7 usos do Blockchain na cadeia de suprimentos

7 usos do Blockchain na cadeia de suprimentos
 
 
O Blockchain está cada vez mais saindo das etapas de pesquisa e desenvolvimento e sendo aplicado ao mundo real. Um Blockchain é um livro-razão digital distribuído que está disponível para todas as partes, proporcionando transparência em toda a cadeia – e as empresas de negociação financeira, seguros e gerenciamento da cadeia de suprimentos estão observando a tecnologia muito de perto. Aqui estão alguns exemplos reais de uso de Blockchain. Confira.
 
 
1. SAP experimenta rastreador na cadeia de fornecimento com Blockchain
A SAP está testando um rastreador de cadeia de suprimentos baseado em Blockchain projetado para trabalhar com qualquer fornecedor de produtos farmacêuticos e de agricultura. Até o momento, 16 empresas se inscreveram para pilotar a tecnologia SAP Cloud Platform Blockchain, incluindo Johnsonville, Naturipe Farms e Tate & Lyle. O software tem como objetivo aumentar a segurança nas cadeias de suprimentos e diminuir a chance de fraude.
 
Os usuários existentes da plataforma de nuvem SAP podem facilmente optar por testar a tecnologia Blockchain que será executada na parte superior do aplicativo. “Os clientes da SAP acessam e conectam seus aplicativos [baseados em nuvem] à sua plataforma Blockchain como uma opção que pode ser ativada”, disse Hala Zeine, presidente do grupo de Supply Chain e Manufatura da SAP.
 
 
2. IBM desenvolve solução Blockchain para facilitar pagamentos transfronteiriços
A IBM desenvolveu uma solução bancária para ajudar instituições financeiras a processar pagamentos internacionais usando Blockchain.
 
A ideia é alavancar a tecnologia de contabilidade distribuída para reduzir o tempo de liquidação e reduzir o custo de processamento de pagamentos globais, além de oferecer maior transparência para todas as partes envolvidas nas transações.
 
A solução foi desenvolvida com base na plataforma Hyperledger Fabric de código aberto. A IBM fez parceria com a rede de Blockchain de código aberto Stellar.org para criar os “Lumens” que estão sendo negociados, e o provedor de serviços financeiros KlickEx Group para provar a solução, com o objetivo de distribuí-la aos bancos globais.
 
Em comunicado à imprensa, a IBM disse que a tecnologia poderia permitir que “um fazendeiro em Samoa assine um contrato comercial com um comprador na Indonésia. O blockchain seria usado para registrar os termos do contrato, gerenciar a documentação comercial, possibilitar ao agricultor obter garantias, cartas de crédito e finalizar os termos da transação com pagamento imediato”.
 
A IBM também lançou padrões de código de software livre para aplicativos Blockchain, bem como inteligência artificial (AI, na sigla em inglês), microsserviços e analytics. Esses padrões de código incluem pacotes de código reutilizável, repositórios do GitHub e recursos que explicam o código subjacente.
 
 
3. Banco Mundial lança união de Blockchain para financiar o desenvolvimento sustentável
O Banco Mundial, trabalhando com o Commonwealth Bank of Australia, anunciou que está lançando um Blockchain na Ethereum.
 
A plataforma Blockchain Ethereum foi selecionada devido à sua enorme comunidade ativa de desenvolvedores em todo o mundo. A infraestrutura será executada na plataforma de nuvem Azure da Microsoft.
 
O interesse dos investidores no título tem sido forte e os recursos serão direcionados para o financiamento do desenvolvimento sustentável.
 
Todos os anos, o Banco Mundial emite títulos de US$ 50 bilhões a US$ 60 bilhões para financiar projetos de desenvolvimento global. Por causa disso, o banco sempre esteve na vanguarda da inovação financeira, emitindo o primeiro título eletrônico em 2000.
 
 
4. Kodak cria plataforma de propriedade intelectual de foto com base em Blockchain
Depois de superar alguns obstáculos regulatórios, um sistema de copyright de imagem baseado em Blockchain, desenvolvido pela Wenn Digital com a Kodak, abriu uma oferta inicial de moedas (ICO, na sigla em inglês) em maio de 2018 com um teto de US$ 50 milhões.
 
As duas empresas desenvolveram uma “plataforma de gerenciamento de direitos de imagem” da KODAKOne para criar um livro digital de propriedade de direitos. Os fotógrafos poderão licenciar trabalhos novos ou arquivados na plataforma, na qual serão pagos na KODAKCoin, criptomoeda criada para o sistema.
 
A plataforma KODAKOne foi criada para rastrear constantemente a web em busca de violações de propriedade intelectual.
 
 
5. De Beers fornece com sucesso o piloto Blockchain de rastreamento de diamantes
O negócio de diamantes De Beers afirma ter rastreado com sucesso cem diamantes de alto valor ao longo da cadeia de suprimentos. Os fabricantes de diamantes Diacore, Diarough, KGK Group, Rosy Blue NV e Venus Jewel colaboraram com a De Beers para desenvolver o produto Tracr.
 
De acordo com o CEO da De Beers, Bruce Cleaver, o piloto demonstrou com sucesso que um diamante pode ser rastreado a partir da cadeia de suprimentos de maneira que não era possível antes.
 
O diretor-executivo da Rosy Blue NV, Amit Bhansali, afirmou: “A tecnologia já contribuiu significativamente para melhorar a transparência na indústria de diamantes. Iniciativas que usam Blockchain podem impulsionar esse processo ainda mais, já que sua implementação requer colaboração e criação de confiança entre todos os participantes do setor”.
 
A indústria de diamantes é controversa devido ao manuseio de “minerais de conflito”. Acredita-se que o Blockchain possa ajudar a garantir que eles não entrem na cadeia de suprimentos.
 
É claro que as empresas de mineração de diamantes “legítimas” também não têm controvérsias, com De Beers enfrentando críticas por desalojar indígenas para suas operações, descritas como um “genocídio” tribal pela Survival International.
 
 
6. Ilha de Man usa Blockchain para evitar fraudes em egaming
A Ilha de Man, conhecida também por ser uma espécie de paraíso fiscal na Grã-Bretanha, tem um setor próspero que seu governo acredita que pode ser impulsionado pelo Blockchain.
 
Em agosto de 2017, a ilha concedeu à empresa de jogos de azar Qanta uma licença para operar uma loteria com Blockchain usando a plataforma Ethereum.
 
Brian Donegan, diretor de operações de e-business da Ilha de Man, disse à Computerworld Reino Unido que o Blockchain reduzirá o risco de fraude na indústria de egaming.
 
“A imutabilidade e a resistência à censura oferecidas pela tecnologia é tal que podemos usar o Blockchain para manter o crime fora e proteger o consumidor”, disse ele.
 
 
7. Serra Leoa realiza eleições presidenciais com Blockchain
O país da África Ocidental Serra Leoa tornou-se o primeiro no mundo a realizar eleições presidenciais com a ajuda da tecnologia Blockchain.
 
A empresa suíça Agora diz que oferece votação descentralizada baseada em Blockchain. A companhia tem uma equipe de criptógrafos e cientistas de segurança, que alega ter ajudado a desenvolver uma plataforma para “melhorar radicalmente” a votação – tornando os votos à prova de falsificação, transparentes e verificáveis do início ao fim.
 
A Comissão Eleitoral Nacional da Serra Leoa trabalhou em estreita colaboração com a Agora para repensar o processo de votação nos distritos ocidentais em março deste ano. O registro manual usual era considerado um processo logístico lento e caro, mas a Agora diz que, com a tecnologia implementada, os resultados das eleições foram contados “dias à frente” da abordagem anterior.
 
A votação digital tem sido uma possibilidade há muito tempo, mas há questões sobre segurança – especialmente com sistemas proprietários de portas fechadas: eles podem ser adulterados e onde está a prova de que eles são transparentes ou livres de corrupção?
 
A Agora corajosamente afirma que pode ter resolvido esse problema e que a sua solução “inultrapassável” na Serra Leoa abre caminho para uma maior disseminação da votação baseada em Blockchain em todo o mundo.
 
 
 
Fonte: CIO
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Receita Federal notifica 716 mil empresas do Simples Nacional para cobrar dívidas que somam R$ 19,5 bilhões

Receita Federal notifica 716 mil empresas do Simples Nacional para cobrar dívidas que somam R$ 19,5 bilhões
 
 
A Secretaria da Receita Federal informou nesta segunda-feira (17) que está notificando 716.948 empresas inscritas no Simples Nacional (regime simplificado de pagamento de tributos) para cobrar dívidas que somam R$ 19,5 bilhões.
 
As empresas que não regularizarem a situação serão excluídas do Simples Nacional a partir de janeiro de 2019, informou o Fisco.
 
De acordo com o órgão, as notificações estão sendo feitas por meio de atos declaratórios executivos (ADEs) e envolvem débitos previdenciários e não previdenciários com a própria Receita Federal e também com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
 
“As microempresas (ME) e empresas de Pequeno Porte (EPP) devem ficar atentas para não serem excluídas de ofício do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devido pelas microempresas e empresas de pequeno porte (Simples Nacional) por motivo de inadimplência”, informou a Receita.
 
De acordo com a Receita, ao tomar ciência do ato declaratório, o contribuinte terá prazo de 30 dias para a regularização dos débitos, à vista, em parcelas ou por compensação.
 
O teor dos ADEs de exclusão, informou o órgão, pode ser acessado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Atendimento Virtual (e-CAC), no site da Receita Federal, mediante certificado digital ou código de acesso.
 
A Receita Federal informou que as empresas que regularizarem a totalidade dos débitos no prazo terão a exclusão do Simples Nacional “automaticamente tornada sem efeito, ou seja, o contribuinte continuará no Simples Nacional não havendo necessidade de comparecer às unidades da Receita Federal para adotar qualquer procedimento adicional”.
 
Os que não regularizarem no prazo de 30 dias a partir da data em que tomaram ciência serão excluídos do Simples Nacional a partir de 1º de janeiro de 2019.
 
 
 
Fonte: G1
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O que é e como gerar a DCTFWeb sem erros

O que é e como gerar a DCTFWeb sem erros
 
Mais uma novidade da Receita Federal começou a valer nesta semana, dia 27 de agosto. Se você disse “DCTFWeb”, acertou: a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos (DCTFWeb) chegou para substituir a Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social, a antiga GFIP.
 
A nova obrigação deverá ser apresentada pelas empresas cujo faturamento tenha superado os R$ 78 milhões em 2016 e vale também para as que tenham optado por aderir antecipadamente ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, o eSocial.
 
 
 
Prazo de entrega e fatos geradores da DCTFWeb
 
A declaração é obrigatória para os fatos geradores que aconteceram já partir do dia 1º de agosto de 2018.
 
Quanto ao prazo de entrega da DCTFWeb, é preciso enviar a declaração até o dia 15 do mês seguinte ao período de apuração (competência). É importante lembrar que como neste primeiro mês – setembro – o dia 15 não é dia útil, a declaração deve ser enviada até o dia 14/9.
 
 
 
Como fazer o envio
 
Para gerar a DCTFWeb, o contribuinte deverá encerrar o eSocial e/ou a Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD-Reinf).
 
Feito isso, a declaração será gerada automaticamente e ficará disponível no portal do Centro Virtual de Atendimento da Secretaria da Receita, o eCAC.
 
Nesse portal, será possível visualizar a DCTFWeb, fazer vinculações de créditos, transmitir a declaração e emitir o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) para recolhimento das contribuições previdenciárias. Lembrando que o DARF só poderá ser emitido após a transmissão da DCTFWeb!
 
 
 
Ambiente de testes
 
A RFB disponibilizou um ambiente exclusivo para testes, que ficará disponível até dezembro de 2018. Nele, o contribuinte poderá conferir se seus sistemas estão enviando as escriturações corretamente para a DCTFWeb.
 
Há também um Manual de Instruções da Receita que você pode acessar aqui.
 
Importante: apenas as escriturações enviadas no ambiente de produção restrita das escriturações do eSocial e da EFD-Reinf serão visualizadas na DCTFWeb – Produção Restrita.
 
 
 
Evite erros na automatizando o processo
 
Como a nova declaração depende de informações vinculadas à Reinf, o controle das notas fiscais recebidas na sua empresa precisa agora ser ainda mais minucioso.
 
Veja como é possível automatizar e monitorar o recebimento de notas com o NIX, o software que centraliza e simplifica a entrada de todos os documentos fiscais recebidos em uma só plataforma, eliminando erros de conversão para o ERP e sistemas fiscais e dando mais qualidade às informações.
 
 
 
Fonte: Midas Solutions
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A Revolução Digital e o mito do desemprego

A Revolução Digital e o mito do desemprego
 
 
omo a 4ª revolução industrial vai gerar ainda mais empregos, ao contrário do que se pensa.
Recentemente ministrei uma palestra no CONARH sobre como a tecnologia vai transformar o dia a dia da área de recursos humanos. E diante do grande interesse resolvi escrever este artigo para compartilhar um pouco destas visões e experiências, que são válidas em qualquer área de atuação e para qualquer tipo de negócio.
 
Há um crescente temor na sociedade, provocado em grande parte pelo marketing ostensivo de algumas empresas de tecnologia, de que em um futuro breve teremos uma crise de emprego causada pelo avanço tecnológico – sobretudo na área de robótica e inteligência artificial. Frequentemente recebemos em nossa timeline matérias contando que um robô substituiu um médico ou um advogado trazendo assim o problema para muito além do trabalho braçal.
 
Mas se olharmos para a tecnologia como aliada da humanidade, veremos que esta parceria remonta aos primórdios da nossa civilização. A invenção de tecnologias como a roda por volta de 3.500ac ou o ábaco em 2.700ac deram o primeiro impulso em substituir a força braçal e intelectual humana por ferramentas que realizavam tarefas equivalentes.
 
Assim sucessivamente durante os séculos novas tecnologias vieram substituindo os humanos em tarefas de baixo valor agregado. Citando alguns exemplos, entregadores de gelo substituídos pelo refrigerador, acendedores de lamparinas de iluminação pública pela energia elétrica e a telefonista pelo telefone discado abrindo espaço para novas profissões, como recentemente os youtubers, pilotos de drones e cientistas de dados.
 
Particularmente acredito que a revolução digital que estamos vivendo terá o mesmo impacto para humanidade daquele trazido pela revolução industrial, que foi impulsionada pela tecnologia à vapor. E que, assim como naquela época, as profissões sem valor agregado darão lugar a novas profissões levando novamente a humanidade a um novo patamar.
 
Para ajudar a sustentar este raciocínio encontrei uma pesquisa publicada pela UNISINOS que traça uma linha comparativa entre os países mais robotizados do mundo e o seu nível de desemprego.
 
O gráfico mostra a Coreia do Sul na liderança da robotização com 531 robôs para cada 10.000 habitantes enquanto que o Brasil figura a 37ª posição com 9 robôs para mesma concentração habitacional. Curiosamente a taxa respectiva de desemprego nestes países é de 3,1% na Coréia e 13,7% no Brasil, demonstrando que a relação tecnologia vs desemprego parece ter uma taxa inversamente proporcional, ou seja, a tecnologia estimula o desenvolvimento, que por sua vez estimula o emprego.
 
Além desta pesquisa o instituto mundialmente reconhecido Gartner Group, produziu um documento intitulado “Top 10 Strategic Technology Trends for 2017” e que trouxe uma abordagem mais otimista em relação a esta revolução tecnológica. Na visão do Gartner a tecnologia dará um grande salto nos próximos anos impulsionando a humanidade a atingir um novo patamar, revolucionando a forma como as pessoas se relacionam com o trabalho. Para mencionar somente algumas das visões, nas predições do Gartner a inteligência artificial, aprendizado e máquina e a computação cognitiva ajudarão as pessoas a serem mais eficientes e produtivas no seu ambiente de trabalho. Na prática isto significa que o tempo gasto na coleta e cruzamento de informações para geração de insights poderá ser dedicado à tomada de decisões cada vez mais rápidas e assertivas.
 
Na minha apresentação do CONARH trouxe alguns exemplos de como estas tecnologias estão revolucionando o trabalho na área de RH, mas que se aplicam a qualquer outra área de atuação:
 
Assistentes Virtuais (Chatbots): Os chatbots ou assistentes virtuais podem ser grandes aliados para atendimento de primeiro nível, como por exemplo: atender dúvidas sobre os mais variados benefícios; orientar colaboradores sobre procedimentos internos; informar colaboradores sobre políticas da empresa.
 
Big data, Analitycs e Machine Learning: Identificar através de algoritmos aplicados na massa de dados padrões que gerem insights para sustentar a tomada de decisões como: identificar colaboradores com risco de desligamento condicionado a fatores internos e externos; entender desvios comportamentais através de eventos (batidas de ponto, pedidos de adiantamento, absenteísmo, etc.); comparar tendências de remuneração de profissionais com base em seu desempenho histórico.
 
Computação Cognitiva: Uso de computação cognitiva aplicada a processos de recrutamento e seleção para: traçar perfis comportamentais mais aderentes para as demandas de uma determinada posição; “entrevistar” candidatos analisando no conteúdo produzido por ele, suas características comportamentais; comparar perfis comportamentais desejados para vaga com candidatos adequados em função do seu perfil.
 
Automação de Processos (BPM): Uso de automação de processos para ganhar produtividade nas principais demandas do RH, como análise de solicitações de benefícios de terceiros como planos de saúde; coleta, análise e aprovação de informações para alterações cadastrais; controle do processo de geração de matrículas para prestadores de serviços; análise de pedidos de férias.
 
Com todo este cenário parece muito claro que fazer parte desta revolução digital, além de garantir a competitividade nos negócios, também cria novas oportunidades de emprego e renda que marcarão uma nova fase do desenvolvimento da humanidade.
 
 
 
 
Fonte: Senior (autor: Carlos Pereira, gerente de pesquisa, arquitetura e tecnologia na Senior)
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eSocial: o que muda nas informações de admissão a partir de setembro

eSocial: o que muda nas informações de admissão a partir de setembro
 
 
O eSocial, projeto do Governo Federal que tem por objetivo desenvolver um sistema de coleta de informações trabalhistas, previdenciárias e tributárias, armazenando-as em um Ambiente Nacional Virtual, está em vigor desde julho de 2018 e tem novidades para que o empregador evite multas e autuações. Para que você não corra riscos, a Midas Solutions elencou as novas orientações sobre os procedimentos para as admissões.
 
 
 
Conheça e fique atento
 
As contratações nas empresas precisam ser informadas à plataforma eSocial antes da admissão do trabalhador.
Dica Midas: é importante e mais seguro que a empresa receba a Ficha de Solicitação de Novos Empregados com pelo menos três dias de antecedência.
Seu departamento de Recursos Humanos, ou outro setor responsável, precisa fazer – também com antecedência – a Qualificação Cadastral junto ao Portal do eSocial, colocando os seguintes dados: PIS, CPF, Nome Completo e data de nascimento.
O próprio empregado que está sendo contratado também pode fazer isso e se houver algum dado a ser corrigido, ele deverá fazê-lo antes da contratação.
Na data da admissão, o empregado já precisa também ter feito o Exame Admissional.
 
 
Novas regras para as transmissões dos arquivos a partir de 1º de setembro
 
Evento S-2200 – Cadastramento Inicial / Admissão / Ingresso de Trabalhador
Para trabalhadores com vínculo empregatício:
– Cadastro dos empregados admitidos até o dia 31/08/2018: informações devem ser transmitidas no período de 01/09/2018 até 31/10/2018
– Empregados admitidos no dia 01/09/2018: transmitir as informações no dia 01/09/2018
– Empregados admitidos a partir do dia 02/09/2018: transmitir as informações no dia anterior à data de admissão
Empregado transferido no dia 01/09/2018 (transferências entre empresas do mesmo grupo econômico, sucessão, fusão):
– Transmitir as informações até o dia 07/10/2018.
 
 
 
Importância dos dados do cadastro
 
Já dá para perceber que transmitir corretamente esses arquivos, evitando multas e autuações, vai depender da qualidade das informações do cadastro, certo?
Informações “saneadas” são imprescindíveis para o cumprimento dessas regras e o completo preenchimento da Ficha de Solicitação de Registro!
 
 
 
 
Fonte: Midas Solutions
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Emissão da CAT no Contrato Temporário ou de Experiência Gera Estabilidade?

Emissão da CAT no Contrato Temporário ou de Experiência Gera Estabilidade?
 
 
A emissão da CAT, além de se destinar para fins de controle estatísticos e epidemiológicos junto aos órgãos Federais, visa principalmente a garantia de assistência acidentária ao empregado junto ao INSS ou até mesmo de uma aposentadoria por invalidez, quando o acidente acarretar a incapacidade definitiva do empregado.
 
O art. 22 da Lei nº 8.213/91 prevê que todo acidente de trabalho ou doença profissional deverá ser comunicado pela empresa ou pelo empregador doméstico ao INSS até o primeiro útil seguinte ao da ocorrência e, de imediato, em caso de morte, sob pena de multa variável entre o limite mínimo e o limite máximo do salário de contribuição, sucessivamente aumentada nas reincidências, aplicada e cobrada pela Previdência Social.
 
Portanto, ocorrendo o acidente de trabalho é obrigatória a emissão da CAT por parte do empregador, independentemente do tipo ou do prazo do contrato e se houve afastamento ou não.
 
 
 
Fonte: Blog Guia Trabalhista
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TV Receita disponibiliza 10 videoaulas sobre eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb

TV Receita disponibiliza 10 videoaulas sobre eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb
 
 
A Receita Federal por meio de seu canal oficial no Youtube disponibilizou hoje 10 videoaulas com o auditor-fiscal da Receita Federal Cláudio Maia com o objetivo de apresentar a todos os empregadores brasileiros a nova forma de apresentação de informações previdenciárias, trabalhistas e fiscais, além de apresentar as novas declarações previdenciárias. Os vídeos tratam especificamente da forma de apuração do cálculo das contribuições previdenciárias para orientar os contribuintes na geração de seus débitos previdenciários.
 
São 10 videoaulas ao todo, onde o auditor-fiscal apresenta de forma detalhada e didática o eSocial, EFD-Reinf e a DCTFWeb.
 
 
 
 
Fonte: RFB
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Novidade criada na reforma trabalhista, contrato intermitente ainda não decolou

Novidade criada na reforma trabalhista, contrato intermitente ainda não decolou
 
 
Criado com a reforma trabalhista com a promessa de formalizar o trabalhador sem jornada fixa, o contrato intermitente ainda decepciona. No acumulado deste ano, o saldo de vagas de emprego desse tipo – a diferença entre os postos que foram abertos e fechados – representa 5% do saldo total de postos entre janeiro e julho, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.
 
O Caged de julho aponta que o saldo de vagas era de 47,3 mil para todas os tipos de contratação, mas apenas 3,4 mil deles eram contratos intermitentes.
 
O intermitente surgiu com a reforma trabalhista, em novembro, como uma maneira de formalizar quem trabalha sob demanda. Esse empregado é chamado para prestar serviços de tempos em tempos, sendo convocado pela empresa para trabalhar com até três dias de antecedência e recebendo por hora trabalhada. É diferente do trabalhador temporário, contratado por até 180 dias prorrogáveis por mais 90.
 
Por envolver ocupações específicas, é até natural que o contrato intermitente não represente a maioria dos novos postos e, na saída da recessão, o mercado de trabalho anda a passos lentos. Mas, segundo o economista Bruno Ottoni, do Ibre/FGV e da consultoria IDados, já era para o intermitente estar mais consolidado.
 
 
 
Pistas sobre baixo crescimento
 
Um outro dado, do IBGE, dá pistas sobre o baixo crescimento dos intermitentes, afirma Ottoni. No fim do ano passado, 12 milhões de brasileiros diziam estar satisfeitos em ter jornadas de trabalho reduzidas, mesmo sendo informais.
 
“A reforma quis formalizar o trabalho que não tem jornada contínua, mas os números decepcionam. Temos de entender por que os informais não estão virando intermitentes mais rapidamente e o que faz com que essa forma de contratar ainda não esteja funcionando direito”, disse.
 
Em outubro do ano passado, o governo havia estimado que a reforma trabalhista geraria 6 milhões de empregos. Só de intermitentes, a previsão era criar 2 milhões de ocupações em três anos.
 
A evolução do trabalho intermitente, ainda que tímida, também é inflada. Os dados do Caged consideram contratos assinados, mas o empregado não necessariamente foi chamado para trabalhar naquele mês. Como o trabalhador também pode ter contratos com várias empresas, isso daria a impressão de que há mais intermitentes empregados do que na realidade.
 
Quando a reforma trabalhista entrou em vigor, as grandes varejistas foram as primeiras a celebrar o trabalho intermitente. Segundo advogados, como as grandes empresas têm uma estrutura jurídica mais consolidada, o que aliviaria a insegurança para contratar, a abertura de vagas intermitentes vai ocorrer antes nessas companhias.
 
Tem muita confusão. Do lado sindical, há a impressão de que as empresas vão mandar todo mundo embora e transformar os postos em intermitentes, o que é uma grande bobagem. As empresas, por sua vez, gostariam de reduzir custos usando intermitentes. O custo é o mesmo, ela não terá vantagem nisso. Esse tipo de contrato foi feito para situações específicas, em que as jornadas têm de ser menores.
 
 
Como resolver questões práticas, como os benefícios a serem concedidos aos intermitentes?
 
As regras estão bem descritas na lei. Mas há terrorismo por parte dos sindicatos e muitas empresas dizem ter dúvidas por não conseguirem economizar com a contratação de intermitentes. A única questão que ainda pode gerar dúvidas é a da contribuição à Previdência, mas o governo pode pensar em uma alternativa à complementação. A reforma formaliza o bico, não destrói empregos formais. Essas questões práticas podem ser decididas via convenção coletiva.
 
 
O intermitente pode destruir vagas formais no futuro?
 
Não. Basta ver que 50% do crescimento de vagas intermitentes no primeiro semestre se concentrou em 20 ocupações, de um total de quase 2.500. Além disso, onde houve desocupação não teve substituição do trabalhador demitido por intermitentes.
 
 
 
Fonte: Estadão
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Multas eSocial: 7 penalidades para as empresas que não se adequarem

Multas eSocial: 7 penalidades para as empresas que não se adequarem
 
 
Existem multas para empresas que não se adequarem ao eSocial? Saiba mais.
eSocial é um projeto do Governo Federal que busca unificar e simplificar a entrega de informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais de todo o Brasil. Desta forma, quando as empresas comunicam o Governo através do novo sistema de registro, todas as informações dos trabalhadores ficam armazenadas em um Ambiente Nacional Virtual, garantindo padronização. Saiba mais sobre o eSocial.
 
É necessário esclarecer: o eSocial, sozinho, não resulta em multas para as empresas porque não muda a legislação. Porém, a obrigatoriedade aumentará o risco de penalizações, já que o processo de fiscalização será simplificado e todas as informações ficarão concentradas na plataforma do governo. Ou seja, ela faz com que a lei se cumpra muito mais rapidamente do que antes e, para evitar multas, é necessário ficar atento aos prazos, já que as empresas terão menos tempo para enviar dados ao Fisco.
 
Para as empresas que já estão em compliance, os impactos são bem menores e seguindo o processo de forma adequada, não haverá penalizações. Já as empresas que não estão de acordo com a legislação ou costumam atrasar o envio de dados, será necessário cuidado redobrado.
 
Além disso, algumas empresas podem ter mais dificuldades que outras mesmo estando em dia com a legislação. Isso porque o volume e intensidade da circulação de informações nas empresas pode variar, dependendo do grau de risco/rotatividade de colaboradores. Nesses casos, é necessário estar ainda mais atento aos processos e planejar a execução das especificidades com cuidado. Todo esse processo de adequação pode ser simplificado com um sistema especializado para Gestão de Pessoas, como o HCM da Senior.
 
 
 
E se eu perder o prazo do eSocial?
 
Se uma empresa perder os prazos para adequação, estará passível a multas e a observações na Receita Federal. Por isso, é importante realizar a mudança de cultura e de processos o mais rápido possível.
 
 
 
Confira 7 multas decorrentes da falta de repasse de informações:
 
Alterações de contrato e cadastros de dados
Com as etapas de saneamento cadastral do eSocial, é importante que as informações dos empregados estejam sempre atualizadas durante o período em que existe vínculo empregatício. Desde o número do CPF do colaborador, até seu endereço e sobrenome de casado, por exemplo – todos os dados cadastrais precisam estar corretos no sistema. A multa é de R$600 por empregado. (grifo nosso)
 
 
 
Acidentes de trabalho
 
Quando, infelizmente, acontece um acidente de trabalho, é preciso emitir uma Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). O prazo do envio da CAT no eSocial é o mesmo: até o primeiro dia útil seguinte ao acontecimento ou imediatamente em caso de morte. As multas por atraso ou falta de comunicação variam de acordo com o salário de contribuição e, caso o atraso se repita, a multa pode ser dobrada.
 
 
 
Admissões não informadas
 
Antes do eSocial, a empresa tinha até o sétimo dia do mês seguinte para comunicar a admissão de um colaborador e as informações eram enviadas através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). Com a obrigatoriedade, os dados passam a ser enviados, pelo novo sistema, no máximo até um dia antes do empregado começar seu trabalho na empresa.
 
Caso o setor de Recursos Humanos não informe a admissão no tempo esperado, terá de pagar multas de R$ 3.000 a R$ 6.000, e ainda, R$ 800 a cada empregado não registrado no caso de micro ou pequena empresa.
 
 
 
Férias
 
Não comunicar férias de empregados pode gerar multas de R$ 170,00 (por férias não comunicadas).
 
 
 
Folha de pagamento
 
Empresas que falharem em cumprir com o sistema e não enviarem documentos de acordo com os novos parâmetros poderão ser penalizadas a partir de R$ 1.812,87. É necessário rever e automatizar processos para reduzir chances de multas.
 
 
 
FGTS
 
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) também fará parte do eSocial: ao não realizar o depósito, deixar de computar a parcela de remuneração ou perderem prazos de pagamento, empresas deverão pagar multas que variam de R$ 10,64 e R$ 106,41 por empregado, sendo cobrada em dobro em caso de reincidência.
 
 
 
Exames médicos
 
Em momentos de admissão, retorno, mudança de função e demissão, é preciso realizar exames em cada colaborador para obter o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO). A não realização destes exames sujeita a empresa a multas determinadas por um fiscal de trabalho e que ficam entre R$ 402,53 e R$ 4.025,33.
 
 
 
Sua empresa está preparada para o eSocial?
 
Com foco em ampliar a base de arrecadação dos tributos e melhorar a distribuição de cargas tributárias, a qualificação cadastral para eSocial se torna um assunto importantíssimo para compliance em 2018 e 2019.
 
Mesmo nesta situação, apenas 4,4% das companhias do país implementaram o eSocial para empresas e 42% ainda não começaram o processo, segundo levantamento da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon).
 
 
 
Ainda tem dúvidas sobre o eSocial?
 
A Senior é especialista no assunto e preparou materiais completos para responder às principais questões sobre o eSocial. Saiba como adequar a sua empresa de forma simplificada e fique por dentro de todos os detalhes.
 
 
 
Fonte: Senior
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Como conduzir o processo de adaptação do eSocial para empresas

Como conduzir o processo de adaptação do eSocial para empresas
 
 
Muito se fala sobre a implantação do eSocial nas empresas – a partir de julho de 2018, empresas privadas, enquadradas na segunda onda, deverão iniciar o envio de suas declarações obrigatoriamente. Isso porque todas as empresas que em 2016 tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões já iniciaram sua adequação em 1o de janeiro deste ano.
 
O programa, que visa desburocratizar os processos do RH, consolidando em uma só obrigação o que antes era prestada em pelo menos 15. Com certeza, após a adequação dos processos e entendimento da importância desse projeto, irá gerar uma grande economia de tempo e dinheiro para as empresas.
 
As quatro entidades envolvidas no eSocial (Previdência Social, Ministério do Trabalho, Caixa Econômica Federal e Receita Federal) terão o acesso as informações que lhe são devidas de uma forma mais transparente, prático e seguro.
 
Esta última informação deve acender uma luz vermelha nas empresas, que a partir de agora devem tomar maior cuidado com o fornecimento das informações ao fisco. Qualquer erro pode ser apontado, qualquer omissão por falta de atenção pode virar um processo. E é aí que começa-se a perceber que a mudança que o eSocial está trazendo vai muito além do Departamento Pessoal.
 
Departamento pessoal, Tecnologia da Informação, Medicina e Segurança do Trabalho, Jurídico, Financeiro são apenas alguns dos envolvidos ativamente no eSocial. Então como fazer essa transição de forma a não prejudicar a produtividade dentro da empresa?
 
 
 
Comitê de representantes do eSocial na empresa
 
Um dos primeiros passos recomendados é reunir um representante de cada uma das áreas que será afetada pelo eSocial. Esse Comitê deverá ser treinado a respeito de todas as exigências e informações que devem ser prestadas ao governo. Cada um desses funcionários será o responsável por gerir essas informações e repassá-las gradativamente aos colegas para que se adequem às novas exigências. Mas antes de tudo, é preciso mapear os processos atuais e identificar os ajustes necessários para a correta entrega das informações.
 
A ideia é que todos, se voltem para seus departamentos para mapear e analisar os processos pelos quais esses passam até chegarem a geração dos eventos correspondentes. A partir daí, será possível simplificá-los de forma que seu trânsito seja o mais fluido possível dentro da empresa.
 
E não vamos negar a realidade: para quem quer seguir à risca as novas determinações do governo, as mudanças serão grandes, significativas e muitas vezes, estruturais. Este é o momento ideal para não fazer vistas grossas a nenhuma irregularidade. Não se pode ter medo de denunciar este ou aquele erro dentro do processo, haja visto que podem haver pesadas punições mais adiante. A empresa precisa fazer todos encararem este processo não como uma caça às bruxas, mas como um processo que, se todos colaborarem, será muito útil para todos os envolvidos: empresa, governo e colaboradores.
 
Quando todos os integrantes do Comitê estiverem de posse das suas propostas de processo, é a hora de envolver a direção da empresa. É mandatório que os responsáveis pela administração estejam cientes do quão profunda deverá ser a mudança e tudo o que vai demandar: fazer um upgrade no HCM da empresa ou trocar de sistema? Contratar uma Consultoria? Será necessário contratar mais pessoas? Temporários ou fixos?
 
 
 
Consulta de Qualificação Cadastral e regularização dos cadastros
 
Validados os novos processos e definidas as novas providências, é hora de colocar a mão na massa e iniciar a mudança efetivamente. Treinamentos precisarão ser realizados, testes e análise de erros e inconsistências, até que tudo esteja pronto para iniciar as declarações.
 
Por isso é tão importante prezar pelas etapas propostas pelo Governo antes de fazer o envio dos eventos. Primeiramente, é necessário fazer uma Consulta de Qualificação Cadastral (disponível no site oficial do eSocial) de todos os funcionários da empresa. Ao inserir os dados de cada um deles (data de nascimento, nome completo, NIS e CPF), o sistema apontará possíveis divergências das informações entre os órgãos envolvidos.
 
Também é fornecida a providência a ser tomada para realizar a correção o mais rápido possível. E essas alterações precisam realmente ser realizadas, sob pena de impedir o fornecimento de todas as outras declarações no momento do envio.
 
 
 
Sistema de gestão eSocial
 
Outro ponto que deve ser muito bem analisado pela empresa é quanto o sistema que será adotado para acompanhar a empresa na jornada do eSocial desde o seu primeiro envio – até porque qualquer mudança após o início do processo irá demandar possíveis alterações, retificações ou até mesmo exclusões do evento em questão.
 
Esta solução deverá integrar todas as áreas envolvidas no eSocial, permitindo que consultem os dados cadastrados. Também é importante que o sistema sinalize eventuais erros, já que qualquer imprecisão pode ser alvo de punição mediante a fiscalização.
 
 
 
 
Fonte: Senior
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma