Administração financeira e a inteligência artificial

Administração financeira e a inteligência artificial
 
 
“Gestor que usa a administração financeira e a inteligência artificial, em seu labor, obtém mais eficiência dos recursos e eleva seus resultados positivos, mas depende de sua capacitação, pois na globalização não há almoço grátis e o tempo tem um custo elevado.” (Elenito Elias da Costa e Levy da Costa Sales).
 
No mundo globalizado e em plena evolução da Tecnologia da Informação através da Inteligência Artificial, o tempo e os recursos estão cada dia mais escassos, e qualquer negligência, imperícia ou inobservância tem um preço elevado e um ônus insuportável, principalmente quando se administra recursos de terceiros onde se requer o máximo de responsabilidade, transparência e controle interno.
 
No mundo atual os profissionais e gestores sabem que a administração tem como fator preponderante a maximização dos resultados através da minimização dos recursos, quer sejam, financeiros, materiais e de pessoal, e hoje o tempo se torna um dos fatores que implicam nessa visão, daí a utilização dos recursos dos avanços tecnológicos para obtenção dos resultados positivos.
 
No Brasil, temos uma situação atípica, onde a EDUCAÇÃO DE QUALIDADE ainda é um sonho, e o tempo representa um adversário, que não nos dará trégua nessa caminhada, já que os investimentos estão difíceis, mas devemos nos adequar conforme Charles Darwin nos ensina.
 
As empresas existentes, de todas as formas e tamanhos, buscam a redução de custos e despesas para obter maior rendimento do capital investido, e sabemos quis as rubricas que mais impactam esse objetivo, daí podem entender que TODAS as empresas devem buscar o uso da tecnologia da informação para acompanhar o mundo globalizado.
 
O grande problema é que o PROFISSIONAL não está preparado para essa onda de avanço tecnológico, pois sua EDUCAÇÃO afetou a sua capacitação e sua qualificação profissional de modalidade muito grave, e obviamente esse impacto é bastante voraz e dramático.
 
“O momento exige AÇÃO e ATITUDE, pois elas, Alice, Sophia e Mônica, todas, Inteligência Artificial e o tempo, não vão lhe esperar, ou pense na sua lápide.” (Elenito Elias da Costa e Levy da Costa Sales).
 
 
EDUCAÇÃO
 
“Preocupa-me quando o colégio que educa o meu NETO (Levy da Costa Sales) não ensina os idiomas INGLÊS E MANDARIM e não insere a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL no seu curso, pois tenho que FAZÊ-LO quando retorna.”
 
O mundo globalizado exige mudanças rápidas, com os Smartphones, Iphone, Tablet, Notebook, e Computadores Quânticos, algoritmo quântico, Machine Learning, e demais hão de mudar consideravelmente o ambiente social e de trabalho dessa geração que está se formando para enfrentar um mundo tecnológico.
 
Vejo com muita preocupação, os programas e currículos dessa educação, quer seja, infantil, fundamental, médio e superior, certos gestores educacionais e professores que devem rever suas metodologias, mesmo sabendo dos fatores adversos que inibem essas perspectivas, mas entendo que EDUCAÇÃO é uma ciência social que visa inserir o educando no meio da sociedade lhe transmitindo conhecimentos para sua vida social e profissional.
 
A EDUCAÇÃO é um INVESTIMENTO, cujos resultados são mais importantes que o lucro financeiro, pois interfere numa sociedade na escolha de seus representantes, e estamos vivendo um exemplo, e quais os prejuízos que essas escolhas podem ocasionar inclusive a EDUCAÇÃO pública que nos concede a impressão de que não a pagamos, e isso é uma falácia, pois todos nós pagamos tributos.
 
Sabemos da existência dos fatores negativos que inibem essa adequação, mas também sabemos os resultados dessa omissão, que pode afetar a sociedade de modalidade negativa, gerando portando uma geração acéfala.
 
 
EMPRESAS
 
As empresas de qualquer tamanho e formas, administrados por profissionais devem se capacitar e se qualificar para utilização das ferramentas que estão disponíveis no mercado para a obtenção dos resultados positivos, e isso exige uma formação educacional globalizada.
 
A empresa que deseja obter um resultado positivo deve entender que a Tecnologia da Informação reduz CUSTOS e DESPESAS, mas sua utilização deve ser racional.
 
A atividade econômica das empresas e seus produtos tem concorrência acirrada e mundial, e se esses profissionais não estiverem bem informados e qualificados podem sofrer deságio e prejuízos de seus recursos.
 
Se Governos (Federal, Estadual e Municipal), estão usando a Tecnologia da Informação que através da Ciência Computacional estão buscando reduzir custos e despesas, elevando a celeridade, transparência e controle interno das empresas na arrecadação dos tributos devidos.
 
Observe que quando o Governo institui uma ferramenta tecnológica ele não espera a sua adaptação para atendê-la, mas somente a vigência da obrigação e colhe a entrada de dados onde futuramente sofrerá uma auditoria virtual.
 
Exemplo desse sistema: SPED – FISCAL SPED – CONTÁBIL, E- SOCIAL e demais.
 
Com o uso dos recursos da Tecnologia da Informação o sujeito Ativo (Governo) exige do sujeito Passivo (Contribuinte) maior transparência e controle interno da gestão.
 
A Administração, inclusive a financeira, está passando por uma séria transformação, e o Gestor e profissionais ainda não estão preparados para atender o mercado, eis o grande problema que afeta determinados países.
 
Aquela antiga prática de sonegação fiscal, omissão de compras, omissão de vendas, estoque fictício, e demais, todas essas práticas estão sendo combatidas pelo uso da T I nos sistemas que atendem suas obrigações tributárias, trabalhistas, previdenciárias e sociais.
 
 
PROFISSIONAIS
 
Acreditamos que os profissionais de qualquer modalidade deve sofrer um UP GRADE qualitativo com o uso da Tecnologia da Informação, que possa entender que sua atividade laboral depende da eficiência do uso da inteligência artificial.
 
Muitas profissões serão modificadas gravemente, outras se extinguiram, e outras surgiram, o problema é que as IES – Instituições de Ensino Superior, não está acompanhando na evolução da tecnologia da informação, através da inteligência artificial.
 
O engraçado é que nossa vida foi afetada pela mulher, desde EVA, e agora com Alice, Bia, Sophia e Mônica, essas quatro últimas são inteligência artificial que hão de afetar severamente o mercado de trabalho.
 
A grade curricular dos cursos de graduação e de pós-graduação não está adequada diante da necessidade mínima de capacitação e qualificação dessas profissões, e o tempo é exíguo, pois afeta todos os integrantes.
 
O mercado de trabalho está mudando e buscando selecionar com muito critério os candidatos, o problema é que muitos profissionais não possuem o que se exige e obviamente ficarão de fora do mercado.
 
Vejamos a necessidade de conhecer a Tecnologia da Informação e a Inteligência Artificial, conhecimento de Idiomas (inglês e mandarim), conhecerem sistemas de gestão empresarial e demais, esses fatores estão fazendo a grande diferença.
 
Sabemos que a crise econômica, afeta esse mercado imaginem a grande massa que ficarão de fora desse mercado e buscarão empreender, só que para buscar uma atividade econômica é necessário um UP GRADE com qualidade.
 
 
MUNDO MODERNO
 
Com os avanços tecnológicos através da Tecnologia da Informação, com a Inteligência Artificial e a Quântica que se avizinha, está mudando diversas atividades econômicas e profissões, e essa concorrência mundial não tem dado o tempo necessário para a sua readaptação.
 
Os agravos sociais dos países emergentes tendem a se elevar e isso poderá desestabilizar diversas Economias, pois a base de qualquer progresso sustentável é a EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.
 
Nossa sociedade está envelhecendo muito rápido e se faz necessário criar um FUNDO SOCIAL para atender esses bolsões de pobreza que fatalmente tende a crescer, já que os investimentos estão congelados ou reduzidos.
 
Vejam que em todos os governos de diversos países, estão passando por transformações sociais, econômicas e políticas, e agora podemos entender o grande fosso que nos rodeia, apesar de sermos um país rico em recursos naturais, terras férteis e mão de obra abundante de barata, e mesmo assim não garante uma estabilidade econômica.
 
As Ações e Atitudes necessárias impactam na ausência de capacitação e qualificação profissional de muitos, pois essas mudanças não darão o tempo necessário para essa readaptação e isso é lamentável.
 
Alguns ditos populares merecem uma retificação, tais como:
 
“Errar “é humano”, “O homem é um ser imperfeito”, “Aprendemos com os Erros” fica difícil entender que somos feito a semelhança divina, pois acredito que DEUS não tenha tantos defeitos como nós”. Essas falácias deprimem e justificam o momento em que nos encontramos.
 
 
CONCLUSÃO
 
A GRANDE DIFERENÇA que implica na globalização é a educação de qualidade derivada de fortes investimentos que possibilitem essa possibilidade de readaptação.
 
Tanto empresas, gestores e profissionais, todos estão devendo, e o preço a ser pago é realmente bastante elevado, pois afetará uma geração com a ausência desses investimentos.
 
O administrador tem um campo de atuação bastante grande, mas o mercado globalizado exige uma capacitação com perfil desejável que possa atender aos Had Hunters existentes.
 
É fato que uma grande massa pagará um elevado preço, pois para reinserir no mercado de labor necessita de investimentos focados em sua formação, e o tempo e essa inexistência de Capital, terá uma consequência dolorosa.
 
Vejamos, no caso brasileiro, onde os investimentos estão congelados e reduzidos, sem emprego, sem aposentadoria, com direito trabalhistas em declínio, crise econômica, graves problemas políticos e sociais, é realmente fácil visualizar o FUTURO que nos espera.
 
Gostaríamos que nossa pesquisa e análise desses fatos fossem diferentes, mas os fatos justificam os meios, estamos realmente numa séria situação que pode alijar ainda mais a geração futura.
 
Não precisa ser um EXPERT com uma EXPERTISE especial para identificar os fatos que nos levarão a um CAOS terrível, e muitos hão de perecer, nossa satisfação se prende ao fato que a FÊNIX só surgirá após catástrofe anunciada.
 
E isso independe em quem você votou, pois isso afetará a todos nós, caso nada aconteça que possibilite uma mudança radical, o preço deverá ser suportado por todos.
 
Lamento que os dados e fatos nos demonstrem uma situação bastante peculiar, esdrúxula e catastrófica, pois o mundo globalizado agregado a Inteligência Artificial não darão tempo e oportunidade para a nossa melhoria, pois o CUSTO é verossímil.
 
O Brasil acorda hoje, no dia 15/05/2019, Jornal Hora Um da Rede Globo, com a informação do Ministro da Economia, Paulo Guedes, que com a voz e mãos trêmulas, e em alto e som audível, em relato em contato público, e fala que o “BRASIL ESTÁ NO FUNDO DO POÇO”, e brevemente a partir do próximo mês (Junho/2019), “NÃO TERÁ RECURSOS PARA HONRAR SEUS COMPROMISSOS SOCIAIS”, e nós sabemos o que isso significa.
 
As dificuldades do brasileiro deverão se elevar, a Economia está em declínio, todas as expectativas em qualquer planejamento governamental e empresarial devem ser revisto diante dessa nova realidade.
 
E isso, significa que tecnicamente o ano (2019) está fadado ao fracasso, e pelo tamanho desse FUNDO DO POÇO em que se encontra o Brasil, fatalmente deverá comprometer os próximos anos, haja vista os números apresentados em sua informação pública.
 
Os CORTES no orçamento governamental deverá se agravar mais seriamente e nosso destino ficará cada dia mais incerto.
 
O administrador e profissional responsável tem a obrigação de rever seu P D C A, e proceder a uma nova análise S W O T, identificar novos pontos fracos e fortes (se houver), e executar as melhorias necessárias, para SOBREVIVENCIA sua, e da atividade econômica do empreendimento que administra inclusive a sua VIDA, agora podemos entender o que DEUS citou: COMERÁS E BEBERÁS COM O SUOR DO TEU ROSTO, e COMERÁS O PÃO QUE O DIABO AMASSOU, informo que inexiste melhor oportunidade para a MULTIPLICAÇÃO DOS PEIXES E DOS PÃES, ou simplesmente muitos perecerão.
 
Pedimos desculpas e sabemos da limitação do referido artigo, caso o leitor deseje agregar qualquer up grade diante dos fatos, ou mesmo discordar, mas somos profissionais, éticos e transparentes e não podemos nos omitir diante dos fatos que podem vitimar diversos irmãos.
 
 
 
Fonte: O Autor (Autor(a): Elenito Elias da Costa)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Thomson Reuters lança ONVIO, a primeira plataforma do seu portfólio para profissionais contábeis disponível na nuvem

Thomson Reuters lança ONVIO, a primeira plataforma do seu portfólio para profissionais contábeis disponível na nuvem
 
 
ONVIO é um ecossistema único no seu segmento, que combina ferramentas colaborativas e integradas de informação e gestão contábil, tributária e trabalhista para contadores e seus clientes, permite mobilidade, automatiza processos e aumenta a produtividade.
 
A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia para os segmentos Fiscal, Tributário, Jurídico, Contábil e de Comércio Exterior, anuncia o lançamento de ONVIO, novo software para a gestão do escritório contábil que utiliza o conceito de cloud computing na contabilidade, aplicando na prática os conceitos de nuvem na gestão contábil. O lançamento de ONVIO é o primeiro passo da migração da suíte de soluções Domínio Sistemas da Thomson Reuters, dirigida ao segmento de profissionais contábeis, para a nuvem.
 
A primeira – e mais disruptiva – novidade trazida nesta primeira fase de ONVIO é estar baseado na web, o que permitirá que os profissionais contábeis e clientes acessem todas as informações que necessitam a qualquer horário e lugar e de qualquer dispositivo com acesso à internet pelo portal www.onvio.com.br. Além do acesso via browser, o ONVIO dispõe de um aplicativo gratuito disponível na Apple Store e Google Play Store para digitalização de documentos. Para garantir a segurança da informação, a plataforma também conta com um sistema de autenticação multifator realizado em dois passos. Além disso, ONVIO elimina a necessidade de se manter uma estrutura robusta de TI interna, pois todo o acesso passa a ser online, o que amplia o acesso a essas soluções e aumenta a competitividade e a assertividade da gestão contábil.
 
O Onvio está disponível para clientes dos produtos Contábil Plus e Contábil Premium e nessa primeira versão a solução reúne a automação da solicitação de serviços; cadastro de funcionários e envio ao eSocial; rúbricas da folha; publicações de guia de pagamentos, planilhas, relatórios e busca e emissão de Certidão Negativa; além de relatórios de pendências por cliente, funcionário e/ou departamento, e também protocolos de emissão e visualização de guias de pagamento e registro online de todo o histórico de informações, atividades que demandam muito tempo dos profissionais.
 
“Todas essas vantagens permitirão que escritórios de contabilidade vivam hoje a contabilidade do amanhã, porque contarão com um verdadeiro ecossistema que combina ferramentas de informação e de gestão para poder dedicar-se ainda mais ao foco do seu negócio. Com essa combinação, esses profissionais terão mais liberdade para conectar-se com seus clientes e gerar resultados juntos, trabalhando cada vez mais próximos e de maneira mais estratégica”, explica Marcondes Borba, Líder do Segmento de Profissionais Contábeis da Thomson Reuters no Brasil.
 
“A plataforma é mais uma solução com a chancela das soluções Domínio da Thomson Reuters, uma das marcas com maior experiência em software para os setores tributário, contábil e jurídico. O ONVIO também já foi testado e aprovado em outros mercados. A nível global, é amplamente utilizado para realizar a gestão contábil por escritórios nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido; a nível regional, também já está presente na Argentina, onde já conquistou mais de mil clientes em apenas um ano desde o lançamento”, afirma Santiago Ayerza, líder do Segmento de Profissionais Contábeis da Thomson Reuters na América Latina.
 
 
Thomson Reuters
 
A Thomson Reuters (TSX/NYSE: TRI) é a provedora líder mundial de notícias e soluções de tecnologia para profissionais. Nossa rede global de especialistas e jornalistas mantém nossos clientes atualizados sobre os principais acontecimentos no mundo, com foco específico nas mudanças jurídicas, fiscais, tributárias e de comércio exterior. A ações da Thomson Reuters estão listadas nas bolsas de valores de Toronto e Nova Iorque. Para mais informações da companhia, visite tr.com e para notícias, acesse reuters.com
 
 
 
Fonte: Jornal Contábil
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Inteligência artificial, a ceifadora de profissões

Inteligência artificial, a ceifadora de profissões
 
 
“O INVESTIDOR no mundo globalizado procura incansavelmente a redução de CUSTOS e DESPESAS, que o possibilita MAIORES E MELHORES RESULTADOS, eis o segredo da globalização.” (Elenito Elias da Costa)
 
O mundo gira rapidamente e os atos e fatos devem acompanhar a evolução do patrimônio das entidades econômicas, e diante da globalização, onde a gula financeira é a religião não há obstáculos, mesmo sabendo que a EVOLUÇÃO depende de uma EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.
 
Eis a grande fronteira, que separa e qualificam os países, a economia já não é mais um parâmetro final e sim o meio, pois aquele que possuir melhor tecnologia será um forte país.
 
Os profissionais que assim não entender participará de uma estatística decadente e acredito que não ficarão na história, ou seja, sem HABILIDADE, COMPETÊNCIA, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, IDIOMA, CRIATIVIDADE E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, inexistirão profissionais para o mundo atual.
 
Se o profissional não possuir conhecimento da T I e das mídias, fatalmente será descartável, pois sua continuidade assim exige inclusive a inexistência dos fatores citados acima são excludentes.
 
Minha audácia se concretiza quando afirmo que um SER sem as qualidades descritas deve ser utilizado em experiências laboratoriais.
 
Devemos entender que a linha imaginária do EQUADOR em algum momento teria outra serventia, assim como a estratificação social procura identificar a sociedade através da pirâmide social.
 
O INVESTIDOR deverá ter um critério para investir em qualquer país. A busca não está focada somente no ÁGIO ou LUCRO, mas também no continuísmo e na garantia do resultado da essência de sua satisfação.
 
Alguns setores que hoje predominam estarão afetados, POLITICA, RELIGIÃO, EMPREGO, a ordem é trabalhar com a Tecnologia da Informação em sua essência e fazendo uso da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL para alcançar bons resultado.
 
Esse evento MUDA completamente a utilização do CAPITAL e do TRABALHO, pois a variável TEMPO se insere nessa equação, deixando, portanto, diversas profissões nos livros de história e nos Museus somente para fins de estudos da evolução histórica.
 
Com o uso da nanotecnologia que visa facilitar a robotização de determinadas profissões, o mundo exigirá novas profissões ou transformações que a EDUCAÇÃO de qualidade disporá no mercado seletivo.
 
Os PROFESSORES devem repensar sua metodologia e saber que a educação transcende o limite geográfico da academia e deve despertar o educando para o mercado de trabalho e o empreendedorismo.
 
Os ARTIGOS, LIVROS, PALESTRAS e VOLUNTARIADO serão fatores qualificadores dos bons PROFESSORES, ou seja, sua comprovada competência ficará nas mídias.
 
O seu valor ou remuneração por seus serviços será tempestivamente comprovado, podendo ser representante de uma massa que o qualifica.
 
O INVESTIDOR deve refletir sobre o RETORNO de seu CAPITAL aplicado com inteligência para o crescimento do seu Patrimônio, não se deixando levar por situações lúdicas e fantasiosas, como POLITICA, RELIGIÃO e demais.
 
O MERCADO é um agente transformador e precisa de inovações constantes, e isso depende de uma EDUCAÇÃO de QUALIDADE na formação de profissionais.
 
Sabemos que no mundo atual, até mesmo o lixo é reciclável e aqueles profissionais que não se qualificarem ou não se capacitarem hão de participar de uma estatística decadente, mas assim é o SISTEMA.
 
O sistema social identifica os profissionais que atendem o mercado e aqueles descartáveis.
 
A identificação de COMPETÊNCIA SERÁ mais evidente, e a massa social saberá descartar o indesejável de qualquer forma.
 
A indicação ainda persistirá, mas logo será descartada caso inexistam condições qualificadoras necessárias a sua permanência.
 
DESCULPA, mas acredito que a DEBILIDADE, IDIOTICE, NESCIO, ou equivalente é uma DOENÇA epidêmica que pode afetar um futuro promissor de uma NAÇÃO, daí a sua letalidade.
 
“O tempo é irreversível e a Lei do Retorno será sua evidência”
 
Obs.: Qualquer fato comparativo com a situação do Brasil é mera especulação, sem nenhuma sincronia racional que possa se identificar ou mesmo pressupor.
 
 
 
Fonte: O Autor (Autor(a): Elenito Elias da Costa)
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A privacidade, as novas regras de proteção de dados e o futuro digital

A privacidade, as novas regras de proteção de dados e o futuro digital
 
 
O Senado aprovou o Projeto de Lei nº 53/2018 que, após sancionado pelo presidente da República, originará a primeira lei geral brasileira de proteção de dados pessoais. A regulamentação irá abordar o tratamento de dados pessoais (todas as informações relacionadas à pessoa natural identificada ou identificável), inclusive nos meios digitais, por indivíduos e entidades públicas e privadas.
 
O tratamento desses dados só deverá ser feito em determinadas circunstâncias e com prévio consentimento do titular dos dados, por legítimo interesse ou por cumprimento de obrigação legal. Importante destacar que este consentimento deve ser expresso e com a aprovação destacada, não poderá ser genérico, dentro de termos de usos que muitas vezes não lidos pelos usuários.
 
A legislação aprovada no Brasil tem muitas semelhanças com a GDPR, regulamentação de dados aprovada pela União Europeia no início deste ano, bem como com a legislação já aprovada em alguns países da América Latina, tais como Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Peru e Costa Rica. A nova lei é novidade no mundo e nos deixa em patamar de igualdade com as atualizações legislativas que regulam o Direito Digital, no entanto, poderá alterar substancialmente o mercado e as empresas do ramo.
 
Dentre as sanções por infrações trazidas pela regulamentação está a aplicação de uma multa simples ou diária, de até 2% do faturamento da pessoa jurídica de direito privado, grupo ou conglomerado no Brasil no seu último exercício, excluídos os tributos, com limite de cinquenta milhões de reais. Após a publicação, o período de adaptação à nova lei será de 18 meses, seguindo também a regra aprovada pelo Parlamento Europeu, que concedeu o mesmo período para as empresas.
 
Muitas redes sociais, tais como Facebook, Instagram e Linkedin, além de grandes corporações como a Google utilizam-se majoritariamente dos dados de seus usuários para auferir lucro, através do seu comportamento na internet.
 
Com a mudança na legislação, estas empresas poderão sofrer adaptação. O Facebook, inclusive, já alterou sua política de dados em abril, após o escândalo da Cambridge Analytica, e promete uma grande reforma para o próximo ano, devido as inovações legislativas.
 
Há outros exemplos de empresas que também deverão se adaptar, como lojas, supermercados e farmácias que garantem descontos para que você cadastre seu CPF sem, no entanto, informar que estes dados são repassados para outras empresas terem acesso e lhe oferecer serviço. Ainda existem diversas empresas que utilizam-se destes dados, muitas vezes com a vantagem do cadastro rápido, onde você poderá com seu usuário do Google Plus ou Facebook acessar os serviços de determinada empresa de forma gratuita, na verdade, eles estão colhendo seus dados para vender no futuro para terceiros.
 
Deste modo, a inovação legislativa que entrará em vigor passará a regulamentar e dificultar esse tipo de mercado, onde o preço é pago com a privacidade do usuário, delimitando até onde as empresas poderão utilizar estes dados e punindo vendas e vazamentos ilegais de informação.
 
Artigo por Renato Falchet Guaracho – Advogado especialista em Direito Eletrônico e Digital e coordenador jurídico do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados
 
Fonte: Jornal do Comércio
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Estão tentando roubar as informações valiosas! Saiba como proteger seus dados!

Estão tentando roubar as informações valiosas! Saiba como proteger seus dados!
 
 
Todas as empresas que lidam com dados correm sérios riscos de sofrerem algum ataque de espionagem industrial. São concorrentes que utilizam diversas técnicas e práticas (muitas ilegais) para obter dados secretamente, roubando, duplicando ou apagando Informações vitais.
 
Basta puxar na memória (ou no Google) para ver casos em que dados eram sequestrados por malfeitores como em outubro de 2016 quando 57 milhões de dados pessoais de motoristas e usuários do aplicativo Uber foram hackeados.
 
E se o UBER sofre com ataques, a sua empresa também pode estar na mira destes marginais cibernéticos. E estamos falando de companhias de diversos setores:
 
– Financeiros (bancos, agências de créditos, etc)
 
– Que trabalham com pesquisas (universidades e instituições em geral)
 
– Empresas de tecnologias
 
– Pesquisa e inovação farmacêutica em geral (incluindo laboratórios e a indústria veterinária)
 
Para a Ewave do Brasil, o ideal é que as empresas contratem serviços terceirizados com sistemas eficientes e seguros para o armazenamento de dados contra sequestros de informações e espionagem industrial em geral:
 
Tendo como princípio princípio que os dados e as informações são hoje os principais patrimônios das empresas, sejam elas da natureza que forem, se não tiver essas informações dentro de um banco de dados seguro todo esse tempo de pesquisa e o seu trabalho podem ser perder ou até cair nas mãos da concorrência.
 
Uma empresa de pesquisa que passa anos desenvolvendo algum estudo tem muito a perder. Sem banco de dados seguro, a empresa pode perder esse tempo de pesquisa, incluindo tempo e dinheiro investidos, para terceiros. O mesmo pode acontecer com quem criou grandes carteiras de clientes selecionados, fruto de pesquisa de mercado bem feita que levou muito tempo e dinheiro para ser preparada: A falta de um banco de dados seguro com backup eficiente é fatal para qualquer negócio..
 
 
Perigo também com o desaparecimento das informações
 
Além do risco de ataques mal intencionado,é bom lembrar que sistemas fracos podem perder tudo do dia para a noite também podem falir grandes negócios.
 
O risco da perda de dados através de problemas de servidor ou mesmo a falta de sistemas sem nuvem adequada são reais. Não são apenas os roubos por parte de hackers, mas também sistemas fracos e pouco eficientes deixam todas as informações vitais em situação de risco. É preciso encontrar empresas que tenham servidores fortes, seguros e com Backup super eficiente.
 
Os chamados termos de confidencialidade é outra forma de resguardar possíveis prejuízos em casos de perda de informações quando se contrata qualquer empresa de tecnologia para gerir dados. É preciso tomar todos os cuidados. Quando se contrata alguém para melhorar a qualidade de seus dados, o termo de confidencialidade torna-se indispensável.
 
Este documento precisa ser muito bem feito, prevendo multas de valor significativo embora todos saibam que é imensurável o prejuízo causado por alguma falha. Ao mesmo tempo em que se faz este documento, outra medida para amenizar riscos caso aconteça o pior é fazer um seguro com a empresa que vai administrar os dados de seu negócio.
 
Agora fica a pergunta: Quem está zelando pelos dados do seu negócio neste momento?
 
 
 
Fonte: SEGS
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Cuidado: 6 hábitos que distanciam empresários da inovação

Cuidado: 6 hábitos que distanciam empresários da inovação
 
 
Estar sempre em busca dos métodos mais eficientes e das tecnologias que facilitem o dia a dia é uma busca constante de empresários e gestores. Entretanto, existem alguns hábitos que distanciam os empresários da inovação – e que muitas vezes estão enraizados na cultura organizacional.
 
Para evitar recair em erros comuns, é fundamental que você faça uma autoavaliação do seu desempenho como gestor e observe se, por um acaso, seu comportamento não está tolhendo a inovação. Nesse artigo, falaremos sobre sete hábitos comuns que acabam colocando os empresários em situações complicadas no que diz respeito às novas ideias:
 
 
1. Pensar apenas em mais dinheiro
 
Nenhuma empresa trabalha sem que vise o lucro e não estamos propondo que se mude isso. Entretanto, pensar única e exclusivamente no lucro e deixar de lado investimentos necessários pode fazer com que a sua companhia perca o ponto de equilíbrio em médio e longo prazo. A explicação para isso é simples: algumas ideias precisam de tempo.
 
Se dentro da sua empresa há um setor que hoje não traz perspectivas próximas de lucro, isso não significa que esse cenário será o mesmo daqui seis meses ou um ano. Às vezes, é preciso contabilizar alguns prejuízos antes de se chegar a um modelo ideal. Encarar essas situações como investimento, por exemplo, é o primeiro passo.
 
 
2. Empilhar tecnologia
 
Estar atento às últimas novidades do mundo da tecnologia é importante, mas isso não significa que você deva embarcar em todas as ondas que se apresentam. Algumas inovações podem não acrescentar muitas coisas ao seu negócio, de forma que apenas “investir por investir” pode resultar em perdas para a sua companhia.
 
Você precisa ter tecnologia de ponta, mas ela deve ser adaptada para o seu negócio. Se você ainda não conseguiu extrair o máximo das ferramentas que utiliza atualmente, contratar novas ferramentas, em um primeiro momento, somente vai tornar as coisas mais confusas e dispendiosas. Portanto, seja mais criterioso nos seus investimentos em tecnologia.
 
 
3. Focar apenas na reorganização
 
Esse é outro item que também nem sempre é avaliado da forma correta. Somente reorganizar os profissionais em funções mais adequadas não é sempre a solução para os problemas. Em muitos casos, são necessárias mudanças mais drásticas, tanto em termos de tecnologia quanto em escolha de profissionais.
 
Assim, a reorganização pode até ter prioridade, mas não será sempre a tábua de salvação. O excesso de reorganizações podem fazer com que a sua empresa opere de forma “improvisada” mais tempo do que deveria. Em alguns cenários, é preciso ser prático: se você precisa de um profissional para uma determinada área, contrate um especialista e não fique tentando somente adaptações.
 
 
4. Mais treinamento e melhorias na comunicação
 
Novamente, falamos aqui de dois itens que são muito bem-vindos na maioria das empresas. Afinal, capacitar melhor os seus colaboradores e melhorar a forma de se comunicar com eles é importante. No entanto, é preciso se fazer algumas perguntas: esses treinamentos melhoraram os resultados? O que estou comunicando realmente é algo bom?
 
Muitas empresas acreditam que basta apenas treinar os funcionários que, milagrosamente, as coisas vão melhorar da noite para o dia. Se não houver um acompanhamento e formas de mensurar esse investimento, então é bem provável que você nunca saiba se a proposta deu certo ou não. Quanto à comunicação, de nada adianta ser mais transparente se, quando você se mostra os funcionários percebem uma série de irregularidades. Foque em primeiro arrumar a casa.
 
 
5. Mais informação e mais coleta de dados
 
Aqui também é preciso se fazer algumas perguntas: você dá conta de trabalhar todos os dados que coleta hoje? Se a resposta for negativa, então coletar mais dados provavelmente não vai trazer muito valor para o seu negócio. Tenha em mente que não estamos falando de quantidade de informação, mas sim de qualidade.
 
As ferramentas mais modernas permitem a coleta de um número cada vez maior de dados, mas a maioria das empresas não está preparada – ou por falta de tecnologia ou por falta de pessoal qualificado – para cruzar essas informações e obter relatórios mais valiosos. Nesse sentido, crescer de forma escalável é mais inteligente do que criar um banco de dados de pouca utilidade.
 
 
6. Mais planejamento estratégico
 
Não dá para imaginar que a sua empresa possa seguir adiante sem um bom planejamento estratégico. Porém, o quão flexível ele é? Se você seguir sempre à risca o que foi planejado, sem dar espaço para mudanças pontuais que possam ser feitas ao longo do caminho, as chances de que você erre são grandes, pois as coisas não acontecem 100% como planejado em lugar nenhum.
 
Por isso, o conselho aqui não é para que você não tenha um planejamento estratégico, mas sim que você o enxergue como um guia de apoio. Isso significa que, em muitas situações, a melhor decisão pode ser não seguir o que está no papel. É claro que todas as decisões devem ser embasadas, mas permita-se fazer algumas experiências quando for possível.
 
 
 
Mais responsabilização e atribuição de culpa
 
Algumas correntes defendem que dar mais liberdade aos colaboradores, fazendo com que assumam as responsabilidade por diversas decisões, pode ser um caminho para dar mais autonomia para a sua equipe. Até certo ponto isso é verdade e sempre que possível deve ser estimulado, mas eles foram preparados ou têm o perfil para isso?
 
Nem todas as pessoas reagem da mesma maneira. Alguns se sentem bastante intimidados e passam a render menos. Por outro lado, há quem prefira trabalhar dessa maneira. O importante nesse caso é que os seus gestores e o departamento de Recursos Humanos possa identificar o perfil da equipe que você tem em sua empresa. Não é porque as teorias funcionam em alguns lugares que elas funcionarão em todos.
 
 
 
Fonte: Sage
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

7 usos do Blockchain na cadeia de suprimentos

7 usos do Blockchain na cadeia de suprimentos
 
 
O Blockchain está cada vez mais saindo das etapas de pesquisa e desenvolvimento e sendo aplicado ao mundo real. Um Blockchain é um livro-razão digital distribuído que está disponível para todas as partes, proporcionando transparência em toda a cadeia – e as empresas de negociação financeira, seguros e gerenciamento da cadeia de suprimentos estão observando a tecnologia muito de perto. Aqui estão alguns exemplos reais de uso de Blockchain. Confira.
 
 
1. SAP experimenta rastreador na cadeia de fornecimento com Blockchain
A SAP está testando um rastreador de cadeia de suprimentos baseado em Blockchain projetado para trabalhar com qualquer fornecedor de produtos farmacêuticos e de agricultura. Até o momento, 16 empresas se inscreveram para pilotar a tecnologia SAP Cloud Platform Blockchain, incluindo Johnsonville, Naturipe Farms e Tate & Lyle. O software tem como objetivo aumentar a segurança nas cadeias de suprimentos e diminuir a chance de fraude.
 
Os usuários existentes da plataforma de nuvem SAP podem facilmente optar por testar a tecnologia Blockchain que será executada na parte superior do aplicativo. “Os clientes da SAP acessam e conectam seus aplicativos [baseados em nuvem] à sua plataforma Blockchain como uma opção que pode ser ativada”, disse Hala Zeine, presidente do grupo de Supply Chain e Manufatura da SAP.
 
 
2. IBM desenvolve solução Blockchain para facilitar pagamentos transfronteiriços
A IBM desenvolveu uma solução bancária para ajudar instituições financeiras a processar pagamentos internacionais usando Blockchain.
 
A ideia é alavancar a tecnologia de contabilidade distribuída para reduzir o tempo de liquidação e reduzir o custo de processamento de pagamentos globais, além de oferecer maior transparência para todas as partes envolvidas nas transações.
 
A solução foi desenvolvida com base na plataforma Hyperledger Fabric de código aberto. A IBM fez parceria com a rede de Blockchain de código aberto Stellar.org para criar os “Lumens” que estão sendo negociados, e o provedor de serviços financeiros KlickEx Group para provar a solução, com o objetivo de distribuí-la aos bancos globais.
 
Em comunicado à imprensa, a IBM disse que a tecnologia poderia permitir que “um fazendeiro em Samoa assine um contrato comercial com um comprador na Indonésia. O blockchain seria usado para registrar os termos do contrato, gerenciar a documentação comercial, possibilitar ao agricultor obter garantias, cartas de crédito e finalizar os termos da transação com pagamento imediato”.
 
A IBM também lançou padrões de código de software livre para aplicativos Blockchain, bem como inteligência artificial (AI, na sigla em inglês), microsserviços e analytics. Esses padrões de código incluem pacotes de código reutilizável, repositórios do GitHub e recursos que explicam o código subjacente.
 
 
3. Banco Mundial lança união de Blockchain para financiar o desenvolvimento sustentável
O Banco Mundial, trabalhando com o Commonwealth Bank of Australia, anunciou que está lançando um Blockchain na Ethereum.
 
A plataforma Blockchain Ethereum foi selecionada devido à sua enorme comunidade ativa de desenvolvedores em todo o mundo. A infraestrutura será executada na plataforma de nuvem Azure da Microsoft.
 
O interesse dos investidores no título tem sido forte e os recursos serão direcionados para o financiamento do desenvolvimento sustentável.
 
Todos os anos, o Banco Mundial emite títulos de US$ 50 bilhões a US$ 60 bilhões para financiar projetos de desenvolvimento global. Por causa disso, o banco sempre esteve na vanguarda da inovação financeira, emitindo o primeiro título eletrônico em 2000.
 
 
4. Kodak cria plataforma de propriedade intelectual de foto com base em Blockchain
Depois de superar alguns obstáculos regulatórios, um sistema de copyright de imagem baseado em Blockchain, desenvolvido pela Wenn Digital com a Kodak, abriu uma oferta inicial de moedas (ICO, na sigla em inglês) em maio de 2018 com um teto de US$ 50 milhões.
 
As duas empresas desenvolveram uma “plataforma de gerenciamento de direitos de imagem” da KODAKOne para criar um livro digital de propriedade de direitos. Os fotógrafos poderão licenciar trabalhos novos ou arquivados na plataforma, na qual serão pagos na KODAKCoin, criptomoeda criada para o sistema.
 
A plataforma KODAKOne foi criada para rastrear constantemente a web em busca de violações de propriedade intelectual.
 
 
5. De Beers fornece com sucesso o piloto Blockchain de rastreamento de diamantes
O negócio de diamantes De Beers afirma ter rastreado com sucesso cem diamantes de alto valor ao longo da cadeia de suprimentos. Os fabricantes de diamantes Diacore, Diarough, KGK Group, Rosy Blue NV e Venus Jewel colaboraram com a De Beers para desenvolver o produto Tracr.
 
De acordo com o CEO da De Beers, Bruce Cleaver, o piloto demonstrou com sucesso que um diamante pode ser rastreado a partir da cadeia de suprimentos de maneira que não era possível antes.
 
O diretor-executivo da Rosy Blue NV, Amit Bhansali, afirmou: “A tecnologia já contribuiu significativamente para melhorar a transparência na indústria de diamantes. Iniciativas que usam Blockchain podem impulsionar esse processo ainda mais, já que sua implementação requer colaboração e criação de confiança entre todos os participantes do setor”.
 
A indústria de diamantes é controversa devido ao manuseio de “minerais de conflito”. Acredita-se que o Blockchain possa ajudar a garantir que eles não entrem na cadeia de suprimentos.
 
É claro que as empresas de mineração de diamantes “legítimas” também não têm controvérsias, com De Beers enfrentando críticas por desalojar indígenas para suas operações, descritas como um “genocídio” tribal pela Survival International.
 
 
6. Ilha de Man usa Blockchain para evitar fraudes em egaming
A Ilha de Man, conhecida também por ser uma espécie de paraíso fiscal na Grã-Bretanha, tem um setor próspero que seu governo acredita que pode ser impulsionado pelo Blockchain.
 
Em agosto de 2017, a ilha concedeu à empresa de jogos de azar Qanta uma licença para operar uma loteria com Blockchain usando a plataforma Ethereum.
 
Brian Donegan, diretor de operações de e-business da Ilha de Man, disse à Computerworld Reino Unido que o Blockchain reduzirá o risco de fraude na indústria de egaming.
 
“A imutabilidade e a resistência à censura oferecidas pela tecnologia é tal que podemos usar o Blockchain para manter o crime fora e proteger o consumidor”, disse ele.
 
 
7. Serra Leoa realiza eleições presidenciais com Blockchain
O país da África Ocidental Serra Leoa tornou-se o primeiro no mundo a realizar eleições presidenciais com a ajuda da tecnologia Blockchain.
 
A empresa suíça Agora diz que oferece votação descentralizada baseada em Blockchain. A companhia tem uma equipe de criptógrafos e cientistas de segurança, que alega ter ajudado a desenvolver uma plataforma para “melhorar radicalmente” a votação – tornando os votos à prova de falsificação, transparentes e verificáveis do início ao fim.
 
A Comissão Eleitoral Nacional da Serra Leoa trabalhou em estreita colaboração com a Agora para repensar o processo de votação nos distritos ocidentais em março deste ano. O registro manual usual era considerado um processo logístico lento e caro, mas a Agora diz que, com a tecnologia implementada, os resultados das eleições foram contados “dias à frente” da abordagem anterior.
 
A votação digital tem sido uma possibilidade há muito tempo, mas há questões sobre segurança – especialmente com sistemas proprietários de portas fechadas: eles podem ser adulterados e onde está a prova de que eles são transparentes ou livres de corrupção?
 
A Agora corajosamente afirma que pode ter resolvido esse problema e que a sua solução “inultrapassável” na Serra Leoa abre caminho para uma maior disseminação da votação baseada em Blockchain em todo o mundo.
 
 
 
Fonte: CIO
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

A Revolução Digital e o mito do desemprego

A Revolução Digital e o mito do desemprego
 
 
omo a 4ª revolução industrial vai gerar ainda mais empregos, ao contrário do que se pensa.
Recentemente ministrei uma palestra no CONARH sobre como a tecnologia vai transformar o dia a dia da área de recursos humanos. E diante do grande interesse resolvi escrever este artigo para compartilhar um pouco destas visões e experiências, que são válidas em qualquer área de atuação e para qualquer tipo de negócio.
 
Há um crescente temor na sociedade, provocado em grande parte pelo marketing ostensivo de algumas empresas de tecnologia, de que em um futuro breve teremos uma crise de emprego causada pelo avanço tecnológico – sobretudo na área de robótica e inteligência artificial. Frequentemente recebemos em nossa timeline matérias contando que um robô substituiu um médico ou um advogado trazendo assim o problema para muito além do trabalho braçal.
 
Mas se olharmos para a tecnologia como aliada da humanidade, veremos que esta parceria remonta aos primórdios da nossa civilização. A invenção de tecnologias como a roda por volta de 3.500ac ou o ábaco em 2.700ac deram o primeiro impulso em substituir a força braçal e intelectual humana por ferramentas que realizavam tarefas equivalentes.
 
Assim sucessivamente durante os séculos novas tecnologias vieram substituindo os humanos em tarefas de baixo valor agregado. Citando alguns exemplos, entregadores de gelo substituídos pelo refrigerador, acendedores de lamparinas de iluminação pública pela energia elétrica e a telefonista pelo telefone discado abrindo espaço para novas profissões, como recentemente os youtubers, pilotos de drones e cientistas de dados.
 
Particularmente acredito que a revolução digital que estamos vivendo terá o mesmo impacto para humanidade daquele trazido pela revolução industrial, que foi impulsionada pela tecnologia à vapor. E que, assim como naquela época, as profissões sem valor agregado darão lugar a novas profissões levando novamente a humanidade a um novo patamar.
 
Para ajudar a sustentar este raciocínio encontrei uma pesquisa publicada pela UNISINOS que traça uma linha comparativa entre os países mais robotizados do mundo e o seu nível de desemprego.
 
O gráfico mostra a Coreia do Sul na liderança da robotização com 531 robôs para cada 10.000 habitantes enquanto que o Brasil figura a 37ª posição com 9 robôs para mesma concentração habitacional. Curiosamente a taxa respectiva de desemprego nestes países é de 3,1% na Coréia e 13,7% no Brasil, demonstrando que a relação tecnologia vs desemprego parece ter uma taxa inversamente proporcional, ou seja, a tecnologia estimula o desenvolvimento, que por sua vez estimula o emprego.
 
Além desta pesquisa o instituto mundialmente reconhecido Gartner Group, produziu um documento intitulado “Top 10 Strategic Technology Trends for 2017” e que trouxe uma abordagem mais otimista em relação a esta revolução tecnológica. Na visão do Gartner a tecnologia dará um grande salto nos próximos anos impulsionando a humanidade a atingir um novo patamar, revolucionando a forma como as pessoas se relacionam com o trabalho. Para mencionar somente algumas das visões, nas predições do Gartner a inteligência artificial, aprendizado e máquina e a computação cognitiva ajudarão as pessoas a serem mais eficientes e produtivas no seu ambiente de trabalho. Na prática isto significa que o tempo gasto na coleta e cruzamento de informações para geração de insights poderá ser dedicado à tomada de decisões cada vez mais rápidas e assertivas.
 
Na minha apresentação do CONARH trouxe alguns exemplos de como estas tecnologias estão revolucionando o trabalho na área de RH, mas que se aplicam a qualquer outra área de atuação:
 
Assistentes Virtuais (Chatbots): Os chatbots ou assistentes virtuais podem ser grandes aliados para atendimento de primeiro nível, como por exemplo: atender dúvidas sobre os mais variados benefícios; orientar colaboradores sobre procedimentos internos; informar colaboradores sobre políticas da empresa.
 
Big data, Analitycs e Machine Learning: Identificar através de algoritmos aplicados na massa de dados padrões que gerem insights para sustentar a tomada de decisões como: identificar colaboradores com risco de desligamento condicionado a fatores internos e externos; entender desvios comportamentais através de eventos (batidas de ponto, pedidos de adiantamento, absenteísmo, etc.); comparar tendências de remuneração de profissionais com base em seu desempenho histórico.
 
Computação Cognitiva: Uso de computação cognitiva aplicada a processos de recrutamento e seleção para: traçar perfis comportamentais mais aderentes para as demandas de uma determinada posição; “entrevistar” candidatos analisando no conteúdo produzido por ele, suas características comportamentais; comparar perfis comportamentais desejados para vaga com candidatos adequados em função do seu perfil.
 
Automação de Processos (BPM): Uso de automação de processos para ganhar produtividade nas principais demandas do RH, como análise de solicitações de benefícios de terceiros como planos de saúde; coleta, análise e aprovação de informações para alterações cadastrais; controle do processo de geração de matrículas para prestadores de serviços; análise de pedidos de férias.
 
Com todo este cenário parece muito claro que fazer parte desta revolução digital, além de garantir a competitividade nos negócios, também cria novas oportunidades de emprego e renda que marcarão uma nova fase do desenvolvimento da humanidade.
 
 
 
 
Fonte: Senior (autor: Carlos Pereira, gerente de pesquisa, arquitetura e tecnologia na Senior)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

É hora de reciclar a força de trabalho para usar a Inteligência Artificial

É hora de reciclar a força de trabalho para usar a Inteligência Artificial
 
 
Cientistas de dados, especialistas em Inteligência Artificial e desenvolvedores de soluções de Machine Learning estão em alta demanda agora – tanto, que esses são algumas das vagas mais difíceis de serem preenchidos hoje.
 
De acordo com o relatório de melhores empregos da Glassdoor, o cientista de dados é o profissional mais demandado nos EUA este ano, assim como em 2017 e em 2016. O número de vagas no site subiu de 3.449 em 2015 para 4.524 este ano. E a IBM prevê esse número chegará a 61.799 até 2020, com taxas de crescimento previstas de 93% em Ciências de Dados, se 56% em Machine Learning.
 
Já o número de candidatos disponíveis está bem aquém. De acordo com a Bloomberg, as vagas de emprego para Cientistas de Dados no Indeed.com aumentaram 75% entre janeiro de 2015 e janeiro de 2017 – mas as pesquisas de emprego aumentaram apenas 65% .
 
Não é de admirar que as empresas tenham dificuldade em encontrar pessoas qualificadas. De acordo com o relatório State of the CIO de 2018, 36% dos entrevistados disseram que preencher as funções de Business Intelligence e Analytics será difícil, perdendo apenas para a segurança cibernética. A Inteligência Artificial também alcançou a lista dos dez melhores empregos, com 18% dos entrevistados dizendo terão dificuldades para contratar os profissionais desejados.
 
“Há uma demanda significativa por pessoas com experiência em IA e Machine Learning”, diz Tom Mitchell, professor de Machine Learning na Universidade Carnegie Mellon.
 
Em vez de contratar novos funcionários, algumas empresas procuram ajudar os funcionários existentes a obter o ensino avançado e o treinamento necessários para atuar nas áreas de Ciência de Dados, Inteligência Artificial e Machine Learning.
 
O treinamento mais avançado, como o programa de mestrado da Carnegie Mellon, leva entre um ano e um ano e meio para ser concluído e requer conhecimento de estatísticas e habilidades básicas de programação. Mas também há muitos programas e cursos on-line que as pessoas podem fazer, diz Mitchell.
 
Aqui está uma amostra de como várias empresas de diversos setores estão treinando sua força de trabalho para a era da IA ​.
 
 
De volta à escola
 
“Também estamos buscando recursos difíceis de encontrar quando se trata de inteligência artificial e especialistas em automação e de negócios”, diz Murtaza Masood, diretor assistente do Departamento de Recursos Humanos do condado de Los Angeles. Anteriormente, ele foi CIO do departamento e está liderando muitas das iniciativas de Transformação Digital para o município.
 
Os esforços de recrutamento incluem parcerias com todas as instituições acadêmicas regionais com programas relevantes e um programa de estágio para criar um fluxo de talentos.
 
Mas o condado também tem desenvolvido seus próprios especialistas em IA.
 
“Há três anos, estabelecemos um centro de excelência para a IA que nos permitiu começar a reunir recursos existentes no município que tinham alguma experiência nessa área”, diz ele. Os funcionários interessados ​​no assunto podem obter reembolso para cursos externos, bem como treinamento interno.
 
Os funcionários estão particularmente interessados ​​no projeto de algoritmos, diz ele, mas os tipos de treinamento empregados variam dependendo da necessidade.
 
“Iniciativas de negócios levam a decisões de plataforma que levam ao aumento da demanda por treinamento em torno desses elementos específicos”, diz ele. Felizmente, o condado tem talentos internos suficientes. “Historicamente falando, fomos os primeiros a adotar pacotes de análise estatística.”
 
Por exemplo, o condado tem investido recentemente em ferramentas de monitoramento e análise para identificar uma variedade de problemas de pessoal, bem como problemas potenciais de segurança cibernética. Com 111 mil funcionários – a LA County é a maior organização do governo local no país – há muitos dados que podem ser analisados ​​para detectar possíveis problemas. Mas Masood quer ver Inteligência Artificial e Machine Learning usados ​​para mais do que detectar problemas.
 
“Onde estou realmente empolgado, tanto como profissional de RH quanto como tecnólogo, é a capacidade de obter treinamento para que os funcionários se antecipem a tudo isso. A capacidade de fornecer informações oportunas que permitam a um funcionário melhorar seu pensamento ou comportamento ou conhecimento”, diz ele.
 
 
Treinamento interno
 
A Capgemini também está no meio de um grande esforço para contratar pessoas com experiência em IA. A empresa de consultoria não escreve software, mas trabalha com os clientes para configurar e integrar software existente, e a IA agora é uma área importante.
 
Além de contratar especialistas e patrocinar o treinamento dos funcionários, a empresa também possui um centro de aceleração digital para ajudar os funcionários a aprender sobre a nova tecnologia da IA.
 
“Temos um ambiente seguro e vamos testar o software em um laboratório”, diz Tom Ivory, diretor de inovação estratégica da Capgemini. “Estamos experimentando dezenas de tecnologias de Inteligência Artificial no momento, e nem todas elas terão luz verde para seguir em frente.”
 
A Capgemini treinará executivos e gerentes de entregas sobre como usar essas ferramentas além de outras pessoas da equipe que trabalha com os clientes, diz ele.
 
A empresa também usa IA em suas próprias operações. Por exemplo, a Capgemini usa a tecnologia do fornecedor de automação UiPath e do IBM Watson para ajudar a processar currículos de candidatos a contratação.
 
“Normalmente usamos pesquisas de palavras-chave”, diz ele. “Ao usar a Inteligência Artificial, há mais nuances que podem aumentar a taxa de sucesso do indivíduo que está sendo empregado em um projeto”.
 
No início, a Capgemini usou o treinamento fornecido pelo fornecedor, mas logo conquistou massa crítica de especialistas internos.
 
“Nós tínhamos uma linha de base de gerenciamento que foi treinada, bem como pessoas que realmente teriam as mãos no teclado, estrategistas e pessoas que poderiam entender como essa tecnologia afetaria os processos de negócios”, diz ele. Nesse ponto, a Capgemini promoveu treinamento interno, usando modelos de treinamento adquiridos do fornecedor como ponto de partida.
 
Três anos atrás, a quantidade de pessoas na empresa que treinavam nessa tecnologia estava na casa das dezenas – agora, existem milhares, diz ele.
 
 
Abraçando IA em toda a empresa
 
Para empresas de tecnologia que possuem componentes de IA em seus produtos ou serviços, o treinamento de funcionários é ainda mais crítico.
 
O Salesforce, por exemplo, vem adicionando inteligência à sua plataforma online de gerenciamento de relacionamento com o cliente. Isso significa que os funcionários internos precisam conhecer bem a tecnologia. Há uma plataforma de treinamento online, parte do mesmo sistema Salesforce Trailhead disponível para clientes externos.
 
“Temos nossa própria Trail, na qual temos todo esse material de aprendizado disponível gratuitamente, que permite que as pessoas aprendam como consumir a capacidade de IA que o Salesforce oferece”, diz Marco Casalaina, vice-presidente de gerenciamento de produtos do Einstein.
 
“A maioria não é cientista de dados”, diz Casalaina. “E nosso treinamento é feito para pessoas assim, pessoas que não têm experiência em Ciência de Dados, mas querem fazer previsões”.
 
 
Orientação peer-to-peer
 
A empresa de segurança cibernética Stealthbits Technologies também está investindo em habilidades de IA e Machine Learning, diz Jonathan Sander, CTO da empresa. “Parte do treinamento é externo e parte é peer-to-peer”.
 
O treinamento real é diferente para diferentes grupos de engenharia, diz ele. “Para o pessoal de P&D que vai pôr a mão na massas, a oferta é a de cursos iniciais mais abrangentes, seguidos pelos materiais peer-to-peer que geramos e, finalmente, um sistema de orientação que temos para construir talentos de P&D.”
 
No suporte, consultoria e pré-venda, os funcionários precisam entender como usar a tecnologia e comunicar seu valor.
 
“Nossos clientes sempre se beneficiam de engenheiros mais qualificados”, diz ele, “e o treinamento em Machine Learning os preparou para dar a eles bons conselhos no uso de nossas soluções, assim como geralmente abordar Machine Learning como uma ferramenta valiosa”.
 
Muitas empresas pensam que o Machine Learning é muito complexo ou obscuro para aprender – isso é um erro, diz ele.
 
“Ignore essas impressões e comece a treinar o quanto antes”, diz ele.
 
Como o Stealthbits, a empresa de big data Insight Engines também vê muito valor no treinamento peer-to-peer.
 
“Começamos expondo de forma incremental novos funcionários a pequenas áreas de nosso pipeline de desenvolvimento, onde as mudanças que eles fazem têm impacto em grande escala em nossos clientes”, diz Darien Kindlund, vice-presidente de tecnologia. Em seguida, eles passam a trabalhar na melhoria dos fluxos de trabalho, enquanto continuam sendo supervisionados por mentores experientes.
 
Até agora, cerca de 65% dos funcionários – técnicos e não técnicos – receberam esse tipo de treinamento, com foco em Machine Learning, processamento de linguagem natural e Ciência de Dados, diz Kindlund.
 
“Ao fornecer treinamento on-the-job focado no impacto do cliente em um ambiente aplicado, descobrimos que nossa equipe absorve, aprende e se baseia nessas habilidades muito mais rapidamente do que em um ambiente acadêmico”, diz ele.
 
A Vectra Networks, fornecedora de segurança cibernética, também está se concentrando no treinamento no trabalho, ponto a ponto.
 
“Muitas vezes, temos mentores experientes acompanhando novos contratados em projetos para oferecer sugestões e orientá-los com abordagens de Machine Learning”, diz Kevin Ni, líder da equipe de dados da empresa. “Ao treinar os funcionários aqui da maneira como fazemos, podemos orientar o desenvolvimento deles voltado para o espaço único do problema em que estamos. Isso significa que os clientes podem obter resultados mais rapidamente. Também incentivamos os funcionários a auditar aulas online se não estiverem familiarizados com assuntos específicos.” “
 
Esperar que os funcionários aprendam sozinhos não é rápido o suficiente, diz Joseph Kucic, CSO da Cavirin Systems, um fornecedor de segurança cibernética. Até recentemente, ele estava no grupo de trabalho de IA da empresa na Verizon.
 
“No trabalho, o mentor do parceiro acelera a capacidade de transferir conhecimento e executar as metas de negócios”, diz ele.
 
Se a necessidade de talentos em IA é extremamente urgente, então você pode tomar ações radicais, como adquirir talentos comprando outra empresa, diz ele. “Mas, a longo prazo, o foco precisa estar em uma abordagem parceiro/mentor.”
 
 
Treinando no ritmo da mudança
 
Ao treinar funcionários em qualquer tecnologia emergente, é essencial acompanhar a taxa de inovação. Isso significa adotar uma abordagem contínua para promover novas habilidades.
 
A Invoca, uma empresa de inteligência de chamadas da Califórnia, lançou seu produto de Machine Learning, Signal AI, há cerca de um ano. Como o ML é agora um foco central da empresa, o treinamento é essencial.
 
“Realizamos sessões educacionais em todos os departamentos para educar as equipes internas sobre fundações de IA, bem como aquelas especificamente relacionadas à nossa oferta de soluções de IA”, diz Sean Storlie, diretor de gerenciamento de produtos da empresa. Há treinamentos trimestrais da equipe de Ciência de Dados da empresa. Além disso, os funcionários podem fazer tutoriais online, conferências e treinamentos internos relacionados à IA
 
“Você não pode educar demais sobre este assunto, pois as coisas mudam muito rapidamente nesta indústria”, diz ele.
 
“Criamos softwares que supostamente também ajudam outras empresas a implementar ML e IA”, diz Lalith Subramanian, vice-presidente de engenharia de segurança, descoberta e análise da OpenText. “Internamente, o que descobrimos é que as habilidades precisam ser constantemente atualizadas.”
 
A empresa tem um programa de reembolso de mensalidades para os funcionários e também vem oferecendo programas de treinamento nos últimos três ou quatro anos, diz ele. “Por exemplo, se tivermos um tópico como redes neurais comutativas, trazemos uma empresa de treinamento e temos grupos de funcionários recebendo o treinamento”, diz ele.
 
 
E se o funcionário que recebeu treinamento for embora?
 
Algumas empresas relutam em investir em treinamento relacionado à IA porque temem que os funcionários saiam imediatamente depois, aplicando suas novas habilidades em outro lugar.
 
“Na indústria de tecnologia, especialmente no Vale do Silício, um certo grupo de oportunistas receberá o treinamento mais recente para ter uma boa aparência nas entrevistas”, diz Subramanian, da OpenText. “Mas eles são minoria”, completa. Segundo ele, a experiência mostra que a oferta do treinamento ajuda na retenção, diz ele.
 
Outra empresa de segurança cibernética que oferece treinamento extensivo relacionado à inteligência artificial para os funcionários é Demisto.
 
“Não estamos preocupados com a retenção”, diz o co-fundador da empresa, Rishi Bhargava. “Como empresa, acreditamos firmemente que funcionários melhor treinados são funcionários mais felizes e fazem seu trabalho melhor. Além disso, incentivar o aprimoramento de pessoal é apenas uma das facetas da cultura geral da empresa”.
 
O treinamento contínuo também ajuda na retenção da Aetna, a terceira maior seguradora de saúde dos EUA. “Isso lhes ensina habilidades que estão crescendo em valor de mercado, e isso é bom para um profissional”, diz Jim Routh, o CSO da empresa.
 
A Aetna tem um programa para ensinar os fundamentos da Ciência de Dados a todos os profissionais de segurança da empresa, diz ele. Permanecendo na Aetna, os funcionários não apenas continuam a receber esse treinamento, mas também podem usar as habilidades que aprendem em aplicativos de ponta, o que significa controles de segurança não convencionais e de última geração, acrescenta.
 
 
 
Fonte: www.cio.com.br
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Hábitos dos usuários em relação às senhas colocam empresas em risco

Hábitos dos usuários em relação às senhas colocam empresas em risco
 
 
As empresas brasileiras têm vivido em um cenário preocupante de segurança digital, principalmente se levarmos em consideração diversos casos recentes de grandes vazamentos de dados, incluindo informações pessoais e senhas de acesso de milhares de internautas e até empresas.
 
Um estudo divulgado este ano pela Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicações (Brasscom), realizado com executivos de segurança de 15 países, aponta que mais da metade dos entrevistados prioriza controles de perímetro.
 
Sabemos que este é um passo importante para prevenir invasões externas, porém, o investimento em ações que priorizem o comportamento do usuário, como o uso de senhas seguras no combate a golpes de phishing e de engenharia social, por exemplo, pode ser um grande diferencial.
 
A proteção do perímetro, apesar de ser fundamental, não é suficiente para atender as recomendações de especialistas e pesquisadores de segurança digital em todo o mundo, como a troca constante de senhas – especialmente as senhas bancárias das redes sociais, de e-mails e de comércio eletrônico.
 
Uma pesquisa liderada pela Universidade de Plymouth, no Reino Unido, revelou que os usuários que recebem orientações básicas sobre a gestão de suas senhas são 40% mais suscetíveis a fazer escolhas seguras, melhorando consideravelmente sua segurança digital.
 
Quando falamos em segurança de dados para as empresas, exemplos recentes de ataques cibernéticos, inclusive envolvendo extorsões, têm mostrado que a segurança do usuário é fundamental para a segurança dos dados corporativos. Dados da última pesquisa Custos de Violação de Dados 2017, do Instituto Ponemon, confirmam isso: 31% dos ataques cibernéticos no último ano foram causados por falhas humanas, incluindo funcionários desatentos ou negligentes.
 
Uma única senha fraca pode ser a porta de entrada para um ataque hacker, comprometendo o desempenho dos negócios e gerando altos prejuízos financeiros, problemas de conformidade e danos à imagem das empresas. Segundo dados do Instituto Ponemon, um único ataque cibernético pode causar prejuízos médios de R$ 1,92 milhão.
 
“Fechando as lacunas” da barreira contra os ataques
 
Como não priorizam as senhas a estratégia de segurança digital, os usuários corporativos acabam colocando em prática uma série de hábitos ruins – tanto no âmbito pessoal quanto profissional – que colocam o negócio em risco.
 
Um desses hábitos é o uso de uma única senha em vários serviços, incluindo os serviços usados no ambiente corporativo, como acesso a sites de e-commerce, à nuvem da empresa e ao e-mail corporativo, por exemplo. Caso haja algum incidente em um serviço de e-commerce, por exemplo, o usuário pode até mudar a senha do serviço, porém, se usá-la para também para acessar algum serviço corporativo, o negócio já está vulnerável.
 
Ou seja, mesmo que o usuário siga todos os passos básicos para criar uma senha considerada “forte”, como uso de números, letras em caixa alta e baixa e caracteres especiais, se ele reusá-la, sua suposta força vai por água abaixo.
 
Diante deste cenário, o ideal é que as empresas comecem a investir cada vez mais na segurança das senhas, identificando padrões e comportamentos que possam colocar o negócio em risco, especialmente porque, na maioria dos casos, os hackers precisam de apenas uma senha para ter acesso a todas as informações sigilosas do negócio.
 
Ao fazer um diagnóstico inicial das senhas da empresa e de como seus usuários se comportam quando precisam fazer determinadas escolhas que podem colocar as informações em risco, os responsáveis pela estratégia de segurança digital contam com informações valiosas para aprimorar suas táticas de proteção e monitoramento e começar a promover uma mudança na cultura sobre a segurança digital.
 
Sem isso, as organizações vão continuar “alimentando” os hackers com redes vulneráveis, dando a eles a possibilidade de promover ataques cibernéticos com o mínimo de esforço.
 
E se engana quem acredita que apenas as práticas recomendadas por políticas de segurança sejam capazes de impedir os ataques. Diretrizes divulgadas pelo United States National Institute for Standards and Technology (NIST), por exemplo, argumentam que práticas como trocar senhas a cada três meses, inserir caracteres especiais ou criar senhas com letras e números aleatórios são ineficientes.
 
A mais recente recomendação do instituto envolve a substituição da troca periódica de senhas pela recomendação do uso de frases memorizadas, que englobariam expressões com pelo menos 64 caracteres, compostas de frases que os usuários poderiam memorizar facilmente, contendo espaços, palavras ou quaisquer outros caracteres.
 
 
 
Fonte: Administradores (Autor: Paulo Tiroli)
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