fato de que todos os comentários sobre o tema terem sido apagados — o que mostra que os criminosos estão acompanhando as interações, evitando que outras pessoas os desmascarem na rede social. O problema é que ainda há muita gente acreditando que aquilo tudo é real.
 
Tanto que, até o fechamento desta matéria, a publicação criminosa possuía 245 compartilhamentos e a grande maioria não fazia menção ao fato de que aquilo era um vírus. Como a pessoa envia aquilo aos seus amigos sem comprovar sua veracidade, ela acaba divulgando o malware e ajudando os criminosos. Outro ponto que enganou muita gente é que os hackers se utilizaram de uma ferramenta do próprio Facebook para alcançar o maior número de possíveis vítimas.
 
A partir da ferramenta de promoção de conteúdo, eles conseguiram dar mais visibilidade ao link falso e fizeram com que mais de mil pessoas curtissem a página. Por isso, antes de clicar em qualquer coisa que seja aparentemente oficial ou prometa alguma facilidade relacionada a dinheiro, duvide. Observe bem o site e procure por indícios de que aquilo é verdadeiro. Páginas falsas, como esta, quase nunca trazem outro conteúdo além daquele que vai instalar um vírus ou causar outra dor de cabeça, então comece a duvidar logo de cara quando ver algo assim.
 
No caso da Restituição do IRPF, fica fácil ver que ela foi criada nesta semana (ou já existe há mais tempo e foi apagada e retomada), tanto que o número de curtidas é bem reduzido para algo desse porte. Apenas para comparação, a fanpage verdadeira da Receita Federal é seguida por 79 mil pessoas e traz vários dados sobre o órgão, assim como conteúdo atualizado.
 
Fonte: Fenacon
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Hackers usam update para o Windows 10 como isca em golpe via email

Se você ainda está esperando pela sua reserva chegar à medida que a Microsoft libera o Windows 10, não podemos te culpar por ficar ansioso para colocar as mãos no novo sistema. Mas se você receber um e-mail te encorajando a fazer o upgrade do Windows 10, é preciso ser um pouco cuidadoso para não cair em um novo golpe de cibercriminosos.

Um post publicado no blog da Cisco destaca como criminosos estão se aproveitando do lançamento do Window 10 para enviar ransonware para os PCs de usuários. À primeira vista, os e-mails falsos parecem verdadeiros: a Cisco aponta que os golpistas estão alterando o endereço da origem do e-mail para parecer que ele foi enviado pela Microsoft. Além disso, o esquema de cores em azul e branco usado na mensagem corresponde aos tons adotados na campanha de marketing do Windows 10.

Por isso, a não ser que você olhe com cuidado, poderá ser enganado a pensar que o e-mail em questão é realmente da Microsoft.

Um arquivo .zip em anexo finge ser um instalador do Windows 10. Mas, segundo a Cisco, o anexo traz um ransonware chamado CTB-Locker que criptografa seus arquivos e exige um pagamento em 96 horas, caso contrário deixará seus arquivos criptografados para sempre.

Evite golpes

A Cisco recomenda que você mantenha um backup dos seus arquivos sempre – o que é algo que você já deveria fazer de qualquer maneira. Mas o ideal é evitar mesmo ser atacado por esse malware.

Em primeiro lugar, não clique em nenhum arquivo anexo que não estava esperando. E fique atento com links para downloads em e-mails. A Microsoft não está distribuindo o Windows 10 por meio de arquivos de e-mail ou links embutidos em mensagens.

Em vez disso, a sua cópia reservada do Windows 10 será automaticamente baixada para o seu computador nos próximos dias ou semanas, e você receberá uma notificação no PC quando for a hora de fazer a instalação.

Além disso, a Cisco aponta alguns problemas nos e-mails falsos que você pode ficar de olho, como erros de gramática ou caracteres repetidos e/ou com problemas.

Fonte: http://computerworld.com.br/
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.