Como se preparar para o EFD-Reinf?

Como se preparar para o EFD-Reinf?
 
Em 27 anos da existência da Constituição Federal foram publicadas mais de 5,2 milhões de legislações, de acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Ou seja, em virtude das constantes edições e mudanças das normas, acompanhar as mudanças no processo legislativo brasileiro não é uma tarefa simples.
 
O EFD Reinf, por exemplo, é um novo módulo do Sistema de Escrituração Digital (Sped), criado com o intuito de abranger informações referentes ao as obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas – o chamado eSocial. Contudo, antes de falar desse módulo, é importante conhecer a sua origem, a começar pela Dirf – uma declaração anual onde os contribuintes informam no último dia útil de fevereiro a relação de todos os salários pagos, impostos de renda retidos na fonte, situações sem retenção na fonte, valor distribuído aos sócios da empresa e pagamentos para serviços de terceiros.
 
O EFD Reinf abrange todas as retenções do contribuinte sem vínculo trabalhista, bem como as informações sobre a receita bruta para a apuração das contribuições previdenciárias substituídas. A nova escrituração substituirá as informações contidas em outras obrigações acessórias, como o módulo da EFD-Contribuições, que apura a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta.
 
Conforme o layout versão beta divulgado pela Receita Federal, esse módulo trouxe mais 9 tabelas, 12 eventos, 587 campos e 24 novas regras a serem consideradas. São determinações que afetam o setor tributário, jurídico, financeiro, suprimentos e tecnológico. Ou seja, a quantidade de informações é tão vasta que fica passível a inconsistências e, consequentemente, autuações fiscais e multas.
 
E como se preparar para essa entrega? Como unificar os dados e alcançar a governança fiscal? O fato é que grandes demandas, pedem grandes soluções, então, ter uma solução fiscal completa que integra o CPRB, as retenções, apurações e pagamentos utilizando a mesma base de dados, proporciona mais segurança nas entregas, evita o pagamento de multas e retrabalho, minimiza riscos e é a chave para a governança tributária para as empresas.
 
Fonte: Fenacon (Autor: Autor: Fábio Negrini)
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma

Receita Federal monitora redes sociais dos contribuintes

Receita Federal monitora redes sociais dos contribuintes
 
As pessoas que costumam postar fotos no facebook, instagram e outras redes sociais, onde aparecem em lanchas, hotéis ou casas luxuosas e viagens deveriam saber que podem estar sendo monitoradas pelo “leão”. Foi o que confirmou ontem o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, em entrevista no Ministério da Fazenda. ”As redes sociais são fontes bastante ricas para fiscalização, não só para a Receita como para as aduaneiras também”, alertou.
 
Investir em tecnologia é um plano estratégico para a Receita Federal, de acordo com Rachid.Tanto para otimizar recursos, como para maximizar resultados. O objetivo é buscar o atendimento de excelência, onde o contribuinte faça o menor esforço possível para honrar os seus tributos, como também para o órgão receber informações das mais variadas fontes que são aperfeiçoadas ano a ano. “Estamos ampliando a rede de acordos onde a Receita fornecerá informações de contribuintes estrangeiros que moram no Brasil e receberá de brasileiros que vivem no exterior. Já temos com os Estados Unidos e convenções multilaterais como o G-20 e Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)”, afirmou.
 
Rachid disse que a fiscalização abrange todos os tributos de pessoa física e jurídica como os previdenciários,por exemplo. “Se cair na malha fina e identificarmos que teve intenção dolosa, a multa pode chegar a até 200% do valor do imposto devido. Além disso, o contribuinte poderá responder penalmente por crime contra a ordem tributária”, advertiu.
 
Ontem foi o último dia para a entrega das declarações de imposto de renda. Não haverá prorrogação, exceto para os moradores de Xanxerê, no oeste de Santa Catarina, que decretou estado de calamidade pública depois que foi atingida por um tornado no dia 20/4. De acordo com decreto assinado pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e publicado ontem (30) no Diário Oficial da União, eles terão até o dia 31 de julho deste ano para enviar a declaração.
Facebook_RFB_rede_social
 
A Receita anunciou que o total de declarações entregues ficou em 27, 8 milhões ante 26,9 em 2014. Isso representa um crescimento de 3,8%. No ano passado cerca de 1 milhão de contribuintes declararam com atraso, sendo que 650 mil eram declarações retificadoras.
 
http://www.correiobraziliense.com.br/
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Justiça julga como válida demissão de funcionário com justa causa por ‘curtida’ no Facebook

Justiça julga como válida demissão de funcionário com justa causa por ‘curtida’ no Facebook
 
Uma concessionária de motos do interior de São Paulo demitiu por justa causa um de seus funcionários porque ele “curtiu” no Facebook os comentários ofensivos à empresa e a uma das sócias da companhia. O rapaz acionou a Justiça e, na segunda-feira (22), o Tribunal Regional Trabalhista (TRT) considerou válida a decisão da empresa.
 
Após passar pela 1ª Vara do Trabalho de Jundiaí, primeira instância da Justiça do Trabalho, a ação chegou ao TRT da 15ª Região. A juíza relatora Patrícia Glugovskis Penna Martins considerou que “o fato é grave, posto que se sabe o alcance das redes sociais”. “Isso sem contar que o recorrente [o rapaz demitido] confirma que outros funcionários da empresa também ‘eram seus amigos’ no Facebook”, escreveu a magistrada em seu voto.
 
O caso ocorreu em Jundiaí (SP) em outubro de 2012. Então recepcionista da concessionária de motocicletas BM Motos, Jonathan Pires Vidal da Rocha “curtiu” a publicação de um ex-funcionário da loja. As mensagens ofendiam não só a empresa mas também uma de suas proprietárias –após pedido da companhia, o Facebook apagou a página.
 
Rocha ainda comentou a publicação. “Você é louco Cara! Mano, vc é louco!”, escreveu o rapaz, em uma sexta-feira. Na segunda-feira seguinte, depois de descobrir a atividade do funcionário na rede social, a empresa demitiu o rapaz por justa causa.
 
“A justa causa decorre do fato de que na rede social Facebook você compactuou com as publicações gravemente ofensivas à honra, integridade e moral da empresa BM Motos, de seus funcionários e da sócia, Dra. Daniela Magalhães, as quais foram inseridas pelo ex-funcionário Felipe Constantino”, afirmou a companhia ao funcionário para justificar a demissão.
Em depoimento, Rocha afirmou que publicou os comentários para desencorajar o ex-funcionário. “Pela forma escrita, parecem muito mais elogios”, rebateu a juíza relatora.
“Efetivamente as ofensas foram escritas pelo ex-funcionário [Constantino], no entanto, todas foram ‘curtidas’ pelo recorrente [Rocha], com respostas cheias de onomatopeias que indicam gritos e risos”, afirmou a juíza, em seu voto.
 
Ela, porém, concordou com o argumento da companhia de que Rocha endossou a postagem ofensiva ao “curtir” a publicação. “A liberdade de expressão não permite ao empregado travar conversas públicas em rede social ofendendo a sócia proprietária da empresa, o que prejudicou de forma definitiva a continuidade de seu pacto laboral, mormente quando se constata que seu contrato de trabalho perdurado por pouco mais de 4 meses”, escreveu.
 
Rocha ainda foi condenado a pagar uma multa R$ 17 mil por litigância de má fé –quando uma das partes tenta atrapalhar o andamento do processo. A pena, porém, foi retirada pela juíza do TRT. A defesa de Rocha afirma que não recorrerá da decisão, pois o prazo já venceu.
 
Fonte: G1
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Confira 11 dicas que realmente funcionam pra você gerir seu tempo da melhor maneira possível

Confira 11 dicas que realmente funcionam pra você gerir seu tempo da melhor maneira possível
 
É bem possível que, em algum momento, você já tenha buscado maneiras de organizar o seu dia – assistindo uma aula sobre gerenciamento de tempo, lendo sobre isso, usando agendas de papel ou virtuais. E então, você se perguntou: por que, mesmo com o conhecimento e as ferramentas, eu ainda sinto que minha organização do tempo é ineficiente? Por que eu não consigo fazer as coisas que preciso? A resposta é simples: tudo que você aprendeu sobre gestão de tempo é, na verdade, uma perda de tempo. Não funciona. Mas, neste artigo, você encontrará dez dicas que realmente funcionam para gerenciar melhor seu tempo.
 
1. Saiba que tempo é relativo
A maioria dos métodos e ferramentas para gerenciamento de tempo não funciona porque são voltados para o tempo do relógio. E o tempo do relógio é irrelevante. Você não vive no tempo do relógio; vive no tempo real, que é relativo e mental. Quando você está se divertindo, ele passa mais rápido. Quando está fazendo a declaração do Imposto de Renda, ele se arrasta. Esse tempo mental é você quem cria – e, portanto, é você quem controla. Retire as limitações e as autossabotagens que estão levando você a dizer que “não tem tempo o suficiente” ou que “não consegue encontrar tempo”.
 
2. Entenda como seu tempo é gasto
Leve um caderno e registre todos os seus pensamentos, conversas e atividades durante uma semana. Isso irá ajudar você a entender quanto você realmente consegue fazer durante um dia, e aonde seu precioso tempo está indo. Você vai ver quanto tempo é realmente utilizado produzindo resultados, e quanto tempo é desperdiçado em pensamentos, conversas e atividades improdutivos.
 
3. Conheça os limites
Lembre-se de que é impossível fazer tudo. Lembre-se também de que é possível que 20% do que você faz diariamente seja responsável por produzir 80% dos seus melhores resultados.
 
4. Priorize seu tempo
Planeje gastar, no mínimo, metade do seu tempo trabalhando nos pensamentos, atividades e conversas mais produtivos, em termos de resultados. São os “20%” que mencionamos no item anterior.
 
5. Planeje logo cedo
Use os primeiros trinta minutos de cada dia para planejar seu dia. Não comece sua rotina até completar esse planejamento. A meia-hora mais importante do seu dia é esta, que você dedica para fazer o gerenciamento de tempo.
 
6. Agende reuniões
Tudo que é importante para o seu sucesso deveria receber um tempo em sua agenda. Não crie listas de afazeres, pois elas ficam cada vez mais longas, até se tornarem insustentáveis. Em vez disso, realmente agende reuniões – ainda que sejam reuniões com você mesmo. Crie intervalos de tempo para pensamentos, conversas e atividades de alta prioridade. Agende horários para começar e terminar e tenha disciplina para cumprir com eles.
 
7. Evite interrupções
Quando você realmente estiver precisando completar aquela tarefa, coloque um aviso de “Não Perturbe” na sua mesa ou na porta do escritório.
 
8. Agende interrupções
Agende horários para lidar com as interrupções. Planeje o tempo em que você poderá ser distraído daquilo que está fazendo. Considere a possibilidade de fixar “horas de atendimento”. Afinal, muitas das interrupções em nosso trabalho são horas que gastamos atendendo as dúvidas, pedidos e interferências dos nossos colegas.
 
9. Deixe tocar
Pratique não atender o telefone simplesmente porque está tocando. E nem responder e-mails simplesmente porque eles apareceram. Deixe o smartphone no modo silencioso. Não dê atenção imediata a esses “chamados”, a menos que seja absolutamente crucial para o seu trabalho oferecer respostas imediatas. Em vez disso, defina horários específicos para responder e-mails e retornar ligações.
 
10. Use o foco
Antes de cada atividade, dedique cinco minutos a decidir exatamente qual resultado você espera obter. Uma visão clara do objetivo, do sucesso, irá permitir que você seja mais assertivo ao executar a atividade. Traçando uma linha reta para atingir aquele resultado. E, como a linha reta é sempre o caminho mais curto, essa é uma forma segura de economizar tempo.
 
11. Conheça o Pomodoro
Pomodoro é uma técnica que se baseia em períodos de total foco e atenção numa tarefa com intervalos de descanso. Você pode ajustar esse período de acordo com suas necessidades.
 
Fonte: Arquivei
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Exigência de Certificação Digital afeta 500 mil empresas do Simples

Exigência de Certificação Digital afeta 500 mil empresas do Simples
 
A partir de amanhã (1º/07), todas as empresas do Simples que tenham mais de cinco funcionários precisarão de Certificação Digital para enviar informações fiscais e trabalhistas ao governo, como a Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP) e o eSocial. A mudança vai afetar mais de 495,8 mil empreendimentos em todo o país conforme levantamento do Comitê Gestor do Simples Nacional, órgão responsável pela implementação da exigência.
 
As empresas que não se adequarem à nova regra ficarão impedidas de recolher o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) dos funcionários e pagarão multa, alerta o presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Mario Berti. A certificação traz vantagens para a empresa, gerando mecanismos de segurança que garantem veracidade, confidencialidade e integridade na comunicação com órgãos públicos como a Receita Federal, Detran, Instituto Nacional da Propriedade Industrial, entre outros.
 
Segundo o diretor político e parlamentar da Fenacon e diretor da Fenacon Certificação Digital – órgão credenciado como Autoridade Certificadora (AC) e apto a credenciar Autoridades de Registro (AR) –, Valdir Pietrobon, “o Certificado Digital é a identidade da pessoa jurídica ou física no meio digital, permite o acesso a serviços oferecidos no portal da Receita Federal e ao e-Social e ainda reduz custos com deslocamentos e documentos físicos”. Para obter o certificado, é preciso fazer a solicitação e comparecer presencialmente em um posto de atendimento credenciado para validação. Também é preciso levar toda a documentação exigida para a conferência dos dados e emissão do documento.
 
 
Demanda
 
A demanda por Certificação Digital pelas empresas e pessoas físicas cresce anualmente. Só entre janeiro e maio de 2016, 1,3 milhão de certificados foram emitidos no país. O número é 6,5% maior se comparado ao mesmo período de 2015. Os dados são do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), órgão responsável pela execução de políticas da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).
 
As estatísticas de junho devem apresentar crescimento maior, devido à nova exigência e a corrida pela obtenção do certificado, aponta Pietrobon. “A procura pela Certificação Digital mostra que as companhias estão atentas às mudanças da legislação e também buscam reforçar a segurança e a confiabilidade da identificação empresarial no meio virtual”, completa. Entre as mudanças na legislação fiscal que impulsionaram a busca pela Certificação Digital estão: a emissão da NFS-e e da NF-e, a instituição do e-Social, a cultura de desmaterialização de documentos e assinaturas e a entrega das declarações tributárias para os órgãos públicos.
 
 
Como obter um Certificado Digital?
 
– 1° passo: Solicitação do certificado.
É necessário escolher uma Autoridade Certificadora Habilitada, como a Fenacon Certificação Digital (www.fenaconcd.com.br), para preencher a solicitação. Além disso, deve-se optar por um dos dois tipos de certificação: A1, que sempre possui validade de um ano e fica armazenada direto no computador; e A3, que pode ter validade de um a três anos e requer um hardware específico para ser armazenada.
– 2º passo: Validação presencial.
Conforme as regras do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, órgão federal que regulamenta a Certificação Digital no Brasil, para emitir um Certificado Digital é preciso comparecer à validação presencial, em um dos postos de atendimentos espalhados pelo país, com a documentação requisitada para a conferência dos dados. A lista de documentos pode ser acessada por meio do site www.fenaconcd.com.br/validacao.
– 3º passo: Emissão do certificado.
Com o processo de validação finalizado com sucesso, é possível emitir o certificado no mesmo momento, ainda no posto de atendimento. O agente de validação fará todo o procedimento necessário.
 
Fonte: Administradores
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Página falsa da Receita Federal no Facebook esconde malware

Página falsa da Receita Federal no Facebook esconde malware
 
Um grupo de criminosos está usando uma página do Facebook para enganar pessoas e instalar um malware que deixa seus computadores vulneráveis. Batizada de Restituição IRPF, a página se passa por um canal oficial da Receita Federal que promete facilitar problemas relacionados à declaração de imposta de renda. O problema é que o link divulgado, oferecido para que as pessoas verifiquem sua situação frente ao fisco, redireciona o usuário para um site bem diferente do proposto e que abre as portas de seu PC para conteúdo malicioso.
 
O endereço em questão é muito bem disfarçado e promete levar o usuário para a página da Receita, mas o endereço real é de um site chamado Quarto do Pânico, cujo único conteúdo é um download automático de um malware que atinge sistemas Windows, fazendo com que o computador fique completamente vulnerável. E, a partir disso, os hackers podem ter acesso a dados pessoais e outras informações sigilosas que podem ser usadas para ações criminosas.
 
O que realmente chama a atenção por aqui é que, à primeira vista, a página Restituição IRPF realmente engana, sobretudo por conta da miniatura do link mostrar o endereço da Receita Federal. Porém, não demora mais do que um minuto para você estranhar a existência de uma única postagem, a falta de dados e o fato de que todos os comentários sobre o tema terem sido apagados — o que mostra que os criminosos estão acompanhando as interações, evitando que outras pessoas os desmascarem na rede social. O problema é que ainda há muita gente acreditando que aquilo tudo é real.
 
Tanto que, até o fechamento desta matéria, a publicação criminosa possuía 245 compartilhamentos e a grande maioria não fazia menção ao fato de que aquilo era um vírus. Como a pessoa envia aquilo aos seus amigos sem comprovar sua veracidade, ela acaba divulgando o malware e ajudando os criminosos. Outro ponto que enganou muita gente é que os hackers se utilizaram de uma ferramenta do próprio Facebook para alcançar o maior número de possíveis vítimas.
 
A partir da ferramenta de promoção de conteúdo, eles conseguiram dar mais visibilidade ao link falso e fizeram com que mais de mil pessoas curtissem a página. Por isso, antes de clicar em qualquer coisa que seja aparentemente oficial ou prometa alguma facilidade relacionada a dinheiro, duvide. Observe bem o site e procure por indícios de que aquilo é verdadeiro. Páginas falsas, como esta, quase nunca trazem outro conteúdo além daquele que vai instalar um vírus ou causar outra dor de cabeça, então comece a duvidar logo de cara quando ver algo assim.
 
No caso da Restituição do IRPF, fica fácil ver que ela foi criada nesta semana (ou já existe há mais tempo e foi apagada e retomada), tanto que o número de curtidas é bem reduzido para algo desse porte. Apenas para comparação, a fanpage verdadeira da Receita Federal é seguida por 79 mil pessoas e traz vários dados sobre o órgão, assim como conteúdo atualizado.
 
Fonte: Fenacon
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Corrida contra o tempo: 5 questões sobre a certificação digital

Corrida contra o tempo: 5 questões sobre a certificação digital
 
O prazo está se esgotando. A partir desta quinta-feira, 1º de julho, todas empresas cadastradas no regime do Simples Nacional com mais de cinco funcionários são obrigadas a possuir certificação digital – uma espécie de “assinatura eletrônica” que dá autenticidade a quem precisa fazer transações no ambiente fiscal federal, estadual ou municipal pela internet.
 
Com isso, de agora em diante, o envio de informações trabalhistas e previdenciárias por meio da GFIP e do eSocial só será permitido a quem tiver habilitado sua certificação. Uma das facilidades é proporcionar à empresa realizar serviços eletrônicos direto no site da Receita, por exemplo.
 
“Se houver alguma pendência, dá para resolver online, sem ir ao posto fiscal – o que sem ela demandaria tempo e custos”, diz Wilson Gimenez Jr., vice-presidente administrativo da Associação das Empresas de Serviços Contábeis do Estado de São Paulo (Aescon-SP).
 
Como o certificado garante a validade jurídica na assinatura das empresas, também é uma ferramenta que, além de diminuir a burocracia manual e presencial, confere mais agilidade aos processos, de acordo com Antônio Cangiano, diretor executivo da Associação Nacional de Certificação Digital (ANCD), que representa 80% do setor.
 
Hoje, existem diversas empresas e órgãos autorizados pela ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, a autoridade certificadora ligada ao governo federal) a fornecer a certificação.
Entre elas, está Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e o seuACCertifica, disponível em mais de 15 pontos de validação na capital paulista e 100 espalhados pelo Estado.
 
Mesmo assim, na hora de escolher a certificação, que é paga, Gimenez Jr. orienta aos pequenos negócios consultarem seu contador para ver qual tipo de certificação atende à sua empresa. “Devido à competitividade, os preços variam muito”, afirma.
Mas não vai ficar só nisso: a partir de janeiro de 2017, as empresas do Simples com mais de três funcionários também deverão ter a certificação digital, de acordo com a Resolução CGSN nº 125, do Comitê Gestor que altera alguns pontos da Resolução CGSN nº 94/2011.
 
“O governo está afunilando, por isso o ideal é que essas empresas obtenham a sua o quanto antes”, diz. Afinal, o custo de delegar esses serviços, que já estão disponíveis gratuitamente através do uso da certificação será muito maior do que pagar por um”, completa o presidente da Aescon-SP.
 
A seguir, veja algumas das principais dúvidas respondidas pelos dois especialistas:
 
 
O que muda para uma empresa ter uma certificação digital?
 
A assinatura eletrônica do proprietário da empresa dá exclusividade e credibilidade a qualquer documento ou troca de informação com o governo ou órgãos ligados a ele.
 
 
Há modelos e custos diferentes? Quais são?
 
Sim, existem modelos e aplicações diferentes para cada um, que são determinados ao risco maior ou menor do patrimônio de cada empresa e à segurança da informação necessária para cada uma.
 
Quanto ao custo, o tíquete médio é de R$ 300, e as certificações devem ser renovadas a cada três anos – caso das mais sofisticados e que possuem token (espécie de chave de segurança)
 
 
Onde e como é possível adquirir uma certificação?
 
De acordo com a ANCD, há pontos de atendimento do Brasil inteiro, além de uma cartilha completa no site sobre certificação digital. Veja o passo a passo aqui.
 
 
Após a mudança, a empresa pode continuar usando a certificação do contabilista como procurador?
 
Só para entrega de obrigações acessórias, que exigem o E-CNPJ ou para escrituração fiscal eletrônica (SPED). As empresas que não são obrigadas a emitir nota fiscal eletrônica, por exemplo, podem se dirigir à Receita Federal e fazer uma procuração eletrônica autorizando um contabilista que tenha o E-CNPJ a entregar as declarações de tributos certificadas.
 
 
O que acontece se a empresa não tiver a certificação depois do prazo?
 
Não existe uma penalidade direta por não ter um certificado digital. Mas pode haver uma penalização indireta no médio prazo, já que a empresa não conseguirá realizar uma operação obrigatória com o Fisco, nem conseguirá pagar os impostos devidos.
 
Em geral, a multa corresponde a 20% do tributo não declarado. Já para as que precisam emitir nota fiscal eletrônica, o maior problema será concluir um negócio.
 
Fonte: Diário do Comércio (Autor: Karina Lignelli)
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Bem-vindo ao RH da era digital

Bem-vindo ao RH da era digital
 
Poucas décadas atrás, o departamento de recursos humanos (RH) era considerado apenas uma área administrativa -a seção da empresa que zelava pela burocracia na contratação e demissão de funcionários.
 
Essa perspectiva mudou. Hoje, grande parte dos empresários acredita na valorização dos funcionários. Afinal, sem uma boa equipe nenhum negócio consegue crescer.
 
Diante disso, o RH se converteu em uma área estratégica. E cada vez mais as empresas estão utilizando novas tecnologias para tornar a gestão de pessoas mais eficiente.
 
O mercado está acompanhando essas mudanças. Nos últimos anos, surgiram diversas plataformas destinadas a modernizar o setor. Conheça algumas dessas novas ferramentas:
 
 
 
ANÁLISE DE DADOS PARA SELEÇÃO DE CANDIDATOS
Desde meados de 2014, aEndeavor, instituição que fomenta o empreendedorismo, decidiu adotar uma nova plataforma para escolher seus novos funcionários.
 
“Para a Endeavor sempre foi fundamental que os colaboradores tenham uma cultura alinhada com os nossos valores”, afirma Clarisse Monteiro, gerente de gente e gestão da Endeavor.
 
A instituição tinha facilidade para selecionar pessoas com as competências técnicas necessárias para os cargos. Mas fazer uma análise aprofundada – que leva em consideração o nível de engajamento do candidato com as causas da instituição – não era uma tarefa simples.
 
Poucas pessoas da equipe eram capazes de fazer essa avaliação e o processo levava muito tempo. Para agilizar, a instituição adotou a tecnologia da Pin People.
 
A startup foi fundada há dois. “Queremos a acabar com aquela frase dos profissionais de RH que dizem que contratam pela competência e demitem por causa do comportamento”, afirma Isabella Botelho, fundadora da Pin People.
 
A empresa faz uma análise de pessoas. Primeiramente, monitora com ajuda dos funcionários e gestores qual é a cultura e os valores da empresa. Depois, procura entre os candidatos à vaga qual combina mais com perfil da instituição. Essa análise é algo similar ao feito pelo Google Analytics, sistema que faz relatórios dos sites da internet.
 
Após a contratação, é realizado um monitoramento para saber se as expectativas do novo funcionário estão sendo atendidas.
Com a adoção da plataforma da Pin People, a Endeavor conseguiu agilizar o processo seletivo. “Conseguimos também ter mais clareza sobre o que os funcionários esperam”, afirma Clarisse.
 
 
 
O FIM DOS ARQUIVOS
 
Guardar currículos, contratos de trabalho, fichas de benefícios, atestados médicos e outras infinidades de documentos. O RH costuma ser um dos setores que mais junt apapelada.
 
Mesmo com a digitalização desses arquivos, muitas empresas mantêm cópias físicas com medo de perder ou de não achar os documentos dentro dos arquivos eletrônicos.
 
O resultado são custos maiores e horas de trabalho desperdiçadas. Para evitar isso, existe no mercado softwares que fazem o gerenciamento eletrônico de documentos. Eles facilitam a armazenagem e a busca de documentos digitalizados. Uma das empresas que desenvolve esse sistema é a Reis Office.
 
O negócio foi fundado há 32 anos por José Martinho Reis. Na época, os principais produtos eram soluções para impressoras. Recentemente, Rodrigo, filho do fundador e sócio da empresa, percebeu a dificuldade de seus clientes para gerenciar esses arquivos online e decidiu criar seu próprio software.
 
“Hoje, o espaço físico em grandes cidades custa mais caro do que softwares de gerenciamento eletrônico de documentos”, afirma Rodrigo Reis. “Desenvolvemos uma ferramenta barata e acessível para pequenos e médios negócios.”
 
Com a ajuda da plataforma, os usuários conseguem encontrar e arquivar documentos de forma simples.
 
 
 
PARA ENTENDER OS FUNCIONÁRIOS
 
Quais os funcionários que merecem ser promovidos? Como medir os bônus? Como mensurar a produtividade? As respostas para essas questões costumam ser subjetivas. Mas algumas empresas querem mudar esse conceito.
 
A Mereo, por exemplo, quer utilizar a tecnologia para ajudar a calcular o desempenho dos funcionários. A empresa foi fundada por consultores que perceberam que a ideia de meritocracia era deturpada dentro de algumas empresas.
 
“Muitas vezes são premiadas as pessoas que têm melhor relacionamento e não as mais eficientes”, afirma Ivan Cruz, sócio da Mereo.
 
A plataforma criada pela empresa ajuda a determinar se os funcionários estão alcançando os resultados esperados. A tecnologia também permite calcular remunerações extras com base nos desempenhos individuais.
 
De acordo com a função da pessoa, são avaliadas algumas habilidades especificas. “Essa análise é feita pelos próprios colegas de trabalho. Esses dados são coletados e geram um relatório sobre desempenho de cada funcionário”, afirma Cruz.
O sistema da Mereo é utilizado por grandes empresas, como o Grupo Pão de Açúcar e BRF, conglomerado da Sadia e Perdigão.
 
Fonte: Diário do Comércio (Autor: Thais Ferreira)
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Os 10 tipos de funcionários que destroem qualquer empresa

Os 10 tipos de funcionários que destroem qualquer empresa
 
Se há uma coisa que deixa qualquer um aflito é lembrar que, todo dia, terá de sair de casa para trabalhar e ficar ao lado de uma pessoa difícil de lidar. Pior ainda, se essa pessoa for o chefe.
 
Uma das falhas mais graves em um processo de contratação é a decisão de contratar a pessoa devido ao seu conhecimento técnico, pouco levando em consideração seus aspectos comportamentais.
 
Um funcionário-problema afeta todo o grupo, pois todos são contagiados. Alguns exemplos de perfis de funcionários que só atrapalham e tornam a empresa improdutiva:
1. O mal-humorado. Seu comportamento ranzinza afasta as pessoas, prejudicando os relacionamentos, que são tão necessários para a eficiência dos processos.
2. O pessimista. Assim como existe o efeito placebo, no qual “expectativas boas geram bons resultados”, existe o efeito “nocebo”, em que expectativas pessimistas contribuem para resultados desfavoráveis. Funcionários que dizem “isso não vai dar certo” contribuem para que as coisas de fato não funcionem.
3. O mentiroso. Deixa o chefe e a equipe na mão, por terem confiado nele e tomado decisões muitas vezes erradas, que afetam até mesmo os clientes.
4. O orgulhoso. Aquele que deixa de aprender e não admite seus próprios erros. Perde oportunidades de se desenvolver e contribuir para o crescimento de todos.
5. O inseguro. Transmite insegurança para toda a equipe, fazendo, em alguns casos, com que outras pessoas realizem suas tarefas, o que sobrecarrega os colegas.
6. O que não sabe dizer não. Ao não se impor perante às demandas que surgem, promete entregar tudo para todos. Assim, não cumpre os prazos prometidos, e todos se prejudicam.
7. O desorganizado. Espelha sua mente desorganizada em sua agenda e na mesa de trabalho. Perde compromissos, chega atrasado em reuniões importantes e prejudica todos com sua desorganização pessoal e profissional.
8. O despreparado. Não se atualiza profissionalmente, não absorve as novas tecnologias adotadas na empresa e, com isso, vive criticando os sistemas modernos. Prefere seguir fazendo à moda antiga, que é como sempre deu certo na sua visão.
9. O passivo. Tende a ser submisso, não expressa suas opiniões e seus sentimentos a respeito dos fatos. Com isso, prejudica todos, pois ninguém sabe realmente o que ele pensa.
10. O agressivo. Tenta se impor por meio da violência verbal, humilha os colegas e causa ressentimentos no grupo, afetando a autoestima das pessoas. Faz cair a motivação e a produtividade da equipe.
 
É importante identificar, já nas entrevistas de contratação, esses aspectos comportamentais, pois não basta o funcionário ter apenas competência técnica. Devemos ter em mente que mudar comportamentos é muito mais difícil que treinar um profissional de forma a capacitá-lo para a realização de tarefas.
 
Fonte: Exame.com (Autor: Alexandre Rangel)
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Nota Fiscal Eletrônica: aprenda a emitir o documento e veja as vantagens

Nota Fiscal Eletrônica: aprenda a emitir o documento e veja as vantagens
 
A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é desenvolvida de forma integrada, pelas Secretarias de Fazenda dos Estados e a Secretaria da Receita Federal. O projeto, criado em 2005, tinha como objetivo implantar um modelo nacional de documento fiscal eletrônico, que substituiria a sistemática emissão do documento fiscal em papel, usado, geralmente, para operações com mercadorias entre empresas.
 
O uso da Nota Fiscal Eletrônica implica várias vantagens para o contribuinte, a sociedade e as entidades tributárias
O processo de implantação das obrigatoriedades do uso da Nota Fiscal Eletrônica em todo o país terminou em dezembro de 2010. Naquele ano, a NF-e assumiu o status de um sistema nacional de documento fiscal eletrônico, compartilhado entre os estados e a Receita Federal.
 
 
O que é a Nota Fiscal Eletrônica?
 
A Nota Fiscal Eletrônica é um documento de existência exclusivamente digital. Ele é emitido e armazenado eletronicamente, com o objetivo de documentar uma operação de circulação de mercadorias ou prestação de serviços. Para emitir NF-e, as empresas devem solicitar seu credenciamento como emissoras do documento na Secretaria da Fazenda em que possua estabelecimentos. Até 2015, muitas empresas ainda tinham dúvidas sobre ecomo emitir a Nota Fiscal Eletrônica. Veja no tópico seguinte como proceder.
 
 
Como emitir a Nota Fiscal Eletrônica?
 
A empresa emissora desse tipo de nota fiscal gera um arquivo eletrônico contendo as informações fiscais da operação comercial, que deverá ser assinado digitalmente, transformando este arquivo em um documento eletrônico nos termos da legislação brasileira de modo que seja garantida a integridade dos dados e a autoria do emissor.
Em seguida, este arquivo eletrônico é transmitido pela internet para a Secretaria da Fazenda, Finanças ou Tributação do estado de jurisdição do contribuinte emitente. Esses órgãos verificam a integridade formal do arquivo e entregam um protocolo de recebimento chamado “Autorização de Uso”. Sem esse documento, não pode haver trânsito de mercadoria. É ele que transforma o documento eletrônico no Documento Fiscal, ou seja, na Nota Fiscal Eletrônica. Após a Autorização de Uso, a Secretaria de Fazenda Estadual disponibiliza a consulta, através da internet, para o destinatário.
Para acompanhar o trânsito da mercadoria é impressa uma representação gráfica simplificada da Nota Fiscal Eletrônica chamada DANF-e (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica), em via únida e em papel comum. O DANF-e não é nota fiscal, nem a substitui. Ela é apenas um instrumento auxiliar para a consulta da NF-e, porque contém a chave de acesso da Nota Fiscal Eletrônica, que permite ao detentor desse documento confirmar através das páginas da Secretaria de Fazenda Estadual ou da Receita Federal que, de fato, existe uma Nota Fiscal Eletrônica que tenha tido seu uso autorizado.
A NF-e pode ser consultada no portal da Nota Fiscal Eletrônica.
 
 
Como instalar o software emissor da Nota Fiscal Eletrônica?
 
O Software Emissor da Nota Fiscal Eletrônica é um programa que é instalado na máquina do contribuinte e permite a emissão de notas fiscais eletrônicas para a correspondendente Secretaria de Fazeda Estadual. Com esse software, é possível gerar o arquivo da Nota Fiscal eletrônica e acessar meios para realizar a assinatura com o Certificado Digital que o contribuinte possuir e transmití-la para a Secretaria de Fazenda Estadual relacionada. Ele também permite o gerenciamento das notas e o cancelamento delas, a impressão do Documento Auxiliar da Nota Fiscal eletrônica (DANF-e) para a circulação das mercadorias e outras funcionalidades para facilitar a criação da Nota Fiscal Eletrônica, como cadastros de clientes, produtos e transportadoras. Para baixar o Software Emissor de NF-e, basta acessar a página para instalação do programa e seguir asorientações do manual.
 
 
Quais são os benefícios da Nota Fiscal Eletrônica?
 
Entre os benefícios para o contribuinte vendedor (emissor da NF-e) destacam-se a redução de custos de impressão, envio e armazenagem de documentos fiscais; a simplificação de obrigações acessórias; e o incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com clientes.
Já as vantagens para o contribuinte comprador (receptor da NF-e), destacam-se a eliminação de digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias; a redução de erros de escrituração devido a erros de digitação de notas fiscais; e o incentivo ao uso de relacionamentos eletrônicos com fornecedores.
A sociedade também é beneficiada pela Nota Fiscal Eletrônica à medida que são promovidos o incentivo ao comércio eletrônico e ao uso de novas tecnologias; a padronização dos relacionamentos eletrônicos entre as empresas e a redução do consumo de papel, com impacto em termos ecológicos. Por fim, os benefícios para as administrações tributárias incluem, principalmente, a diminuição da sonegação e o aumento da arrecadação e a melhoria no processo de controle fiscal.
 
Fonte: IG – Economia
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