Receita pedirá e-mail e número de celular na declaração de IR deste ano

Receita pedirá e-mail e número de celular na declaração de IR deste ano
 
A Receita Federal passará a pedir e-mail e número de celular dos contribuintes na declaração de Imposto de Renda deste ano. O preenchimento dessas informações não será obrigatório. A Receita garante que os dados serão coletados somente para ampliar o cadastro e só serão utilizados com aviso-prévio e autorização dos contribuintes.
 
Segundo o supervisor do Imposto de Renda, Joaquim Adir, a Receita continua a não enviar e-mails para os contribuintes.
 
Noticia_E-mail_Celular_IR_2017
CPF de dependentes
 
Em entrevista para apresentar informações sobre a declaração deste ano, Adir disse ainda que nos próximos anos é possível que a Receita passe a exigir CPF de todos os dependentes de qualquer idade. Na declaração deste ano, dependentes com 12 anos ou mais devem ter o CPF informado. Em 2016, a idade para obrigatoriedade de apresentação do CPF era 14 anos. “Muitos cartórios já emitem a certidão de nascimento com o CPF. É uma garantia de identificação, facilita o trabalho de cruzamento”, argumentou.
 
 
 
 
Fonte: Administradores (Autor: Kelly Oliveira)
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Saem Normas da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física/2017

Saem Normas da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física/2017
 
Através da Instrução Normativa RFB 1.690/2017 a Receita Federal estipulou as normas para apresentação da DIRPF/2017.
 
Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual referente ao exercício de 2017 a pessoa física residente no Brasil que, no ano-calendário de 2016:
I – recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 (vinte e oito mil, quinhentos e cinquenta e nove reais e setenta centavos);
II – recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais);
III – obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
IV – relativamente à atividade rural:
a) obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 (cento e quarenta e dois mil, setecentos e noventa e oito reais e cinquenta centavos);
b) pretenda compensar, no ano-calendário de 2016 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2016;
V – teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00 (trezentos mil reais);
VI – passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro; ou
VII – optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.
A Declaração de Ajuste Anual deve ser apresentada no período de 2 de março a 28 de abril de 2017, pela Internet.
 
 
 
Fonte: Blog Guia Tributário
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4 dicas para um SPED bem feito

4 dicas para um SPED bem feito
 
Uma das maiores dificuldades para os escritórios de contabilidade é conseguir mandar as suas EFDs de forma a estarem o mais corretas possíveis.
 
Isso evita que a empresa caia em fiscalização, e tenha que arcar com pesadas multas, sem contar com o risco de perda de benefícios fiscais.
Noticia_4_dias_SPED_Bem_Feito_2017
Mas o que é necessário para poder fazer uma EFD de maneira correta?
A primeira dica é com relação ao perfil necessário ao profissional responsável pelo envio destas declarações. A pessoa responsável tem de ser alguém preparado, ter conhecimento sobre a empresa e sobre os tributos declarados na EFD em questão.
 
Sabemos que nem sempre é o caso, mas se o profissional não está totalmente preparado, é possível trabalhar para que fique. Para isso é necessário investir em cursos de especialização no tema, adquirir experiência, e principalmente ter conhecimento, e se interessar em adquirir cada vez mais conhecimento sobre o tipo de EFD que será enviada.
 
Fora estas aptidões do profissional, é necessário sempre se fazer algumas perguntas no momento da escrituração do SPED, do tipo: Será que os dados que recebo da empresa estão todos com a contabilidade? As informações que tenho são suficientes para garantir que a EFD será enviada corretamente? Essa seria a segunda dica.
 
A necessidade destas perguntas se dá, para saber se a sua EFD não está com omissões de informações.
 
Se achar que podem estar faltando informações, então seria necessário conversar com o gestor da empresa para verificar como são as rotinas de envio de informações para a contabilidade, e ver o que é possível melhorar.
 
Em sumo ter parceria com o envio de informações entre a empresa e a contabilidade é a terceira dica. Pois afinal, uma EFD bem montada precisa ser rica em dados.
 
Caso seja identificado que realmente a empresa está deixando de mandar informações a contabilidade, é necessário então fazer a revisão dos períodos anteriormente declarados, para que se necessário sejam feitas as devidas retificações.
 
A quarta e última dica é ser aberto e interessado em entender legislações e layouts, isso ajudará a entender como a EFD funciona, quando tiver dúvidas na escrituração de um registro, consulte o manual da EFD em questão, o manual muitas vezes terá as respostas para vários questionamentos.
 
Algumas dessas atitudes impedem que tanto o escritório como a empresa tenham problemas futuros.
 
Ter interesse na hora de montar a EFD, e estar comprometido com o cliente, resultará em uma EFD correta e confiável.
O profissional que elabora e envia estas declarações têm de estar preparado, ser dinâmico, e usar de inteligência e boas estratégias para lidar com as informações recebidas, escriturá-las corretamente, e saber identificar falhas e omissões nos processos da empresa para poder alertá-las quanto aos riscos.
 
A empresa e a contabilidade tem de caminhar juntas para se ter uma EFD bem feita.
 
 
 
Fonte: Contabilidade na TV (Autor: Carla Lidiane Müller)
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8 a cada 10 executivos enxergam fraudes nas suas empresas

8 a cada 10 executivos enxergam fraudes nas suas empresas
 
Entre executivos de grandes e médias empresas, 82% afirmam que houve casos de fraudes em suas companhias. Há quatro anos, esse número era de 61%, segundo pesquisa feita pela consultoria de riscos Kroll, com 545 membros do alto escalão de corporações por todo o mundo.
 
Todos os entrevistados foram questionados sobre possíveis casos de fraude que foram praticados nas empresas onde atuam nos últimos 12 meses. Os três principais tipos de fraude relatadas por eles foram roubo de ativos físicos (29% dos entrevistados), esquemas envolvendo vendedores da companhia, compradores e fornecedores (26%), e ataques à informação (24%).
Noticia_8_10_Executivos_Enxergam_Fraudes_Empresas_2017
 
Já as motivações variam conforme o país e a região em que estão os entrevistados. No Canadá (54%) e na África Subsaariana (33%) a razão mais citada é o maior contato com o público por meios digitais. Já nos EUA (50%), no Oriente Médio (34%) e no Brasil (29%), o motivo mais mencionado foi a complexidade da infraestrutura de tecnologia da informação.
 
A expansão internacional das empresas é outro fator considerado preponderante para a exposição às fraudes. Essa foi a razão mais apontada pelos executivos brasileiros e colombianos, ambos com 29%, italianos (36%) e indianos (45%).
 
As questões trabalhistas também acabam influenciando nas fraudes. No Reino Unido (47%), na China (55%) e na Rússia (31%), a principal exposição aos golpes seria a alta rotatividade de funcionários. Há ainda a questão mexicana, pois 45% dos entrevistados citaram a terceirização, interna e externa, como incentivos a fraudes.
 
 
 
Abalo moral
 
Entre os principais impactos dessas fraudes estão a moral dos funcionários da empresa fraudada, sua segurança interna e sua privacidade (78%); a moral frente ao cliente, incluídas aí a sensação de segurança e privacidade do comprador ou fornecedor em relação à companhia alvo do golpe (73%); a receita e a continuidade dos negócios (75%); além a reputação (71%).
 
Especificamente sobre a receita, mais da metade dos executivos questionados afirmou que problemas com fraudes podem impactar entre 1% e 3% da receita da empresa. Outros 30% disseram que esse problema afetou menos de 1% dos ganhos, sendo seguidos por 10% dos entrevistados, que disseram ter sentido perdas entre 4% e 6%. Por fim, 3% acham que fraudes empresariais afetam entre 7% e 10% dos rendimentos.
 
 
 
Inimigo íntimo
 
Outra constatação importante da pesquisa é que a maioria das fraudes só acontece porque há funcionários da empresa envolvidos. Entre os executivos entrevistados, 39% deles afirmaram que os golpes foram praticados com a participação de um empregado do baixo escalão.
 
Em seguida vêm os funcionários de alto e médio escalão (30% das respostas). Eles são seguidos de perto por ex-funcionários, agentes ou intermediários e temporários ou autônomos, todos com 27%.
 
Essas respostas levam à outra pesquisa sobre fraudes, mas da KPMG. Nesse levantamento foi constatado que a maioria das fraudes bem sucedidas são praticadas em grupo. Segundo a consultoria, esses golpes duram, em média, cinco anos, e esses grupos atuam mais frequentemente na América Latina e no Caribe (76%) e na África e no Oriente Médio (74%).
 
 
Fraudes setorizadas
 
Os executivos entrevistados afirmaram que as áreas de atuação com maior risco de fraude são as manufatureiras; de transporte, lazer e turismo; além dos serviços profissionais. Todas essas foram citadas por 96% dos executivos. Em seguida estão bens de consumo e recursos naturais, com 92%; e serviços financeiros (91%).
 
As motivações para as fraudes variam conforme a área econômica analisada. Por exemplo, o roubo de ativos físicos e o envolvimento de funcionários e parceiros nessas práticas são as causas mais comuns em cadeias de bens de consumo (28%), serviços financeiros (39%), de recursos naturais (30%), serviços profissionais (30%) e transporte, lazer e turismo (30%).
 
Já a lavagem de dinheiro é mais comum nas cadeias que trabalham com recursos naturais (30%), enquanto as questões regulatórias e as falhas no compliance influenciam com mais frequência nas áreas manufatureira (30%) e de transporte, lazer e turismo (26%). Por fim há o conflito de interesses, que é bem comum quando se atua com commodities (28%) e serviços profissionais (29%).
 
 
 
Fonte: LegisWeb
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Reforma trabalhista: entenda pontos críticos da discussão

Reforma trabalhista: entenda pontos críticos da discussão
 
Além da Reforma Previdenciária, o Governo Federal tem em trâmite no Congresso uma outra medida polêmica: a Reforma Trabalhista. A proposta traz mudanças que mexem com a carga horária de trabalho, férias e até o horário de almoço dos empregados.
 
Especialistas do Direito do Trabalho até veem alguns pontos favoráveis na reforma, mas questionam a forma como o texto está redigido – em especial os trechos que se referem ao Trabalho Temporário. Entre os pontos positivos, estão a manutenção dos benefícios do trabalhador e a revisão de leis por vezes ultrapassadas, já que foram redigidas há muitas décadas.
Noticia_Reforma_Trabalhista_Entenda_Pontos_Criticos_2017
 
O pedido para votação da medida chegou a ser enviado à Câmara dos Deputados poucos dias antes do Natal, mas após a reação da opinião pública, os congressistas recuaram e o assunto deve voltar à pauta ainda no início deste ano. Agora, com a recente eleição de Rodrigo Maia (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara, o projeto deve ganhar caráter de urgência na casa. Afinal, o governo tem pressa em aprovar as medidas.
 
A principal argumentação é que a Reforma irá aumentar o índice de empregos no país. Mas quem é do ramo garante que a história não é bem assim. Com mais de 30 anos de experiência em recrutamento e gestão de temporários, o presidente da Employer, Marcos Aurélio de Abreu, vê o que está além da propaganda governamental. “Da maneira como foi redigido, o Projeto de Lei traz mais dificuldades do que facilidades para o aumento do emprego. E descaracteriza o trabalho temporário ao equipará-lo ao contrato de prazo determinado, tirando a sua flexibilidade de prazo”, alerta Abreu.
 
Vale lembrar que trabalho temporário não é a mesma coisa que terceirização. Trabalho temporário é uma intermediação de emprego feita por uma agência privada, autorizada pelo Governo Federal para recrutar, selecionar e administrar o empregado que vai trabalhar de 1 (um) a 3 (três) meses. Se a empresa utilizadora do temporário ainda não tiver o seu acréscimo extraordinário de serviço suprido em 90 (noventa) dias, a agência pede autorização ao próprio governo para prorrogar por mais 3 (três) meses. Na proposta, o Projeto de Lei amplia o prazo para 120 dias.
 
Esta ampliação pode ser vista como um ponto positivo, já que garante ao trabalhador temporário mais um mês de renda e benefícios proporcionais. Um cenário otimista em um ano em que a economia ainda sofre os efeitos da recessão e desencadeia a redução dos empregos efetivos e também temporários.
 
Em 2016, por exemplo, houve menos contratações para o Natal. Comparado a este período, em anos anteriores, uma empresa contratava, em média, 100 temporários. Este número caiu para 60, devido à crise financeira.
 
Para o presidente da Employer, apesar da mudança enrijecer as regras, ela traz também pontos positivos, como a equiparação salarial entre efetivos e temporários e a consequente valorização destes empregados. “Afinal, muitas vezes, o trabalho temporário é a porta de entrada para o emprego permanente”, conclui Abreu.
 
 
Fonte: Revista Dedução
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Bloco K. ICMS. Nfes e e-Social. Sua empresa está preparada?

Bloco K. ICMS. Nfes e e-Social. Sua empresa está preparada?
 
Levantamento feito pela SYNCHRO, divulgado nesta quarta-feira, 15/02, mostra que mesmo com o cenário político desafiador e o ambiente econômico turbulento, o Estado brasileiro continua focado no aumento de receita, investindo em tecnologia de apuração e cruzamento de dados para garantir uma maior arrecadação com tributos. O Fisco se mantém disposto a aumentar a rigidez das fiscalizações. O estudo enumera quais são os principais desafios fiscais, contábeis e trabalhistas em 2017.
 
 
Mudança no Sistema Harmonizado de Designação e de codificação de mercadorias:
Adotado em mais de 200 administrações aduaneiras, o SH teve um grande número de alterações repercutidas em 2017. Com quase 200 NCMs (Nomenclatura Comum do Mercosul) alteradas, a Tabela Externa Comum (TEC) foi o elemento em que houve mais mudanças.,. Segundo Leonel Siqueira, Gerente Tributário da SYNCHRO: “ Os principais impactos nessa mudança são com relação ao II e ao IPI, já que a Tabela do IPI (TIPI) tem como base de tributação as NCMs decorrentes da TEC. Para não acabar cometendo erros, as empresas devem ficar atentas aos NCMs corretos, além de dar atenção especial à classificação fiscal de suas mercadorias”.
Noticia_Bloko K_ICMS_NFE_e-SOCIAL_2017
 
 
Advento do Bloco K:
Depois de muitas discussões e revisões, finalmente o Bloco K entra em vigor: sua entrega já é obrigatória, fazendo parte da escrituração EFD-ICMS/IPI, desde 01.01.2017, para empresas do tipo Indústria com CNAE 10 a 32 e faturamento anual maior ou igual a R$ 300 mil. O intuito do governo com essa atualização é ter acesso ao processo produtivo e à movimentação completa de cada item de estoque, o que possibilita o cruzamento quantitativo dos saldos apurados eletronicamente via Sped com os informados pelas indústrias, através do livro de inventário, bloco H.
ra Leonel Siqueira, “ a intenção do estado com essa nova obrigação acessória é acompanhar todo o processo produtivo do contribuinte, podendo observar possíveis sonegações no processo”. Para o especialista, “é de fundamental importância se organizar para rever ou, na melhor das hipóteses, manter seus controles internos a fim de garantir a conformidade legal, adequação de seus sistemas fiscais e treinamento de pessoal”.
 
 
Mudanças na restituição ICMS-ST:
A nova sistemática de restituição do ICMS é outra obrigação que teve algumas alterações. Primeiramente, a forma de requerimento da restituição passou a ser feita por escrituração nos registros da EFD-ICMS/IPI, abandonado o formato antigo, em que a restituição era requerida por meio de pedido administrativo. Além da nova forma de solicitação, outra atualização importante no âmbito do ICMS é a obrigação CEST, nova regra que irá “padronizar” o processo de substituição tributária.
O objetivo do Fisco com a tabela CEST é a uniformização e identificação das mercadorias e bens passíveis de sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS, com o encerramento de tributação relativos às operações subsequentes, de acordo com a sua NCM.
Nesse caso, a dica do especialista da SYNCHRO é de que, “as empresas devem ficar atentas ao ‘ritmo digital’ imposto pelo Fisco, garantindo que sua equipe de compliance esteja alinhada com as datas do Estado. Além disso, é importante ficar atento às legislações de cada estado e suas regulamentações, para cada ente federativo, dada à sua, ainda que delimitada, autonomia, tendo certa margem de discrição para legislar acerca deste assunto.
 
 
Alterações da ECF e ECD:
Representando um dos maiores avanços no campo contábil-fiscal dos últimos tempos, a ECF e ECD também passaram por uma série de atualizações. Sofreram acréscimos significativos em seus leiautes, como por exemplo: na ECD ocorreram alterações em sua base estrutural de dados, mudança de regras de validação e obrigatoriedade no preenchimento de significativas informações a exemplo da nova maneira de substituição desta obrigação.
Agora o procedimento é bem mais trabalhoso. Alguns registros terão obrigatoriedade de entrega a partir de 2018, todavia, são de vital observância dada a natureza e complexidade de tal obtenção. Estamos falando acerca do Bloco K: Conglomerados Econômicos. Todos esses processos ocasionam um custo de adequação, principalmente nos sistemas corporativos-fiscais que atendem à entrega de tais obrigações ao Fisco.
Na ECF, a maior mudança foi a criação de um novo bloco, o bloco W, que é responsável pelas informações referentes ao ano calendário de 2016, com data de entrega obrigatória para julho de 2017. O novo bloco W, ou declaração País-a-País faz parte do BEPS (Base Erosion and Profit Shifting), um projeto internacional que tem como objetivo estabelecer políticas e formas de se coibir as fraudes tributárias internacionais. Segundo Leonel, “O bloco W representa a última ação do projeto BEPS e será responsável por informar diversos aspectos tributários das empresas pertencentes ao acordo internacional e grupos multinacionais obrigados à entrega desta obrigação”.
 
 
Documentos Fiscais Eletrônicos:
A principal expectativa das empresas é a migração da versão 3.10 para a 4.0 da NFe, atingindo principalmente os setores de medicamentos e combustíveis. Também, há de se ter muita atenção quanto às alterações decorrentes da incorporação dos novos NCMs, ora mencionados, nestes documentos, além das demais alterações em MDFs e CTes. Para Leonel, “o principal desafio nesse caso é o custo de adequação de seus sistemas origens, como por exemplo, a correta geração dos novos XMLs, conforme requerido nos novos layouts, para serem integrados aos sistemas fiscais de mensageria e armazenamento destes documentos fiscais”.
Temas como e-Social (ainda que com data de entrega definida para janeiro/2018) e Reinf padecem de inúmeras definições por parte do Fisco, sem falar da Reforma Tributária, em especial a unificação das Contribuições Sociais do PIS e da Cofins, que abandonariam seus atuais métodos subtrativos de apropriação de créditos passando a adotar uma metodologia análoga ao ICMS, independentemente do total da nota, todavia, tudo isso ainda é puramente extra-oficial. Embora o ambiente político conturbado e as indecisões do Fisco quanto a prazo, é nítido que as mudanças na legislação fiscal, contábil e tributária brasileira irão manter um ritmo elevado, demandando preparação, planejamento e treinamento prévio para evitar possíveis autuações e inconformidade com os órgãos fiscalizatórios.
 
 
 
Fonte: Convergência Digital
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10 tipos de pessoas que compõem sua equipe

10 tipos de pessoas que compõem sua equipe
 
Líderes são inúteis sem seguidores que estejam dispostos a aceitarem sua liderança. Em particular, eles precisam de um grupo de indivíduos dispostos a aprender com eles enquanto líderes e ajudar na realização dos objetivos. São necessárias grandes lideranças para construir grandes equipes. Isso é necessário em qualquer negócio. No entanto, é mais fácil falar do que fazer. Pesquisas apontam que 60% das equipes de trabalho são falhas. Não é preciso muito esforço para gerenciar máquinas, mas com pessoas é diferente. Não se aperta um botão para que alguém simplesmente siga as instruções. Liderar pessoas é uma atividade que traz consigo vários desafios, já que elas têm diferentes mentalidades, valores e crenças. Esperar que as pessoas apenas façam algo não é uma expectativa realista. Mesmo os melhores gestores têm dificuldade em conseguir a cooperação de todos. Líderes precisam desenvolver uma compreensão clara de pessoas, suas forças e fraquezas, e o que as motiva a trabalharem juntas para atingirem os objetivos da empresa.
Noticia_10_Tipos_Pessoas_Compoem_Equipe_2017
 
Em uma pesquisa realizada pela minha organização, ainda em andamento, eu propus 10 tipos de indivíduos que constituem as equipes. Se você, aleatoriamente, organizar indivíduos em sua organização e estruturá-los em equipes para trabalhar em um projeto, são esses 10 tipos que, na realidade, você terá.
 
 
1. O líder da equipe
O iniciador. Ele começa as coisas. Se você não indicar alguém, eles automaticamente assumem a dianteira. Eles têm espírito de liderança e atuam como gestores. São facilitadores, deixam claros os objetivos e metas, ajudando a atribuir atividades e responsabilidades entre o grupo. Eles têm uma capacidade única de se relacionar com os outros. São extremamente perceptivos e podem gerenciar relacionamentos internos e externos. São colaboradores influentes e mediadores. O líder da equipe consegue se comunicar efetivamente com membros da equipe através da boa escuta e da comunicação verbal e não-verbal. Ele aguenta o tranco e você pode sossegar com ele à frente. No entanto, isso não pode ser uma desculpa para adotar um estilo de liderança laissez faire, já que você é o maior responsável pelos resultados. Verifique o andamento do trabalho com o líder regularmente para garantir que o grupo está indo na direção correta. Sim, o líder da equipe é independente e confiável, mas mesmo assim, precisa ser lembrado de que você é a autoridade. Já vi casos onde o papel de relacionamento do líder sobe à cabeça e ele tenta minar a influência dos gestores, o que fica evidente em reuniões e eventos. É uma boa ideia rotacionar a liderança da equipe regularmente, ou dentro de um espaço de tempo estabelecido. Independente de os líderes terem ou não habilidades observáveis, a rotatividade na liderança é um ótimo método para desenvolver habilidades de liderança em outros membros da equipe.
 
2. O jogador
Eles atuam como conselheiros da equipe, têm vontade de ajudar e são muito diplomáticos. Jogadores espalham positividade pelo escritório. Eles colocam a companhia e seus colegas à frente de si mesmos e trabalham para garantir que a equipe permaneça unida. Eles buscam o consenso. Eles são de fácil abordagem, responsivos e conscientes das forças e fraquezas de todos na equipe. Esses indivíduos são atenciosos e proveem suporte aos membros da equipe ao animá-los: “sim, eu acho que é um bom argumento”; “ajudou bastante”. Os membros da equipe os veem como confiáveis e eles não se envolvem em fofocas. Eles se preocupam com relacionamentos interpessoais no grupo e trabalham duro para manter um bom clima social. Todos podem contar com eles. Eles mantêm a equipe unida, relaxam tensões e promovem harmonia. O jogador é generoso com seu tempo e não tem medo de se desgastar para ajudar um membro da equipe que está com problemas. São bons em persuadir os outros a pular no barco. Eles são voluntariosos e se oferecem para serem mentores dos novos membros. Podem ser bons líderes, mas não necessariamente grandes, já que eles se preocupam com o que os outros pensam deles. Tipicamente não querem ser o chefe. Não pense que eles podem fazer tudo, embora estejam sempre prontos e dispostos. Tente não exigir muito deles, porque eles não sabem dizer ‘não’. Mantenha a motivação deles sempre alta.
 
3. O proficiente
São excelentes no que fazem e são bem informados. Aprendem continuamente e se mantêm a par do que acontece no ambiente. Eles proveem a liderança com atualizações críticas. Se você está indo a uma reunião e precisa verificar algumas informações, procure por eles. O proficiente cria soluções inovadoras. Não apenas pensam fora da caixa, eles pensam no que originou a caixa, porque está posicionada naquele lugar e como o design poderia ser melhorado. Eles recomendam boas ideias e rejeitam as más. Eles podem fazer os demais integrantes da equipe se sentirem menos inteligentes, portanto diga-lhes para não rejeitar as ideias individuais dos outros para que ele não seja visto como um babaca ou acabe reduzindo o feedback.
 
4. O conquistador
Eles só se preocupam em terminar as coisas e apreciar desafios. São focados em resultados e ação. Eles são criativos e têm ideias brilhantes. Frequentemente têm estratégias para melhorar um processo ou aumentar a eficiência da equipe. São orientados a tarefas e pressionam a equipe a aumentar os padrões de performance e usar seus recursos de maneira sábia. Esses indivíduos desenvolvem um plano de execução baseado nos objetivos da companhia. Se a equipe está num passo lento, eles ficam ansiosos por conta dos prazos e metas. Eles querem que a equipe tenha bom desempenho porque sabem que a performance da equipe pode beneficiar ou prejudicar sua própria performance. Eles se voluntariam a encontrar certas informações e dar à equipe a direção e força corretos. Conquistadores têm bastante energia e podem ser zelosos demais – por isso, é bom que você explique que a empresa precisa de todos os fatos antes de precipitar uma decisão. São naturalmente automotivados, portanto tenha em mente a progressão de carreira deles e dê mais responsabilidade, incluindo metas mais ambiciosas. São talentosos, entusiasmados e confiantes. Uma vez que não existam mais oportunidades para crescimento e desenvolvimento, eles vão planejar uma saída estratégica e, eventualmente, deixar a organização. Esses indivíduos, junto com os aprendizes, apresentam a maior taxa de turnover na empresa.
 
5. O corpo-mole
Esses indivíduos não têm grande peso nos resultados e estão sempre distraindo a equipe. Eles têm a maior taxa de absenteísmo e a pior pontualidade. Você não pode depender deles. Se você confia a eles uma tarefa, eles vão se atrasar para a apresentação ou dizer que esqueceram. Têm sempre uma desculpa para tudo e gostam de recomendar outros. Adote uma atitude assertiva ao negociar com eles. Discuta o alinhamento entre os objetivos organizacionais e suas próprias aspirações de carreira. Estabeleça metas com prazos e monitore o progresso. Una responsabilidade com aspirações de carreira. Torne-os responsáveis pelos resultados da equipe. Como resultado de uma má performance, após cada oportunidade que foi dada para que eles melhorassem, é provável que eles sejam convidados a deixar a organização.
 
6. O militante
Eles desafiam verdades. Estão sempre mostrando os porquês de algo não ser realizável ou não funcionar. São úteis para prevenir consensos, já que avaliam criticamente e analisam propostas, ideias e contribuições dos outros da equipe. Eles cavam fundo e são relutantes em aceitar as coisas de cara. No entanto, causam atrasos nas reuniões porque exigem explicações. Você sempre terá de justificar por que um certo curso de ação está sendo tomado. Eles são francos e fazem com que suas vozes sejam ouvidas. Você precisa compreender as razões por trás do seu comportamento. Alguns são genuinamente interessados em chegar aos fatos e querem que o grupo pense criticamente, enquanto outros apenas gostam de criticar. Encará-los é como ir a uma batalha. Eles têm satisfação em encontrar erros. Você precisa se preparar mentalmente. Não confronte. Responda, mas não reaja. Eles são inflexíveis e argumentativos, e isso pode causar atritos no grupo.
 
7. O veterano
São aqueles que estão na organização há um longo tempo e sabem das coisas. Sempre falam para os outros sobre o seu território na empresa e o que funciona ou não funciona. Eles dão vários exemplos tirados da história da organização. Alguns são jogadores, enquanto outros se tornaram desmotivados e desengajados, reduzindo-se ao papel de espectadores, apenas observando tudo de fora. Sua filosofia é “estive lá, fiz aquilo, não leva a lugar nenhum”. Eles podem não se importar em contribuir tanto quanto em estar constantemente observando vacâncias internas ou promoções. Não os atire embaixo do ônibus. Faça com que eles se sintam apreciados e dê a eles o respeito que querem e merecem. Eles trabalharam uma vida inteira pela empresa. Alguns dos aprendizes não eram sequer nascidos quando eles começaram a trabalhar na organização. Eles ainda são um grande ativo. Nem todas as pessoas com grandes ideias têm diploma ou trabalham nas posições mais glamourosas, mas tiram inspiração de experiências reais de mundo, o que pode ser bem mais valioso do que um colaborador com diploma e zero experiência. Um líder sábio irá alavancar a experiência deles e recomendar aprendizado contínuo. Aprender novos sistemas e processos pode ser difícil para os veteranos, que podem preferir se apegar a métodos ultrapassados a abraçar a mudança e inovação. Dê suporte e oportunidades para que eles atualizem suas habilidades.
 
8. O aprendiz
São inexperientes. Alguns podem ter que passar um bom tempo no banco até que absorvam tudo e possam entrar na correnteza. Outros são ansiosos por indicarem suas qualificações acadêmicas e dar uma nova perspectiva. Na maior parte do tempo, eles vão concordar com as sugestões, porque não querem ser vistos como causadores de problemas. Dê treinamento, coaching e mentoria. É mais fácil fazê-los se adequar à cultura organizacional nesse estágio inicial da carreira. Trabalhe mais próximo a eles à medida em que forem impressionáveis. Você não quer que militantes e desmotivados veteranos influenciem negativamente a perspectiva dos aprendizes sobre construir um futuro na organização.
 
9. O sabe-tudo
Eles acham necessário compartilhar todas as opiniões. Eles se veem como pessoas de referência. Se existe um problema, eles têm a solução; se existe uma pergunta, eles têm a resposta. Falam demais e interrompem os outros. Eles são egoístas, tendem a monopolizar conversas e negligenciam as opiniões dos outros. Eles sempre querem intervir para corrigir alguém. Infelizmente, isso força os outros membros da equipe a ficarem quietos, mesmo que eles tenham o que acreditem ser uma boa ideia. A equipe secretamente vê o sabe-tudo como alguém irritante. Boa parte de suas contribuições não têm relevância. Eles vão conduzir a todos em círculos para chegarem ao mesmo ponto. A maior parte da equipe não está disposta a confrontá-los porque é impossível vencer uma discussão com eles. Sua crença de que não podem errar faz deles pouco receptivos a críticas construtivas. Líderes podem inscrevê-los em sessões de treinamento para técnicas de comunicação. Às vezes é necessário fazer com que eles percebam que esse comportamento está tendo um efeito negativo no restante da equipe. Infelizmente, eles podem perceber isso como um ataque pessoal motivado por inveja da liderança e da gerência.
 
10. O individualista
Esse tipo de colaborador é independente e confiante. Fica na dele e evita atividades em grupo. Se você organizar um evento fora do escritório, os individualistas não irão, a não ser de forma compulsória. A maior parte da equipe sabe muito pouco sobre eles. São quietos e reservados, mas muito observadores. Só dão feedback quando alguém pede – ou manda. Alguns individualistas são introvertidos e têm dificuldade em socializar no grupo, enquanto outros são simplesmente egoístas. Eles preferem trabalhar por conta própria. Isso pode acontecer por experiências pregressas negativas em grupos. Gradualmente, pressione-os a participar em atividades em equipe que ajude a construir confiança e alinhá-los a equipes onde colaboração é mandatória.
 
 
É importante observar que alguns tipos se sobrepõem e, às vezes, uma pessoa exerce mais de um papel. Encorage todos os membros da equipe a falar durante as reuniões. Não se incline a apenas uma pessoa ou à voz mais alta. Faça com que todos se envolvam. Diferentes tipos de personalidade se comunicam de diferentes maneiras. Aprenda como as pessoas gostam de contribuir e foque nas suas forças. Veja quem prefere contribuir por trás dos panos e quem gosta de ficar no palco. Não subestime um membro da equipe que não é muito falante quando está no meio do grupo, mas que mais tarde procura você para falar separadamente.
 
Uma equipe forte começa com liderança efetiva. Conheça sua equipe e forme relacionamentos com ela. Aprenda mais sobre cada membro da equipe e o que os motiva. Quando você souber todas as habilidades dos membros, seus valores e crenças, você terá uma compreensão de como eles trabalham melhor e estará mais apto a gerenciar conflitos. Você é tão forte quanto sua equipe. Um trabalho em equipe eficaz reside no coração do sucesso da organização. Grandes líderes entendem que eles são tão bons quanto seu elo mais fraco. Então eles trabalham para construir uma equipe forte, eficiente e produtiva.
 
 
 
Fonte: Administradores (Autor: Brigette Hyacinth)
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Entenda por que as empresas devem ficar atentas ao direito à desconexão

Entenda por que as empresas devem ficar atentas ao direito à desconexão
 
O uso do celular atingiu níveis muito altos no Brasil. Atualmente, o País tem mais linhas ativas do que habitantes. Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil atingiu quase 281 milhões de linhas telefônicas móveis.
 
Além disso, em 2016, a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que o uso de internet via celular havia ultrapassado, pela primeira vez, o computador tradicional.
 
O crescimento elevado do uso destes aparelhos tem alterado meios de comunicação tem a relação entre as empresas e seus colaboradores no que diz respeito ao bom senso de utilização fora do horário de trabalho para questões que envolvam o dia-a-dia profissional.
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As novas formas de comunicação dentro de pequenas, médias e grandes empresas têm gerado uma tímida preocupação com o chamado ‘Direito à Desconexão’, ou seja, o de não exigir a conexão permanente dos colaboradores com as atividades e responsabilidades profissionais, além do horário de trabalho, por meio de mensagens de celular, aplicativos, sistemas de e-mail, telefone fixo, rádios comunicadores, entre outros meios, como revela a advogada Viviane Castro Neves, sócia gestora do escritório Advocacia Castro Neves.
 
“O Direito à Desconexão não se confunde com o sobreaviso, com a falta de gozo de 60 minutos do intervalo para refeição e descanso de uma hora ou da fruição regular de férias. É mais amplo e não possui previsão legal específica”, diz. “Atualmente, as empresas devem se preocupar com o direito à desconexão em razão da utilização indiscriminada dos novos meios de comunicação e do próprio comportamento dos colaboradores”, esclarece a especialista. “Na maioria dos casos, não é a empresa e, sim, os próprios empregados, como indivíduos, que precisam aprender a desconectar-se e a respeitar o direito de desconexão do outro”, completa.
 
De acordo com a advogada, a preocupação com a desconexão dos colaboradores deve estar na pauta das políticas de gestão de pessoas das empresas no Brasil. Hoje, já existem algumas ações na Justiça discutindo o direito à desconexão. “Na maioria dos casos, ocorrendo a violação do direito à desconexão nos períodos de descanso, os empregados podem alegar que adquiriram doença profissional e requererem indenizações por dano moral, dano existencial, horas extras e/ou pagamento em dobro das férias”, comenta.
 
 
Condenação
 
Baseado no princípio constitucional da dignidade da pessoal humana, o desembargador Dr. Luiz Otávio Linhares Renault, da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Minas Gerais, condenou uma empresa ao pagamento de R$ 10 mil a título de indenização por dano moral existencial.
 
“Viver não é apenas trabalhar; é conviver; é relacionar-se com seus semelhantes na busca do equilíbrio, da alegria, da felicidade e da harmonia, consigo própria, assim como em todo o espectro das relações sociais materiais e espirituais”, destacou o julgador, ponderando que quem somente trabalha dificilmente é feliz. Assim como não é feliz quem apenas se diverte. “A vida é um ponto de equilíbrio entre trabalho e lazer”, registrou o desembargador.
 
 
Como não descumprir o direito
 
Para evitar o descumprimento do direito à desconexão, as empresas podem tomar alguns cuidados. Confira quais são:
 
1) Políticas de prevenção
É importante que a empresa aplique políticas de prevenção. A companhia deve se preocupar com o tema e estabelecer mecanismos e procedimentos para que seja observado o direito à desconexão;
 
2) Sistemas de TI
As senhas de acesso a bancos de dados, e-mails, celulares corporativos e outros meios de comunicação que possam ser acessados fora do horário de trabalho podem ser bloqueadas nos períodos de descanso;
 
3) Plantões
para suprir a ausência do colaborador no período legal de descanso, a empresa pode criar sistemas de plantões para emergências, onde somente o plantonista ficará conectado. Nestes casos, deverá a empresa oferecer a devida compensação ou contraprestação pecuniária a este profissional;
 
4) Política de gestão
Crie uma comunicação clara e direta entre os gestores e seus subordinados para que não haja o desmedido contato com os colaboradores via celular fora do horário de trabalho. Caso seja necessário solicitar uma tarefa que demande mais tempo do que o colaborador ainda tem para encerrar a jornada diária, deixe claro que o trabalho é para o dia seguinte.
 
 
 
Fonte: IG – Economia
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma
 

Receita notifica 14 mil empresas por sonegação

Receita notifica 14 mil empresas por sonegação
 
Ontem começou a primeira etapa do Projeto Malha Fiscal da Pessoa Jurídica, com foco em sonegação fiscal relativa à Contribuição Previdenciária. O objetivo da Receita Federal é informar às empresas que diferenças em valores declarados à Receita Federal acarretaram sua inclusão em malha. Nesta primeira etapa, cerca de 14 mil empresas serão alertadas por meio de carta enviada para o endereço cadastral.
 
Os indícios verificados na referida operação apontam que os contribuintes, que não são optantes pelo Simples Nacional, incidiram em malha por prestar informação incorreta, declarando-se como optante, na Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social – GFIP, e assim não apuraram a Contribuição Patronal de 20%, nem o valor do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa Decorrente dos Riscos do Ambiente de Trabalho (GILRAT) sobre o valor da folha de salários.
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Correções
 
Se houver erro nas informações fornecidas ou pagamento a menor da contribuição previdenciária, o contribuinte poderá se autorregularizar, corrigindo a pendência até o início do procedimento fiscal, previsto para março de 2017. Informações sobre as diferenças encontradas pela Fiscalização, bem como orientações para a autorregularização, podem ser consultadas em extrato disponível no sítio da Receita Federal na internet (www.rfb.gov.br). O acesso deve ser feito por assinatura digital válida (e-CAC)
 
O total de indícios de evasão tributária verificado nesta operação, apenas para o ano de 2013, é de aproximadamente R$ 511 milhões, para todo o País. As empresas que ainda não foram intimadas, ao identificarem equívoco na prestação de informações à Receita Federal, podem espontaneamente promover a autorregularização e, assim, evitar as autuações com multas que podem chegar a 225%, além de representação ao Ministério Público Federal por crimes de sonegação fiscal entre outros.
 
 
 
Fonte: O Estado CE
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