Inteligência Artificial a serviço do Fisco, conheça as novas tecnologias da Receita

Inteligência Artificial a serviço do Fisco, conheça as novas tecnologias da Receita
 
 
 
O termo Inteligência Artificial (IA) não é algo novo e já foi muito usado, principalmente em filmes de ficção científica. Mas agora voltou acompanhado de outros termos que fazem parte desta tecnologia e que de alguma forma nos aproxima do conceito, trazendo-o para o nosso dia a dia.
 
Um destes termos é “Machine Learning” (Aprendizado de Máquina), que de forma sucinta e simples seria um agrupamento de regras, que permite aos computadores agirem e tomarem decisões baseadas na interpretação de um universo de dados ao invés de seguir uma programação. São capazes de aprender e melhorarem com a evolução e com a exposição a novos fatos.
 
O termo “IA” também já foi citado algumas vezes no âmbito de seu uso pelo fisco brasileiro, tanto na auditoria como na fiscalização dos contribuintes. Sobretudo, após a implementação dos primeiros projetos de escrituração digital, como por exemplo, a nota fiscal eletrônica e todos os SPEDs (Sistema Público de Escrituração Digital), os quais são transmitidos ao Fisco, ficando armazenados em uma base de dados a fim de serem auditados, cruzados e validados por até cinco anos após a entrega. Podemos imaginar o quanto a tecnologia pode evoluir nesse período.
Mas vamos avaliar agora pela ótica do Fisco: o que fazer com essa quantidade enorme de dados recebidos e armazenados, alguns analíticos, outros sintéticos, em bases de dados separadas, informações não padronizadas e principalmente com inconsistência na qualidade dos dados, justificado entre outros motivos pela própria complexidade das obrigações acessórias?
 
Como exemplo deste cenário, podemos citar a base da nota fiscal eletrônica, que segundo informação do site nacional possui mais de 14 bilhões de documentos autorizados. Se considerarmos uma média de seis itens por documento, teremos algo em torno de 84 bilhões de itens da NF-e na base para processamento, volume que aumentará muito se considerarmos o novo projeto NFC-e (cupom fiscal). É neste cenário que entra a evolução da tecnologia em todas as suas frentes. Vejamos, atualmente estão disponíveis e acessíveis equipamentos e plataformas de alta performance para processamento de Big Data e com eles, softwares de última geração para análise de dados, com modelos estatísticos e todos os demais recursos necessários para a implementação de um projeto de “Machine Learning”.
 
Mas existe algum caso real? Sim, em um recente evento, um caso real foi demonstrado. Trata-se de um projeto para “identificação de fraudes de ICMS”, realizado por uma Sefaz (Secretaria da Fazenda Estadual) com o apoio da consultoria de sistemas e de professores de linguística e estatística da universidade e de auditores fiscais, que conhecem o negócio (inteligência). Em conjunto, criaram um modelo para aplicar na base de dados da NF-e. Primeiro interpretando, classificando, distinguindo cada item (produto) da NF-e, e separando os similares dos não reconhecidos por categoria e subcategoria.
 
Segundo, “ensinando” o sistema a reconhecer esses novos dados e a tomar a decisão mais adequada. E, finalmente, com a base de dados mais padronizada, realizar as análises necessárias para identificar quaisquer inconsistências e fraudes de ICMS. Pôde-se, por exemplo, avaliar em poucos minutos a classificação fiscal, o valor médio, a unidade de medida, a tributação e outras informações utilizadas pelas várias empresas para um mesmo produto, com um alto grau de assertividade, pois o sistema consegue identificar anormalidades relacionadas ao produto. Um outro exemplo foi a identificação de inconsistências no transporte de mercadorias, como refrigerantes em um caminhão de 15 mil litros que na verdade era combustível.
 
Como vemos, não se trata apenas de automação ou processamento de grandes volumes, mas sim de uma auditoria detalhista e interpretativa, que aprenderá cada vez mais com o aumento no volume de dados e informações processadas, sendo um aliado poderoso do auditor fiscal no exercício de suas funções. O mais importante é que a tecnologia está disponível para todos e temos que nos preparar para essa nova realidade.
 
* Renato Matavelli é especialista em soluções de compliance tributário.
 
 
 
 
Fonte: Canaltech
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Entenda o que é site responsivo e porque é importante para se vender mais

Entenda o que é site responsivo e porque é importante para se vender mais

 

Já reparou como os sites estão cada vez mais rápido e adaptáveis para todos os dispositivos, principalmente nos móveis? Se você abre um site no seu tablet ele tem uma adaptação própria diferente de quando você acessa o mesmo site em um smartphone. Isso significa uma coisa: o uso de internet móvel disparou e já está consolidada.
 
Os costumes mudaram e as buscas no Google já deixaram de ser exclusivas dos computadores e invadiram todos os aparelhos móveis, aliás, pior que do que isso: se o site não é responsivo ele simplesmente não aparece em buscas móveis.
 
E se os internautas – incluindo principalmente os consumidores – estão entrando cada vez mais em seus aparelhos com o chamado mobile-friendly, para as empresas é impensável não ter um site responsivo. A possibilidade de fechar grandes negócios e angariar clientes desta maneira são infinitas. É aí que entra o layout responsivos para sites.
 
Ediney Giordani, CCO da KAKOI Comunicação, explica que o fato do uso destes dispositivos estarem aumentando cada vez mais, já é mais do que suficiente para uma empresa pensar em um site que não fica quebrado ou pesado na hora de acessar em um celular – independente de qual seja este equipamento:
 
“No ano passado mais da metade das pesquisas no Google aconteceram em algum dispositivo móvel. É alguém no ônibus acessando um site de vendas ou em casa entrando via Facebook um anúncio patrocinado que chega no seu site. Já imaginou ele entrando e não conseguindo comprar nada? O site não abrir corretamente?” provoca Ediney Giordani.
Sua empresa mais fácil de ser encontrada em qualquer lugar e a qualquer momento!
 
Mais do que cuidar da estética, os mecanismos de buscas agradecem este formato de site. Os designs responsivos para mobile são os preferidos dos mecanismos de busca, como o Google, pois uma única URL facilita a busca e evita confusões na hora de rastrear o seu site:
 
“Para os mecanismos de SEO (termo que designa Search engine optimization, em resumo é o modo como os mecanismos de busca classificam o site) na página, o layout responsivo é uma mão na roda. O desempenho das buscas são melhores além de ser mais fácil a manutenção geral. Fazer um modelo de página para cada plataforma é algo ultrapassado e que gera mais custos e possibilidades de problemas. Não há motivo para dificultar a busca do seu site” explica o CCO.
 
 
Buscas via mobile estão maiores
 
Outra grande vantagem do design responsivo é que as palavras-chaves não se perdem quando há uma busca por mobiles e como o número de acessos por esta via já está em 75%, é preciso ter o site preparado para este público.
 
“Se eu buscar em um computador ‘Sorvete em Curitiba’ encontrarei certos resultados. Se eu repetir esta mesma pesquisa em um mobile é possível que eu encontre sites diferentes. Isso acontece quando os sites não são responsivos, pois as palavras-chaves da versão para PC não se aplicam nas versões mobiles. Com o responsivo isso não acontece.” exemplifica o especialista da KAKOI Comunicação.
 
 
Responsivo hoje e para o futuro
 
Outra grande vantagem do layout responsivo é a adaptação do modelo projetado para qualquer tamanho de tela independente de onde a sua página está sendo acessada. Pensando também no futuro, Ediney analisa esta funcionalidade como ponto chave para novas tecnologias: “Hoje temos TVs, os óculos, novos aparelhos com formatos diferentes e até relógios conectados. Um site responsivo vai se adaptar sem a necessidade de fazer – ou refazer – um layout específico. Um site responsivo hoje vai atender qualquer plataforma, isso é fato.” conclui Ediney.
 
 
 
Fonte: Jornal Contábil
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Receita Federal alerta para e-mails falsos em nome da instituição

Receita Federal alerta para e-mails falsos em nome da instituição
 
 
A Receita Federal alerta aos cidadãos para tentativas de fraude eletrônica envolvendo o nome da instituição e tentativas de aplicação de golpes via e-mail.
 
ais mensagens utilizam indevidamente nomes e timbres oficiais e iludem o cidadão com a apresentação de telas que misturam instruções verdadeiras e falsas, na tentativa de obter ilegalmente informações fiscais, cadastrais e, principalmente, financeiras. Os links contidos em determinados pontos indicados na correspondência costumam ser a porta de entrada para vírus e malwares no computador.
 
A Receita esclarece que na DIRPF 2017 foi solicitado o email do contribuinte apenas para complementar seu cadastro e que não envia mensagens via e-mail sem a autorização do contribuinte, nem autoriza terceiros a fazê-lo em seu nome.
A única forma de comunicação eletrônica com o contribuinte é por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), localizado em sua página na Internet.
 
Veja como proceder perante estas mensagens:
1 – não abrir arquivos anexados, pois normalmente são programas executáveis que podem causar danos ao computador ou capturar informações confidenciais do usuário;
2 – não acionar os links para endereços da Internet, mesmo que lá esteja escrito o nome da RFB, ou mensagens como “clique aqui”, pois não se referem à Receita Federal; e
3 – excluir imediatamente a mensagem.
 
Para esclarecimento de dúvidas ou informações adicionais os contribuintes podem procurar as unidades da Receita.
 
 
 
Fonte: Receita Federal
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Desatenção de funcionários pode representar ameaças cibernéticas para pequenas empresas

Desatenção de funcionários pode representar ameaças cibernéticas para pequenas empresas
 
 
As pequenas empresas – com até 50 funcionários – se preocupam menos com violações de segurança cibernética causadas por atividades de seus funcionários do que as grandes corporações. Apenas 36% delas se preocupam com o descuido de suas equipes, enquanto mais da metade das empresas de médio e grande porte considera isso uma questão essencial, diz o Relatório de Riscos de Segurança de TI de 2016 da Kaspersky Lab.
 
Equipes desinformadas ou descuidadas, na qual o uso impróprio dos recursos de TI pode colocar a proteção virtual da organização em risco, podem prejudicar empresas de qualquer tamanho. De acordo com a pesquisa, ações de funcionários estão entre os três principais desafios de segurança que fazem as empresas se sentirem vulneráveis. Mais da metade (61%) das empresas que tiveram incidentes de segurança cibernética em 2016 admitiram que o comportamento negligente e a desinformação dos funcionários contribuíram para isso.
Noticia_Desatencao_Funcionarios_Ameacas_PME_2017
 
Assim como grandes corporações, pequenas e médias empresas enfrentam o desafio de gerenciar uma infraestrutura de TI em evolução constante, além de precisarem acomodar as tendências de BYOD: 74% das empresas informaram que a quantidade de smartphones usados no trabalho aumentou nos últimos três anos, e 71% confirmaram que o mesmo se aplica aos tablets. Essa nova realidade empresarial está forçando as gerências a prestar mais atenção à segurança de TI e ao controle centralizado de atividades dos funcionários possivelmente perigosas, mesmo nas empresas menores.
 
“Nas pequenas empresas, onde não há uma equipe de TI dedicada, muitas vezes outros funcionários precisam implementar a segurança cibernética, por exemplo, instalando soluções antimalware com funcionalidades limitadas. Isso representa riscos importantes para a empresa, pois o descuido de um funcionário pode facilmente afetar todos os dados da organização, levando a perdas instantâneas de tempo, dados de clientes e dinheiro. As empresas devem implementar soluções criadas especificamente para empresas de pequeno e médio porte, com proteção que qualquer administrador de TI, mesmo com poucas habilidades em TI, consegue manter facilmente de qualquer local”, explica Vladimir Zapolyansky, chefe de marketing para pequenas e médias empresas da Kaspersky Lab.
 
 
 
 
Fonte: 33 giga
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WhatsApp e Telegram podem ser hackeados por meio de uma imagem

WhatsApp e Telegram podem ser hackeados por meio de uma imagem
 
 
Nesta quarta-feira (15), pesquisadores da Check Point anunciaram a descoberta de um novo malware que está circulando pelo WhatsApp e Telegram. Ele permite aos hackers sequestrar a conta das vítimas com apenas uma imagem.
O problema foi encontrado na versão para web dessas plataformas, que refletem todas as mensagens enviadas e recebidas e são totalmente sincronizadas com o dispositivo dos usuários.
 
“Com o simples envio de uma foto de aparência inocente, um golpista pode tomar o controle da conta, acessar o histórico de mensagens, todas as fotos que foram compartilhadas e enviar mensagens em nome do usuário”, explicou a empresa de segurança por trás da descoberta.
 
Apesar de parecer comum, a imagem maliciosa direciona os usuários para uma página HTML carregado de malware. Uma vez carregada, a página irá recuperar todos os dados armazenados localmente, permitindo aos invasores efetivamente sequestrar a conta da vítima.
Noticia_WhatsApp_Telegram_Hackeados_2017
 
No caso do WhatsApp, o usuário precisa abrir a tal imagem propositalmente, tornando o exploit pouco prático para fins de botnets ou vigilância em massa. Já no Telegram, a vulnerabilidade é um pouco mais difícil de ser explorada, uma vez que o usuário precisa abrir o conteúdo malicioso em uma aba separada do Chrome, algo que, de acordo com um representante do serviço, é uma interação “muito incomum do usuário”.
 
Como as mensagens foram criptografadas sem serem primeiro validadas, o WhatsApp e o Telegram não enxergam o conteúdo malicioso, tornando-os incapazes de impedir que ele seja enviado.
Após serem alertadas pela Check Point da vulnerabilidade, as duas empresas reconheceram o problema e desenvolveram uma correção para os clientes web em todo o mundo. Portanto, se você usa o WhatsApp ou o Telegram na versão web, corra agora mesmo para atualizar os apps para a versão mais recente e, em seguida, reiniciar seu navegador.
 
 
Update: 15/03/17 às 15h30
 
O Telegram postou uma nota oficial explicando que a vulnerabilidade acontece de forma diferente nos dois aplicativos. No Telegram, é preciso que o usuário clique em “reproduzir” para começar a assistir ao vídeo malicioso via Telegram Web no Chrome. (Neste ponto, uma conta do WhatsApp já estaria comprometida, mas nada acontece no Telegram.)
 
Em seguida, conforme o vídeo está sendo reproduzido, é preciso clicar com o botão direito no vídeo em execução e selecionar “Abrir em uma nova guia” no menu suspenso. De acordo com o app, a vítima precisa fazer exatamente isso, nessa ordem, para ser infectada.
 
 
 
Fonte: Check Point e Telegram
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Como não cair em golpes ao consultar seu FGTS inativo

Como não cair em golpes ao consultar seu FGTS inativo
 
Nesta terça-feira (14), o governo federal deve divulgar o tão esperado calendário de saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Com tantos trabalhadores ansiosos para receber o dinheiro, é preciso cuidado para não cair em golpes ao consultar quanto você pode sacar.
 
Desconfie de qualquer ligação, mensagem ou e-mail em nome do banco que ofereça para você consultar seu saldo, se você tiver que informar dados bancários e informações pessoais, como alerta a economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Ione Amorim.
 
“Estelionatários falam em nome da Caixa e pedem para você fornecer seus dados em troca do saldo, mas não caia nessa. A Caixa não vai correr atrás de você”, esclarece Ione.
 
A única forma realmente segura de consultar quanto você pode sacar de contas inativas do FGTS é por meio dos canais oficiais: pelo aplicativo FGTS (disponível para Android, iPhone e Windows); pelo site da Caixa; em qualquer agência física do banco público; ou pelo internet banking, se você é cliente da Caixa.
 
No site Reclame Aqui, alguns trabalhadores registraram que tiveram dificuldades para acessar o site da Caixa ou o app FGTS. Além de lentidão no sistema, alguns usuários reclamam de erros cadastrais que impedem a consulta. Nesse caso, é recomendável insistir por outro canal oficial, como aconselha a economista chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
 
Há diversos sites e aplicativos não oficiais que dizem permitir consultar o saldo do FGTS inativo, se o usuário fornecer o PIS/Pasep (número de identificação social do trabalhador) e a senha de acesso. No entanto, acessar esses sites e apps alternativos pode não ser seguro, como alertam as especialistas.
Noticia_Não_Cair_Golpe_Consulta_FGTS_Inativo_2017
 
 
Como vai funcionar o saque
 
Mais de 10 milhões de trabalhadores que pediram demissão ou foram demitidos até 31 de dezembro de 2015 vão poder sacar o dinheiro da conta inativa do FGTS, a partir de março.
 
A ordem dos saques deve ser baseada no mês de aniversário do trabalhador, para não sobrecarregar as agências da Caixa. Não haverá limite para o saque e o trabalhador poderá usar o dinheiro como quiser.
 
Especialistas em finanças pessoais recomendam que o trabalhador use o dinheiro, em primeiro lugar, para quitar dívidas. Se você não estiver endividado, mesmo assim vale a pena sacar o dinheiro e investi-lo em outras aplicações financeiras que oferecem maior rentabilidade.
 
“Não saia gastando o dinheiro para viajar ou trocar de carro, por exemplo. Monte primeiro um colchão financeiro para quando tiver algum problema de dinheiro”, aconselha a economista Marcela Kawauti, do SPC Brasil.
 
Desde o início de janeiro, alguns bancos já começaram a divulgar linhas de crédito para trabalhadores anteciparem o dinheiro que poderá ser sacado do FGTS. No entanto, lembre que, para isso, você poderá pagar juros altos e taxas desnecessárias, para resgatar um dinheiro que, com um pouco de paciência, logo estará em suas mãos.
 
“Recomendamos aguardar a data estabelecida no calendário para resgatar seu dinheiro, sem pagar nada por isso”, aconselha a economista Ione Amorim, do Idec.
 
 
 
Fonte: Revista Exame.com
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E-mail falso sobre cronograma de saques do FGTS rouba dados bancários

E-mail falso sobre cronograma de saques do FGTS rouba dados bancários
 
A empresa fabricante de antivírus ESET detectou na semana passada um golpe online que utiliza um e-mail falso, que promete apresentar o cronograma para saques das contas inativas do FGTS, para roubar dados bancários de clientes de nove instituições financeiras.
Noticia_E-mail_Falso_Cronograma_Saques_FGTS_Rouba_Dados_2017
 
Segundo a empresa, o e-mail contém um anexo chamado “CronogramaFGTS” que, ao ser aberto, inicia vários downloads e instala um vírus que verifica quais plugins de bancos estão instalados na máquina da vítima. Assim, todas as vezes que o usuário abre sua conta bancária pelo computador, o vírus captura suas senhas e chaves de segurança e envia para os cibercriminosos. A ESET ressalta que essa praga eletrônica não afeta smartphones.
 
O calendário oficial para a retirada do dinheiro ainda não foi divulgado pelo governo. A expectativa é que o anúncio seja feito ainda neste mês, e que os saques comecem a partir de março, levando em conta a data de aniversário do trabalhador. Serão liberados R$ 30 bilhões para cerca de 10,1 milhões de pessoas.
 
Para o presidente da ESET Brasil, Camillo Di Jorge, os criminosos aproveitam temas de grande interesse do público para aplicar golpes que atingem milhares de pessoas rapidamente. “Na ânsia de obter informações sobre o FGTS, os usuários muitas vezes não verificam o remetente, links e arquivos para download contidos na mensagem”, explica.
 
A ESET afirma que já notificou o servidor responsável por enviar os e-mails para suspender a propagação do código malicioso.
 
 
Fonte: Gazeta do Povo
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Entenda a relação entre contabilidade e certificado digital

Entenda a relação entre contabilidade e certificado digital
 
 
Hoje em dia diversos artifícios ganharam versão digital, a fim de acompanhar o crescimento e a popularização da Internet para os negócios. O certificado digital é uma dessas inovações tecnológicas que valem a pena ser abraçada pelo mundo empresarial.
 
Se muitos empreendedores e contabilistas ainda trazem dúvidas sobre a real importância do certificado digital, é preciso apreender o quanto antes o que ele é e quais setores da empresa devem se responsabilizar pelo seu uso e emissão.
 
Este post tem o objetivo de mostrar qual é a afinidade que existe entre a contabilidade e o certificado digital. Ao ler o texto, você poderá entender melhor qual é a responsabilidade dos contabilistas em relação a esses documentos.
O sistema de certificação digital
 
No mundo contemporâneo, interligado pela internet e por seus variados recursos, o fluxo de informações está maior e mais intenso. Para várias empresas e instituições, é essencial resguardar diversas informações sigilosas, e a própria existência do negócio depende disso.
 
Sabemos que existem muitos riscos no universo digital que podem ameaçar a integridade das informações. É indispensável assegurar que elas sejam usadas pelas pessoas certas e preenchidas adequadamente.
 
O sistema de certificação digital foi desenvolvido a partir dessas necessidades. Ele tem como objetivo confirmar a autenticidade das informações declaradas, sejam elas relacionadas à pessoa jurídica ou à pessoa física. Assim, o sistema de certificação digital garante a origem das informações, sua veracidade e ainda agiliza o processo de autenticação dos documentos.
 
Os certificados digitais são emitidos pela Infraestrutura de Chaves Públicas do Brasil (ICP-Brasil). A ICP-Brasil identifica, no ambiente virtual, pessoas físicas e jurídicas que foram cadastradas pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI).
Noticia_Entenda_Relacao_Contabilidade_Certificado_2017
 
Os principais certificados digitais são:
 
E-CNPJ: versão eletrônica do CNPJ, que serve para emissão de Nota Fiscal Eletrônica, transmissão de Escrituração Fiscal Digital e obrigações acessórias;
E-CPF: substitui o CPF das pessoas físicas no ambiente virtual, servindo inclusive para a entrega de declarações do Imposto de Renda.
 
A função da contabilidade
 
A contabilidade, por sua vez, é uma ciência que tem como finalidade cuidar da escrituração das empresas, ou seja, lançar toda a sua documentação nos livros contábeis. Essa é a forma mais eficaz de registrar todos os atos e fatos contábeis, a totalidade das operações comerciais, financeiras e fiscais da empresa.
 
A contabilidade também acompanhou a evolução tecnológica e trabalha com documentos digitais, sendo o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) o exemplo mais evidente do comprometimento da administração contábil com a fiscalização eletrônica.
A contabilidade e a certificação digital
 
A Escrituração Contábil Fiscal é realizada eletronicamente e só pode ser enviada depois de ser assinada digitalmente. Essa assinatura precisa ter validação através de um certificado digital.
 
O preenchimento e a emissão da nota fiscal eletrônica também exigem a certificação digital para que suas informações possam ser autenticadas e enviadas para as partes interessadas mediante a chave de acesso.
 
Determinados ambientes virtuais de vital importância para as empresas possuem acessos controlados por certificação digital. É o que acontece, por exemplo, com o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), portal que disponibiliza serviços da Receita Federal. Da mesma forma, ocorre com o Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX), que está atrelado à área de Conectividade Social da Caixa Econômica Federal para o envio do FGTS.
 
Por isso, é fundamental que todo profissional de contabilidade aproveite bem um sistema de configurações atualizadas, para poder identificar a existência e a validade dos certificados digitais utilizados pela empresa.
 
Também é importante que as pessoas que trabalham no setor estejam familiarizadas com as documentações preenchidas e enviadas no ambiente virtual.
As principais atividades que podem ser autenticadas por certificação digital
 
Entre as atividades que podem ser garantidas por um certificado digital destacam-se:
 
Assinatura e envio de documentos pela internet;
Transações em bancos;
Envio de declarações da empresa;
Assinatura de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e’s), Conhecimentos de Transporte Eletrônicos (CT-es) e Manifestações de Destinatário;
Login em ambientes virtuais.
 
As vantagens em usar o certificado digital
 
São muitas as vantagens de usar a certificação digital. Podemos citar a desburocratização dos processos, já que não há necessidade de reconhecimento de firma. Uma grande conveniência é a economia de tempo, a agilidade, pois tudo se realiza através da internet.
 
Outro benefício importante é que o certificado digital garante a validade jurídica das cláusulas e documentos eletrônicos.
Os tipos de certificados digitais
 
O contabilista deve trabalhar com diferentes tipos de certificado digital. Portanto, é necessário que conheça as diferenças entre eles, a finalidade e a importância de cada um. Esses certificados devem ser obtidos e validados de acordo com os serviços usados.
 
São oito os tipos de certificados digitais, separados em duas principais séries. Cada série engloba quatro tipos de certificado.
 
A Série A diz respeito aos certificados cuja finalidade é identificar a pessoa ou a empresa no ambiente virtual, possibilitando a utilização de serviços digitais (redes privadas, assinatura de documentos eletrônicos e e-mails). Essa série envolve os tipos A1, A2, A3 e A4, sendo que os mais utilizados são A1 e A3.
 
A1: possui validade de 1 ano (12 meses) e cria um par de chaves para a própria estação de trabalho;
A3: possui validade de 3 anos (36 meses) e cria um par de chaves para uma mídia criptográfica (como token ou smartcard);
A3 para micro e pequenas empresas: possui validade de 1 ano e meio (18 meses) e também cria um par de mídias criptográficas.
 
A Série S refere-se aos certificados que são usados para criptografar mensagens e documentos que serão transmitidos e compartilhados no ambiente virtual. Dessa maneira, as informações que eles contêm não ficam expostas, sendo acessadas somente pelos que possuem uma determinada chave privada. Essa série envolve os tipos S1, S2, S3 e S4.
 
Existe ainda o certificado de tipo T. Trata-se de um certificado de tempo, permitindo que se registre o dia e a hora em que o documento eletrônico foi assinado, com a identificação do autor.
A emissão de certificados digitais
 
Para emitir um certificado digital, é necessário ir pessoalmente à Autoridade Certificadora (AC) para que os dados preenchidos online sejam validados. Esse procedimento deverá ser agendado, sendo que a própria AC passará instruções sobre a documentação que deverá ser apresentada.
 
Depois de tudo concluído, o certificado digital deverá ser baixado. A Autoridade Certificadora providenciará todo o suporte técnico e até as mídias criptográficas quando elas forem necessárias.
 
Para conferir quais são as Autoridades Certificadoras credenciadas na ICP-Brasil, acesse o site do ITI.
 
O que acha do certificado digital? Já está usando a certificação digital em seu escritório? Para adquirir mais informações sobre contabilidade moderna, leia o post Como anda o mercado de trabalho em contabilidade.
 
Fonte: Portal BLB Brasil
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Entenda as diferenças entre o certificado digital A1 e A3

Entenda as diferenças entre o certificado digital A1 e A3
 
Embora possuam características muito semelhantes, o certificado digital A1 se difere do A3 em alguns pontos importantes. Além da operacionalidade que cada tipo possui, a escolha mais apropriada para sua empresa pode gerar economia no longo prazo, apresentando as mesmas funcionalidades.
Noticia_Diferencas_A1_A3_2017
 
Há várias entidades que podem emitir ambos no Brasil, chamadas de Autoridades Certificadoras. Ambos os tipos fornecem nível de segurança e criptografia suficientes que garantem a segurança das operações, mas é importante entender as diferenças entre eles. Acompanhe:
 
 
Diferenças práticas entre o certificado digital A1 e A3
 
O certificado digital A1 não necessita de tokens ou smart cards, que são dispositivos móveis como os pendrives, podendo ser utilizados em vários computadores para validação dos dados. Esse certificado possui validade de um ano.
 
Já o certificado digital A3 possui estrutura física, pois fica armazenado em um token ou smartcard, podendo ser levado de um local para outro sem a necessidade de utilização em um único computador autorizado. Basta informar a senha para que os dados sejam assinados com segurança.
 
O procedimento é bem simples: no momento da aquisição, será definida uma senha pelo titular do certificado. Essa senha será de conhecimento apenas do proprietário e não deve ser revelada a ninguém em nenhuma situação. O procedimento deve ser pessoal e, logo após a definição da senha, a Autoridade Certificadora gerará duas chaves no token.
 
Uma é chamada de chave pública e outra é chamada de privativa. A primeira é enviada à Autoridade Certificadora juntamente com a solicitação de emissão do certificado e a privada é a que ficará armazenada no token. Esse dispositivo é completamente seguro, não podendo ser utilizado por terceiros sem o conhecimento da senha de acesso.
 
 
 
Qual certificado é melhor?
 
Como ambos oferecem níveis altos de segurança e confiabilidade, como definir qual dos dois é o melhor para você? Não existe uma resposta definitiva, mas o fato é que o certificado digital A3 oferece um nível ainda maior de segurança, pois é inviolável e está dentro de um token.
 
Para o certificado digital A1, sua principal vantagem está no fato de que o próprio computador terá o poder de realizar a assinatura digital. Se a sua empresa emite uma grande quantidade de notas fiscais por dia, é um ponto a ser considerado pela agilidade.
 
Se você já tem preferência pela mobilidade, provavelmente o certificado digital A3 será o que melhor se encaixará na sua rotina, pois pode ser levado para qualquer lugar. Se você perdê-lo, por exemplo, não há razão para se preocupar com a utilização por terceiros, pois não é possível copiar os dados para utilização por parte de terceiros.
 
Esse é, inclusive, um fator determinante para os dois tipos de certificados digitais. O nível de segurança das operações é completamente confiável, tendo fé pública e sendo aceito até mesmo em tribunais como legítima validação de identidade por parte dos seus detentores.
 
 
 
Fonte: Sage
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NF-e e CT-e – continuidade do emissor gratuito e a responsabilidade pelo suporte ao sistema

NF-e e CT-e – continuidade do emissor gratuito e a responsabilidade pelo suporte ao sistema
 
O anúncio do fim do emissor gratuito da NF-e do CT-e feito em 2016 pelo governo paulista, deixou muitos empresários usuários do sistema preocupados.
 
A preocupação estava em ter de adquirir e custear um programa para emissão do documento fiscal se espalhou pelo pais.
De um lado tínhamos um empresário preocupado com o custo de aquisição, inclusive manutenção, e também com a adaptação ao novo sistema.
 
Do outro lado tínhamos o responsável pelas obrigações fiscais, que enxergava um avanço no atendimento às obrigações acessórias, já que o programa gratuito disponibilizado pelo fisco desde o início da implantação da NF-e é muito limitado, não controla estoque entre outras exigências fiscais.
 
Além disso, muitos profissionais da área contábil / fiscal reclamam que o cliente entende que ele é o suporte do programa fornecido gratuitamente pelo fisco. Neste ponto estamos diante de um equívoco do empresário e em alguns casos uma situação de “oportunismo”. Afinal de contas, o profissional da área contábil e fiscal não deve assumir esta responsabilidade, até porque existe um custo muito alto, e muitas vezes invisível do ponto de vista do empresário, que acha que pode ficar horas e horas ao telefone tentando sanar dúvidas de funcionalidade de um programa gratuito.
Noticia_Responsabilidade_Suporte_NFe_Gratuito_2017
 
 
Continuidade do emissor gratuito da NF-e e do CT-e
 
O fisco paulista anunciou que vai fornecer o emissor gratuito até 30 de junho de 2017. A partir de 1º de julho deste ano o Sebrae vai dar continuidade ao emissor gratuito da NF-e e CT-e.
 
A Fazenda de São Paulo irá transferir ao Sebrae a solução gratuita e, a partir de julho de 2017, a instituição passará a disponibilizar e atualizar as versões do aplicativo para as empresas. Até essa data a Fazenda paulista manterá o aplicativo em funcionamento.
 
Assim, se o empresário ainda pretende continuar utilizando o programa gratuito que será disponibilizado a partir de julho deste ano pelo Sebrae, deve saber que o responsável pela contabilidade / fiscal não é o suporte deste sistema. Este profissional é responsável por orientar acerca da tributação, o que não se confunde com a responsabilidade sobre a funcionalidade do sistema de emissão de documentos fiscais (NF-e e CT-e) e seus erros.
 
 
 
Emissor de documentos fiscais no mercado com baixo custo
 
Já existem várias ferramentas de emissão de NF-e e CT-e no mercado com baixo custo, que oferece ao usuário suporte.
 
Cabe a cada empresário adotar ou não. Estas ferramentas disponíveis no mercado, além de oferecer suporte ao usuário controla estoque entre outras exigências do fisco.
 
Profissional da área contábil e fiscal oriente seu cliente acerca da sua responsabilidade. O empresário que pretende continuar usando o emissor gratuito deve saber das limitações do sistema e principalmente que você não é o suporte do usuário do emissor gratuito de emissão da NF-e e do CT-e.
 
 
 
Fonte: Siga o Fisco
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