COMUNICADO nº 95 | Ano 2023

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Desafios da IA: segurança em foco para proteger dados sensíveis

O avanço da tecnologia da Inteligência Artificial (IA) tem se tornado uma necessidade incontestável para empresas que buscam se destacar no mercado. No entanto, enquanto a popularidade da IA cresce, é crucial que os benefícios dessa tecnologia não encubram os riscos iminentes de cibersegurança.

Um estudo recente do Itaú Unibanco revela um aumento de 196% nos gastos dos brasileiros com ferramentas pagas de IA nos primeiros meses deste ano, em comparação com 2022. Com o destaque atual para ferramentas como o ChatGPT, é evidente que a IA já é uma realidade palpável.

Porém, a crescente dependência também traz riscos, como evidenciado por um estudo da Cyberhaven, que identificou que 11% das informações compartilhadas com o ChatGPT são confidenciais. Diante disso, é essencial adotar estratégias de cibersegurança eficazes para evitar vazamentos e ameaças.

Novos desafios

O avanço tecnológico traz consigo novas dimensões de oportunidades e desafios. A IA se faz presente em aplicativos cotidianos e soluções corporativas, impulsionando a eficiência e a produtividade. No entanto, a dependência dessa tecnologia também expõe as empresas a ameaças cibernéticas significativas.

O estudo do Itaú Unibanco destaca um aumento substancial nos gastos com ferramentas de IA, enfatizando a rápida adoção dessa tecnologia. O ChatGPT, por exemplo, trouxe uma nova experiência prática com IA, mas seu uso também acarreta riscos, especialmente quando informações sensíveis são compartilhadas inadvertidamente.

Confidencialidade em risco?

O dado de que 11% das informações compartilhadas são confidenciais é alarmante, considerando o cenário de ataques cibernéticos em constante evolução. Empresas e indivíduos devem reconhecer a importância da segurança da informação ao utilizar ferramentas de IA. Vazamentos de dados podem levar a consequências desastrosas, comprometendo a reputação das empresas e a confiança dos clientes.

A importância da cibersegurança

Embora os benefícios da IA sejam indiscutíveis, é vital reconhecer e abordar os riscos associados. Três aspectos fundamentais merecem atenção especial:

1-Segurança da informação: à medida que a IA se integra a navegadores, sistemas de e-mail e gerenciamento de documentos, novos riscos de segurança surgem. Compartilhar informações sensíveis e pessoais com assistentes virtuais baseados em IA amplia as oportunidades para ataques cibernéticos;

2-Exposição de dados confidenciais: a busca pela eficiência pode levar a divulgação de informações estratégicas da empresa. O estudo da Cyberhaven revelou que 4% dos usuários já compartilharam informações sensíveis, expondo as organizações a ameaças adicionais;

3-Uso indevido e malicioso: enquanto empresas adotam a IA para otimizar operações, criminosos também a exploram para ataques cibernéticos, desinformação e atividades ilícitas. Prejuízos resultantes de tais ações podem abalar a confiança dos usuários nos serviços da empresa.

Estratégias de proteção

Adotar medidas de proteção é imperativo. Estabelecer procedimentos rigorosos para coleta, uso e descarte de dados é essencial para proteger as informações. A utilização de softwares de proteção, senhas fortes e práticas de backup são medidas básicas que reduzem a vulnerabilidade. A implementação de uma governança de IA garante a ética no uso da tecnologia.

Em última análise, a IA é uma ferramenta poderosa que molda nosso futuro. No entanto, devemos usá-la com responsabilidade, adotando medidas de cibersegurança para garantir que sua evolução seja acompanhada pela proteção necessária.

Fonte: Forum Contábeis
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Sentença pioneira no Brasil com uso de Inteligência Artificial

Juiz utiliza Inteligência Artificial na redação de decisão trabalhista. Será este o futuro do Judiciário?

Processo trabalhista nº 0010578-46.2020.5.15.0012, que tramitou na Vara do Trabalho de Piracicaba, sob a jurisdição do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, teve um marco inovador!

O Juiz Sentenciante Firmino Alves Lima, da 1ª Vara do Trabalho de Piracicaba, fez uso da Inteligência Artificial Generativa para auxiliar na redação da sentença.

Contudo, é fundamental destacar: trechos da decisão foram elaborados com o auxílio de sistemas de modelos generativos amplos de linguagem, apenas para redação. Não houve influência desses sistemas na decisão final.

Além disso, toda a redação assistida por tais sistemas foi meticulosamente revisada e checada, garantindo a ausência de dados equivocados e evitando vieses não aceitos pelo direito vigente. A integridade do processo decisório manteve-se intacta, sem qualquer influência indesejada pelo magistrado.

Uma era de inovação no Judiciário! Mas sempre com a garantia da justiça e da integridade das decisões.

Fonte: UOL
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Internet das Coisas: o que é, qual a conexão com blockchain e como isso já impacta a sua vida

Tecnologia que permite integração de dados do mundo real com o virtual já é utilizada por pessoas em todo o mundo e pode se conectar com blockchain para melhorar o dia a dia.

O termo Internet das Coisas, da sigla em inglês IoT, pode despertar bastante curiosidade e soar complicado, mas na verdade representa uma tecnologia que já é utilizada por milhões de pessoas em todo o mundo em busca de mais praticidade e conectividade no dia a dia.

Conectados aos mais variados objetos, sensores e outros softwares ajudam a levar dados sobre o que acontece no mundo real para a internet. Desde objetos domésticos a ferramentas industriais, todos podem se beneficiar da tecnologia.

“Por exemplo, a sua geladeira já sabe o mapeamento de produtos e que você compra leite sazonalmente. Ela nota que o seu estoque de leite está baixo dentro da geladeira e já emite um comunicado pro supermercado encomendando o leite que depois você pode buscar ou receber em casa”, explicou Daniel Carius, CVO da Ribus e especialista em soluções de criptoativos e blockchain.

O especialista também mencionou a Alexa, dispositivo famoso da Amazon para conectar objetos e transformar lares em “casas inteligentes”, capaz de tocar músicas, acender luzes e ligar dispositivos como TV e ventilador através de comandos de voz.

Além de processos mais básicos da rotina, a Internet das Coisas pode influenciar no dia a dia se fábricas, transportadoras, hospitais, em logística, varejo, no setor público e segurança, por exemplo.

Tudo isso foi possibilitado através do desenvolvimento de outras tecnologias, como os sensores, nuvem, machine learning e inteligência artificial, que ajudam a Internet das Coisas a captar, armazenar e entender comandos e dados.

“Eu acredito que o impacto que vai gerar no cotidiano das pessoas é realmente um facilitador, porque as coisas já vão ter ali um armazenamento das informações do usuário e já vão poder de forma automatizada sugerir coisas”, acrescentou Daniel Carius, em entrevista à EXAME.

Conexão com blockchain

Atualmente já existem projetos em blockchain focados em Internet das Coisas, pontuou Daniel Carius. Criada em 2015, a Iota é um dos principais projetos do gênero, que funciona em uma rede que ficou conhecida como o “blockchain da próxima geração”.

Seu foco é se tornar uma rede para a execução de transações entre dispositivos IoT, permitindo relações entre humanos e máquinas de modo a criar uma economia de dispositivos no futuro. Tais transações, é claro, seriam feitas na criptomoeda nativa da rede, a MIOTA. Mas o principal diferencial da Iota é a sua rede.

Chamada de Tangle, a rede não é exatamente um blockchain, pois não utiliza o sistema de blocos. Na verdade, ela é uma tecnologia proprietária dos criadores da Iota e é formada por um sistema de nós que verificam as suas transações sem a necessidade de taxas e quanto mais transações, mais rápida a rede fica, segundo seus desenvolvedores.

É a partir da Tangle que a Iota pretende possibilitar serviços que a tecnologia da Internet das Coisas demanda, como micro e nanotransações, comunicação e transferência de dados criptografados entre dispositivos, entre outros. Além disso, a transmissão de dados é decidida por meio de votações entre os usuários.

Seus casos de uso podem ir desde identidades digitais até o desenvolvimento de cidades inteligentes, segundo os desenvolvedores do projeto, que já estão distribuídos em mais de 25 países.

Recentemente, a Fundação Iota, instituição sem fins lucrativos por trás do projeto, anunciou parcerias de peso com a montadora Volkswagen e o governo da cidade de Taipei, capital de Taiwan.

Além da Iota e sua inovadora rede Tangle, outras redes apostam no futuro da Internet das Coisas e sua integração com a tecnologia blockchain e as criptomoedas, como VeChain, Helium, Iost, Iotex e Fetch.ai.

Fonte: Exame
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Covid-19: HC corre para ter inteligência artificial que ache Covid-19 em tomografia

Covid-19: HC corre para ter inteligência artificial que ache Covid-19 em tomografia
 
 
Com as vítimas de Covid-19 prestes a inundar a rede pública de saúde, o Hospital da Clínicas em São Paulo está correndo para ter um sistema de IA (inteligência artificial) que identifique o coronavírus usando a tomografia de pacientes.
 
Como os testes laboratoriais estão em falta, a técnica pode até ser usada para diagnosticar doentes, mas a aposta é que ela sinalize quem tem maior urgência no tratamento. O projeto está sendo acompanhado de perto pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), que quer implementar em todo o país.
 
Um algoritmo complexo como este demora entre seis meses e um ano para ser criado. Mas, por causa da urgência, a expectativa é que esteja operacional em um mês.
 
Para se ter ideia da agilidade dos trabalhos, as plataformas iniciais começam a ser testadas já nesta quarta-feira (25), enquanto uma versão inicial deve estar rodando dentro de uma semana.
 
O desenvolvimento é feito em conjunto pelo HCFMUSP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo), pelo InRad (Instituto de Radiologia da USP) e pelo Hospital Sírio Libanês e pela empresa de serviços Deloitte, que estrutura o projeto.
 
As tomografias computadorizadas são o principal exame para mostrar o estado dos pulmões atingidos por doenças respiratórias. No caso do coronavírus, a aparência é de que os órgãos apresentam aspecto de vidro fosco, com maiores concentrações nas laterais, periferia e na base.
 
É esse padrão que a IA vai buscar ao analisar esses exames. “É o comprometimento pulmonar que acaba levando o paciente à morte”, diz Giovanni Guido Cerri, presidente do Conselho Diretor do InRad e membro da Comissão de Inovação do HCFMUSP.
 
Por enquanto, os pesquisadores reuniram tomografias de quase uma centena de pacientes com covid-19, realizadas pelo HC, Instituto Fleury e Hospital Sírio Libanês.
 
Ainda que seja usado para checar os já doentes, o exame passou a ser pedido por quem quer só saber se já contraiu covid-19, justamente por não encontrarem testes específicos para o coronavírus.
 
A falta é tamanha que o Ministério da Saúde indica testar apenas os que estão internados e em estado mais grave. “Tomografia virou um jeitinho. Ela não é indicada para assintomático, mas muita gente está pedindo tomografia porque estamos com dificuldade de fazer os testes, diferentemente da Coreia do Sul, Estados Unidos e China”, comenta Nomura.
 
E o resultado até sai mais rápido. “A tomografia acaba até antecipando o teste, que às vezes não é feito ou demora para ter resultado. Não raro, demorou seis dias nas últimas semanas”, diz Cerri.
 
Nesses casos, o diagnóstico de coronavírus não pode ser feito exclusivamente com base na tomografia. É preciso atestar que a pessoa possui outros sintomas, como tosse seca, febre e dificuldade para respirar.
 
Até agora, os casos da doença estavam sendo tratados na rede privada. Mas os médicos acreditam que os hospitais públicos começarão a receber muitos doentes. Só o HC reservou 900 leitos para receber enfermos, dos quais 200 são na UTI. Dentro desse quadro de possível caos, a IA será uma importante aliada.
 
A criação dessa plataforma de análise inteligente vai acontecer em duas frentes, diz Marco Bego, diretor executivo do InRad e Diretor do InovaHC. Já nesta quarta-feira testarão três algoritmos prontos que leem tomografia: um criado na China pela gigante das telecomunicações Huawei, outro desenvolvido por universidades espanholas e um terceiro, feito por uma startup brasileira.
 
Em paralelo a isso, será desenvolvido do zero um algoritmo próprio. As plataformas candidatas a abrigar essa iniciativa são as da Amazon e da Siemens, com quem o governo do Estado de SP já tem contrato.
 
“Se um desses algoritmos que a gente testar estiver com a assertividade atestada, a gente quer em menos de 30 dias estar com ele já operacional”, diz Bego. Um trabalho desses costuma demorar entre seis meses e um ano, destaca Nomura. “Se levarmos seis meses esse algoritmo não seria tão útil.”
 
A partir daí, o serviço será atualizado. Ele também processará dados clínicos, de idade e de sexo para prever qual paciente terá mais risco de melhorar. “No futuro, a IA poderá ajudar os médicos a direcionar qual paciente vai pra UTI, pra semi-intensiva e qual vai para casa.
 
 
 
Fonte: Tilt
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

O profissional incapaz será a vítima da Inteligência artificial

O profissional incapaz será a vítima da Inteligência artificial
 
 
“O TEMPO e a INAÇÃO do PROFISSIONAL são obstáculos em sua evolução quando comparados com o crescimento exponencial da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, e não adianta ter CAPITAL, eis a real desigualdade” (Elenito Elias da Costa e Levy da Costa Sales).
 
No mundo globalizado com quase 8 (oito) bilhões de habitantes, com o crescimento exponencial da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, agregado a uma educação sem qualidade, é verossímil a previsão final do futuro que se aproxima, pois lamento que poucos tenham condições de acompanhar ou mesmo evoluir para conviver com esse avanço computacional.
 
O combate aos agravos sociais, tais como emprego, educação, saúde, saneamento básico, vacinas, e demais, já não configuram verdades absolutas, mas o TEMPO e a ausência de AÇÃO e ATITUDE racionais que possam oferecer conhecimento absoluto junto a Inteligência Artificial representa um dos maiores agravos sociais, pois o número de vitimas será descomunal.
 
Muitos seres humanos, habitantes, profissionais, empresários, banqueiros, investidores, em suma todos, sentirão na pele o significado da palavra DESIGUALDADE e independe de bens ou de Capital, mas de conhecimento especifico.
 
A Academia, Universidade, Centros Educacionais, Institutos Educacionais, Faculdades e similares, com os PROFESSORES atuais utilizando os recursos didáticos usuais, desprovidos de conhecimento do uso da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL já não conseguem formar cidadões ou mesmo profissionais para o mundo atual que possam competir com a Inteligência Artificial, o conteúdo da grade curricular das disciplinas, como habilidades e competências, metodologias, livros didáticos e livros suplementares, com um publico alvo (educando) com iphone, smartphone, notebooks, tablet, sem gostar de ler, sem senso critico, sem possibilidade de discernir o que fake ou não, temos um campo fértil de seres que facilmente serão descartados pela evolução exponencial da inteligência Artificial.
 
Todo o investimento, bens e Capital aplicado nesse tipo de formação educacional não produzirá um profissional para acompanhar essa evolução que se apresenta, e posso ter uma visão da SOPHIA quando fala que a real desigualdade é a ausência do CONHECIMENTO, e poderá dividir os seres humanos em:
 
“Os que vivem SOBRE a terra, e os que vivem SOB a terra.”
 
Pode parecer exagero, essa divisão simplificada, mas sabemos que é uma verdade plausível.
 
Ficamos imaginando aqueles que buscam acreditar na FÉ, RELIGIÃO, POLÍTICA, sem visualizar os avanços tecnológicos, onde a busca de um terreno no CEÚ, tem mais valia que o seu conhecimento computacional.
 
Tanto tempo perdido com outras atividades, terá um preço, que poderá vitimar aquele que negligencia o conhecimento especifico da Tecnologia da Informação.
 
Ressaltamos que, de nada adiantará seus BENS ou mesmo o seu CAPITAL, se não tens o CONHECIMENTO para conviver com os avanços tecnológicos, e possivelmente só será mais uma vítima.
 
Quando DEUS falou em separar o JOIO DO TRIGO, e é mais fácil um miserável entrar no seu reino, jamais pensei que utilizaria a tecnologia da informação (Inteligência Artificial) para ajuda-lo nessa tarefa.
 
Nunca pensamos que um dia teríamos saudade da expressão “Comer o pão que o Diabo amassou ou rejeitou”, pois encontramos pessoas que estão procurando esse pão, a situação poderá ficar mais grave se fizermos uma reflexão sobre os fatos que elevam os índices Econômicos, pode se tornar até uma metáfora a expressão “Tenha um Feliz Ano Novo”, soa pejorativamente, diante da globalização e dos avanços da Inteligência Artificial.
 
O grande problema é que o número de seres humanos que engordarão essa estatística negativa é estarrecedor, mas a terra precisará ser adubada para produzir bons frutos, pois sabemos a importância do adubo e do esterco utilizado para um bom plantio.
 
Quando a nossa Constituição Federal fala em soberania, cidadania, dignidade, valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, do pluralismo político, e que todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição, possibilitou ao eleitor eleger até uma INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA TAL FEITO.
 
Já pensou nisso, sem o pesado ônus dos Poderes Constituídos e sua onerosa máquina e assessores, sem corrupção, com a eficiência e excelência de exercer o retorno social que os demais seres precisão.
 
Lembramos que a SOPHIA é considerada uma cidadã nos Emirados Árabes, com todos os direitos e obrigações de uma cidadã, talvez lá eles estejam cansados de corrupção, improbidade, custo da máquina pública, e demais crimes.
 
“Se elegemos um trabalhador, um poste, um vampiro, um desequilibrado mental, só nos falta eleger uma INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL”.
 
 
 
Fonte: O Autor (Autor(a): Elenito Elias da Costa)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

O Watson, da IBM, fica mais brasileiro

O Watson, da IBM, fica mais brasileiro
 
 
No mundo corporativo, a plataforma Watson, da IBM, virou quase sinônimo de inteligência artificial. Hoje, o serviço da IBM já é usado em clientes de 20 indústrias em mais de 80 países.
 
No Brasil, o banco Bradesco, o laboratório Fleury, a escola de negócios Saint Paul, a montadora alemã Volkswagen e o Instituto do Câncer do Ceará (ICC) são exemplos de empresas e instituições que utilizam o Watson no seu dia a dia.
 
Mas, até agora, as empresas daqui acessavam os recursos do Watson em um data center fora do Brasil. Mas isso vai mudar. A plataforma de inteligência artificial da IBM ficará mais brasileira. A empresa anunciou uma expansão de sua plataforma de computação em nuvem na América Latina.
 
Hoje, a empresa conta com dois data centers na região – um no Brasil e outro no México. Até 2020, terá mais um no Brasil, criando a primeira IBM Cloud (Multizone Region) da América Latina – são seis ao redor do mundo.
 
Com isso, a big blue, como ela é conhecida, passará a oferecer o portfólio completo de serviços do IBM Cloud, como o Watson, Blockchain, internet das coisas, entre outros. “Esses serviços são só localizados em mercados considerados relevantes”, afirmou Tonny Martins, presidente da IBM Brasil.
 
Martins, que começou como estagiário na IBM, atuou no México e Xangai, antes de assumir a operação brasileira, em janeiro de 2018.
 
Nesta entrevista exclusiva ao NeoFeed, Martins fala das transformações pelas quais a IBM passou e avalia o impacto da inteligência artificial nas empresas.
 
“A empresa do futuro é a cognitiva”, diz o executivo. “Ela pode ser autoajustável dinamicamente, muito mais automatizada e muito mais inteligente.”
 
 
Confira os principais trechos:
 
Você começou como estagiário na IBM. Hoje comanda a IBM Brasil, mas já atuou no México e Xangai. O que mudou na IBM neste período?
Eu te diria três coisas principais. A IBM sempre foi, historicamente, uma empresa inovadora. Só que hoje, através da adoção de metodologias como design thinking e Agile, conseguimos levar para a ponta essas transformações de forma muito mais rápida. Uma segunda mudança é a nossa abertura e conexão com os ecossistemas. Cada vez mais tratamos os parceiros de negócios, sejam startups ou empresas estabelecidas de determinados nichos ou com DNA tecnológico, como uma extensão natural da IBM. Eles fazem parte do processo de cocriação de produtos e serviços e se utilizam da nossa plataforma para levar uma solução na ponta para qualquer tipo de empresas: pequenas, médias e grandes. E a terceira grande mudança foi na liderança. Hoje temos uma transição de liderança que vem do mundo tradicional e que era mais protocolar e processual, para uma liderança de mais impacto, mais coloquial e mais conectada com as novas gerações.
 
A IBM já passou por diversas revoluções, como a dos computadores pessoais, serviços e inteligência artificial. Qual a próxima?
A próxima revolução tem a ver com a evolução da inteligência artificial conectada com computação quântica, Blockchain e com o que chamamos de indústria 4.0. Chegamos um ponto em que a tecnologia pode e deve ser democratizada. E deve trazer também um impacto social muito grande.
 
A IBM anunciou a expansão dos serviços de computação em nuvem no Brasil. Como a empresa se posiciona neste mercado em relação a AWS, Google e Microsoft?
Nos posicionamos como a empresa que vai ajudar nossos clientes a gerenciar esse mundo, que é de múltiplas nuvens, híbrido e complexo. A gestão e governança de múltiplas infraestruturas é o nosso DNA. É onde temos a liderança na maioria dos mercados. Além disso, acreditamos que o nosso posicionamento está muito mais conectado ao conceito de plataforma as a service, e não em infraestrutura as a service, que enxergamos como uma commodity. Entendemos que a IBM vai ser mais uma nuvem extremamente relevante às empresas.
 
Você foi muito diplomático e não citou nenhum concorrente. Com o conceito de nuvem múltipla você quer dizer que pode trabalhar com vários concorrentes?
Entendemos que vamos trabalhar com vários concorrentes e vamos ajudar os clientes a gerenciar esses vários concorrentes.
 
Como a IBM enxerga a evolução do Watson no Brasil? Em quais áreas ele deve ser mais usado?
O Watson hoje é sinônimo de inteligência artificial empresarial no Brasil. Enxergamos como sua evolução o que chamamos de empresa cognitiva, que é levar a inteligência artificial para várias iniciativas. Ela vai ser onipresente em todas as áreas das empresas, do atendimento, onde já é muito usado, passando por gestão da cadeia de suprimentos, criação de produtos e serviços, chegando ao aumento de eficiência operacional. A empresa do futuro é a cognitiva. Ela pode ser autoajustável dinamicamente, muito mais automatizada e muito mais inteligente.
 
Quais setores vão se aproveitar dessa inteligência?
A inteligência artificial vai revolucionar todas as áreas e todas as indústrias. Há indústrias que são intensivas em tecnologia, como bancos, seguradoras, varejo e operadoras de telecom. Mas também em áreas como construção civil, esportes e saúde. Qualquer indústria pode ser repensada a luz da revolução tecnológica.
 
Por outro lado, muito se fala sobre o impacto da inteligência artificial na sociedade. Muitas profissões vão desaparecer e outras vão surgir, mas há o risco de muitas pessoas perderem o emprego. Estamos preparados para o impacto da inteligência artificial?
A IBM tem um trabalho muito forte para ajudar o ecossistema a se transformar. Temos uma série de iniciativas, como a do Centro Paula Souza, do governo do Estado de São Paulo, que visa a encurtar o caminho de quem está no ensino médio a encontrar essas novas vagas em tecnologia e que não necessariamente exigem uma formação superior. Temos uma série de iniciativas em plataforma de ensino. Um exemplo é a LIT, parceria entre IBM e Saint Paul, que usa a inteligência artificial na personalização do conteúdo e na entrega desse conteúdo, entendendo o seu contexto e o seu momento.
 
A economia brasileira deve crescer menos de 1% em 2019. No entanto, as empresas de todos os setores estão investindo milhões de reais em projetos de transformação digital. Não há crise para o setor de tecnologia?
Eu diria que, no nosso caso, temos crescido muito. E obviamente por sair na frente, isso se reflete em nossos resultados. Temos visto um crescimento importante. Até porque, em momentos de crise, você pode usar a tecnologia para ser mais competitivo, aumentar a eficiência operacional e reduzir custos, riscos e perdas. Empresas do nosso setor, que estão indo além da computação tradicional, têm visto índices de crescimento importantes.
 
Você, então, está otimista?
Sim, estou otimista.
 
 
 
Fonte: NeoFeed
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Administração financeira e a inteligência artificial

Administração financeira e a inteligência artificial
 
 
“Gestor que usa a administração financeira e a inteligência artificial, em seu labor, obtém mais eficiência dos recursos e eleva seus resultados positivos, mas depende de sua capacitação, pois na globalização não há almoço grátis e o tempo tem um custo elevado.” (Elenito Elias da Costa e Levy da Costa Sales).
 
No mundo globalizado e em plena evolução da Tecnologia da Informação através da Inteligência Artificial, o tempo e os recursos estão cada dia mais escassos, e qualquer negligência, imperícia ou inobservância tem um preço elevado e um ônus insuportável, principalmente quando se administra recursos de terceiros onde se requer o máximo de responsabilidade, transparência e controle interno.
 
No mundo atual os profissionais e gestores sabem que a administração tem como fator preponderante a maximização dos resultados através da minimização dos recursos, quer sejam, financeiros, materiais e de pessoal, e hoje o tempo se torna um dos fatores que implicam nessa visão, daí a utilização dos recursos dos avanços tecnológicos para obtenção dos resultados positivos.
 
No Brasil, temos uma situação atípica, onde a EDUCAÇÃO DE QUALIDADE ainda é um sonho, e o tempo representa um adversário, que não nos dará trégua nessa caminhada, já que os investimentos estão difíceis, mas devemos nos adequar conforme Charles Darwin nos ensina.
 
As empresas existentes, de todas as formas e tamanhos, buscam a redução de custos e despesas para obter maior rendimento do capital investido, e sabemos quis as rubricas que mais impactam esse objetivo, daí podem entender que TODAS as empresas devem buscar o uso da tecnologia da informação para acompanhar o mundo globalizado.
 
O grande problema é que o PROFISSIONAL não está preparado para essa onda de avanço tecnológico, pois sua EDUCAÇÃO afetou a sua capacitação e sua qualificação profissional de modalidade muito grave, e obviamente esse impacto é bastante voraz e dramático.
 
“O momento exige AÇÃO e ATITUDE, pois elas, Alice, Sophia e Mônica, todas, Inteligência Artificial e o tempo, não vão lhe esperar, ou pense na sua lápide.” (Elenito Elias da Costa e Levy da Costa Sales).
 
 
EDUCAÇÃO
 
“Preocupa-me quando o colégio que educa o meu NETO (Levy da Costa Sales) não ensina os idiomas INGLÊS E MANDARIM e não insere a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL no seu curso, pois tenho que FAZÊ-LO quando retorna.”
 
O mundo globalizado exige mudanças rápidas, com os Smartphones, Iphone, Tablet, Notebook, e Computadores Quânticos, algoritmo quântico, Machine Learning, e demais hão de mudar consideravelmente o ambiente social e de trabalho dessa geração que está se formando para enfrentar um mundo tecnológico.
 
Vejo com muita preocupação, os programas e currículos dessa educação, quer seja, infantil, fundamental, médio e superior, certos gestores educacionais e professores que devem rever suas metodologias, mesmo sabendo dos fatores adversos que inibem essas perspectivas, mas entendo que EDUCAÇÃO é uma ciência social que visa inserir o educando no meio da sociedade lhe transmitindo conhecimentos para sua vida social e profissional.
 
A EDUCAÇÃO é um INVESTIMENTO, cujos resultados são mais importantes que o lucro financeiro, pois interfere numa sociedade na escolha de seus representantes, e estamos vivendo um exemplo, e quais os prejuízos que essas escolhas podem ocasionar inclusive a EDUCAÇÃO pública que nos concede a impressão de que não a pagamos, e isso é uma falácia, pois todos nós pagamos tributos.
 
Sabemos da existência dos fatores negativos que inibem essa adequação, mas também sabemos os resultados dessa omissão, que pode afetar a sociedade de modalidade negativa, gerando portando uma geração acéfala.
 
 
EMPRESAS
 
As empresas de qualquer tamanho e formas, administrados por profissionais devem se capacitar e se qualificar para utilização das ferramentas que estão disponíveis no mercado para a obtenção dos resultados positivos, e isso exige uma formação educacional globalizada.
 
A empresa que deseja obter um resultado positivo deve entender que a Tecnologia da Informação reduz CUSTOS e DESPESAS, mas sua utilização deve ser racional.
 
A atividade econômica das empresas e seus produtos tem concorrência acirrada e mundial, e se esses profissionais não estiverem bem informados e qualificados podem sofrer deságio e prejuízos de seus recursos.
 
Se Governos (Federal, Estadual e Municipal), estão usando a Tecnologia da Informação que através da Ciência Computacional estão buscando reduzir custos e despesas, elevando a celeridade, transparência e controle interno das empresas na arrecadação dos tributos devidos.
 
Observe que quando o Governo institui uma ferramenta tecnológica ele não espera a sua adaptação para atendê-la, mas somente a vigência da obrigação e colhe a entrada de dados onde futuramente sofrerá uma auditoria virtual.
 
Exemplo desse sistema: SPED – FISCAL SPED – CONTÁBIL, E- SOCIAL e demais.
 
Com o uso dos recursos da Tecnologia da Informação o sujeito Ativo (Governo) exige do sujeito Passivo (Contribuinte) maior transparência e controle interno da gestão.
 
A Administração, inclusive a financeira, está passando por uma séria transformação, e o Gestor e profissionais ainda não estão preparados para atender o mercado, eis o grande problema que afeta determinados países.
 
Aquela antiga prática de sonegação fiscal, omissão de compras, omissão de vendas, estoque fictício, e demais, todas essas práticas estão sendo combatidas pelo uso da T I nos sistemas que atendem suas obrigações tributárias, trabalhistas, previdenciárias e sociais.
 
 
PROFISSIONAIS
 
Acreditamos que os profissionais de qualquer modalidade deve sofrer um UP GRADE qualitativo com o uso da Tecnologia da Informação, que possa entender que sua atividade laboral depende da eficiência do uso da inteligência artificial.
 
Muitas profissões serão modificadas gravemente, outras se extinguiram, e outras surgiram, o problema é que as IES – Instituições de Ensino Superior, não está acompanhando na evolução da tecnologia da informação, através da inteligência artificial.
 
O engraçado é que nossa vida foi afetada pela mulher, desde EVA, e agora com Alice, Bia, Sophia e Mônica, essas quatro últimas são inteligência artificial que hão de afetar severamente o mercado de trabalho.
 
A grade curricular dos cursos de graduação e de pós-graduação não está adequada diante da necessidade mínima de capacitação e qualificação dessas profissões, e o tempo é exíguo, pois afeta todos os integrantes.
 
O mercado de trabalho está mudando e buscando selecionar com muito critério os candidatos, o problema é que muitos profissionais não possuem o que se exige e obviamente ficarão de fora do mercado.
 
Vejamos a necessidade de conhecer a Tecnologia da Informação e a Inteligência Artificial, conhecimento de Idiomas (inglês e mandarim), conhecerem sistemas de gestão empresarial e demais, esses fatores estão fazendo a grande diferença.
 
Sabemos que a crise econômica, afeta esse mercado imaginem a grande massa que ficarão de fora desse mercado e buscarão empreender, só que para buscar uma atividade econômica é necessário um UP GRADE com qualidade.
 
 
MUNDO MODERNO
 
Com os avanços tecnológicos através da Tecnologia da Informação, com a Inteligência Artificial e a Quântica que se avizinha, está mudando diversas atividades econômicas e profissões, e essa concorrência mundial não tem dado o tempo necessário para a sua readaptação.
 
Os agravos sociais dos países emergentes tendem a se elevar e isso poderá desestabilizar diversas Economias, pois a base de qualquer progresso sustentável é a EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.
 
Nossa sociedade está envelhecendo muito rápido e se faz necessário criar um FUNDO SOCIAL para atender esses bolsões de pobreza que fatalmente tende a crescer, já que os investimentos estão congelados ou reduzidos.
 
Vejam que em todos os governos de diversos países, estão passando por transformações sociais, econômicas e políticas, e agora podemos entender o grande fosso que nos rodeia, apesar de sermos um país rico em recursos naturais, terras férteis e mão de obra abundante de barata, e mesmo assim não garante uma estabilidade econômica.
 
As Ações e Atitudes necessárias impactam na ausência de capacitação e qualificação profissional de muitos, pois essas mudanças não darão o tempo necessário para essa readaptação e isso é lamentável.
 
Alguns ditos populares merecem uma retificação, tais como:
 
“Errar “é humano”, “O homem é um ser imperfeito”, “Aprendemos com os Erros” fica difícil entender que somos feito a semelhança divina, pois acredito que DEUS não tenha tantos defeitos como nós”. Essas falácias deprimem e justificam o momento em que nos encontramos.
 
 
CONCLUSÃO
 
A GRANDE DIFERENÇA que implica na globalização é a educação de qualidade derivada de fortes investimentos que possibilitem essa possibilidade de readaptação.
 
Tanto empresas, gestores e profissionais, todos estão devendo, e o preço a ser pago é realmente bastante elevado, pois afetará uma geração com a ausência desses investimentos.
 
O administrador tem um campo de atuação bastante grande, mas o mercado globalizado exige uma capacitação com perfil desejável que possa atender aos Had Hunters existentes.
 
É fato que uma grande massa pagará um elevado preço, pois para reinserir no mercado de labor necessita de investimentos focados em sua formação, e o tempo e essa inexistência de Capital, terá uma consequência dolorosa.
 
Vejamos, no caso brasileiro, onde os investimentos estão congelados e reduzidos, sem emprego, sem aposentadoria, com direito trabalhistas em declínio, crise econômica, graves problemas políticos e sociais, é realmente fácil visualizar o FUTURO que nos espera.
 
Gostaríamos que nossa pesquisa e análise desses fatos fossem diferentes, mas os fatos justificam os meios, estamos realmente numa séria situação que pode alijar ainda mais a geração futura.
 
Não precisa ser um EXPERT com uma EXPERTISE especial para identificar os fatos que nos levarão a um CAOS terrível, e muitos hão de perecer, nossa satisfação se prende ao fato que a FÊNIX só surgirá após catástrofe anunciada.
 
E isso independe em quem você votou, pois isso afetará a todos nós, caso nada aconteça que possibilite uma mudança radical, o preço deverá ser suportado por todos.
 
Lamento que os dados e fatos nos demonstrem uma situação bastante peculiar, esdrúxula e catastrófica, pois o mundo globalizado agregado a Inteligência Artificial não darão tempo e oportunidade para a nossa melhoria, pois o CUSTO é verossímil.
 
O Brasil acorda hoje, no dia 15/05/2019, Jornal Hora Um da Rede Globo, com a informação do Ministro da Economia, Paulo Guedes, que com a voz e mãos trêmulas, e em alto e som audível, em relato em contato público, e fala que o “BRASIL ESTÁ NO FUNDO DO POÇO”, e brevemente a partir do próximo mês (Junho/2019), “NÃO TERÁ RECURSOS PARA HONRAR SEUS COMPROMISSOS SOCIAIS”, e nós sabemos o que isso significa.
 
As dificuldades do brasileiro deverão se elevar, a Economia está em declínio, todas as expectativas em qualquer planejamento governamental e empresarial devem ser revisto diante dessa nova realidade.
 
E isso, significa que tecnicamente o ano (2019) está fadado ao fracasso, e pelo tamanho desse FUNDO DO POÇO em que se encontra o Brasil, fatalmente deverá comprometer os próximos anos, haja vista os números apresentados em sua informação pública.
 
Os CORTES no orçamento governamental deverá se agravar mais seriamente e nosso destino ficará cada dia mais incerto.
 
O administrador e profissional responsável tem a obrigação de rever seu P D C A, e proceder a uma nova análise S W O T, identificar novos pontos fracos e fortes (se houver), e executar as melhorias necessárias, para SOBREVIVENCIA sua, e da atividade econômica do empreendimento que administra inclusive a sua VIDA, agora podemos entender o que DEUS citou: COMERÁS E BEBERÁS COM O SUOR DO TEU ROSTO, e COMERÁS O PÃO QUE O DIABO AMASSOU, informo que inexiste melhor oportunidade para a MULTIPLICAÇÃO DOS PEIXES E DOS PÃES, ou simplesmente muitos perecerão.
 
Pedimos desculpas e sabemos da limitação do referido artigo, caso o leitor deseje agregar qualquer up grade diante dos fatos, ou mesmo discordar, mas somos profissionais, éticos e transparentes e não podemos nos omitir diante dos fatos que podem vitimar diversos irmãos.
 
 
 
Fonte: O Autor (Autor(a): Elenito Elias da Costa)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Inteligência artificial, a ceifadora de profissões

Inteligência artificial, a ceifadora de profissões
 
 
“O INVESTIDOR no mundo globalizado procura incansavelmente a redução de CUSTOS e DESPESAS, que o possibilita MAIORES E MELHORES RESULTADOS, eis o segredo da globalização.” (Elenito Elias da Costa)
 
O mundo gira rapidamente e os atos e fatos devem acompanhar a evolução do patrimônio das entidades econômicas, e diante da globalização, onde a gula financeira é a religião não há obstáculos, mesmo sabendo que a EVOLUÇÃO depende de uma EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.
 
Eis a grande fronteira, que separa e qualificam os países, a economia já não é mais um parâmetro final e sim o meio, pois aquele que possuir melhor tecnologia será um forte país.
 
Os profissionais que assim não entender participará de uma estatística decadente e acredito que não ficarão na história, ou seja, sem HABILIDADE, COMPETÊNCIA, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, IDIOMA, CRIATIVIDADE E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, inexistirão profissionais para o mundo atual.
 
Se o profissional não possuir conhecimento da T I e das mídias, fatalmente será descartável, pois sua continuidade assim exige inclusive a inexistência dos fatores citados acima são excludentes.
 
Minha audácia se concretiza quando afirmo que um SER sem as qualidades descritas deve ser utilizado em experiências laboratoriais.
 
Devemos entender que a linha imaginária do EQUADOR em algum momento teria outra serventia, assim como a estratificação social procura identificar a sociedade através da pirâmide social.
 
O INVESTIDOR deverá ter um critério para investir em qualquer país. A busca não está focada somente no ÁGIO ou LUCRO, mas também no continuísmo e na garantia do resultado da essência de sua satisfação.
 
Alguns setores que hoje predominam estarão afetados, POLITICA, RELIGIÃO, EMPREGO, a ordem é trabalhar com a Tecnologia da Informação em sua essência e fazendo uso da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL para alcançar bons resultado.
 
Esse evento MUDA completamente a utilização do CAPITAL e do TRABALHO, pois a variável TEMPO se insere nessa equação, deixando, portanto, diversas profissões nos livros de história e nos Museus somente para fins de estudos da evolução histórica.
 
Com o uso da nanotecnologia que visa facilitar a robotização de determinadas profissões, o mundo exigirá novas profissões ou transformações que a EDUCAÇÃO de qualidade disporá no mercado seletivo.
 
Os PROFESSORES devem repensar sua metodologia e saber que a educação transcende o limite geográfico da academia e deve despertar o educando para o mercado de trabalho e o empreendedorismo.
 
Os ARTIGOS, LIVROS, PALESTRAS e VOLUNTARIADO serão fatores qualificadores dos bons PROFESSORES, ou seja, sua comprovada competência ficará nas mídias.
 
O seu valor ou remuneração por seus serviços será tempestivamente comprovado, podendo ser representante de uma massa que o qualifica.
 
O INVESTIDOR deve refletir sobre o RETORNO de seu CAPITAL aplicado com inteligência para o crescimento do seu Patrimônio, não se deixando levar por situações lúdicas e fantasiosas, como POLITICA, RELIGIÃO e demais.
 
O MERCADO é um agente transformador e precisa de inovações constantes, e isso depende de uma EDUCAÇÃO de QUALIDADE na formação de profissionais.
 
Sabemos que no mundo atual, até mesmo o lixo é reciclável e aqueles profissionais que não se qualificarem ou não se capacitarem hão de participar de uma estatística decadente, mas assim é o SISTEMA.
 
O sistema social identifica os profissionais que atendem o mercado e aqueles descartáveis.
 
A identificação de COMPETÊNCIA SERÁ mais evidente, e a massa social saberá descartar o indesejável de qualquer forma.
 
A indicação ainda persistirá, mas logo será descartada caso inexistam condições qualificadoras necessárias a sua permanência.
 
DESCULPA, mas acredito que a DEBILIDADE, IDIOTICE, NESCIO, ou equivalente é uma DOENÇA epidêmica que pode afetar um futuro promissor de uma NAÇÃO, daí a sua letalidade.
 
“O tempo é irreversível e a Lei do Retorno será sua evidência”
 
Obs.: Qualquer fato comparativo com a situação do Brasil é mera especulação, sem nenhuma sincronia racional que possa se identificar ou mesmo pressupor.
 
 
 
Fonte: O Autor (Autor(a): Elenito Elias da Costa)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

É hora de reciclar a força de trabalho para usar a Inteligência Artificial

É hora de reciclar a força de trabalho para usar a Inteligência Artificial
 
 
Cientistas de dados, especialistas em Inteligência Artificial e desenvolvedores de soluções de Machine Learning estão em alta demanda agora – tanto, que esses são algumas das vagas mais difíceis de serem preenchidos hoje.
 
De acordo com o relatório de melhores empregos da Glassdoor, o cientista de dados é o profissional mais demandado nos EUA este ano, assim como em 2017 e em 2016. O número de vagas no site subiu de 3.449 em 2015 para 4.524 este ano. E a IBM prevê esse número chegará a 61.799 até 2020, com taxas de crescimento previstas de 93% em Ciências de Dados, se 56% em Machine Learning.
 
Já o número de candidatos disponíveis está bem aquém. De acordo com a Bloomberg, as vagas de emprego para Cientistas de Dados no Indeed.com aumentaram 75% entre janeiro de 2015 e janeiro de 2017 – mas as pesquisas de emprego aumentaram apenas 65% .
 
Não é de admirar que as empresas tenham dificuldade em encontrar pessoas qualificadas. De acordo com o relatório State of the CIO de 2018, 36% dos entrevistados disseram que preencher as funções de Business Intelligence e Analytics será difícil, perdendo apenas para a segurança cibernética. A Inteligência Artificial também alcançou a lista dos dez melhores empregos, com 18% dos entrevistados dizendo terão dificuldades para contratar os profissionais desejados.
 
“Há uma demanda significativa por pessoas com experiência em IA e Machine Learning”, diz Tom Mitchell, professor de Machine Learning na Universidade Carnegie Mellon.
 
Em vez de contratar novos funcionários, algumas empresas procuram ajudar os funcionários existentes a obter o ensino avançado e o treinamento necessários para atuar nas áreas de Ciência de Dados, Inteligência Artificial e Machine Learning.
 
O treinamento mais avançado, como o programa de mestrado da Carnegie Mellon, leva entre um ano e um ano e meio para ser concluído e requer conhecimento de estatísticas e habilidades básicas de programação. Mas também há muitos programas e cursos on-line que as pessoas podem fazer, diz Mitchell.
 
Aqui está uma amostra de como várias empresas de diversos setores estão treinando sua força de trabalho para a era da IA ​.
 
 
De volta à escola
 
“Também estamos buscando recursos difíceis de encontrar quando se trata de inteligência artificial e especialistas em automação e de negócios”, diz Murtaza Masood, diretor assistente do Departamento de Recursos Humanos do condado de Los Angeles. Anteriormente, ele foi CIO do departamento e está liderando muitas das iniciativas de Transformação Digital para o município.
 
Os esforços de recrutamento incluem parcerias com todas as instituições acadêmicas regionais com programas relevantes e um programa de estágio para criar um fluxo de talentos.
 
Mas o condado também tem desenvolvido seus próprios especialistas em IA.
 
“Há três anos, estabelecemos um centro de excelência para a IA que nos permitiu começar a reunir recursos existentes no município que tinham alguma experiência nessa área”, diz ele. Os funcionários interessados ​​no assunto podem obter reembolso para cursos externos, bem como treinamento interno.
 
Os funcionários estão particularmente interessados ​​no projeto de algoritmos, diz ele, mas os tipos de treinamento empregados variam dependendo da necessidade.
 
“Iniciativas de negócios levam a decisões de plataforma que levam ao aumento da demanda por treinamento em torno desses elementos específicos”, diz ele. Felizmente, o condado tem talentos internos suficientes. “Historicamente falando, fomos os primeiros a adotar pacotes de análise estatística.”
 
Por exemplo, o condado tem investido recentemente em ferramentas de monitoramento e análise para identificar uma variedade de problemas de pessoal, bem como problemas potenciais de segurança cibernética. Com 111 mil funcionários – a LA County é a maior organização do governo local no país – há muitos dados que podem ser analisados ​​para detectar possíveis problemas. Mas Masood quer ver Inteligência Artificial e Machine Learning usados ​​para mais do que detectar problemas.
 
“Onde estou realmente empolgado, tanto como profissional de RH quanto como tecnólogo, é a capacidade de obter treinamento para que os funcionários se antecipem a tudo isso. A capacidade de fornecer informações oportunas que permitam a um funcionário melhorar seu pensamento ou comportamento ou conhecimento”, diz ele.
 
 
Treinamento interno
 
A Capgemini também está no meio de um grande esforço para contratar pessoas com experiência em IA. A empresa de consultoria não escreve software, mas trabalha com os clientes para configurar e integrar software existente, e a IA agora é uma área importante.
 
Além de contratar especialistas e patrocinar o treinamento dos funcionários, a empresa também possui um centro de aceleração digital para ajudar os funcionários a aprender sobre a nova tecnologia da IA.
 
“Temos um ambiente seguro e vamos testar o software em um laboratório”, diz Tom Ivory, diretor de inovação estratégica da Capgemini. “Estamos experimentando dezenas de tecnologias de Inteligência Artificial no momento, e nem todas elas terão luz verde para seguir em frente.”
 
A Capgemini treinará executivos e gerentes de entregas sobre como usar essas ferramentas além de outras pessoas da equipe que trabalha com os clientes, diz ele.
 
A empresa também usa IA em suas próprias operações. Por exemplo, a Capgemini usa a tecnologia do fornecedor de automação UiPath e do IBM Watson para ajudar a processar currículos de candidatos a contratação.
 
“Normalmente usamos pesquisas de palavras-chave”, diz ele. “Ao usar a Inteligência Artificial, há mais nuances que podem aumentar a taxa de sucesso do indivíduo que está sendo empregado em um projeto”.
 
No início, a Capgemini usou o treinamento fornecido pelo fornecedor, mas logo conquistou massa crítica de especialistas internos.
 
“Nós tínhamos uma linha de base de gerenciamento que foi treinada, bem como pessoas que realmente teriam as mãos no teclado, estrategistas e pessoas que poderiam entender como essa tecnologia afetaria os processos de negócios”, diz ele. Nesse ponto, a Capgemini promoveu treinamento interno, usando modelos de treinamento adquiridos do fornecedor como ponto de partida.
 
Três anos atrás, a quantidade de pessoas na empresa que treinavam nessa tecnologia estava na casa das dezenas – agora, existem milhares, diz ele.
 
 
Abraçando IA em toda a empresa
 
Para empresas de tecnologia que possuem componentes de IA em seus produtos ou serviços, o treinamento de funcionários é ainda mais crítico.
 
O Salesforce, por exemplo, vem adicionando inteligência à sua plataforma online de gerenciamento de relacionamento com o cliente. Isso significa que os funcionários internos precisam conhecer bem a tecnologia. Há uma plataforma de treinamento online, parte do mesmo sistema Salesforce Trailhead disponível para clientes externos.
 
“Temos nossa própria Trail, na qual temos todo esse material de aprendizado disponível gratuitamente, que permite que as pessoas aprendam como consumir a capacidade de IA que o Salesforce oferece”, diz Marco Casalaina, vice-presidente de gerenciamento de produtos do Einstein.
 
“A maioria não é cientista de dados”, diz Casalaina. “E nosso treinamento é feito para pessoas assim, pessoas que não têm experiência em Ciência de Dados, mas querem fazer previsões”.
 
 
Orientação peer-to-peer
 
A empresa de segurança cibernética Stealthbits Technologies também está investindo em habilidades de IA e Machine Learning, diz Jonathan Sander, CTO da empresa. “Parte do treinamento é externo e parte é peer-to-peer”.
 
O treinamento real é diferente para diferentes grupos de engenharia, diz ele. “Para o pessoal de P&D que vai pôr a mão na massas, a oferta é a de cursos iniciais mais abrangentes, seguidos pelos materiais peer-to-peer que geramos e, finalmente, um sistema de orientação que temos para construir talentos de P&D.”
 
No suporte, consultoria e pré-venda, os funcionários precisam entender como usar a tecnologia e comunicar seu valor.
 
“Nossos clientes sempre se beneficiam de engenheiros mais qualificados”, diz ele, “e o treinamento em Machine Learning os preparou para dar a eles bons conselhos no uso de nossas soluções, assim como geralmente abordar Machine Learning como uma ferramenta valiosa”.
 
Muitas empresas pensam que o Machine Learning é muito complexo ou obscuro para aprender – isso é um erro, diz ele.
 
“Ignore essas impressões e comece a treinar o quanto antes”, diz ele.
 
Como o Stealthbits, a empresa de big data Insight Engines também vê muito valor no treinamento peer-to-peer.
 
“Começamos expondo de forma incremental novos funcionários a pequenas áreas de nosso pipeline de desenvolvimento, onde as mudanças que eles fazem têm impacto em grande escala em nossos clientes”, diz Darien Kindlund, vice-presidente de tecnologia. Em seguida, eles passam a trabalhar na melhoria dos fluxos de trabalho, enquanto continuam sendo supervisionados por mentores experientes.
 
Até agora, cerca de 65% dos funcionários – técnicos e não técnicos – receberam esse tipo de treinamento, com foco em Machine Learning, processamento de linguagem natural e Ciência de Dados, diz Kindlund.
 
“Ao fornecer treinamento on-the-job focado no impacto do cliente em um ambiente aplicado, descobrimos que nossa equipe absorve, aprende e se baseia nessas habilidades muito mais rapidamente do que em um ambiente acadêmico”, diz ele.
 
A Vectra Networks, fornecedora de segurança cibernética, também está se concentrando no treinamento no trabalho, ponto a ponto.
 
“Muitas vezes, temos mentores experientes acompanhando novos contratados em projetos para oferecer sugestões e orientá-los com abordagens de Machine Learning”, diz Kevin Ni, líder da equipe de dados da empresa. “Ao treinar os funcionários aqui da maneira como fazemos, podemos orientar o desenvolvimento deles voltado para o espaço único do problema em que estamos. Isso significa que os clientes podem obter resultados mais rapidamente. Também incentivamos os funcionários a auditar aulas online se não estiverem familiarizados com assuntos específicos.” “
 
Esperar que os funcionários aprendam sozinhos não é rápido o suficiente, diz Joseph Kucic, CSO da Cavirin Systems, um fornecedor de segurança cibernética. Até recentemente, ele estava no grupo de trabalho de IA da empresa na Verizon.
 
“No trabalho, o mentor do parceiro acelera a capacidade de transferir conhecimento e executar as metas de negócios”, diz ele.
 
Se a necessidade de talentos em IA é extremamente urgente, então você pode tomar ações radicais, como adquirir talentos comprando outra empresa, diz ele. “Mas, a longo prazo, o foco precisa estar em uma abordagem parceiro/mentor.”
 
 
Treinando no ritmo da mudança
 
Ao treinar funcionários em qualquer tecnologia emergente, é essencial acompanhar a taxa de inovação. Isso significa adotar uma abordagem contínua para promover novas habilidades.
 
A Invoca, uma empresa de inteligência de chamadas da Califórnia, lançou seu produto de Machine Learning, Signal AI, há cerca de um ano. Como o ML é agora um foco central da empresa, o treinamento é essencial.
 
“Realizamos sessões educacionais em todos os departamentos para educar as equipes internas sobre fundações de IA, bem como aquelas especificamente relacionadas à nossa oferta de soluções de IA”, diz Sean Storlie, diretor de gerenciamento de produtos da empresa. Há treinamentos trimestrais da equipe de Ciência de Dados da empresa. Além disso, os funcionários podem fazer tutoriais online, conferências e treinamentos internos relacionados à IA
 
“Você não pode educar demais sobre este assunto, pois as coisas mudam muito rapidamente nesta indústria”, diz ele.
 
“Criamos softwares que supostamente também ajudam outras empresas a implementar ML e IA”, diz Lalith Subramanian, vice-presidente de engenharia de segurança, descoberta e análise da OpenText. “Internamente, o que descobrimos é que as habilidades precisam ser constantemente atualizadas.”
 
A empresa tem um programa de reembolso de mensalidades para os funcionários e também vem oferecendo programas de treinamento nos últimos três ou quatro anos, diz ele. “Por exemplo, se tivermos um tópico como redes neurais comutativas, trazemos uma empresa de treinamento e temos grupos de funcionários recebendo o treinamento”, diz ele.
 
 
E se o funcionário que recebeu treinamento for embora?
 
Algumas empresas relutam em investir em treinamento relacionado à IA porque temem que os funcionários saiam imediatamente depois, aplicando suas novas habilidades em outro lugar.
 
“Na indústria de tecnologia, especialmente no Vale do Silício, um certo grupo de oportunistas receberá o treinamento mais recente para ter uma boa aparência nas entrevistas”, diz Subramanian, da OpenText. “Mas eles são minoria”, completa. Segundo ele, a experiência mostra que a oferta do treinamento ajuda na retenção, diz ele.
 
Outra empresa de segurança cibernética que oferece treinamento extensivo relacionado à inteligência artificial para os funcionários é Demisto.
 
“Não estamos preocupados com a retenção”, diz o co-fundador da empresa, Rishi Bhargava. “Como empresa, acreditamos firmemente que funcionários melhor treinados são funcionários mais felizes e fazem seu trabalho melhor. Além disso, incentivar o aprimoramento de pessoal é apenas uma das facetas da cultura geral da empresa”.
 
O treinamento contínuo também ajuda na retenção da Aetna, a terceira maior seguradora de saúde dos EUA. “Isso lhes ensina habilidades que estão crescendo em valor de mercado, e isso é bom para um profissional”, diz Jim Routh, o CSO da empresa.
 
A Aetna tem um programa para ensinar os fundamentos da Ciência de Dados a todos os profissionais de segurança da empresa, diz ele. Permanecendo na Aetna, os funcionários não apenas continuam a receber esse treinamento, mas também podem usar as habilidades que aprendem em aplicativos de ponta, o que significa controles de segurança não convencionais e de última geração, acrescenta.
 
 
 
Fonte: www.cio.com.br
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma