7 curiosidades sobre o Watson da IBM

7 curiosidades sobre o Watson da IBM
 
 
Em 2017, a IBM completa 100 anos de Brasil. Provavelmente por esse motivo eles estejam convidando jornalistas, influenciadores e YouTubers para conhecer melhor o universo IBMista. Em agosto, tive a oportunidade de passar uma tarde na sede da empresa em São Paulo e trago algumas curiosidades sobre o Watson, solução de computação cognitiva da empresa que já aprendeu português, esteve recentemente ajudando na interpretação de obras de arte da Pinacoteca do Estado de São Paulo, e é também ponto de partida para vários produtos para outras empresas.
 
 
 
1. Mais do que uma inteligência artificial, Watson é uma solução de computação cognitiva
 
Comumente chamado de inteligência artificial – o que não está de todo o errado – o Watson é descrito pela própria IBM como uma solução de computação cognitiva e ela surge com a expansão da Internet, a partir do ano 2000, quando um grande volume de dados estruturados e não-estruturados e em formato de áudio e imagem foi gerado, criando uma nova classe de problemas relacionados à interpretação de dados não-estruturados que até então esses sistemas programáveis não conseguiam resolver.
A computação cognitiva surge para ajudar nesse desafio, uma vez que é a computação voltada à geração de conhecimento baseado na interpretação e extração de significado dos dados, primariamente não-estruturados, os quais seriam muito difíceis de serem tratados por meio dos sistemas programáveis tradicionais. Vale dizer que por trás da computação cognitiva há uma gama de tecnologias de inteligência artificial, como processamento de linguagem natural, geração de hipóteses baseada em evidências, aprendizado de máquina e dezenas de outros algoritmos e tecnologias que analisam as evidências em diferentes dimensões como tema, popularidade, confiabilidade da fonte de informação, em especial no tratamento de grande volume de dados.
 
 
 
2. Não, o Watson não é um supercomputador
 
Durante anos chamado de supercomputador, o Watson não é um supercomputador no sentido físico, isto é, não existe uma máquina chamada Watson em algum lugar do mundo respondendo suas perguntas. O Watson habita vários centros de dados, os chamados data centers, da IBM, logo, está em um sem número de máquinas. Logo, não é um supercomputador, mas vários computadores interligados funcionando em rede e na nuvem. Sendo mais clara, o Watson não é um hardware, mas um software, logo não podemos chamá-lo de supercomputador.
 
 
 
3. Sim, no Jeopardy! o Watson assumiu uma forma física
 
Em 2011, quando o Watson venceu o programa de perguntas de conhecimento gerais da TV norte-americana Jeopardy! a unidade que foi levada para os estúdios era uma versão física do Watson, composta por 10 máquinas que, para ser justo com os demais competidores, não poderia estar conectada à Internet. Na preparação para o show, Watson aprendeu praticamente a Wikipédia inteira, e contava com um braço mecânico que apertava o botão de resposta para simular a demora humana de pensar e agir.
 
 
 
4. Não, o Watson não é um sistema de perguntas e respostas
 
Prova disso é o próprio Jeopardy!, no qual Watson sempre mostrava três alternativas de respostas, apontando como sendo a escolhida aquela que tinha 50% ou mais de confiabilidade.
 
 
 
5. O Watson faz uso de dados não-estruturados
 
Segundo empresa, 80% dos dados gerados por meio de textos, imagens, vídeos e posts em redes sociais são desestruturados. Isso quer dizer que são de difícil interpretação aos olhos da computação convencional. Apesar de serem vistos, lidos e consumidos por pessoas, essa montanha de informações não representa nada se não for analisada e interpretada. Enquanto um computador tradicional é capaz de pegar informações estruturadas e organizá-las na forma de uma planilha, por exemplo, a computação cognitiva do Watson é capaz de compreender diferentes receitas de torta de maçã e, a partir disso, criar novas receitas. Uma receita de torta de maçã é um dado desestruturado, pois não tem uma lógica contínua.
 
 
 
6. Watson já fala nove línguas, incluíndo português
 
Segundo um texto recente da Wired, a culpa do Watson já falar português é do Bradesco. Um dos maiores bancos do Brasil, o Bradesco se associou à IBM para adicionar aplicações cognitivas a uma série de departamentos e serviços, começando por seus call centers. Com um centro de pesquisa e desenvolvimento da IBM bastante ativo no Brasil, o português brasileiro foi uma escolha natural. Inicialmente, o Watson está fornecendo suporte para os atendentes de call center, ajudando-os a acessar informações e a responder consultas dos clientes de forma mais eficaz. A longo prazo, o Watson deve interagir diretamente com os clientes que buscam pelos serviços telefônicos do Bradesco.
 
 
 
7. Watson, ao contrário do que muitos pensam, não é uma homenagem a Sherlock Holmes
 
A homenagem, na verdade, é para Thomas J. Watson (1874 – 1956), um empresário estadunidense visionário que foi presidente da Computing-Tabulating-Recording Company, empresa que deu origem à IBM.
 
 
 
Fonte: IBM
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Oportunidades fiscais e tributárias na indústria 4.0

Oportunidades fiscais e tributárias na indústria 4.0
 
A chamada quarta revolução industrial, a indústria 4.0, já é realidade e surge para integrar e conectar as informações entre os processos físicos e computacionais das empresas.Nesse novo conceito, é possível copiar o “mundo real” no “mundo virtual” para simular as operações, trazendo mais previsibilidade, agilidade, eficiência, redução de custos e buscas de oportunidades.
 
Os principais elementos que compõe a indústria 4.0 são: digitalização, conectividade, robótica, Big Data, computação em nuvem, integração de sistemas, Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IOT), manufatura aditiva, realidade aumentada, simulações, sistemas em tempo real. Essas tecnologias são capazes de tornar os processos mais seguros e aumentar a qualidade dos produtos e serviços prestados.
 
O novo conceito não está inserido apenas no chão de fábrica. A nova indústria está em toda a empresa. Uma delas é a área tributária, onde está acontecendo uma mudança de rota, tornando-se mais estratégica e colaborativa com todos os negócios e operações.
 
Simular é o verbo. São as simulações de cálculos e análises qualitativas realizadas por toda a tecnologia da nova indústria que possibilitarão uma gestão tributária com maior nível de Compliance, buscando indicadores de oportunidades tributárias e modeladores de riscos, que vão ajudar a tomar a melhor decisão para a estratégia de negócios.
 
Essas simulações serão possíveis graças à um dos principais pilares da indústria 4.0, a Inteligência Artificial. Essa tecnologia chega à área tributária com a função de “acelerador”, pois permite a interação mais rápida e segura entre o volume de informações.
 
Os SPEDs geraram uma massa de dados grande que vem de pontos diferentes, mas que se convergem. A nova tecnologia de Inteligência Artificial produzirá análises mais apuradas desses dados já concentrados, para que possam gerar as melhores abordagens para tomadas de decisões.
 
O Ex-Tarifário é um exemplo de contribuição da Inteligência Artificial na indústria automobilística e sua imensa cadeia. Complexo de interpretar, o mecanismo permite a redução de tributos na importação de bens, desde que não haja um similar feito localmente.
 
Todo o processo de identificação do item para pleitear o benefício exige um detalhamento técnico minucioso, garantindo que não haja similar nacional. Com a estruturação das bases para Inteligência Artificial, é possível sugerir benefícios como um Ex-Tarifário, por exemplo, ou ainda apontar modelos semelhantes que se aproximem do pleito. Uma tarefa humanamente impossível de concluir no mesmo tempo, qualidade e segurança.
 
Por essa tecnologia, vamos poder extrair as estratégias e, a partir delas, fazer uma leitura muito mais pragmática dos dados. A tecnologia vai produzir análises mais isentas e seguras. Imagine quantas oportunidades estão escondidas por toda a cadeia entre a montadoras e seus fornecedores?
 
O uso da tecnologia aponta duas vertentes: acelerar a extração de informações úteis para a tomada de decisão ou também para identificar riscos no dia-a-dia de forma certeira, com rotinas que realizam validações entre as obrigações e entre as operações da empresa, dos seus fornecedores e clientes.
 
Mais do que conectar a empresa, a Indústria 4.0 propõe um novo e atraente modelo de negócio, com aumento de produtividade, redução de custos em todas as áreas, otimização de recursos e aumento de qualidade sobre os produtos e serviços por meio da conectividade.
 
É uma nova organização da empresa, com mais controle das suas operações que vai gerar o aumento da competitividade e sustentabilidade dos negócios.
 
 
 
 
Fonte: Cargo News (Autor: Jersony Souza)
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Lei de proteção de dados vai mudar cotidiano de cidadãos e empresas

Lei de proteção de dados vai mudar cotidiano de cidadãos e empresas
 
 
A nova lei geral de proteção de dados pessoais, aprovada terça-feira (10) pelo Senado, colocou o Brasil ao lado de dezenas de países que já têm legislação sobre o tema, como as nações europeias e boa parte da América do Sul. Ao estabelecer direitos e responsabilidades, a lei vai trazer também impactos no cotidiano dos cidadãos, de empresas e dos órgãos públicos. O texto ainda precisa ser sancionado pelo presidente Michel Temer, e as novas regras só vão entrar em vigor daqui a um ano e meio.
 
O texto define dados pessoais como informações que podem identificar alguém (não apenas um nome, mas uma idade que, cruzada com um endereço, possa revelar que se trata de determinada pessoa). Além disso, disciplina a forma como as informações são coletadas e tratadas em qualquer situação, especialmente em meios digitais. Estão cobertas situações como cadastros ou textos e fotos publicados em redes sociais.
 
A nova regra também cria o conceito de dados sensíveis, informações sobre origem racial ou étnica, convicções religiosas, opiniões políticas, saúde ou vida sexual. Registros como esses passam a ter nível maior de proteção, para evitar formas de discriminação. Esse tipo de característica não poderá ser considerado, por exemplo, para direcionamento de anúncios publicitários sem que haja um consentimento específico e destacado do titular. Já registros médicos não poderão ser comercializados.
 
Se sancionada, a lei valerá para atividades e pessoas em território nacional, mas também para coletas feitas fora, desde que estejam relacionadas a bens ou serviços ofertados a brasileiros. Um site que vende pacotes de viagens com conteúdo em português e ofertas para brasileiros teria as mesmas responsabilidades de uma página sediada no país.
 
 
 
Finalidade específica e consentimento
 
O uso de dados não poderá ser indiscriminado, mas para uma finalidade determinada. Um prédio que solicite nome dos pais de alguém para acesso ao local, por exemplo, pode ser questionado. Os “testes de personalidade”, como o aplicado no Facebook que originou o vazamento de dados de 87 milhões de pessoas, usados pela empesa Cambridge Analytica, inclusive para influenciar eleições, são outro exemplo.
 
“As empresas vão ter de justificar o tratamento de dadosm o que pode fazer com que, em alguns casos, eles não precisem ser usados. Isso tende a racionalizar a coleta e o uso de dados, seja porque a lei pode proibir ou porque ele não vai valer a pena por gerar risco pouco razoável”, comenta Danilo Doneda, especialista em proteção de dados e consultor que participou ativamente do processo de discussão da lei.
 
Além de uma finalidade específica, a coleta só pode ocorrer caso preencha requisitos específicos, especialmente mediante autorização do titular (o chamado consentimento). Ou seja, o pedido de permissão (por exemplo, ao baixar aplicativos) passa a ser a regra, não um favor das empresas. “Por um lado, caminhamos, portanto, no sentido de minimizar a produção de dados que podem ser considerados excessivos para a prestação dos serviços. O que, diante dos inúmeros incidentes de vazamento de dados que vemos a cada semana, é também uma forma de segurança”, avalia Joana Varon, da organização de direitos digitais Coding Rights.
 
Se o titular consentir ao aceitar as “regras” em redes sociais, os chamados “termos e condições” usados por plataformas como Facebook, Twitter e Google, as empresas passam a ter o direito de tratar os dados (respeitada a finalidade específica), desde que não violem a lei. Contudo, a lei lista uma série de responsabilidades. Entre elas estão a garantia da segurança dos dados e a elaboração de relatórios de impacto à proteção de dados, se solicitados pela autoridade regulatória.
 
A norma permite a reutilização dos dados por empresas ou órgãos públicos, em caso de “legítimo interesse” desses. Estabelece, no entanto, que esse reúso só pode ocorrer em uma situação concreta, em serviços que beneficiem o titular e com dados “estritamente necessários”, respeitando os direitos dele.
 
“Não é possível prever todas as situações, especialmente quando se trata de tecnologia. Por isso, é fundamental a previsão de uma norma fluida como o legítimo interesse, capaz de se adaptar às evoluções tecnológicas. Esse conceito indeterminado é justamente o que impedirá que a lei se torne obsoleta diante do usos novos dos dados, inimagináveis hoje”, observa Fabiano Barreto, especialista em política e indústria da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
 
 
 
Direitos
 
De outro lado, o titular ganhou uma série de direitos. Ele poderá, por exemplo, solicitar os dados que a empresa tem sobre ele, a quem foram repassados (em situações como a de reutilização por “legítimo interesse”) e para qual finalidade. Caso os registros estejam incorretos, poderá cobrar a correção. Em determinados casos, o titular terá o direito de se opor a um tratamento.
 
O titular terá ainda direito à portabilidade de suas informações, assim como ocorre com número de telefone. A autoridade regulatória, se criada, deve definir no futuro como isso será feito. Mas a possibilidade de levar os dados consigo é importante para que uma pessoa possa trocar de aplicativo sem perder seus contatos, fotos ou publicações.
 
Outra garantia importante é a relativa à segurança das informações. Os casos de vazamento têm se multiplicado pelo mundo, atingindo inclusive grandes empresas, como a Uber. Além de assegurar a integridade dos dados e sua proteção contra vazamentos e roubos, as empresas são obrigadas a informar ao titular se houve um incidente de segurança. No caso envolvendo o Facebook e a empresa Cambridge Analytica, por exemplo, a empresa norte-americana teve conhecimento há anos do repasse maciço de informações, mas foi comunicar aos afetados somente meses atrás.
 
A lei entra em uma seara importante, na decisão por processos automatizados (como as notas de crédito). “Há também o direito à revisão de decisões tomadas com base no tratamento automatizado de dados pessoais que definam o perfil pessoal, de consumo ou de crédito. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados também terá o papel de realizar auditorias para verificação de possíveis aspectos discriminatórios nesse tipo de tratamento”, destaca Rafael Zanatta, do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).
 
O texto listou garantias específicas para crianças e pessoas com idade até 12 anos. A coleta fica sujeita a uma série de restrições, deve ser informada de maneira acessível para esse público e fica condicionada à autorização de pelo menos um dos pais. “Para as famílias, isso significa ter, finalmente, uma forma de garantir que não estão usando dados de seus filhos de forma não autorizada. Isso é fundamental. Afinal, as crianças estão em um processo peculiar de desenvolvimento e, por isso, são mais vulneráveis”, afirma Pedro Hartung, do Instituto Alana, organização voltada à defesa dos direitos de crianças e adolescentes.
 
 
 
Negócios
 
Ao estabelecer garantias e responsabilidades às empresas, a lei vai ter impacto importante nos negócios realizados no Brasil e com parceiras estrangeiras. A primeira mudança é que, com sua aprovação, o país passa a atender a exigências de outros países e regiões, como a União Europeia. Sem isso, as empresas nativas poderiam ter dificuldades para fechar negócios.
 
Na avaliação do coordenador da área de direito digital da firma Kasznar Leonardos Advogados, Pedro Vilhena, as empresas deverão passar por um processo de adaptação. Elas tendem a racionalizar a coleta, uma vez que passarão a estar suscetíveis a sanções por parte da autoridade regulatória. De acordo com o texto, as penalidades poderão chegar a R$ 50 milhões.
 
“O valor de R$ 50 milhões é considerável para algumas, mas, para outras, é irrisório. A principal sanção é a proibição de tratamento de dados. Algumas empresas podem ter que deixar de operar porque não cumpriram obrigações da lei”, destaca Vilhena.
 
 
 
Autoridade regulatória
 
O detalhamento de boa parte dessas regras, direitos e responsabilidades depende da autoridade regulatória prevista no texto. Ela poderá definir parâmetros (como as exigências mínimas de segurança), realizar auditorias, solicitar relatórios de impacto à proteção de dados e será a responsável por fiscalizar e definir possíveis punições.
 
Contudo, sua criação vem sendo alvo de polêmica. Segundo o professor de direito da Universidade Mackenzie e fundador da organização Data Privacy Brasil Renato Leite, há questionamentos no Executivo tanto de caráter jurídico quanto político e orçamentário. Mas a não criação da autoridade, alerta o especialista, pode afetar duramente a efetividade da lei. “Termos a regra sem uma autoridade que faça a sua aplicação é abrir espaço para uma grande chance de insucesso. É o risco de ser uma lei que na prática ´não pegue´”.
 
 
 
 
Fonte: Agência Brasil
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SEO: Entenda porque o seu concorrente aparece (e vende) bem mais que você no Google!

SEO: Entenda porque o seu concorrente aparece (e vende) bem mais que você no Google!
 
 
Exercício é bem simples: abra o Google em qualquer navegador no modo anônimo e digite o que a sua empresa faz e a sua cidade. Manda ver no ENTER e confira se você está aparecendo logo nos primeiros resultados.
 
Se a sua empresa não apareceu na primeira página e o seu concorrente está lá, no topo, significa que ele está fazendo muito bem o SEO – Search Engine Optimization, que nada mais é do que boas práticas em mecanismos de busca de um site.
 
Convenhamos que não é o momento de ficar aí parado, perdendo visibilidade e vendas. E caso você ainda esteja em dúvida se vale a pena trabalhar fortemente em SEO, o Gerente de Projetos da KAKOI Comunicação, Ediney Giordani, manda o recado: SEO bem feito é o que diferencia uma empresa da outra na Internet:
 
“Quem não apostar no conteúdo otimizado fatalmente vai ficar escondido no Google. E este conteúdo tem que ser de qualidade! Quanto melhor for o SEO, mais rápido uma empresa sobe nos mecanismos de busca.” explica Ediney.
 
E para um SEO bem feito (que é exatamente o que o seu concorrente ali no topo do Google está fazendo neste momento e vendendo mais que você), é fundamental seguir algumas regras:
 
1 – Palavras-chaves eficientes
 
Para alcançar clientes em potencial que utilizam o Google, as palavras-chaves são (com o perdão do trocadilho) a “chave” do SEO. De nada adianta sair colocando tudo que é palavra pensando em alcançar diversas pessoas. O ideal é ter um profissional de comunicação ou uma agência pensando quais são esses termos – já que o dono do negócio sabe do seu produto, e nem tem tempo de ficar pensando em estratégias para mecanismos de busca da Internet:
 
“Um profissional de comunicação entende qual é o volume de buscas de uma palavra. Este levantamento é o que define o trabalho todo das palavras-chaves. Uma expressão diferente do que é utilizado no site ou até mesmo uma grafia diferente seguramente trarão mais pessoas na busca orgânica.” explica Giordani.
 
2 – Tenha conteúdos bem elaborados
 
Ediney é direto: Site com bom SEO é site que utiliza conteúdos relevantes. Essa prática acaba gerando mais links e melhor engajamento por parte dos usuários, que conseguem compartilhar ideias e produtos nas redes sociais e melhorar o ranqueamento nos mecanismos de busca:
 
“O Google entende que o site é interessante, ativo e relevante. Com o tempo há esta ‘premiação’ por parte do buscador que melhora o posicionamento nas pesquisas. Dentre dois sites que vendem produtos similares, o Google vai priorizar justamente aquele que tiver textos, fotos e mais informações disponíveis.”
 
Técnicas como deixar algumas palavras em destaque também ajudam muito na hora de deixar a publicação mais eficiente googlisticamente falando.
 
3 – Não abandone as imagens
 
Conteúdo aprofundado também precisa de imagens – que fazem toda a diferença na busca. Ediney explica ter muitas postagens sem imagens atraentes deixam a experiência do internauta sonolenta e monótona. Por mais que um texto tenha informações relevantes, as imagens ajudam a fidelizar o internauta também:
 
“Uma imagem bem trabalhada pode ser tagueada, ou seja, ter palavras-chaves inseridas nela. Pode ser uma foto, uma tabela, um gráfico ou um desenho bacana, não importa, mas existem pessoas que buscam por imagem. Digitam ‘sorvete em londrina’, por exemplo, e quem tiver a foto mais chamativa tem grandes chances de ganhar o clique” ilustra.
 
4 – Site responsivo
 
Um relatório recente da GSMA – que representa operadoras móveis do mundo todo – colocou o nosso Brasil como o país com mais Smartphones conectados à internet em toda a América Latina com incríveis 234,6 milhões de conexões sem fio só no terceiro trimestre do ano. É muita gente usando e o acesso aos sites ocorrem com apenas dois ou três cliques:
 
“Estamos falando de pessoas no ônibus, nos bares, em casa mesmo ou caminhando pela praia e que estão navegando o tempo todo. Se o site não for responsivo, ou seja, não se adaptar em cada aparelho, o internauta acaba clicando no concorrente. É inaceitável perder vendas ou clientes por culpa de um site que é pesado e difícil de navegar.” completa o especialista.
 
 
 
Fonte: KAKOI Comunicação (Autor(a): Aroldo Glomb)
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Sete conselhos para uma pequena empresa não ser apanhada com a boca na botija, como o Facebook

Sete conselhos para uma pequena empresa não ser apanhada com a boca na botija, como o Facebook
 
 
O maior escândalo da história da rede social assumiu uma dimensão inimaginável. 50 milhões de perfis de pessoas foram usados indevidamente pelo Facebook, sem estas darem autorização. Além das coimas e punições, o Facebook perdeu quase 80 mil milhões de euros do seu valor de mercado!
 
E você, que é dono de um estabelecimento comercial, agência de viagens, clínica médica ou outra pequena empresa, está imune a este tipo de ameaça? Caso ela ocorra quais as consequências?
 
Já pensou quando contrata um novo funcionário, provavelmente preenche uma ficha com os dados pessoais, correto? Nome, morada, data de nascimento, estado civil, número de dependentes, número do cartão cidadão. Estas e muitas outras informações estão presentes na ficha. Depois, você envia esta ficha para o gabinete de contabilidade que processa os salários.
 
A partir do dia 25 de maio de 2018 este simples processo poderá colocar a sua empresa em grande risco. O Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) estabelece regras que qualquer empresa, de qualquer tamanho, deve cumprir relativamente à recolha e processamento de dados pessoais.
 
Um email, uma ficha de admissão, um formulário e qualquer documento dos seus clientes, pacientes, hóspedes e funcionários é considerado um dado pessoal. Se há recolha, organização, alteração transmissão ou consulta a estes documentos, a sua empresa é considerada a responsável pelo tratamento destes dados.
 
E o que muda para a sua empresa? Basicamente, deve ter procedimentos que garantam os direitos dos titulares dos dados, atendendo a novas exigências, conforme os princípios do RGPD.
 
Vamos analisar o exemplo da ficha com os dados do trabalhador. Ao preencher esta ficha, ele deve assinar um termo autorizando a sua empresa a utilizar os dados pessoais para os fins específicos de assinatura do contrato de trabalho e para o processamento dos salários. Assim, a sua empresa será considerada, para o RGPD, como a responsável pelo tratamento destes dados.
 
Ao enviar esta ficha para o seu gabinete de contabilidade que processa os salários dos seus empregados, o contabilista é considerado, para o RGPD, como um “subcontratante”. Desta forma, ele passa a ter as mesmas responsabilidade que você sobre esses dados pessoais.
 
Se você ou o seu contabilista não cumprirem os princípios básicos do RGPD, a multa poderá ser de até 4% da sua facturação anual.
 
Então, o que fazer? As mudanças são grandes e precisam ser analisadas caso a caso. Mas, vou colocar aqui algumas ações gerais importantes e urgentes para você e seu contabilista não pagarem multas. Lembre-se o RGPD vale para dados digitais ou em papel!
 
1 -Reveja os seus contratos de serviços que envolvem troca de dados pessoais. Nestes contratos deixe expressa a autorização de uso dos dados, as finalidades, os prazos e as responsabilidades.
 
2 – Reveja também os formulários da sua empresa. Seja de trabalhadores, clientes ou fornecedores. Para todos os documentos que contenham dados pessoais, o titular dos dados deve autorizar expressamente o seu uso. Não recolha dados desnecessários. Limite as informações recolhidas ao mínimo necessário.
 
3 – Evite utilizar emails para troca de dados pessoais, mesmo com seu contabilista. A menos que você utilize criptografia (o que é raro e complicado), o email é inseguro. Não garante confidencialidade e nem a integridade (o email pode ser manipulado). Evite também guardar os documentos em papel. Afinal, garantir confidencialidade de documentos em papel não é nada fácil, não é? O papel ainda tem um outro problema: garantir a rastreabilidade, ou seja, saber quem (e quando) acedeu, alterou ou eliminou o documento.
 
4 – Use um único sistema de arquivo digital para guardar todos os documentos. Se o titular dos dados pessoais solicitar, por exemplo, o direito ao “esquecimento”, você terá que apagar as informações dele em todos os dispositivos: computadores, telemóveis, arquivos em papel, ficheiros, etc. Lembre-se este sistema de arquivo digital precisa garantir segurança, confidencialidade, integridade, disponibilidade e rastreabilidade dos dados. E não o pode deixar a ver navios nos momentos importantes!
 
5 – Cuidado com os backups. Faça cópias em tempo real destes documentos digitais. E, guarde estas cópias em locais diferentes e seguros. Perder dados pessoais é tão grave como deixar que eles caiam em mãos de pessoas não autorizadas.
 
6 – Use sistemas seguros, de empresas que você confia e que tenham muita experiência em gestão documental. Isto irá ajudá-lo a manter os dados seguros, disponíveis e íntegros, sem que eles sejam acessados por terceiros não autorizados. E mais: com isto você irá dividir a responsabilidade sobre o RGPD com a empresa de gestão documental. É quase que um seguro contra multas.
 
 
 
Fonte: O Autor (Autor: Roberto Dias Duarte)
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Como a inteligência artificial pode mudar a nossa vida?

Como a inteligência artificial pode mudar a nossa vida?
 
 
A inteligência artificial desperta alguns temores nas pessoas. Isso porque os filmes de Hollywood não costumam abordar os aspectos positivos e favoráveis da tecnologia à favor da humanidade. No fim, sempre tem algo que dá errado. Mas afinal, poderia a máquina nos substituir? Poderia a máquina ser mais inteligente e nos dominar? Onde a inteligência artificial já está sendo utilizada?
 
Primeiro precisamos definir o que é substituir. A “máquina” vai nos substituir em algumas tarefas sim, é fato. Alguns trabalhos deixarão de existir simplesmente por serem repetitivos e não requererem mais a intervenção de um ser humano. Uma “máquina” que aprende e executa de maneira milimétrica o trabalho sem errar por milhões e milhões de vezes, que não se cansa e é capaz de corrigir o seu próprio erro em segundos, já existe. Mas a resposta correta é: não. A máquina não vai nos substituir. O que ela fará são algumas tarefas e/ou trabalhos repetitivos e que não requeiram a sensibilidade humana para funcionar.
 
O segundo questionamento que ouço bastante é se “a máquina” poderia ficar mais inteligente que nós e nos dominar, igual aquelas histórias de filmes. Essa é uma pergunta de difícil resposta, visto que se “a máquina” aprende sozinha coisas boas, ela sim pode aprender sozinha coisas ruins e empregá-las em proveito próprio. É uma teoria, mas depende do ser humano que programará o que “a máquina” pode ou não pode fazer. Logo, o controle será sempre do ser humano. Quando estudava no colégio técnico eu tinha um professor que nos dizia a resposta mais adequada àquela época: “Se um dia a máquina quiser nos dominar, é só desligá-la da tomada” – guardadas as devidas proporções, quem fizer a programação da “máquina” deverá prever esse tipo de inversão de valores. Independente dos temores, já existem algumas áreas onde a inteligência artificial está sendo utilizada e com bastante sucesso. Alguns exemplos:
 
 
Saúde
 
A área da saúde é uma das grandes beneficiárias da inteligência artificial. Hoje existem empresas que utilizam esse mecanismo para ajudar os médicos no diagnóstico. O paciente informa o que está sentindo (escrevendo ou falando) e o mecanismo de inteligência artificial – baseado em seu banco de dados (de petabytes de informação) – indica ao médico os possíveis diagnósticos e possíveis medicações.
 
A mesma coisa com exames clínicos. Baseado em todos os seus exames anteriores e atuais, o mecanismo de inteligência artificial os analisa e aponta quais os possíveis sintomas ou quais os índices dos seus exames não estão bons, e informa o que fazer para melhorar esses índices e possíveis medicações.
 
 
Segurança da informação
 
Na área de segurança da informação a inteligência artificial terá (já tem) um papel fundamental. No caso de invasões e vazamentos de informação, essas geralmente são provocadas por hackers (ou crackers) e eles se utilizam de softwares e alguns mecanismos para essas invasões. Os mecanismos de inteligência artificial estão aprendendo rapidamente como os hackers realizam seus ataques e “intromissões”, e estão conseguindo bloqueá-los de maneira bastante eficiente. E cada novo ataque de um hacker é mais um aprendizado para o mecanismo de inteligência artificial; portanto, quanto mais se ataca um computador, mais a inteligência artificial aprende, e isso com o tempo vai certamente enfraquecer os hackers.
 
 
Hábitos e comportamentos
 
Essa talvez seja uma área em que a inteligência artificial esteja a pleno vapor e já podemos, inclusive, ver os seus resultados. Um exemplo é o que você posta em suas redes sociais – baseado nas informações que você já tem no cadastro, e em seus posts, os mecanismos de análise cognitiva e de inteligência por trás dessas redes conseguem “saber” se você está triste naquele dia, se está com seu lado político mais aflorado, se quer comprar uma bolsa ou um sapato novo, se quer viajar e pra onde, ou se simplesmente está de passagem por ali. Inclusive, já conseguem analisar até as imagens das suas fotos postadas com amigos ou marcadas por eles.
 
Esses são alguns exemplos (existem muitos outros) de onde a inteligência artificial já está produzindo resultados. Ela não veio para ser simplesmente utilizada como algo “mau”, mas para coisas que realmente vão tornar a vida das pessoas melhores e resolver problemas de maneira mais rápida e assertiva. Confiemos que seja assim.
 
 
 
Fonte: Contabilidade na TV
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Polícia Federal ataca fraudes no FGTS

Polícia Federal ataca fraudes no FGTS
 
 
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira, 6, a Operação Endemia, para combater a fraude no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Os investigadores tem como alvo o uso de documentos falsos para saques irregulares do benefício.
 
Em nota, a PF informou que as investigações começaram há cerca de um ano, a partir de informações encaminhadas pelo Setor de Segurança da Caixa Econômica Federal.
 
“Durante a apuração, constatou-se que a quadrilha fornecia atestados médicos falsos de HIV e câncer para que usuários do esquema pudessem sacar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em desacordo com as normas que o regem, caracterizando o crime de estelionato qualificado”, informa a nota.
 
O esquema causou, apenas com os atestados já identificados como falsos até o momento, um prejuízo de aproximadamente R$ 500 mil à Caixa Econômica Federal. O dano pode se tornar maior a partir da análise dos elementos que estão sendo coletados na Endemia.
 
Cerca de 30 policiais federais, com apoio de 30 integrantes da Polícia Militar, cumprem dois mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal de Florianópolis/SC, bem como procedendo à localização e intimação de 11 investigados.
 
No inquérito policial, os investigados poderão ser indiciados pela prática dos crimes de estelionato qualificado (art. 171, par. 3º, do Código Penal) e formação de quadrilha (art. 288 do Código Penal).
 
O nome da operação deriva de muitos dos atestados falsos identificados já terem sido utilizados anteriormente por pessoas que residem em uma mesma rua, situada na comunidade do Morro da Mariquinha, no centro desta capital.
 
 
Fonte: Estadão
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Google diz que falha em processadores afeta todos os sistemas operacionais

Google diz que falha em processadores afeta todos os sistemas operacionais
 
 
O Google divulgou na noite desta quarta-feira, 3 de janeiro, mais detalhes sobre a vulnerabilidade revelada durante a manhã, que colocou a Intel na berlinda por uma brecha de segurança que poderia causar perda de desempenho com uma correção. O detalhamento da brecha, porém, confirma a defesa da Intel de que a falha não é exclusividade sua. Basicamente, não existe fabricante livre da falha.
 
Segundo a publicação no blog do Google, a brecha foi descoberta pelo Project Zero, ação da companhia que visa buscar vulnerabilidades em serviços e produtos de outras empresas para torná-los mais seguros. A falha foi reportada para a AMD, para a Intel e também para a ARM no dia 1º de junho de 2017.
 
O problema reside numa técnica chamada “execução especulativa”, usada pelos processadores modernos para otimização de desempenho. No entanto, o pesquisador do Project Zero Jann Horn demonstrou que é possível usar esse recurso para ler partes da memória do sistema que deveriam ser inacessíveis. Desta forma, seria possível para alguém com más intenções roubar informações guardadas na memória, como senhas, chaves de criptografia e e informações delicadas abertas em aplicativos.
 
Com uma vulnerabilidade desse nível afetando basicamente todas as grandes fabricantes de processadores, isso também significa que não há muito quem se salve de uma brecha assim. ARM, Intel e AMD fornecem chips para basicamente todos os tipos de produtos rodando todos os principais sistemas, incluindo Windows, Android e iOS, além de outros sistemas menos populares como macOS e Linux.
 
Por ser uma falha no nível de hardware, também não é exatamente fácil realizar atualizações de segurança que fechem a vulnerabilidade. As fabricantes de processadores precisam liberar novos firmwares, que devem ser complementados com atualizações de sistemas operacionais por parte das fabricantes dos dispositivos. Isso dificulta bastante a vida especialmente dos usuários de Android, que têm o eterno problema de fragmentação dificultando o acesso do público às versões mais recentes do sistema. O Google informa que usuários que instalarem o pacote de segurança que a empresa libera mensalmente referente ao mês de agosto ficarão seguros.
 
 
 
Fonte: www.olhardigital.com.br
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Governo Federal lança pacote digital para trabalhadores

Governo Federal lança pacote digital para trabalhadores
 
 
Na manhã desta terça-feira (21) o Presidente Michel Temer e o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, lançaram um pacote com quatro ações que promete melhorar e modernizar o atendimento e qualificação dos trabalhadores. As iniciativas são Escola do Trabalhador, Seguro Desemprego via web, Sine Fácil e a Carteira de Trabalho Digital.
 
A Escola do Trabalhador é uma plataforma de ensino à distância e pretende qualificar até o final de 2018 aproximadamente seis milhões de brasileiros. A iniciativa é uma parceria com a Universidade de Brasília (UnB), e conta com 12 cursos nas áreas de informação e computação; ambiente e saúde; turismo, hospitalidade e lazer; recursos naturais; desenvolvimento educacional e social; produção alimentícia; segurança; produção cultural e design; produção industrial; gestão e negócios; infraestrutura e controle e processos industriais. Os cursos são gratuitos e podem ser acessados através do site www.escola.trabalho.gov.br.
 
Além da escola, outros três serviços serão ofertados na internet, facilitando o processo para quem precisa solicitar o pedido de seguro-desemprego, carteira de trabalho e buscar por emprego.
 
O Seguro-Desemprego poderá ser solicitado pela internet a partir do momento em que o trabalhador receba os documentos demissionais. O recurso não faz com que a pessoa deixe de ir até um posto do Sine, mas vai agilizar segundo o governo, evitando a formação de filas no atendimento das agências. O trabalhador conta também com um prazo de 30 dias para receber o benefício a partir do momento em que ele preenche o cadastro no Emprega Brasil, e não após o atendimento presencial, como ocorre hoje.
 
Os outros dois serviços são para uso em celular, desenvolvidos em parceria com a Dataprev. O Sine Fácil, que já existe para celulares com a plataforma Android, ganhou novas funções e ficou mais acessível, e agora está disponível também para aplicativos com a plataforma IOS. No aplicativo o trabalhador pode encontrar vagas de emprego da rede Sine de todo Brasil, mediante conexão com a internet. O objetivo é fazer com que a pessoa não precise ir mais de uma vez aos postos de emprego, evitando gastos. Através do Sine Fácil, é possível se candidatar às vagas, agendar entrevistas com empregadores e acompanhar a situação do Seguro-Desemprego.
 
O aplicativo mais inovador lançado é a Carteira de Trabalho Digital, uma versão eletrônica e digitalizada da atual carteira. O recurso estará disponível para os sistemas Android e IOS. Neste momento, a carteira em papel permanecerá como o documento oficial, mas quando o trabalhador precisar acessas qualquer informação sobre o contrato de trabalho atual ou anterior, ele terá como fazer o acesso à carteira consultando pelo celular. Será possível também solicitar 1ª ou 2ª via de carteira de trabalho em papel a partir do aplicativo.
 
 
 
Fonte: www.folhape.com.br
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