Instituída a EFD-Reinf

Instituída a EFD-Reinf
 
Através da Instrução Normativa RFB 1.701/2017 foi instituída a Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD-Reinf).
 
Trata-se de mais uma obrigação acessória imposta aos contribuintes, como se já não bastasse as centenas de outras declarações e informações prestadas regularmente aos fiscos federal, estaduais e municipais.
Noticia_Instituida_EFD_Reinf_2017
 
Ficam obrigados a adotar a EFD-Reinf, dentre outras, os seguintes contribuintes:
– pessoas jurídicas que prestam e que contratam serviços realizados mediante cessão de mão de obra nos termos do art. 31 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991;
– pessoas jurídicas responsáveis pela retenção da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
– pessoas jurídicas optantes pelo recolhimento da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB);
– produtor rural pessoa jurídica e agroindústria quando sujeitos a contribuição previdenciária substitutiva sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural nos termos do art. 25 da Lei nº 8.870, de 15 de abril de 1994, na redação dada pela Lei nº 10.256, de 9 de julho de 2001 e do art. 22A da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, inserido pela Lei nº 10.256, de 9 de julho de 2001, respectivamente;
– pessoas jurídicas e físicas que pagaram ou creditaram rendimentos sobre os quais haja retenção do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF), por si ou como representantes de terceiros.
 
A obrigação da entrega da EFD-Reinf deverá ser cumprida:
I – a partir de 1º de janeiro de 2018, caso o faturamento da pessoa jurídica no ano de 2016 tenha sido superior a R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais); ou
II – a partir de 1º de julho de 2018, caso o faturamento da pessoa jurídica no ano de 2016 tenha sido de até R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais).
 
A EFD-Reinf será transmitida ao SPED mensalmente até o dia 20 do mês subsequente ao que se refira a escrituração.
 
 
Fonte: Blog Guia Tributário
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Sócios ocultos respondem com seus bens por dívidas trabalhistas

Sócios ocultos respondem com seus bens por dívidas trabalhistas
 
A Justiça do Trabalho tem responsabilizado os chamados sócios ocultos – que não aparecem nem assumem qualquer responsabilidade perante terceiros – para quitar dívidas trabalhistas, caso não exista outra forma de honrar pagamentos.
 
Esses sócios têm sido localizados por meio do Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional (CCS), desenvolvido pelo Banco Central (BC). Há diversas condenações na Justiça do Trabalho e até mesmo do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Nos casos em que o Judiciário entende ter havido fraude, o sócio oculto que atua de fato na sociedade tem sido condenado.
 
O CCS é utilizado quando não são encontrados bens por outros meios já comuns como o Bacen Jud (bloqueio de contas bancárias), o Renajud (de automóveis) e o Infojud (que fornecem dados do Imposto de Renda). O cadastro, criado para auxiliar investigações sobre lavagem de dinheiro, permite a localização dos titulares de contas bancárias – representantes e procuradores.
Noticia_Sociso_Ocultos_Dividas_Trabalhistas_2017
 
A partir do cruzamento de informações do CCS com outros dados fornecidos pelo Banco Central, Receita Federal e Juntas Comerciais, a Justiça do Trabalho passou a utilizar as informações para o bloqueio de valores de contas bancárias de terceiros.
Neste ano, até 7 de março, foram feitas 47.896 consultas ao CCS, segundo dados fornecidos ao Valor pelo Banco Central. Em 2016, ocorreram 268.428 buscas pelo sistema. O número é 124 vezes superior ao de 2009, quando foram registrados 2.161 acessos.
Os 24 Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) do país e o Tribunal Superior do Trabalho já possuem convênio com o Banco Central para que os magistrados possam se cadastrar e ter acesso aos dados.
 
Recentemente, a 7ª Turma do TST condenou um empresário a responder pelas dívidas trabalhistas de uma empregada da Arlindo Postal, indústria de compensados em Passo Fundo (RS), na qualidade de sócio oculto da empresa. Os dados para qualificá-lo como sócio oculto foram obtidos no pelo juiz de primeira instância no CCS.
 
O empresário recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio Grande do Sul e alegou que houve cerceamento de defesa, por não ter tido oportunidade de se manifestar e produzir contraprova no processo. O TRT manteve a condenação ao constatar que, apesar de o empresário ter se retirado da sociedade, ele continuou como responsável legal pela empresa na qualidade de sócio oculto e teria se beneficiado do trabalho da funcionária durante o contrato de trabalho.
 
O tribunal destacou ainda que o empresário comprou imóvel da empresa, que passou a ser locatária, “em nítida fraude contra credores, com o objetivo de retirar o imóvel do patrimônio da empresa”, segundo a decisão.
 
Para o relator do caso no TST, ministro Vieira de Mello Filho, não houve cerceamento de defesa, uma vez que é possível consultar o CCS posteriormente ao ajuizamento dos embargos à execução.
Em outro caso julgado em outubro de 2016, a 3ª Turma do TST negou pedido do mesmo empresário que pretendia a exclusão de seu nome da execução de uma ação trabalhista contra a Arlindo Postal Indústria de Compensados, na qual foi incluído como devedor por ser sócio oculto da empresa. O processo chegou à fase de execução em 2015, quando o empresário propôs embargos para evitar penhora, afirmando que saiu da empresa em 2007.
 
A 1ª Vara do Trabalho de Passo Fundo (RS) entendeu que, apesar da formalização de sua retirada da sociedade por meio da averbação da alteração do contrato social, documentos demonstravam que ele continuava sendo o responsável legal pela empresa, como sócio oculto. O TRT também manteve a condenação. O relator do agravo no TST, ministro Alberto Bresciani, destacou que a sentença está amparada em documentos juntados aos autos e não em presunção.
 
Para o advogado do empresário acusado de ser sócio oculto da Arlindo Postal nos processos, Péricles Sarturi, do Neuwald Silva & Sarturi Advogados Associados, os juízes de primeira instância presumiram a condição de sócio oculto com base apenas nas informações contidas no CCS, que não teriam sido atualizadas pelos bancos. “Caso fosse assegurado o contraditório e permitida a produção de provas, restaria comprovado que o nosso cliente não é representante, procurador ou responsável da empresa devedora, jamais agindo em nome dela após a sua retirada formal da empresa”, diz.
 
Segundo o advogado, não se permitiu nos dois processos a expedição de ofícios para as instituições financeiras, para que fosse verificada a informação disposta no CCS. O que, acrescenta, ocorreu em caso idêntico julgado pela 6ª Turma do TST que entendeu pela omissão do TRT ao julgar o caso e não permitir a apresentação de provas contrárias. Ele acrescenta que nenhum processo transitou em julgado.
 
Especialista em Direito do Trabalho, o advogado Túlio Massoni, sócio do Romar, Massoni e Lobo Advogados, afirma que com o novo Código de Processo Civil (CPC), de 2015, ficou determinado que o juiz tem poderes instrutórios para a busca da verdade real. “Mas também deve haver um equilíbrio para que haja o direito à ampla defesa e contraditório”, diz.
 
Segundo Massoni, a localização do nome no CCS é um indício, porém devem ser considerados outros fatores para responsabilizar o sócio oculto. Entre eles, relação de parentesco ou participação em outras empresas do grupo econômico, confusão patrimonial entre as contas, poder de movimentar as contas como se fosse sócio efetivo, poder de gestão sobre os empregados, entre outros.
 
A advogada Daniela Yuassa, do Stocche Forbes Advogados, afirma que nesses processos em geral há essa caracterização de fraude por meio de outros elementos, além da localização pelo CCS. E que, em geral, nesses processos, apesar de não ter havido oportunidade de defesa para o sócio oculto no processo principal, porque não fazia parte dele, na execução, quando seu nome é localizado, ele poderia se defender e apresentar provas, por meio dos embargos de execução.
 
 
 
Fonte: COAD
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O cansaço mental na vida de empreendedores e colaboradores

O cansaço mental na vida de empreendedores e colaboradores
 
A vida que levamos atualmente é tão cheia de afazeres, que, algumas vezes, chegamos ao final do dia com a sensação de completo cansaço mental. Eu sinto isso e acredito que, em algum momento da rotina puxada do empreendedor e empresário, você também já passou por situações semelhantes. Dormimos tarde, acordamos cedo, temos uma agenda cheia de compromissos e responsabilidades e, isso impacta totalmente em nossa qualidade de vida como um todo. É preciso encontrar o equilíbrio.
 
Acredite: isso acontece comigo, com você, com seus amigos, familiares e também com os colaboradores que fazem parte da sua empresa. Isso porque vivemos em uma era em que tudo ocorre de forma tão rápida e simultânea, que nos dá a sensação de que se não aproveitarmos o tempo que temos, vamos acabar perdendo muitas oportunidades. A consequência disso é, invariavelmente, o cansaço mental, que já vem causando diversas doenças em líderes e em seus liderados também.
 
Diante deste cenário caótico que acabei de relatar, quero fazer um alerta enquanto ainda é tempo e te convidar a refletir junto comigo, ao longo deste artigo, sobre o que você pode fazer para encontrar seu equilíbrio e ajudar os seus colaboradores a encontrarem o caminho do meio também. O objetivo é que deste modo consigam cuidar mais e melhor de sua saúde e ter mais qualidade de vida. Vamos descobrir formas de evitar que o esgotamento mental tome conta de você e das pessoas ao seu redor.
Noticia_Cansaco_Mental_Empreendedor_Colaboradores_2017
 
 
 
Como identificar o cansaço mental?
 
Na correria do dia a dia, acabamos negligenciando os sintomas do esgotamento que toma conta de nós quando colocamos a cabeça no travesseiro à noite. É uma dor de cabeça que não passa; irritação sem motivo aparente; dores nas costas; no pescoço ou no estômago que insistem em incomodar diariamente; um desânimo que surge não se sabe de onde, um cansaço constante que não nos deixa trabalhar direito e assim por diante.
 
Acordamos e continuamos levando a vida sem dar muita importância a estes sinais. Até que um dia, o nosso corpo e a nossa mente chegam ao limite, pois não aguentamos mais e nem conseguimos levantar da cama, tamanha são as dores e a falta de motivação para realizar atividades que antes nos davam prazer.
 
Estes são alguns sintomas que o esgotamento mental pode causar caso nenhuma providência seja tomada a tempo. Muitas vezes, ele é pior do que o cansaço físico, pois pode afetar também o seu emocional, abrindo espaço para doenças como depressão, síndrome do pânico, agorafobia, e ansiedade, por exemplo. Devido a isso, é fundamental se cuidar, colocar mente e corpo em equilíbrio, e entender, principalmente, que não somos máquinas para trabalharmos 24 horas por dia, sem desfrutarmos de descanso.
 
 
 
Como se prevenir?
 
Agora que você já conhece alguns dos sintomas da também chamada estafa mental, vamos conhecer algumas formas de se prevenir e cuidar do bem mais precioso que há em sua vida, que é a sua saúde.
 
 
 
Pare tudo o que está fazendo agora!
 
Pare agora tudo o que você está fazendo e pense no ritmo que você está levando a sua vida, seja pessoal ou profissional. Você está tirando um tempo para descansar, viajar, aproveitar os momentos com seus familiares e amigos, sem se preocupar com os afazeres do dia a dia? Está se alimentando corretamente, com calma, sem pressa e sem pressão para terminar logo e voltar a trabalhar? Tem tirado um tempo para você? Como está a qualidade do seu sono? Tem disposição para fazer coisas que gosta, seja sozinho ou acompanhado? Para fazer uma atividade física que lhe dê prazer?
 
Se a resposta para todas ou grande parte destas perguntas for não, é melhor analisar a situação e encontrar formas para começar a se cuidar. Caso contrário você vai acabar ficando doente e perdendo uma das maiores dádivas que temos: nossa saúde.
 
 
 
 
Não se engane! Você não é um super-herói!
 
Muitos empresários e empreendedores acreditam que são super-heróis. Acham que, para o negócio funcionar a pleno vapor e alcançar resultados cada vez mais positivos, ano a ano, eles devem trabalhar, incansavelmente, 24 horas por dia. Existem aqueles também que desejam, e às vezes até exigem, que seus colaboradores produzam no mesmo ritmo, pressionando os mesmos a realizarem suas atividades, independentemente de estarem na empresa ou não, ou de estarem dentro ou fora do horário de expediente.
 
Se você está lendo este artigo e se encaixa neste perfil, é melhor repensar suas atitudes e comportamentos, pois por mais que sua intenção seja positiva, você está indo na contramão da produtividade e dos bons resultados. Pelo contrário, estas atitudes vão fazer com que você e as pessoas ao seu redor desenvolvam um estresse tão intenso, que realizar as mais simples atividades do dia a dia, será um enorme peso.
 
Por isso, busque se organizar, rearranjar sua rotina e encontrar seu equilíbrio. Sei que no começo do negócio isso pode ser realmente um grande desafio, porém, você precisa ir condicionando seus comportamentos e programações e tomando decisões sempre com bom senso, olhando tanto para a empresa como para si mesmo.
 
Eu, por exemplo, sempre busco encontrar tempo para me desconectar e aproveitar os momentos com minha família, amigos e minha esposa. Para que isso seja possível desenvolver uma competência é fundamental – aprender a delegar. Encontre pessoas que podem lhe ajudar a aliviar esta sobrecarga que você vem carregando, como seus sócios, diretores ou os gestores da sua empresa, assim você conseguirá afastar de si o esgotamento mental e poderá também encontrar maneiras de ajudar seus colaboradores a aliviarem os sintomas deste cansaço.
 
 
 
Reserve um tempo para você
 
Dentro do que foi dito no item anterior, é essencial que você encontre um tempo para se dedicar a si mesmo. Claro que o trabalho é algo que deve nos proporcionar prazer e satisfação, no entanto, quando extrapolamos, podemos sofrer consequências graves, principalmente no que diz respeito à nossa saúde.
 
Neste sentido, fazer uma atividade física que você goste; ter momentos de lazer e descontração como ir ao cinema, jogar conversa fora com os amigos, ler um bom livro, ir caminhar no parque, nadar na piscina no prédio, de casa ou clube ou simplesmente parar e não fazer nada com o intuito de aliviar seus pensamentos e relaxar, já vai ajudá-lo a desacelerar.
 
O importante é desconectar de tudo e todos e se conectar com você mesmo. Para isso, algo que pode lhe auxiliar também são atividades como yoga, pilates e meditação, que além de lhe proporcionarem a paz interior que você precisa, também serão excelentes exercícios físicos e de autoconhecimento, elemento tão necessário para que você conheça ainda mais seus limites e saber em que momento precisa diminuir o ritmo.
 
 
 
Durma
 
Tenho plena convicção de que todas as vezes que você tem uma boa noite de sono, no dia seguinte você acorda com a disposição e energia a mil para mudar o mundo se quiser. Por isso, nada de ficar acordado até altas horas da madrugada trabalhando, pois certamente este tipo de comportamento vai prejudicar o seu desempenho no outro dia.
 
O ideal é que você durma pelo menos oito horas por dia, estabelecendo horários para ir para a cama e para despertar. Dessa maneira, você evita acordar de mau humor, preserva o seu sistema imunológico e não prejudica a sua memória, concentração e capacidade de raciocínio. Além, é claro, de descansar.
 
 
 
Ajude as pessoas ao seu redor
 
Como você, existem outras pessoas que também podem estar sofrendo com o cansaço mental e que não fazem ideia de como mudar esta realidade. Quando você se dispõe a ajudá-las, mostrando-lhes maneiras eficientes de diminuir o ritmo intenso de trabalho, você acaba ajudando a si mesmo, pois passa a se sentir ainda melhor com o bem que faz aos outros.
 
Enquanto empresário e empreendedor, você pode também apoiar seus colaboradores, evitando pressioná-los mais do que o necessário, com mensagens e e-mails fora do horário de expediente, por exemplo. Além disso, se você perceber que algum de seus funcionários precisa dar um tempo ofereça-lhe uma folga ou férias, antes que adoeça. Mostre que você se importa e que deseja que ele cuide de sua saúde e qualidade de vida. Atitudes simples como estas, fazem toda a diferença no momento em que a estafa está prestes a tomar conta.
 
 
 
Se precisar, procure ajuda especializada
 
Lembra do que eu disse sobre não sermos super-heróis? Pois é, se ao longo desta jornada você perceber que não consegue encontrar mecanismos para aliviar o cansaço mental sozinho, procure ajuda especializada. Algo que pode ajudar bastante é a terapia, pois o psicólogo é um profissional que vai auxiliá-lo na compreensão de si mesmo, das razões que levam você a ter determinados comportamentos e quais recursos internos você precisa acionar para, aos poucos, diminuir este cansaço mental que vem sentindo.
 
A sua empresa precisa de você e de seus colaboradores para gerar bons resultados, mas, para isso, é preciso que ambos estejam com a saúde em dia, para ter disposição e um bom desempenho. De nada adianta trabalhar sete dias por semana, 24 horas por dia, sem descanso, se no final das contas você ficar doente. Por isso, pare um pouco, comece a se cuidar e a relaxar, para que assim, tanto seus negócios, quanto seus funcionários possam contar com o apoio que precisam de você para seguir em frente.
 
 
 
Fonte: Administradores (Autor: Marcus Marques)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Desconto da Contribuição Sindical é em Março

Desconto da Contribuição Sindical é em Março
 
A Contribuição Sindical dos empregados será recolhida de uma só vez e corresponderá à remuneração de um dia de trabalho, qualquer que seja a forma de pagamento.
 
Os empregadores são obrigados a descontar da folha de pagamento de seus empregados, relativa ao mês de março de cada ano, a Contribuição Sindical por estes devida aos respectivos sindicatos.
Noticia_Desconto_Contribuição_Sindical_2017
 
Desta forma, empregado admitido no mês de janeiro ou fevereiro, terá o desconto da Contribuição Sindical também no mês de março, ou seja, no mês destinado ao desconto.
 
Os profissionais liberais poderão optar pelo pagamento da Contribuição Sindical unicamente à entidade sindical representativa da respectiva profissão, desde que a exerça, efetivamente, na firma ou empresa e, como tal, sejam nelas registradas.
 
Neste caso, o profissional deverá exibir a prova da quitação da contribuição, dada por sindicato de profissionais liberais, onde o empregador deixará de efetuar, no salário do contribuinte, o desconto a que se refere o art. 582 da CLT.
 
 
 
Fonte: Blog Guia Trabalhista
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Os limites de monitoramento de e-mails corporativos

Os limites de monitoramento de e-mails corporativos
 
A internet é uma tecnologia essencial para o desenvolvimento das atividades habituais, inclusive àquelas ligadas ao âmbito empresarial, dado a sua rapidez e facilidade no acesso a informações. Em razão das inúmeras vantagens que possuí sobre outros meios de comunicação, a internet e o e-mail, substituíram os meios antigos de comunicação e passaram a ser utilizados como ferramentas indispensáveis no ambiente corporativo.
 
Por conta destas transformações, as empresas passaram a utilizar o monitoramento das mensagens recebidas e enviadas pelos empregados através do correio eletrônico e dos sites visitados durante a jornada de trabalho. O principal motivo é a utilização do correio eletrônico pelo empregado para fins não relacionados ao serviço.
Noticia_Os_Limites_Monitoramento_E-mail_Corporativo_2017
 
Em relação à natureza da correspondência eletrônica, verifica-se que o conteúdo do e-mail corporativo disponibilizado pela empresa possui natureza comercial, portanto, não submetido às disposições constitucionais que asseguram o sigilo das correspondências.
 
O poder diretivo do empregador é a forma de organização e direcionamento do trabalho a ser desenvolvido na empresa pelos empregados. Entretanto, salienta-se que este poder dirigente, em que pese ser discricionário, deve respeitar certos limites para evitar a colisão com os demais direitos e garantias individuais do trabalhador.
 
Por sofrer os riscos da atividade econômica e contar com o permissivo de dirigir as atividades de prestação de serviço, o empregador deve buscar resguardar seu patrimônio moral e material.
 
É imprescindível que a empresa avise de forma clara e objetiva aos funcionários a existência de um regulamento para o uso dos meios eletrônicos, como por exemplo, a vinculação numa das cláusulas de contrato de trabalho.
 
Sabe-se que não há nenhuma legislação específica sobre o assunto. No entanto, alguns dispositivos genéricos auxiliam o esclarecimento da questão, trazendo normas gerais que vislumbram a possibilidade de o empregador vir a ser responsabilizado por ocasião de determinadas condutas praticadas pelo empregado no uso do e-mail de trabalho.
 
O Código Civil de 2002, por exemplo, prevê em seus artigos, 186, 187 e 927 que aquele que causar dano a alguém, mediante ato ilícito, fica obrigado a repará-lo mediante indenização. O mesmo Código Civil estabelece ainda que o empregador é responsável pelos atos praticados por seus funcionários no exercício do seu trabalho, conforme o artigo 932, III.
 
Por outro lado, em favor do empresário, regulamenta o artigo 154, do Código Penal que o empregado poderá ser penalmente responsabilizado se divulgar informações confidenciais da empresa ou, ainda, praticar atos que deslealmente gerem vantagens aos concorrentes, inclusive, se o fizer por meio do acesso à internet ou uso de e-mail corporativo.
 
No que concerne ao correio eletrônico corporativo, por se tratar de mera ferramenta de trabalho, não está abrangido pela inviolabilidade do sigilo de correspondência (art. 5, inciso XII, da Constituição Federal). Assim, é possível a sua fiscalização pelo empregador, mesmo porque o empregado pode utilizá-lo de forma abusiva ou ilegal, acarretando prejuízos à empresa.
 
Em que pese a ausência de legislação específica, o Tribunal Superior do Trabalho já se manifestou no sentido de que havendo ciência do empregado, norma coletiva e/ou regulamento interno, evita que o empregado se surpreenda com uma penalidade ou exposição de seu desconhecimento, bem como impede que o empregador se utilize do seu poder diretivo para violar a intimidade e privacidade do empregado.
 
O empregador deve deixar claro que o e-mail corporativo é de sua propriedade, que o ambiente é monitorado, inserindo essa informação nos rodapés de e-mails para dar publicidade inequívoca, bem como possuir uma política clara neste sentido, então o uso de dados coletados nessa caixa postal corporativa não gerará problemas legais.
 
Porém, se tais etapas não forem cumpridas, não há presunção de que é exclusivo de uso empresarial, tendo em vista que a presunção é de privacidade e vai oferecer a parte desprotegida, que na maioria dos casos é o empregado.
 
Logo, certo é que para tal monitoramento ser considerado válido e lícito, indispensável é a realização de um regulamento empresarial ou cláusula de norma coletiva que especifique as restrições impostas pela empresa com relação ao uso do e-mail corporativo.
 
Com relação ao uso do e-mail corporativo para fins particulares, a melhor solução é a de que a norma coletiva ou o regulamento interno proíba de forma generalizada, e, caso tal norma seja violada, inevitável será a punição, já que o e-mail corporativo, como o próprio nome diz, foi criado para tratar de assuntos profissionais.
 
Portanto, o monitoramento eletrônico no ambiente de trabalho é um dos meios que se encontram à disposição do empregador para que possa efetivamente exercer o poder de direção a ele conferido pela CLT, no que diz respeito à fiscalização e, se necessário, em decorrência desta a aplicação de sansão compatível com a falta disciplinar do empregado.
 
 
 
Fonte: Administradores (Autor: Camila de Paula)
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Os hábitos de trabalho que brasileiros “estranham” em 4 países

Os hábitos de trabalho que brasileiros “estranham” em 4 países
 
Por mais que a cultura de trabalho seja algo específico de cada empresa – e que algumas têm mais forte e outras não –, também é fato que o contexto mais amplo, do país em que se vive, influencia na maneira como as pessoas trabalham.
 
Da carga horária à formalidade das relações, passando pela maneira como são marcadas reuniões ou como os funcionários são promovidos, cada país possui alguns traços culturais específicos que juntos formam uma cultura de trabalho própria.
 
A seguir, bolsistas da Fundação Estudar (que está com seu processo seletivo de bolsas aberto até 24/3) que vivem e trabalham no exterior compartilham suas experiências com a cultura de trabalho de onde vivem, dando conselhos para quem pretende ganhar experiência profissional fora e mostrando o que nós, brasileiros, poderíamos aprender com os hábitos de outros países.
Noticia_Habitos_Trabalho_4_Paises_2017
 
 
 
Estados Unidos
 
Pela terceira vez nos EUA, após um período na Argentina e outro na Espanha, Rodolfo Coelho se mudou pela primeira vez para fazer seu MBA na Tuck School of Business, da Dartmouth College, em 1995. “Sempre me planejei para estudar fora e aprendi inglês desde cedo – e mesmo assim ainda me lembro do primeiro de de aula, quando vi quão distante minha fluência estava da linguagem cotidiana”, lembra.
 
Hoje Chief People Officer da AbleTo, uma empresa de saúde comportamental com sede em Darien, no estado de Connecticut, ele também passou por Miami e pelo Burger King, onde foi chefe de construção e desenvolvimento da América do Norte.
 
“Os americanos são mais pragmáticos e focados, o que resulta em maior produtividade, e mais formais”, resume. “No início, parecem um povo frio e distante, mas na verdade tem apenas uma maneira diferente de encarar o mundo e que traz grandes benefícios.”
 
“O americano é realmente menos sentimental, tem pouco bate papo numa reunião, se afastam do abraço”, concorda Adriana Lynch, que saiu do Brasil para fazer seu MBA na Universidade Harvard nos anos 1990 e hoje é dona da própria empresa de marketing na Califórnia. “No começo eu me ofendia, mas o brasileiro que vem trabalhar aqui precisa entender esse traço.”
 
“E isso não requer renunciar a sua cultura”, continua Rodolfo. “É apenas acrescentar os valores do novo país ao seu.”
 
 
 
Suíça
 
O caminho de Alessandra Porto na Suíça foi mais impetuoso. Quando estava no último ano de graduação em Engenharia de Produção no ITA, aceitou uma proposta para fazer seu trabalho de conclusão de curso em Salzburgo, na Áustria, em 2012.
 
Encantada com a Europa, decidiu ficar por mais um ano e começou a buscar um emprego, mesmo sem falar alemão. (Hoje ela é fluente no idioma.)
 
“Usei minhas redes de contato do ITA e da Fundação Estudar loucamente”, ri. “Perguntava se sabiam de alguma empresa que precisava de estagiário, trainee, qualquer coisa.” Conseguiu uma vaga de trainee em Baden, cidade em que ficava a filial suíça da Alstom, eventualmente comprada pela GE Power, e manteve-se no posto por três anos.
 
Engenheira de campo na ABB há dois meses – ela conseguiu o emprego após reconhecer e abordar seu atual chefe na rua e fazer um pitch espontâneo –, ela consegue ver diferenças culturais mesmo em comparação com seu trabalho majoritariamente universitário no Brasil, como na empresa júnior do ITA.
 
“No Brasil, as pessoas não têm vergonha de trabalhar e ficam até às 20h. Aqui, deu 17h e o pessoal vai embora. A questão do equilíbrio entre vida profissional e pessoal é muito grande.”
 
Acostumada com o ritmo frenético do ITA, ela levou um tempo para se acostumar. Outros aspectos, fala ela, o brasileiro faria bem em adotar.
 
“Se vejo que estou na metade do prazo de um projeto e vejo que não estou conseguindo avançar, vou ao meu supervisou e falo que preciso de ajuda. É uma comunicação muito mais aberta do que no Brasil, em que a competição e a cobrança são muito grandes.”
 
A questão da adaptação, para Alessandra, exige uma motivação interna. “Vejo muitos brasileiros que se prendem a sua cultura e ficam isolados quando a cultura europeia tem muita coisa boa para dar”, fala. “Observe, escute e veja quem são as pessoas mais abertas e amigáveis e faça perguntas. Não existem perguntas idiotas!”
 
 
 
Alemanha
 
A rigidez da jornada de trabalho foi uma coisa que Ricardo Barreto aprendeu na prática no mercado alemão, uma experiência de altos e baixos.
 
Aos interessados, ele avisa: “Ajuste suas expectativas porque o ambiente de trabalho é menos dinâmico, a progressão de carreira é extremamente lenta e privilegia os alemães”.
 
Contratado em 2011, mudou-se para Kassel para ser gerente sênior de business development de uma firma alemã do setor de óleo e gás. A proposta era para montar de lá uma subsidiária brasileira, que ele assumiria quando estivesse pronta.
 
Após dois anos, com o lugar pronto, a empresa decidiu enviar um alemão no lugar de Ricardo. “Fiquei sabendo às duras penas que meu papel era de coadjuvante”, lembra.
 
Logo no início, Ricardo foi advertido a não se estender além do horário – o departamento de recursos humanos fez um pedido formal, dizendo que aquilo poderia resultar em problemas com a comissão de empregados.
 
Ao mesmo tempo, ele destaca que há benefícios, como ganhos previsíveis, estabilidade de emprego e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
 
“O lado bom foi aprender a conviver com esse timing de decisão mais lento”, explica. “Eu vinha de uma realidade muito agressiva e acho que, no Brasil, acabamos ficando muito workaholics. Na Alemanha, a cultura é a de fazer o que der para fazer no tempo alocado de trabalho. Se não der, paciência.”
 
Hoje, ele se prepara para assumir o cargo de CEO da Elia Grid International na Bélgica, empresa de consultoria do setor elétrico que pertence ao grupo dono da malha de transmissão de energia elétrica belga e de parte da malha alemã.
 
E leva na mala os aprendizados recentes. “A experiência alemã me deu outra perspectiva. Passei a usar mais tempo comigo, na minha vida pessoal, sem prejudicar o trabalho”, conclui.
 
 
 
África do Sul
 
Ao desembarcar em Joanesburgo, na África do Sul, em 2015, Olavo Cunha já tinha cerca de 20 anos de experiência como executivo – e um MBA da Wharton School, da Universidade Pennsylvania – quando assumiu o cargo da CEO da BRF para o continente africano.
 
“Profissionalmente, o desafio de desenvolver marcas, produtos, supply-chain e GTM localizados era excepcionalmente atraente”, explica. “Pessoalmente, aprimorar a qualidade e segurança alimentar para mais de um bilhão de consumidores e criar oportunidades e empregos é profundamente inspirador.”
 
Foi bom também para a família, que tem com duas filhas pequenas que se beneficiam da exposição internacional no país, com mais de dez tribos nativas e descendentes de ex-colonos europeus, entre outras nacionalidades.
 
Uma das primeiras reuniões que Olavo teve marcou sua memória. “Do lado do cliente, havia um afrikaner [um descendente de holandês], um descendente de inglês, um negro de origem sul africana e um descendente de indiano”, lembra. “Cada um deles falava inglês com um sotaque diferente, o que indicava que provavelmente não estudaram nas mesmas escolas e não tiveram uma infância em comum. Foi um choque.”
 
Hoje acostumado com tamanha diversidade, ele considera o ambiente de trabalho respeitoso e excepcional.
 
“Toda esta diversidade se manifesta no ambiente de trabalho, o que coloca um belo desafio de flexibilidade e navegação”, diz. “Generalizando bastante, eu diria que o sul africano tendem a ser estruturado e respeitar muito os processos e horário de trabalho – e isso ajuda a trazer um pouco de disciplina aos brasileiros, que têm muita energia e entusiasmo mas bastante dispersão.”
 
Para entender melhor o país, ele investiu em livros de história nacional e mergulhou nas comunidades locais, uma recomendação feita também pelos outros entrevistados.
 
“Vale muito deixar as pré-concepções de lado e experimentar as idiossincrasias”, resume Olavo. “Ao entender o ‘outro’, acabamos aprendendo muito sobre nós mesmos. E este, no final, é o grande amadurecimento que vem com uma experiência internacional imersiva.”
 
 
 
Fonte: Revista Exame
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Reforma trabalhista: entenda pontos críticos da discussão

Reforma trabalhista: entenda pontos críticos da discussão
 
Além da Reforma Previdenciária, o Governo Federal tem em trâmite no Congresso uma outra medida polêmica: a Reforma Trabalhista. A proposta traz mudanças que mexem com a carga horária de trabalho, férias e até o horário de almoço dos empregados.
 
Especialistas do Direito do Trabalho até veem alguns pontos favoráveis na reforma, mas questionam a forma como o texto está redigido – em especial os trechos que se referem ao Trabalho Temporário. Entre os pontos positivos, estão a manutenção dos benefícios do trabalhador e a revisão de leis por vezes ultrapassadas, já que foram redigidas há muitas décadas.
Noticia_Reforma_Trabalhista_Entenda_Pontos_Criticos_2017
 
O pedido para votação da medida chegou a ser enviado à Câmara dos Deputados poucos dias antes do Natal, mas após a reação da opinião pública, os congressistas recuaram e o assunto deve voltar à pauta ainda no início deste ano. Agora, com a recente eleição de Rodrigo Maia (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara, o projeto deve ganhar caráter de urgência na casa. Afinal, o governo tem pressa em aprovar as medidas.
 
A principal argumentação é que a Reforma irá aumentar o índice de empregos no país. Mas quem é do ramo garante que a história não é bem assim. Com mais de 30 anos de experiência em recrutamento e gestão de temporários, o presidente da Employer, Marcos Aurélio de Abreu, vê o que está além da propaganda governamental. “Da maneira como foi redigido, o Projeto de Lei traz mais dificuldades do que facilidades para o aumento do emprego. E descaracteriza o trabalho temporário ao equipará-lo ao contrato de prazo determinado, tirando a sua flexibilidade de prazo”, alerta Abreu.
 
Vale lembrar que trabalho temporário não é a mesma coisa que terceirização. Trabalho temporário é uma intermediação de emprego feita por uma agência privada, autorizada pelo Governo Federal para recrutar, selecionar e administrar o empregado que vai trabalhar de 1 (um) a 3 (três) meses. Se a empresa utilizadora do temporário ainda não tiver o seu acréscimo extraordinário de serviço suprido em 90 (noventa) dias, a agência pede autorização ao próprio governo para prorrogar por mais 3 (três) meses. Na proposta, o Projeto de Lei amplia o prazo para 120 dias.
 
Esta ampliação pode ser vista como um ponto positivo, já que garante ao trabalhador temporário mais um mês de renda e benefícios proporcionais. Um cenário otimista em um ano em que a economia ainda sofre os efeitos da recessão e desencadeia a redução dos empregos efetivos e também temporários.
 
Em 2016, por exemplo, houve menos contratações para o Natal. Comparado a este período, em anos anteriores, uma empresa contratava, em média, 100 temporários. Este número caiu para 60, devido à crise financeira.
 
Para o presidente da Employer, apesar da mudança enrijecer as regras, ela traz também pontos positivos, como a equiparação salarial entre efetivos e temporários e a consequente valorização destes empregados. “Afinal, muitas vezes, o trabalho temporário é a porta de entrada para o emprego permanente”, conclui Abreu.
 
 
Fonte: Revista Dedução
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

10 tipos de pessoas que compõem sua equipe

10 tipos de pessoas que compõem sua equipe
 
Líderes são inúteis sem seguidores que estejam dispostos a aceitarem sua liderança. Em particular, eles precisam de um grupo de indivíduos dispostos a aprender com eles enquanto líderes e ajudar na realização dos objetivos. São necessárias grandes lideranças para construir grandes equipes. Isso é necessário em qualquer negócio. No entanto, é mais fácil falar do que fazer. Pesquisas apontam que 60% das equipes de trabalho são falhas. Não é preciso muito esforço para gerenciar máquinas, mas com pessoas é diferente. Não se aperta um botão para que alguém simplesmente siga as instruções. Liderar pessoas é uma atividade que traz consigo vários desafios, já que elas têm diferentes mentalidades, valores e crenças. Esperar que as pessoas apenas façam algo não é uma expectativa realista. Mesmo os melhores gestores têm dificuldade em conseguir a cooperação de todos. Líderes precisam desenvolver uma compreensão clara de pessoas, suas forças e fraquezas, e o que as motiva a trabalharem juntas para atingirem os objetivos da empresa.
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Em uma pesquisa realizada pela minha organização, ainda em andamento, eu propus 10 tipos de indivíduos que constituem as equipes. Se você, aleatoriamente, organizar indivíduos em sua organização e estruturá-los em equipes para trabalhar em um projeto, são esses 10 tipos que, na realidade, você terá.
 
 
1. O líder da equipe
O iniciador. Ele começa as coisas. Se você não indicar alguém, eles automaticamente assumem a dianteira. Eles têm espírito de liderança e atuam como gestores. São facilitadores, deixam claros os objetivos e metas, ajudando a atribuir atividades e responsabilidades entre o grupo. Eles têm uma capacidade única de se relacionar com os outros. São extremamente perceptivos e podem gerenciar relacionamentos internos e externos. São colaboradores influentes e mediadores. O líder da equipe consegue se comunicar efetivamente com membros da equipe através da boa escuta e da comunicação verbal e não-verbal. Ele aguenta o tranco e você pode sossegar com ele à frente. No entanto, isso não pode ser uma desculpa para adotar um estilo de liderança laissez faire, já que você é o maior responsável pelos resultados. Verifique o andamento do trabalho com o líder regularmente para garantir que o grupo está indo na direção correta. Sim, o líder da equipe é independente e confiável, mas mesmo assim, precisa ser lembrado de que você é a autoridade. Já vi casos onde o papel de relacionamento do líder sobe à cabeça e ele tenta minar a influência dos gestores, o que fica evidente em reuniões e eventos. É uma boa ideia rotacionar a liderança da equipe regularmente, ou dentro de um espaço de tempo estabelecido. Independente de os líderes terem ou não habilidades observáveis, a rotatividade na liderança é um ótimo método para desenvolver habilidades de liderança em outros membros da equipe.
 
2. O jogador
Eles atuam como conselheiros da equipe, têm vontade de ajudar e são muito diplomáticos. Jogadores espalham positividade pelo escritório. Eles colocam a companhia e seus colegas à frente de si mesmos e trabalham para garantir que a equipe permaneça unida. Eles buscam o consenso. Eles são de fácil abordagem, responsivos e conscientes das forças e fraquezas de todos na equipe. Esses indivíduos são atenciosos e proveem suporte aos membros da equipe ao animá-los: “sim, eu acho que é um bom argumento”; “ajudou bastante”. Os membros da equipe os veem como confiáveis e eles não se envolvem em fofocas. Eles se preocupam com relacionamentos interpessoais no grupo e trabalham duro para manter um bom clima social. Todos podem contar com eles. Eles mantêm a equipe unida, relaxam tensões e promovem harmonia. O jogador é generoso com seu tempo e não tem medo de se desgastar para ajudar um membro da equipe que está com problemas. São bons em persuadir os outros a pular no barco. Eles são voluntariosos e se oferecem para serem mentores dos novos membros. Podem ser bons líderes, mas não necessariamente grandes, já que eles se preocupam com o que os outros pensam deles. Tipicamente não querem ser o chefe. Não pense que eles podem fazer tudo, embora estejam sempre prontos e dispostos. Tente não exigir muito deles, porque eles não sabem dizer ‘não’. Mantenha a motivação deles sempre alta.
 
3. O proficiente
São excelentes no que fazem e são bem informados. Aprendem continuamente e se mantêm a par do que acontece no ambiente. Eles proveem a liderança com atualizações críticas. Se você está indo a uma reunião e precisa verificar algumas informações, procure por eles. O proficiente cria soluções inovadoras. Não apenas pensam fora da caixa, eles pensam no que originou a caixa, porque está posicionada naquele lugar e como o design poderia ser melhorado. Eles recomendam boas ideias e rejeitam as más. Eles podem fazer os demais integrantes da equipe se sentirem menos inteligentes, portanto diga-lhes para não rejeitar as ideias individuais dos outros para que ele não seja visto como um babaca ou acabe reduzindo o feedback.
 
4. O conquistador
Eles só se preocupam em terminar as coisas e apreciar desafios. São focados em resultados e ação. Eles são criativos e têm ideias brilhantes. Frequentemente têm estratégias para melhorar um processo ou aumentar a eficiência da equipe. São orientados a tarefas e pressionam a equipe a aumentar os padrões de performance e usar seus recursos de maneira sábia. Esses indivíduos desenvolvem um plano de execução baseado nos objetivos da companhia. Se a equipe está num passo lento, eles ficam ansiosos por conta dos prazos e metas. Eles querem que a equipe tenha bom desempenho porque sabem que a performance da equipe pode beneficiar ou prejudicar sua própria performance. Eles se voluntariam a encontrar certas informações e dar à equipe a direção e força corretos. Conquistadores têm bastante energia e podem ser zelosos demais – por isso, é bom que você explique que a empresa precisa de todos os fatos antes de precipitar uma decisão. São naturalmente automotivados, portanto tenha em mente a progressão de carreira deles e dê mais responsabilidade, incluindo metas mais ambiciosas. São talentosos, entusiasmados e confiantes. Uma vez que não existam mais oportunidades para crescimento e desenvolvimento, eles vão planejar uma saída estratégica e, eventualmente, deixar a organização. Esses indivíduos, junto com os aprendizes, apresentam a maior taxa de turnover na empresa.
 
5. O corpo-mole
Esses indivíduos não têm grande peso nos resultados e estão sempre distraindo a equipe. Eles têm a maior taxa de absenteísmo e a pior pontualidade. Você não pode depender deles. Se você confia a eles uma tarefa, eles vão se atrasar para a apresentação ou dizer que esqueceram. Têm sempre uma desculpa para tudo e gostam de recomendar outros. Adote uma atitude assertiva ao negociar com eles. Discuta o alinhamento entre os objetivos organizacionais e suas próprias aspirações de carreira. Estabeleça metas com prazos e monitore o progresso. Una responsabilidade com aspirações de carreira. Torne-os responsáveis pelos resultados da equipe. Como resultado de uma má performance, após cada oportunidade que foi dada para que eles melhorassem, é provável que eles sejam convidados a deixar a organização.
 
6. O militante
Eles desafiam verdades. Estão sempre mostrando os porquês de algo não ser realizável ou não funcionar. São úteis para prevenir consensos, já que avaliam criticamente e analisam propostas, ideias e contribuições dos outros da equipe. Eles cavam fundo e são relutantes em aceitar as coisas de cara. No entanto, causam atrasos nas reuniões porque exigem explicações. Você sempre terá de justificar por que um certo curso de ação está sendo tomado. Eles são francos e fazem com que suas vozes sejam ouvidas. Você precisa compreender as razões por trás do seu comportamento. Alguns são genuinamente interessados em chegar aos fatos e querem que o grupo pense criticamente, enquanto outros apenas gostam de criticar. Encará-los é como ir a uma batalha. Eles têm satisfação em encontrar erros. Você precisa se preparar mentalmente. Não confronte. Responda, mas não reaja. Eles são inflexíveis e argumentativos, e isso pode causar atritos no grupo.
 
7. O veterano
São aqueles que estão na organização há um longo tempo e sabem das coisas. Sempre falam para os outros sobre o seu território na empresa e o que funciona ou não funciona. Eles dão vários exemplos tirados da história da organização. Alguns são jogadores, enquanto outros se tornaram desmotivados e desengajados, reduzindo-se ao papel de espectadores, apenas observando tudo de fora. Sua filosofia é “estive lá, fiz aquilo, não leva a lugar nenhum”. Eles podem não se importar em contribuir tanto quanto em estar constantemente observando vacâncias internas ou promoções. Não os atire embaixo do ônibus. Faça com que eles se sintam apreciados e dê a eles o respeito que querem e merecem. Eles trabalharam uma vida inteira pela empresa. Alguns dos aprendizes não eram sequer nascidos quando eles começaram a trabalhar na organização. Eles ainda são um grande ativo. Nem todas as pessoas com grandes ideias têm diploma ou trabalham nas posições mais glamourosas, mas tiram inspiração de experiências reais de mundo, o que pode ser bem mais valioso do que um colaborador com diploma e zero experiência. Um líder sábio irá alavancar a experiência deles e recomendar aprendizado contínuo. Aprender novos sistemas e processos pode ser difícil para os veteranos, que podem preferir se apegar a métodos ultrapassados a abraçar a mudança e inovação. Dê suporte e oportunidades para que eles atualizem suas habilidades.
 
8. O aprendiz
São inexperientes. Alguns podem ter que passar um bom tempo no banco até que absorvam tudo e possam entrar na correnteza. Outros são ansiosos por indicarem suas qualificações acadêmicas e dar uma nova perspectiva. Na maior parte do tempo, eles vão concordar com as sugestões, porque não querem ser vistos como causadores de problemas. Dê treinamento, coaching e mentoria. É mais fácil fazê-los se adequar à cultura organizacional nesse estágio inicial da carreira. Trabalhe mais próximo a eles à medida em que forem impressionáveis. Você não quer que militantes e desmotivados veteranos influenciem negativamente a perspectiva dos aprendizes sobre construir um futuro na organização.
 
9. O sabe-tudo
Eles acham necessário compartilhar todas as opiniões. Eles se veem como pessoas de referência. Se existe um problema, eles têm a solução; se existe uma pergunta, eles têm a resposta. Falam demais e interrompem os outros. Eles são egoístas, tendem a monopolizar conversas e negligenciam as opiniões dos outros. Eles sempre querem intervir para corrigir alguém. Infelizmente, isso força os outros membros da equipe a ficarem quietos, mesmo que eles tenham o que acreditem ser uma boa ideia. A equipe secretamente vê o sabe-tudo como alguém irritante. Boa parte de suas contribuições não têm relevância. Eles vão conduzir a todos em círculos para chegarem ao mesmo ponto. A maior parte da equipe não está disposta a confrontá-los porque é impossível vencer uma discussão com eles. Sua crença de que não podem errar faz deles pouco receptivos a críticas construtivas. Líderes podem inscrevê-los em sessões de treinamento para técnicas de comunicação. Às vezes é necessário fazer com que eles percebam que esse comportamento está tendo um efeito negativo no restante da equipe. Infelizmente, eles podem perceber isso como um ataque pessoal motivado por inveja da liderança e da gerência.
 
10. O individualista
Esse tipo de colaborador é independente e confiante. Fica na dele e evita atividades em grupo. Se você organizar um evento fora do escritório, os individualistas não irão, a não ser de forma compulsória. A maior parte da equipe sabe muito pouco sobre eles. São quietos e reservados, mas muito observadores. Só dão feedback quando alguém pede – ou manda. Alguns individualistas são introvertidos e têm dificuldade em socializar no grupo, enquanto outros são simplesmente egoístas. Eles preferem trabalhar por conta própria. Isso pode acontecer por experiências pregressas negativas em grupos. Gradualmente, pressione-os a participar em atividades em equipe que ajude a construir confiança e alinhá-los a equipes onde colaboração é mandatória.
 
 
É importante observar que alguns tipos se sobrepõem e, às vezes, uma pessoa exerce mais de um papel. Encorage todos os membros da equipe a falar durante as reuniões. Não se incline a apenas uma pessoa ou à voz mais alta. Faça com que todos se envolvam. Diferentes tipos de personalidade se comunicam de diferentes maneiras. Aprenda como as pessoas gostam de contribuir e foque nas suas forças. Veja quem prefere contribuir por trás dos panos e quem gosta de ficar no palco. Não subestime um membro da equipe que não é muito falante quando está no meio do grupo, mas que mais tarde procura você para falar separadamente.
 
Uma equipe forte começa com liderança efetiva. Conheça sua equipe e forme relacionamentos com ela. Aprenda mais sobre cada membro da equipe e o que os motiva. Quando você souber todas as habilidades dos membros, seus valores e crenças, você terá uma compreensão de como eles trabalham melhor e estará mais apto a gerenciar conflitos. Você é tão forte quanto sua equipe. Um trabalho em equipe eficaz reside no coração do sucesso da organização. Grandes líderes entendem que eles são tão bons quanto seu elo mais fraco. Então eles trabalham para construir uma equipe forte, eficiente e produtiva.
 
 
 
Fonte: Administradores (Autor: Brigette Hyacinth)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Entenda por que as empresas devem ficar atentas ao direito à desconexão

Entenda por que as empresas devem ficar atentas ao direito à desconexão
 
O uso do celular atingiu níveis muito altos no Brasil. Atualmente, o País tem mais linhas ativas do que habitantes. Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil atingiu quase 281 milhões de linhas telefônicas móveis.
 
Além disso, em 2016, a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que o uso de internet via celular havia ultrapassado, pela primeira vez, o computador tradicional.
 
O crescimento elevado do uso destes aparelhos tem alterado meios de comunicação tem a relação entre as empresas e seus colaboradores no que diz respeito ao bom senso de utilização fora do horário de trabalho para questões que envolvam o dia-a-dia profissional.
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As novas formas de comunicação dentro de pequenas, médias e grandes empresas têm gerado uma tímida preocupação com o chamado ‘Direito à Desconexão’, ou seja, o de não exigir a conexão permanente dos colaboradores com as atividades e responsabilidades profissionais, além do horário de trabalho, por meio de mensagens de celular, aplicativos, sistemas de e-mail, telefone fixo, rádios comunicadores, entre outros meios, como revela a advogada Viviane Castro Neves, sócia gestora do escritório Advocacia Castro Neves.
 
“O Direito à Desconexão não se confunde com o sobreaviso, com a falta de gozo de 60 minutos do intervalo para refeição e descanso de uma hora ou da fruição regular de férias. É mais amplo e não possui previsão legal específica”, diz. “Atualmente, as empresas devem se preocupar com o direito à desconexão em razão da utilização indiscriminada dos novos meios de comunicação e do próprio comportamento dos colaboradores”, esclarece a especialista. “Na maioria dos casos, não é a empresa e, sim, os próprios empregados, como indivíduos, que precisam aprender a desconectar-se e a respeitar o direito de desconexão do outro”, completa.
 
De acordo com a advogada, a preocupação com a desconexão dos colaboradores deve estar na pauta das políticas de gestão de pessoas das empresas no Brasil. Hoje, já existem algumas ações na Justiça discutindo o direito à desconexão. “Na maioria dos casos, ocorrendo a violação do direito à desconexão nos períodos de descanso, os empregados podem alegar que adquiriram doença profissional e requererem indenizações por dano moral, dano existencial, horas extras e/ou pagamento em dobro das férias”, comenta.
 
 
Condenação
 
Baseado no princípio constitucional da dignidade da pessoal humana, o desembargador Dr. Luiz Otávio Linhares Renault, da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Minas Gerais, condenou uma empresa ao pagamento de R$ 10 mil a título de indenização por dano moral existencial.
 
“Viver não é apenas trabalhar; é conviver; é relacionar-se com seus semelhantes na busca do equilíbrio, da alegria, da felicidade e da harmonia, consigo própria, assim como em todo o espectro das relações sociais materiais e espirituais”, destacou o julgador, ponderando que quem somente trabalha dificilmente é feliz. Assim como não é feliz quem apenas se diverte. “A vida é um ponto de equilíbrio entre trabalho e lazer”, registrou o desembargador.
 
 
Como não descumprir o direito
 
Para evitar o descumprimento do direito à desconexão, as empresas podem tomar alguns cuidados. Confira quais são:
 
1) Políticas de prevenção
É importante que a empresa aplique políticas de prevenção. A companhia deve se preocupar com o tema e estabelecer mecanismos e procedimentos para que seja observado o direito à desconexão;
 
2) Sistemas de TI
As senhas de acesso a bancos de dados, e-mails, celulares corporativos e outros meios de comunicação que possam ser acessados fora do horário de trabalho podem ser bloqueadas nos períodos de descanso;
 
3) Plantões
para suprir a ausência do colaborador no período legal de descanso, a empresa pode criar sistemas de plantões para emergências, onde somente o plantonista ficará conectado. Nestes casos, deverá a empresa oferecer a devida compensação ou contraprestação pecuniária a este profissional;
 
4) Política de gestão
Crie uma comunicação clara e direta entre os gestores e seus subordinados para que não haja o desmedido contato com os colaboradores via celular fora do horário de trabalho. Caso seja necessário solicitar uma tarefa que demande mais tempo do que o colaborador ainda tem para encerrar a jornada diária, deixe claro que o trabalho é para o dia seguinte.
 
 
 
Fonte: IG – Economia
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma
 

Como não cair em golpes ao consultar seu FGTS inativo

Como não cair em golpes ao consultar seu FGTS inativo
 
Nesta terça-feira (14), o governo federal deve divulgar o tão esperado calendário de saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Com tantos trabalhadores ansiosos para receber o dinheiro, é preciso cuidado para não cair em golpes ao consultar quanto você pode sacar.
 
Desconfie de qualquer ligação, mensagem ou e-mail em nome do banco que ofereça para você consultar seu saldo, se você tiver que informar dados bancários e informações pessoais, como alerta a economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Ione Amorim.
 
“Estelionatários falam em nome da Caixa e pedem para você fornecer seus dados em troca do saldo, mas não caia nessa. A Caixa não vai correr atrás de você”, esclarece Ione.
 
A única forma realmente segura de consultar quanto você pode sacar de contas inativas do FGTS é por meio dos canais oficiais: pelo aplicativo FGTS (disponível para Android, iPhone e Windows); pelo site da Caixa; em qualquer agência física do banco público; ou pelo internet banking, se você é cliente da Caixa.
 
No site Reclame Aqui, alguns trabalhadores registraram que tiveram dificuldades para acessar o site da Caixa ou o app FGTS. Além de lentidão no sistema, alguns usuários reclamam de erros cadastrais que impedem a consulta. Nesse caso, é recomendável insistir por outro canal oficial, como aconselha a economista chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
 
Há diversos sites e aplicativos não oficiais que dizem permitir consultar o saldo do FGTS inativo, se o usuário fornecer o PIS/Pasep (número de identificação social do trabalhador) e a senha de acesso. No entanto, acessar esses sites e apps alternativos pode não ser seguro, como alertam as especialistas.
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Como vai funcionar o saque
 
Mais de 10 milhões de trabalhadores que pediram demissão ou foram demitidos até 31 de dezembro de 2015 vão poder sacar o dinheiro da conta inativa do FGTS, a partir de março.
 
A ordem dos saques deve ser baseada no mês de aniversário do trabalhador, para não sobrecarregar as agências da Caixa. Não haverá limite para o saque e o trabalhador poderá usar o dinheiro como quiser.
 
Especialistas em finanças pessoais recomendam que o trabalhador use o dinheiro, em primeiro lugar, para quitar dívidas. Se você não estiver endividado, mesmo assim vale a pena sacar o dinheiro e investi-lo em outras aplicações financeiras que oferecem maior rentabilidade.
 
“Não saia gastando o dinheiro para viajar ou trocar de carro, por exemplo. Monte primeiro um colchão financeiro para quando tiver algum problema de dinheiro”, aconselha a economista Marcela Kawauti, do SPC Brasil.
 
Desde o início de janeiro, alguns bancos já começaram a divulgar linhas de crédito para trabalhadores anteciparem o dinheiro que poderá ser sacado do FGTS. No entanto, lembre que, para isso, você poderá pagar juros altos e taxas desnecessárias, para resgatar um dinheiro que, com um pouco de paciência, logo estará em suas mãos.
 
“Recomendamos aguardar a data estabelecida no calendário para resgatar seu dinheiro, sem pagar nada por isso”, aconselha a economista Ione Amorim, do Idec.
 
 
 
Fonte: Revista Exame.com
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma