Ataque hacker ao STJ é o pior da história do Brasil; entenda

Ataque hacker ao STJ é o pior da história do Brasil; entenda
 
 
O Superior Tribunal de Justiça (STJ), um dos quatro tribunais superiores do País, acionou a Polícia Federal na terça-feira (3) para investigar a ocorrência de um ataque hacker aos seus sistemas. Hoje, (05), uma fonte ligada ao tribunal contou ao Bastidor que trata-se de uma situação gravíssima, com toda a base de dados do Tribunal criptografada, completamente inacessível para cidadãos e funcionários da Corte.
 
O Bastidor fala ainda que empresas terceirizadas, bem como a PF, estão tentando descriptografar os servidores do STJ, mas não parece haver qualquer indicação no momento de que os técnicos contratados consigam realizar a tarefa nos próximos dias. A situação é ainda pior porque até mesmo os backups do Tribunal foram criptografados pelos criminosos.
 
Com isso, o SJT está totalmente às escuras no momento, sem acesso a um imenso e histórico acervo de processos judiciais. O ataque é certamente o mais grave já deflagrado a uma instituição do Estado brasileiro na história do país.
 
 
O que aconteceu
 
Segundo informações do G1, um relatório da área de tecnologia da Corte, obtido pela TV Globo, revela que uma indisponibilidade do sistema ocorrida por volta das 15h da segunda-feira (02) determinou a interrupção dos julgamentos. Os técnicos do tribunal identificaram um ataque externo e passaram a avaliar a extensão dos danos.
 
A princípio, foi feita uma verificação no sistema interno de proteção de rede, mas depois os técnicos verificaram que a origem do erro era o servidor onde estão hospedados quase todos os sistemas do STJ. Somente à noite, foi detectado um arquivo com características compatíveis com um vírus, criado alguns minutos antes.
 
O relatório técnico esclarece que uma nova análise, desta vez realizada pelo suporte do fabricante dos equipamentos, confirmou que a falha ocorreu por causa “de um ataque cibernético que comprometeu a integridade dos arquivos do sistema”. Todos os sistemas da Corte estão inoperantes, incluindo comunicações por email, desde o ataque.
 
 
Providências Tomadas
 
Mais tarde, novos ataques foram descobertos, cujo destino seria a área de backup dos sistemas, segundo o documento. Foi então determinado que fossem derrubados os links de acesso à internet do STJ e o bloqueio de todos os usuários que haviam utilizado a rede nas últimas 24 horas..
 
No momento, os técnicos estão trabalhando para recuperar o sistema, através de backups armazenados em fitas. Durante a pandemia, todas as sessões de julgamento do STJ estão sendo realizadas por videoconferência.
 
O ministro Humberto Martins, que assumiu a presidência da Corte em agosto passado, enviou mensagem aos demais ministros, cancelando todas as sessões de julgamento virtuais e/ou por videoconferência, até que seja restabelecida a segurança no tráfego de dados do tribunal.
 
Martins também recomendou que ministros e servidores evitem ligar computadores, mesmo pessoais, que possuam algum tipo de conexão com os sistemas informatizados da Corte, e que até os emails sejam evitados até que a situação se normalize.
 
 
 
Fonte: Tecmundo
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

PIX: criminosos se aproveitam do lançamento para criar 30 domínios falsos na internet e aplicar golpes

PIX: criminosos se aproveitam do lançamento para criar 30 domínios falsos na internet e aplicar golpes
 
 
No primeiro dia de cadastro das chaves Pix, na segunda-feira, quando mais de 3,5 milhões de usuários fizeram o registro no novo sistema de pagamentos e transferências, foram identificados 30 domínios falsos que se utilizam do novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central para aplicar golpes.
 
Apesar de alguns desses endereços eletrônicos ainda não estarem no ar, eles indicam que existe a intenção por parte de criminosos de usar o tema do Pix para cometer fraudes, segundo Fabio Assolini, analista de segurança da Kaspersky.
 
Entre 3 a 8 de abril, na ocasião do início do cadastramento para o auxílio emergencial, a Kaspersky identificou mais de 100 domínios falsos, o que significa uma média de 17 novos domínios por dia naquele período.
 
 
Considerando que no primeiro dia do cadastramento para o Pix já foram 30 endereços, a expectativa é que a tentativa de golpes seja ainda maior desta vez.
 
— O registro de domínios é o primeiro estágio dos golpes. Com esse domínio registrado, o criminoso vai operacionalizar o golpe, que pode ser feito de diversas maneiras. O site pode distribuir um arquivo malicioso, ou os golpistas podem criar um site falso que vai pedir as credenciais de acesso ao serviço bancário. Ou ainda uma página falsa que vai pedir dados pessoais, que são usados como chaves no Pix — explica Assolini.
 
A segunda etapa dos golpes, de acordo com o analista, é o envio de mensagens por e-mail, SMS ou até mesmo pelo Whatsapp, se passando pelo banco. É o chamado “spam”. Em geral, os criminosos utilizam os mesmos canais usados pelos bancos para se comunicar com os clientes. Nesse contato, os golpistas pedem que as vítimas cliquem em um link, que irá direcioná-los ao site falso.
 
— Tem usuário que vai bater o olho e perceber que o site é falso. Outros, não. Na dúvida, não confie no seu conhecimento. Delegue esse julgamento para um software de segurança. Quando se tem um antivírus instalado no celular ou computador, ele vai bloquear o acesso a essas páginas falsas. Hoje, os melhores antivírus do mercado são gratuitos, e aí é mais fácil estar protegido — aconselha Assolini.
 
 
Fonte: Época Negócios
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

PIX: 9 coisas que você tem de saber antes de se cadastrar

PIX: 9 coisas que você tem de saber antes de se cadastrar
 
 
Transações poderão ser feitas por meio de QR Code ou com base na chave cadastrada; sistema vai oferecer mais velocidade em relação ao sistemas de pagamento (Crédito: Divulgação)
 
O Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central teve o início oficial de cadastramentos nesta segunda-feira (5) e essa é a primeira etapa de funcionamento daquilo que promete ser uma revolução no internet banking brasileiro. O Pix entra em funcionamento dia 16 de novembro e aqui estão os principais pontos para você saber como vai funcionar o Pix.
 
Com o Pix, os clientes de qualquer instituição financeira cadastrada no BC podem realizar operações como transferência e pagamentos a qualquer hora do dia independente do expediente bancário. Basta ter a chave de endereçamento da pessoa para quem será enviado o dinheiro e o valor cai na conta dela logo em seguida.
 
+ Instituições aptas para o Pix saltam de 11 a quase 700+ Pessoas físicas não poderão ser cobradas por uso do Pix+ Empreendedores individuais não terão tarifa para usar o Pix
 
Mais de 677 bancos, fintechs e cooperativas já estão cadastradas no Pix e recebendo cadastro de chaves dos clientes que atende.
 
Tire aqui eventuais dúvidas que você possa ter sobre o funcionamento do Pix:
 
Quando o Pix vai começar a funcionar?
A fase de cadastro das chaves teve início nesta segunda-feira (5) e as operações envolvendo o sistema de open banking do Banco Central terão início no dia 16 de novembro.
 
Como cadastrar as chaves?
Para cadastrar a chave de identificação, basta acessar o aplicativo do banco onde você possui conta, procurar o espaço onde está a seção Pix e fazer o registro vinculando número de celular, e-mail, CPF/CNPJ, ou um EVP, uma sequência alfanumérica de 32 dígitos que possibilitará a criação do QR Code e evita que suas informações sejam passadas a desconhecidos.
 
Esses dados ficarão registrados em uma plataforma operada pelo Banco Central, o Diretório Identificador de Contas Transacionais (CICT).
 
Como vai funcionar?
O Pix não vai depender do expediente bancário, o que significa que após as 16h (horário de encerramento da maioria das agências) todas os pagamentos e transferências vão cair na conta de quem vai receber o dinheiro. Atualmente os valores só caem instantaneamente em transações no mesmo banco, ou em contas digitais, no mais, os usuários ficam dependendo da transferência eletrônica disponível (TED), que leva duas horas para ser compensada, ou o documento de ordem de crédito (DOC), liquidado apenas no dia útil seguinte.
 
As transações poderão ser feitas por meio de QR code, ou com base na chave cadastrada pelo cliente (celular, e-mail, CPF/CNPJ, ou EVP).
 
O Pix só vai funcionar para quem possuir conta no banco?
Segundo o Banco Central, o consumidor não precisa ter conta em banco para realizar a transferência. Basta abastecer a carteira digital do Pix – que vai funcionar como uma conta digital – para enviar e receber o dinheiro.
 
Quanto será cobrado por transferência ou pagamento?
Os bancos estão proibidos, pelo menos neste primeiro momento, de cobrarem tarifas para pessoas físicas e MEIs. O BC deixou em aberto a possibilidade de cobrança de tarifas no caso de operações envolvendo empresas, mas isso ficará sob critério dos bancos.
 
Posso cadastrar as chaves em outros bancos?
Segundo o Banco Central, os clientes pessoas físicas podem ter 5 chaves para cada conta do qual forem titular, enquanto os clientes pessoa jurídica podem ter 20 chaves para cada conta do qual forem titular
 
As transações terão um limite de valor?
Por enquanto não, mas os bancos poderão estabelecer um valor máximo de pagamentos e transferências como forma de diminuir o risco de fraudes. A tendência é que os bancos sigam os critérios estabelecidos em operações TED e DOC.
 
Qual a vantagem de ter o Pix?
O Pix potencializa o que já acontece em bancos digitais e transferências entre contas da mesma instituição, que é a rapidez com quem os valores são recebidos. Ele desamarra a necessidade de os clientes dependerem do expediente bancário para receberem dinheiro e coloca o Brasil na rede das transações 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriado.
 
Além disso, não há cobrança de valores extra, como no sistema TED e DOC.
 
Quantas instituições financeiras estarão no Pix?
Até o momento, 677 instituições bancárias, entre bancos, fintechs e cooperativas, estão aptas a receberem o cadastro de chaves para o Pix. O Banco Central está atualizando aos poucos a lista de instituições que já foram liberadas e você pode conferir se a sua já está no sistema clicando aqui.
 
 
Fonte: Istoedinheiro
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Justiça de São Paulo aplica LGPD em condenação com relação ao tratamento inadequado de dados pessoais

Justiça de São Paulo aplica LGPD em condenação com relação ao tratamento inadequado de dados pessoais
 
 
Após um período de incertezas com relação à vigência da Lei Geral de Proteção de Dados, a Lei está vigente e temos uma primeira decisão judicial que usa referida lei como base para condenação.
 
Uma grande Construtora foi condenada em razão do uso inadequado de dados pessoais. Transcrevemos abaixo parte da sentença que fala explicitamente da Proteção de Dados Pessoais.
 
“Patente que os dados independentemente de sensíveis ou pessoais (art. 5º, I e II, LGPD) foram tratados em violação aos fundamentos de sua proteção (art. 2º, LGPD) e à finalidade específica, explícita e informada ao seu titular (art. 6º, I, LGPD). O contrato firmado entre as partes prescreveu apenas a possibilidade de inclusão de dados do requerente para fins de inserção em banco de dados (“Cadastro Positivo”), sem que tenha sido efetivamente informado acerca da utilização dos dados para outros fins que não os relativos à relação jurídica firmada entre as partes. Entretanto, consoante prova documental acima indicada, houve a utilização para finalidade diversa e sem que o autor tivesse informação adequada (art. 6º, II, LGPD).”
 
Em que pese a falta de regulamentação da Lei e mesmo uma estruturação para a Autoridade Nacional de Dados a Lei está vigente, sendo de suma importância que as empresas que tratam Dados Pessoais adequem seus processos e façam o devido aculturamento da Proteção de Dados.
 
Veja a decisão: https://www.conjur.com.br/dl/compartilhar-dados-consumidor-terceiros.pdf
 
 
Fonte: Conjur
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma
 
 
 

Covid-19: Ataques de ransomware no Brasil cresceram 3,5 vezes desde janeiro, diz pesquisa

Covid-19: Ataques de ransomware no Brasil cresceram 3,5 vezes desde janeiro, diz pesquisa
 
 
Segundo a Kaspersky, a pandemia de Covid-19 não passou despercebida pelos malfeitores. Os ataques de “ransomware”, modalidade de cybercrime onde o malfeitor criptografa todos os arquivos no computador da vítima e exige o pagamento de um resgate para devolvê-los, cresceram 3,5x no Brasil desde janeiro deste ano.
 
A maior quantidade de pessoas trabalhando remotamente, em regime de home office, contribuiu para a alta. De acordo com Fabio Assolini, analista de segurança da Kaspersky, o motivo é que na pressa de implantar soluções de acesso remoto muitas empresas se esqueceram de reforçar a segurança dos seus sistemas, se tornando “alvos fáceis”.
 
Outro problema é que em muitos casos funcionários estão usando seus próprios computadores para o trabalho. Estas máquinas, não gerenciadas, podem ter sistemas operacionais desatualizados ou não ter uma solução de segurança instalada, o que as deixa vulneráveis.
Curva de crescimento nos ataques de ransomware no Brasil em 2020. Fonte: Kaspersky. 
No âmbito pessoal, a empresa tem visto um crescente número de golpes de phishing, especialmente os disseminados via WhatsApp. As mensagens, que tentam se passar por promoções, alertas do governo ou informações sobre a doença, invariavelmente levam a sites controlados por malfeitores.
 
Na melhor das hipóteses a vítima será bombardeada com propagandas gerando lucro para os malfeitores com as visualizações. No pior, pode ser induzida a divulgar informações pessoais que podem levar a prejuízo financeiro ou roubo de identidade.
 Ataques de Phishing relacionados à Covid-19 no Whatsapp. Fonte: Kaspersky.
 
Para proteger sistemas corporativos, Assolini recomenda que empresas direcionem todo o tráfego dos funcionários para seus sistemas por uma VPN segura. Além disso, devem realizar o controle estrito de acesso à informação (evitando que funcionários acessem informações que não são relacionadas a seu setor ou atividade), usar sistemas de autenticação em dois fatores para login, criptografar discos, controlar atualizações e usar um sistema anti-malware adequado para as necessidades da empresa.
 
 
 
Fonte: Olhar Digital
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Covid-19: HC corre para ter inteligência artificial que ache Covid-19 em tomografia

Covid-19: HC corre para ter inteligência artificial que ache Covid-19 em tomografia
 
 
Com as vítimas de Covid-19 prestes a inundar a rede pública de saúde, o Hospital da Clínicas em São Paulo está correndo para ter um sistema de IA (inteligência artificial) que identifique o coronavírus usando a tomografia de pacientes.
 
Como os testes laboratoriais estão em falta, a técnica pode até ser usada para diagnosticar doentes, mas a aposta é que ela sinalize quem tem maior urgência no tratamento. O projeto está sendo acompanhado de perto pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), que quer implementar em todo o país.
 
Um algoritmo complexo como este demora entre seis meses e um ano para ser criado. Mas, por causa da urgência, a expectativa é que esteja operacional em um mês.
 
Para se ter ideia da agilidade dos trabalhos, as plataformas iniciais começam a ser testadas já nesta quarta-feira (25), enquanto uma versão inicial deve estar rodando dentro de uma semana.
 
O desenvolvimento é feito em conjunto pelo HCFMUSP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo), pelo InRad (Instituto de Radiologia da USP) e pelo Hospital Sírio Libanês e pela empresa de serviços Deloitte, que estrutura o projeto.
 
As tomografias computadorizadas são o principal exame para mostrar o estado dos pulmões atingidos por doenças respiratórias. No caso do coronavírus, a aparência é de que os órgãos apresentam aspecto de vidro fosco, com maiores concentrações nas laterais, periferia e na base.
 
É esse padrão que a IA vai buscar ao analisar esses exames. “É o comprometimento pulmonar que acaba levando o paciente à morte”, diz Giovanni Guido Cerri, presidente do Conselho Diretor do InRad e membro da Comissão de Inovação do HCFMUSP.
 
Por enquanto, os pesquisadores reuniram tomografias de quase uma centena de pacientes com covid-19, realizadas pelo HC, Instituto Fleury e Hospital Sírio Libanês.
 
Ainda que seja usado para checar os já doentes, o exame passou a ser pedido por quem quer só saber se já contraiu covid-19, justamente por não encontrarem testes específicos para o coronavírus.
 
A falta é tamanha que o Ministério da Saúde indica testar apenas os que estão internados e em estado mais grave. “Tomografia virou um jeitinho. Ela não é indicada para assintomático, mas muita gente está pedindo tomografia porque estamos com dificuldade de fazer os testes, diferentemente da Coreia do Sul, Estados Unidos e China”, comenta Nomura.
 
E o resultado até sai mais rápido. “A tomografia acaba até antecipando o teste, que às vezes não é feito ou demora para ter resultado. Não raro, demorou seis dias nas últimas semanas”, diz Cerri.
 
Nesses casos, o diagnóstico de coronavírus não pode ser feito exclusivamente com base na tomografia. É preciso atestar que a pessoa possui outros sintomas, como tosse seca, febre e dificuldade para respirar.
 
Até agora, os casos da doença estavam sendo tratados na rede privada. Mas os médicos acreditam que os hospitais públicos começarão a receber muitos doentes. Só o HC reservou 900 leitos para receber enfermos, dos quais 200 são na UTI. Dentro desse quadro de possível caos, a IA será uma importante aliada.
 
A criação dessa plataforma de análise inteligente vai acontecer em duas frentes, diz Marco Bego, diretor executivo do InRad e Diretor do InovaHC. Já nesta quarta-feira testarão três algoritmos prontos que leem tomografia: um criado na China pela gigante das telecomunicações Huawei, outro desenvolvido por universidades espanholas e um terceiro, feito por uma startup brasileira.
 
Em paralelo a isso, será desenvolvido do zero um algoritmo próprio. As plataformas candidatas a abrigar essa iniciativa são as da Amazon e da Siemens, com quem o governo do Estado de SP já tem contrato.
 
“Se um desses algoritmos que a gente testar estiver com a assertividade atestada, a gente quer em menos de 30 dias estar com ele já operacional”, diz Bego. Um trabalho desses costuma demorar entre seis meses e um ano, destaca Nomura. “Se levarmos seis meses esse algoritmo não seria tão útil.”
 
A partir daí, o serviço será atualizado. Ele também processará dados clínicos, de idade e de sexo para prever qual paciente terá mais risco de melhorar. “No futuro, a IA poderá ajudar os médicos a direcionar qual paciente vai pra UTI, pra semi-intensiva e qual vai para casa.
 
 
 
Fonte: Tilt
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

IBM vai usar supercomputadores para pesquisar cura para coronavírus, em parceria com governo dos EUA

IBM vai usar supercomputadores para pesquisar cura para coronavírus, em parceria com governo dos EUA
 
 
A companhia atuará em parceria com o Escritório de Política Científica e Tecnologia da Casa Branca e com o Departamento de Energia dos EUA para lançar o Covid-19 High Performance Computing Consortium, informou Dario Gil, diretor da IBM Research.
 
O projeto usará os recursos poderosos dos supercomputadores para ajudar os pesquisadores na análise da progressão da doença e no desenvolvimento de novos tratamentos ou uma possível vacina contra o coronavírus.
 
“Esses sistemas de computação de alto desempenho permitem que os pesquisadores executem um número muito grande de cálculos em epidemologia, bioinformática e modelagem molecular”, afirma Gil. “Esses experimentos levariam anos para serem concluídos se trabalhados à mão, ou meses, se feitos em plataformas de computação tradicionais mais lentas.”
 
Quer receber as notícias de Época NEGÓCIOS pelo WhatsApp? Clique neste link, cadastre o número na lista de contatos e nos mande uma mensagem. Para cancelar, basta pedir. Ou, se preferir, receba pelo Telegram. É só clicar neste link.
 
A iniciativa deve analisar projetos de pesquisa de cientistas do mundo inteiro e vai disponibilizar o poder dos supercomputadores para que os estudos sejam feitos. Os pesquisadores também terão acesso à assistência técnica durante o projeto.
 
Serão utilizados 16 sistemas de supercomputação da IBM, que estão hoje instalados em laboratórios nacionais, universidades e empresas como Amazon, Google e Microsoft. Os projetos serão aprovados por un conselho composto por líderes da indústria de tecnologia e funcionários do Departamento de Energia e da Casa Branca.
 
Além da parceria com a Casa Branca, a IBM possui outro supercomputador atuando no combate ao vírus, o Summit. A máquina tem ajudado cientistas a identificar combinações de substâncias que podem potencialmente curar a covid-19.
 
 
 
Fonte: Época
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

LGPD: Consentimento e legítimo interesse: faca de dois gumes

LGPD: Consentimento e legítimo interesse: faca de dois gumes
 
 
O ser humano busca intuitivamente identificar referências salvadoras nos momentos de pressão e tensão, como este que estamos vivendo, em uma contagem regressiva para a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
 
Fora as “balas de prata” que oportunamente surgem em praticamente todas as ocasiões (e que a maioria das pessoas gosta de acreditar que existam, explicando a longevidade do snake oil 1 no velho oeste norte-americano), temos testemunhado o fortalecimento de dois argumentos para o tratamento de informações pelos controladores: o consentimento e o legítimo interesse.
 
O consentimento é o mais simples de entender, pois, como o nome diz, permite que o operador cadastre informações do titular de dados e prossiga no atendimento para o qual supomos haver (legítimo) interesse. Um exemplo: quando alguém baixa um app e após a instalação abre-se um texto enorme, com um quadrinho que temos de marcar com um “x”, para poder usar o serviço: o “x” (em tese) é o consentimento.
 
“O consentimento não é um ‘cheque em branco’, que permite ao controlador o uso indiscriminado dos dados de seus clientes ou funcionários. Trata-se mais de um ‘certificado de autenticidade’ de coleta, evidenciando que as informações foram prestadas de boa vontade, pelo seu titular”
Fácil, correto? Aliás, ao consentir no uso de seus dados pelo controlador, o titular estaria, a princípio, assumindo os riscos por eventual mau uso que o controlador realizar, mas vale lembrar que o consentimento pode ser revogado pelo titular! Você sabia disso?
 
O enorme problema decorrente do consentimento é que, a partir deste momento, quem recebeu as informações acaba de se comprometer como fiel depositário, sendo obrigado a guardar, proteger e mantê-las em um ambiente seguro, caso queira continuar prestando seu serviço e evitar penalidades, se esses dados vierem a ser vazados ou expostos.
 
O consentimento não é um “cheque em branco”, que permite ao controlador de dados o uso indiscriminado dos dados de seus clientes ou funcionários. Ao meu ver, trata-se mais de um “certificado de autenticidade” de coleta, evidenciando que as informações foram prestadas de boa vontade, pelo seu titular.
 
E o legítimo interesse? Bom, esse é um conceito vago e generalista, devendo ser a principal justificativa que será adotada pelas empresas para tratamento de dados pessoais no Brasil. Só que, neste caso, o risco é assumido pelo controlador de dados, em vez de pelo titular.
 
De acordo com a LGPD, nem todo interesse do controlador é legítimo. Entretanto, falta clareza na própria lei para definir as referências que devam ser usadas para definir se o legítimo interesse foi corretamente aplicado.
 
Isso deverá ser feito pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANDP), que, a propósito, vai ter muito trabalho para cobrir as brechas que diariamente surgem, colocando os controladores em situações duvidosas.
 
 
Lucro é legítimo interesse?
 
Imagine que, ao longo de quase 200 palestras que ministrei desde o fim de 2018, várias pessoas me perguntaram se o objetivo de lucro das empresas não é um “legítimo interesse”. Invariavelmente sempre começo a responder esclarecendo que não sou advogado e que meu objetivo é auxiliar as organizações a implementar os mecanismos de controle que a lei requer, baseado no ajuste de procedimentos operacionais e implementação dos itens de Segurança de Informação cuja maturidade não tenha se mostrado satisfatória.
 
“A princípio, muitas empresas deverão optar pela justificativa do legítimo interesse para tratar os dados de seus clientes. Prevejo uma série de abusos que culminará na definição mais estreita do que será esse legítimo interesse, pela ANPD. Nisso, provavelmente muitas empresas, que não têm nada a ver com esses abusos, terão que rever suas estratégias e atualizar seus conceitos”
E, em seguida, esclareço que tenho minha própria opinião acerca de vários pontos da lei que, apesar de estarem sendo defendidos por alguns advogados “xiitas”, com base na jurisprudência do GDPR (e portanto inaplicável diretamente pelo jurídico brasileiro), poderiam ser facilmente derrubados em uma exposição técnica.
 
Por exemplo: alegar que um IP ou número de celular é um dado privado, porque (de acordo com esses advogados) é possível chegar à identidade de seu titular, é insano. Posso usar um cadastro fake em uma Starbucks e o IP que usei não só impede me identificar como, daqui a algumas horas, estará sendo usado por outra pessoa de qualquer outro lugar daquela região.
 
Na minha família, contratei um plano familiar, onde os quatro números estão em meu nome. Como então poderiam ser dados pessoais dos dois filhos e sua mãe?
 
Os “xiitas” respondem que meus exemplos são “exceções” e que a lei deve estar alinhada à regra. Duvido seriamente disso, especialmente com a quantidade de linhas que pertencem a empresas, nas mãos de funcionários, e das redes wi-fi gratuitas pelo mundo. Sempre digo que, dependendo da profundidade da investigação, qualquer dado é privado, pois permite chegar ao seu titular.
 
Opa, já ia me deixando levar pelo sentimentalismo: e o lucro, ele pode ser usado como legítimo interesse? Fernando Marinho usa e abusa do princípio de Segurança de Informação de que “o que não é proibido é permitido”. Logo, a princípio, muitas empresas deverão optar por essa justificativa para tratar os dados de seus clientes.
 
O que o autor também prevê é uma série de abusos que culminará na revisão, ou melhor, da definição mais estreita do que será esse legítimo interesse, pela ANPD. Nisso, provavelmente muitas empresas, que não têm nada a ver com esses abusos, terão que rever suas estratégias e atualizar seus conceitos.
 
 
 
Fonte: Portal SERPRO
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Avast está vendendo dados sensíveis de usuários, aponta investigação

Avast está vendendo dados sensíveis de usuários, aponta investigação
 
 
O Avast é um dos softwares antivírus mais populares atualmente. Se você é um deles e preza pela sua privacidade e segurança dos seus dados, é melhor procurar uma alternativa. Uma investigação revelou que várias informações — incluindo cliques e hábitos online — estão sendo vendidos para terceiros.
 
Atualmente, o Avast conta com 435 milhões de usuários ativos por mês — seja no mobile ou no desktop. 100 milhões de dispositivos destes usuários estão com privacidade violada por uma subsidiária da companhia, a Jumpshot, que têm vendido dados dos usuários, incluindo seu comportamento na internet.
 
De acordo com documentos acessados pelo site Motherboard e PCMag, informações como pesquisas no Google, procuras no Google Maps, coordenadas de GPS e até perfis visitados no LinkedIn estavam sendo monetizadas pela subsidiária do Avast. Os hábitos online dos usuários serviriam para otimizar a apresentação de propagandas e conhecer os interesses dos usuários do antivírus.
 
Para alívio dos usuários do software, nenhuma das informações vendidas foram identificadas; mas a riqueza de detalhes dos dados vendidos pode facilmente relacionar os hábitos à um usuário específico.
 
 
Dados como negócio
 
De acordo com documentos internos, a Jumpshot oferece uma variedade de produtos compostos por diferentes tipos de informações. Um deles, por exemplo, fora nas palavras chave procuradas na internet e quais resultados da pesquisa receberam os cliques.
 
As investigações também revelaram que alguns clientes recebem informações mais detalhadas sobre a origem dos cliques. A Omnicom Media Group, por exemplo, possui acesso irrestrito à todos os cliques coletados pelo software da Avast e podem visualizar também a identificação do dispositivo utilizado pelo usuário.
 
A Avast foi contactada pela PCMag assim que a investigação foi encerrada, mas se negou a responder qualquer pergunta, o mesmo aconteceu com a Ominicom Media Group.
 
Posteriormente, a Avast declarou que descontiuou qualquer coleta de dados desnecessária para a proteção da integridade do computador, incluindo o compartilhamento de informações com a Jumpshot.
 
Não é a primeira vez que a Avast é flagrada se aproveitando dos dados dos usuários. Em maio de 2019, a extensão da Avast para navegador foi vista coletando mais dados do que o necessário e até teve sua disponibilidade interrompida nas lojas de aplicativos. A recomendação, portanto, é optar por outro software antivírus até que a Avast se torne mais transparente quanto ao uso dos seus dados.
 
 
 
Fonte: Tecmundo
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

O profissional incapaz será a vítima da Inteligência artificial

O profissional incapaz será a vítima da Inteligência artificial
 
 
“O TEMPO e a INAÇÃO do PROFISSIONAL são obstáculos em sua evolução quando comparados com o crescimento exponencial da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, e não adianta ter CAPITAL, eis a real desigualdade” (Elenito Elias da Costa e Levy da Costa Sales).
 
No mundo globalizado com quase 8 (oito) bilhões de habitantes, com o crescimento exponencial da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, agregado a uma educação sem qualidade, é verossímil a previsão final do futuro que se aproxima, pois lamento que poucos tenham condições de acompanhar ou mesmo evoluir para conviver com esse avanço computacional.
 
O combate aos agravos sociais, tais como emprego, educação, saúde, saneamento básico, vacinas, e demais, já não configuram verdades absolutas, mas o TEMPO e a ausência de AÇÃO e ATITUDE racionais que possam oferecer conhecimento absoluto junto a Inteligência Artificial representa um dos maiores agravos sociais, pois o número de vitimas será descomunal.
 
Muitos seres humanos, habitantes, profissionais, empresários, banqueiros, investidores, em suma todos, sentirão na pele o significado da palavra DESIGUALDADE e independe de bens ou de Capital, mas de conhecimento especifico.
 
A Academia, Universidade, Centros Educacionais, Institutos Educacionais, Faculdades e similares, com os PROFESSORES atuais utilizando os recursos didáticos usuais, desprovidos de conhecimento do uso da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL já não conseguem formar cidadões ou mesmo profissionais para o mundo atual que possam competir com a Inteligência Artificial, o conteúdo da grade curricular das disciplinas, como habilidades e competências, metodologias, livros didáticos e livros suplementares, com um publico alvo (educando) com iphone, smartphone, notebooks, tablet, sem gostar de ler, sem senso critico, sem possibilidade de discernir o que fake ou não, temos um campo fértil de seres que facilmente serão descartados pela evolução exponencial da inteligência Artificial.
 
Todo o investimento, bens e Capital aplicado nesse tipo de formação educacional não produzirá um profissional para acompanhar essa evolução que se apresenta, e posso ter uma visão da SOPHIA quando fala que a real desigualdade é a ausência do CONHECIMENTO, e poderá dividir os seres humanos em:
 
“Os que vivem SOBRE a terra, e os que vivem SOB a terra.”
 
Pode parecer exagero, essa divisão simplificada, mas sabemos que é uma verdade plausível.
 
Ficamos imaginando aqueles que buscam acreditar na FÉ, RELIGIÃO, POLÍTICA, sem visualizar os avanços tecnológicos, onde a busca de um terreno no CEÚ, tem mais valia que o seu conhecimento computacional.
 
Tanto tempo perdido com outras atividades, terá um preço, que poderá vitimar aquele que negligencia o conhecimento especifico da Tecnologia da Informação.
 
Ressaltamos que, de nada adiantará seus BENS ou mesmo o seu CAPITAL, se não tens o CONHECIMENTO para conviver com os avanços tecnológicos, e possivelmente só será mais uma vítima.
 
Quando DEUS falou em separar o JOIO DO TRIGO, e é mais fácil um miserável entrar no seu reino, jamais pensei que utilizaria a tecnologia da informação (Inteligência Artificial) para ajuda-lo nessa tarefa.
 
Nunca pensamos que um dia teríamos saudade da expressão “Comer o pão que o Diabo amassou ou rejeitou”, pois encontramos pessoas que estão procurando esse pão, a situação poderá ficar mais grave se fizermos uma reflexão sobre os fatos que elevam os índices Econômicos, pode se tornar até uma metáfora a expressão “Tenha um Feliz Ano Novo”, soa pejorativamente, diante da globalização e dos avanços da Inteligência Artificial.
 
O grande problema é que o número de seres humanos que engordarão essa estatística negativa é estarrecedor, mas a terra precisará ser adubada para produzir bons frutos, pois sabemos a importância do adubo e do esterco utilizado para um bom plantio.
 
Quando a nossa Constituição Federal fala em soberania, cidadania, dignidade, valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, do pluralismo político, e que todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição, possibilitou ao eleitor eleger até uma INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA TAL FEITO.
 
Já pensou nisso, sem o pesado ônus dos Poderes Constituídos e sua onerosa máquina e assessores, sem corrupção, com a eficiência e excelência de exercer o retorno social que os demais seres precisão.
 
Lembramos que a SOPHIA é considerada uma cidadã nos Emirados Árabes, com todos os direitos e obrigações de uma cidadã, talvez lá eles estejam cansados de corrupção, improbidade, custo da máquina pública, e demais crimes.
 
“Se elegemos um trabalhador, um poste, um vampiro, um desequilibrado mental, só nos falta eleger uma INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL”.
 
 
 
Fonte: O Autor (Autor(a): Elenito Elias da Costa)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma